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terça-feira, 25 de agosto de 2026

Depois de mais de 20 anos, Justiça agenda julgamento de Marcola por morte de policial militar

 25/08/2026 às 17:29

A Justiça de São Paulo agendou para os dias 11, 12 e 13 de maio de 2027 o julgamento de Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola. Ele é acusado de ter ordenado o assassinato do policial militar Nelson Pinto e a tentativa de homicídio contra o PM Marcelo Henrique dos Santos Moraes. O processo está em tramitação desde setembro de 2006.

Os crimes aconteceram em 12 de maio de 2006, em Jundiaí (SP), durante uma onda de ataques atribuída ao Primeiro Comando da Capital (PCC), após a transferência de integrantes da organização criminosa para o Regime Disciplinar Diferenciado.

Na ocasião, os dois policiais realizavam patrulhamento pela Rua Senador da Fonseca quando foram surpreendidos por criminosos armados. Nelson Pinto foi atingido e morreu no local. O policial que o acompanhava, Marcelo Henrique dos Santos Moraes, também foi baleado, mas sobreviveu ao ataque.

Defesa de Marcola contesta demora de quase 21 anos

O advogado Bruno Ferullo questiona o longo período transcorrido entre os crimes e a realização do julgamento. Segundo a defesa, o Tribunal do Júri ocorrerá aproximadamente 21 anos depois dos fatos investigados.

Os acusados foram pronunciados pela Justiça em 2009. Dez anos depois, em 2019, o processo foi transferido de comarca por questões relacionadas à segurança. Já em 2023, a própria Justiça paulista reconheceu a existência de excesso de prazo na tramitação da ação.

Para a defesa, a demora representa um possível prejuízo ao princípio da razoável duração do processo. O advogado também sustenta que o tempo decorrido pod s. e afetar a conservação de provas e a qualidade dos depoimentos prestados pelas testemunhas.

URGENTE: Vaza print onde Lulinha 'esculacha' Janja

 25/08/2026 às 15:51

Mensagens recuperadas pela Polícia Federal e anexadas ao inquérito que apura suspeitas de tráfico de influência envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, indicam que a empresária e lobista Roberta Luchsinger relatou ao filho do presidente que Kalil Bittar teria criado um perfil falso nas redes sociais para fazer ataques à primeira-dama Janja da Silva.

Kalil Bittar é sócio de Lulinha e irmão de Fernando Bittar, que também é investigado pela PF ao lado de Roberta e do filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Os diálogos foram recuperados pelos investigadores e ocorreram em 29 de junho de 2025. Em uma das mensagens, Roberta afirmou a Lulinha que Kalil Bittar estaria utilizando o nome dele e sua proximidade com o filho do presidente para tentar fechar contratos com a Telebras.

Em uma das mensagens, Lulinha chama Janja de "Barraqueiraaaaaaaaaa". Veja:

Surge o mais novo apelido de Lulinha nos bastidores...

 25/08/2026 às 17:15

A jornalista Mônica Bergamo revelou que integrantes do PT já estariam chamando Lulinha, nos bastidores, de "o lobista mais desastrado da história".

De acordo com a jornalista, a expectativa é de que o pior do noticiário sobre Lulinha já tenha passado.

A estratégia seria destacar que, até o momento, não haveria informação pública de que ele tenha efetivamente fechado negócios com o governo. A expectativa dentro do PT seria de que, sem novas revelações ou negócios efetivados, a repercussão do caso diminua nas próximas semanas.

Veja: 

Informação vaza e revela "trama" de Gilmar e Dino contra André Mendonça dentro do STF

 25/08/2026 às 14:49

Uma articulação nos bastidores do Supremo Tribunal Federal (STF) estaria buscando reduzir a influência e o apoio em torno do ministro André Mendonça, que atua como relator de investigações relacionadas ao antigo Banco Master e ao escândalo envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Segundo informações divulgadas pela Revista Oeste, os ministros Gilmar Mendes e Flávio Dino teriam feito movimentos para pressionar pessoas e instituições próximas a Mendonça a se afastarem do magistrado. Os recados teriam alcançado representantes de setores considerados relevantