ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Bruno Gagliasso, defensor do fim da escala 6x1, se revolta por lanchonete fechar 10 minutos mais cedo e faz escândalo na web (veja o vídeo)

 05/08/2026 às 14:02

Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola e ex-chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), deixou a campanha do petista nesta quarta-feira (5/8). A saída ocorre após a divulgação de informações indicando que ele recebeu repasses financeiros da lobista Roberta Luchsinger, apontada como sócia de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.

Marcola havia deixado recentemente a função de chefe de gabinete da Presidência da República, cargo que ocupava desde o início do terceiro mandato de Lula, para integrar a equipe responsável pela campanha presidencial. Com o avanço das revelações envolvendo sua relação com a empresária investigada, ele acabou se desligando da coordenação eleitoral.

Nesta semana, o ex-assessor reconheceu que recebeu recursos de Roberta Luchsinger, alvo de investigação conduzida pela Polícia Federal (PF). Em nota, sustentou que não existiu qualquer irregularidade nas transações e afirmou que os valores correspondiam a um empréstimo firmado entre ambos.

Entretanto, informações reveladas apontam que a lobista também efetuava o pagamento de despesas particulares de Marcola. De acordo com a reportagem, o ex-chefe de gabinete encaminhava códigos de barras de contas pessoais para que elas fossem quitadas por Roberta. Somados, os repasses alcançam R$ 249 mil.

A ligação entre Marcola e Roberta Luchsinger teve início por intermédio de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Próximo do filho do presidente, o ex-assessor foi apresentado à empresária, que também mantinha amizade com Lulinha e, posteriormente, o apresentou a Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS.

As movimentações financeiras vieram à tona durante a análise dos dados extraídos do celular de Roberta Luchsinger, apreendido no âmbito das investigações da Operação Sem Desconto. A apuração da Polícia Federal busca esclarecer um esquema de fraudes responsável por descontos indevidos e pelo desvio de bilhões de reais de benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Mesmo desmoralizado e sem credibilidade, Eduardo Leite consegue desmascarar Paulo Pimenta (veja o vídeo)

 JCO

Uma briga deprimente entre duas figuras nefastas da politica gaúcha.

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, desmascarou o deputado federal Paulo Pimenta (PT), que é candidato ao Senado. Na gravação, Leite diz para o petista tomar vergonha na cara.

“Deputado Paulo Pimenta, tome vergonha na cara. Gente, eu fiquei indignado com a cara de pau, com a falta de vergonha, com a mentira do deputado Paulo Pimenta num podcast em Pelotas. Olha só o que ele disse”, diz o governador, exibindo um trecho da entrevista em que o petista diz “Pelotas tem grandes investimentos do governo federal andando na educação, na saúde”, e menciona a construção de um pronto socorro na cidade.

E prossegue o governador:

O deputado Paulo Pimenta quer fazer as pessoas acreditarem que as obras do novo Hospital de Pronto Socorro Regional de Pelotas estão sendo feitas graças a recursos do governo federal, quando, na verdade, se trata de uma obra garantida pelos recursos do governo do estado. 74 milhões de reais garantidos pelo nosso governo, para fazer uma transformação na saúde de Pelotas e da região sul.”

Na entrevista, Pimenta também criticou Leite por “deixar chegar no ponto que chegou esse Pronto Socorro de Pelotas”, apesar de ter sido prefeito da cidade antes de virar governador.

Leite rebateu mais uma vez:

“Pois é, deputado Paulo Pimenta. Precisou realmente de um governador de Pelotas, que conhecesse a realidade desse problema, para poder começar essa transformação. Lá, em dezembro de 2020, no segundo ano do meu mandato, eu estava lá assinando, com a prefeitura de Pelotas, com a prefeita Paula Mascarenhas, o convênio que já garantia os recursos para fazer os projetos desse hospital de pronto socorro”, respondeu o governador, fazendo todo o histórico das obras, e devolvendo as críticas aos governos do PT no estado.

E disse ainda:

“A gente arrumou as contas que o governo do Partido dos Trabalhadores esculhambou aqui no Rio Grande do Sul, garantiu colocar as contas em dia e retomou capacidade de investimentos”, disse Leite, repetindo o conselho ao petista: “Deputado Paulo Pimenta, tome vergonha na cara”.

Veja o vídeo:

Eleição se aproxima... A batalha começou e o verde e amarelo vai reinar!

JCO

 05/08/2026 às 08:39

O amor pela nossa pátria se manifesta em gestos simples, mas carregados de significado. E poucos símbolos representam tão bem a identidade, a história e os valores do povo brasileiro quanto a Bandeira do Brasil.

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Contamos com você!

Justiça dos EUA toma nova decisão em ação envolvendo Moraes

JCO

A Justiça dos Estados Unidos autorizou a Advocacia-Geral da União (AGU) a apresentar uma nova manifestação na ação movida pela Rumble e pela Trump Media relacionada ao ministro Alexandre de Moraes. A decisão foi proferida nesta terça-feira (4/8) pela juíza Mary S. Scriven, da Corte Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Médio da Flórida.

Com o despacho, a magistrada acolheu o pedido da AGU para que o órgão possa rebater os argumentos apresentados pelas duas empresas, que contestam a extinção do processo. A nova manifestação deverá abordar exclusivamente os pontos levantados pelas companhias em suas últimas petições.

De acordo com documento obtido pela coluna, a resposta da AGU terá limite máximo de sete páginas e deverá ser protocolada no prazo de sete dias, contados a partir desta terça-feira.

Representada por um escritório de advocacia contratado nos Estados Unidos, a Advocacia-Geral da União sustenta que a Rumble e a Trump Media modificaram a estratégia adotada no processo. Segundo o órgão, as empresas passaram a defender que a ação é direcionada contra Alexandre de Moraes como pessoa física, e não contra o Estado brasileiro, tese considerada inédita e equivocada pela AGU.

Na avaliação da Advocacia-Geral da União, os atos questionados foram praticados pelo ministro no exercício de suas funções no Supremo Tribunal Federal. Por esse motivo, o Brasil seria a verdadeira parte interessada na demanda judicial, situação que, segundo o órgão, atrairia a aplicação da imunidade soberana prevista na legislação norte-americana conhecida como Foreign Sovereign Immunities Act (FSIA).

Com esse entendimento, a AGU argumenta que, diante da proteção conferida pela imunidade soberana e da ausência de demonstração de qualquer exceção prevista na FSIA pelas empresas, o processo deveria ser extinto pela Justiça dos Estados Unidos.

A Rumble e a Trump Media, por outro lado, sustentam que a Advocacia-Geral da União alterou seu posicionamento ao longo da disputa judicial. Em manifestação apresentada à Corte americana, as empresas afirmam que o governo brasileiro havia informado anteriormente às autoridades dos Estados Unidos que decisões proferidas pela Justiça brasileira não produzem efeitos automáticos em território americano, dependendo dos mecanismos formais de cooperação internacional.

Segundo as companhias, a AGU passou posteriormente a defender entendimento oposto ao requerer a extinção da ação sob o argumento de que as determinações expedidas por Alexandre de Moraes constituem atos soberanos do Estado brasileiro.

As empresas também sustentam que o verdadeiro réu da ação é o próprio ministro Alexandre de Moraes, afirmando que ele teria extrapolado sua autoridade ao expedir ordens direcionadas a empresas sediadas nos Estados Unidos.

Na manifestação encaminhada à Justiça americana, Rumble e Trump Media afirmam:

“O fato de ele ostentar a condição de juiz não faz do Brasil a parte efetivamente interessada […]. O processo não questiona a validade das decisões do ministro dentro do Brasil, mas apenas se elas podem produzir efeitos em território americano”.

ANTES TARDE DO QUE NUNCA.

É com grande tristeza que recebemos a notícia do falecimento, nesta segunda-feira, de César, carinhosamente conhecido no meio futebolístico como Gatão.

Tive o prazer e a satisfação de jogar ao seu lado por muitos anos no Ajax, equipe do amigo Deusimar, da Farmácia Popular. Ficam as lembranças dos bons momentos, da amizade, do companheirismo e da paixão pelo futebol que sempre marcaram sua trajetória.

Que Deus conforte o coração de todos os familiares e amigos neste momento de dor. Descanse em paz!!!



Bolsonaro faz novo pedido e Moraes aciona a PGR

JCO

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresente, no prazo de cinco dias, parecer sobre o recurso protocolado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O pedido questiona as restrições impostas às visitas recebidas por Bolsonaro, incluindo a proibição temporária de encontros com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e de visitas com finalidade político-partidária.

Antes de decidir sobre o mérito do recurso, Moraes optou por ouvir a manifestação da PGR. O parecer também deverá abordar o pedido da defesa para rever a vedação à divulgação de conteúdos classificados pela decisão judicial como "manifestos político-eleitorais" por qualquer meio de comunicação.

As restrições foram impostas depois que o senador Flávio Bolsonaro tornou pública a "Carta aos brasileiros", documento atribuído ao ex-presidente.

No recurso, os advogados sustentam que as limitações determinadas por Alexandre de Moraes extrapolam os efeitos previstos na legislação. Segundo a defesa, a perda dos direitos políticos não pode ser interpretada como impedimento ao exercício da liberdade de pensamento ou da manifestação de ideias.

Os defensores afirmam ainda que utilizar a suspensão da capacidade eleitoral como fundamento para restringir conversas sobre política ou impedir a circulação de manifestações de natureza política representaria a criação de uma consequência jurídica que, segundo eles, não está prevista na Constituição.

Como parte da argumentação, a defesa faz referência ao caso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2018. Os advogados lembram que, durante o período em que Lula esteve preso, ele recebeu autorização para divulgar cartas indicando seu sucessor na disputa presidencial e também pôde receber visitas de diversas lideranças políticas.

Por meio do agravo apresentado ao Supremo Tribunal Federal, a defesa solicita que Alexandre de Moraes exerça o chamado "juízo de retratação", revendo a própria decisão e afastando as restrições impostas às visitas e às manifestações de conteúdo político. Somente após o parecer da Procuradoria-Geral da República o ministro deverá decidir se mantém ou modifica as medidas questionadas.

URGENTE: Mendonça dá 10 dias a Lula

JCO

O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta terça-feira (4) que o governo federal apresente, no prazo de dez dias, informações completas sobre os empenhos relacionados à publicidade institucional realizados entre 2023 e o primeiro semestre de 2026. A decisão envolve a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), que deverá fornecer documentação detalhada para análise.

A medida foi adotada no âmbito de uma representação apresentada pelo Partido Liberal (PL) contra o petista Lula e o ministro da Secom, Sidônio Palmeira. O pedido foi acolhido apenas parcialmente pelo relator.

Ao justificar a decisão, André Mendonça afirmou que os levantamentos apresentados pelo partido revelam "discrepâncias objetivas e valores expressivos", circunstância que recomenda a obtenção rápida das informações oficiais. Ao mesmo tempo, o ministro ressaltou que os elementos reunidos até agora apenas justificam "o aprofundamento da apuração" e não permitem, "neste momento processual, afirmar com segurança" que o limite previsto pela legislação eleitoral tenha sido ultrapassado.

A ação tem como fundamento o artigo 73, inciso VII, da Lei das Eleições, que impede agentes públicos de empenharem, durante o primeiro semestre do ano eleitoral, despesas com publicidade institucional acima do equivalente a seis vezes a média mensal dos empenhos emitidos e não cancelados nos três anos anteriores ao pleito.

Na representação, o PL apresentou dois levantamentos distintos. O primeiro, elaborado com base em registros atribuídos à Secom, estima que os empenhos entre 2023 e 2025 somaram R$ 814,4 milhões. Com essa metodologia, o limite para o primeiro semestre de 2026 seria de R$ 135,7 milhões. Segundo os cálculos do partido, até 15 de junho deste ano os empenhos já alcançariam R$ 178 milhões, representando um excesso de R$ 42,3 milhões, equivalente a aproximadamente 31,17% acima do teto.

Já o segundo levantamento foi produzido com dados do sistema Siga Brasil e considera despesas de todo o Poder Executivo federal. Corrigidos pelo IPCA, os valores referentes ao período entre 2023 e 2025 chegariam a R$ 3,7 bilhões, estabelecendo um limite semestral de R$ 618,1 milhões. Nessa hipótese, os empenhos identificados até 18 de junho de 2026 atingiriam R$ 785,7 milhões, indicando uma extrapolação estimada em R$ 167,6 milhões, ou cerca de 27,1% acima do limite calculado.

A própria petição apresentada pelo PL reconhece, entretanto, que as informações obtidas por meio das bases públicas não substituem a verificação oficial, uma vez que dependem da conferência da natureza das despesas, dos reforços orçamentários, das anulações e dos cancelamentos registrados ao longo do período.

Ao analisar os documentos, o ministro observou que os dois levantamentos utilizam metodologias e universos contábeis distintos. Enquanto um considera apenas despesas vinculadas à Secom, o outro engloba toda a administração federal, incluindo publicidade de utilidade pública e contratos de patrocínio. Segundo o relator, essa diferença impede que os resultados sejam tratados como confirmação mútua de uma eventual irregularidade.

Mendonça também destacou que ainda não está esclarecido se os números apresentados correspondem ao valor bruto dos empenhos emitidos ou apenas ao saldo efetivamente não cancelado, parâmetro exigido pela legislação eleitoral. Outro ponto mencionado é a divergência metodológica entre os cálculos, já que os dados do Siga Brasil foram corrigidos pelo IPCA, enquanto aqueles atribuídos à Secom aparentemente utilizam valores nominais.

Na decisão, o ministro afirma que, antes de qualquer conclusão, será necessário verificar a natureza de cada despesa classificada como publicidade institucional, analisar possíveis contrapartidas em contratos de patrocínio, conferir a existência de empenhos estimativos ou globais, identificar eventuais duplicidades e confirmar se os mesmos critérios contábeis foram aplicados tanto nos anos de referência quanto no ano eleitoral.

Para permitir essa análise, a Secom e o órgão central responsável pela administração orçamentária e financeira do Poder Executivo deverão encaminhar, em formato digital aberto e auditável — preferencialmente CSV ou XLSX —, a relação completa dos empenhos emitidos entre 1º de janeiro e 30 de junho de 2026. Os dados deverão incluir órgão responsável, número e data do empenho, valor original, reforços, anulações, cancelamentos, saldo não cancelado até 30 de junho, beneficiário, contrato correspondente e classificação da despesa. A mesma documentação deverá ser apresentada também para os exercícios de 2023, 2024 e 2025.

Além disso, o TSE determinou a apresentação da memória oficial de cálculo utilizada para definição do teto legal, acompanhada dos critérios jurídicos e contábeis adotados. Também foi solicitada a identificação específica dos empenhos anulados ou cancelados após 24 de junho, data em que a ação foi distribuída, juntamente com as respectivas justificativas administrativas.

Como medida de preservação de provas, André Mendonça ordenou que sejam mantidos integralmente os processos administrativos, registros eletrônicos, históricos de alterações e logs dos sistemas relacionados aos empenhos de publicidade realizados entre 2023 e 2026, ficando vedadas a destruição, ocultação ou modificação retroativa dessas informações. O ministro ressalvou, contudo, que essa providência não representa qualquer presunção de fraude, tendo apenas a finalidade de assegurar eventual auditoria futura.

Por outro lado, o relator rejeitou, neste momento, pedidos para impedir novos empenhos de publicidade no primeiro semestre — por considerar que a questão perdeu objeto após o encerramento do período em 30 de junho —, exigir autorização judicial prévia para cancelamentos de empenhos, requisitar imediatamente documentos às agências de publicidade, emissoras e plataformas digitais, determinar perícia técnica antecipada ou reconhecer desde já a prática de conduta vedada.

Na decisão, o ministro também esclareceu que a requisição das informações não altera as regras sobre o ônus da prova nem autoriza presumir a existência de irregularidade, cabendo ao Partido Liberal demonstrar os fatos que fundamentam sua representação. Acrescentou ainda que não há, até o momento, qualquer juízo definitivo sobre a legalidade das despesas ou sobre eventual responsabilidade individual dos investigados.

URGENTE: Em forte nota, Governo Lula reage à revogação do visto da embaixadora brasileira nos EUA

  04/08/2026 às 20:50 O governo do petista Lula manifestou-se nesta terça-feira (4) contra a decisão do Departamento de Estado dos Estados U...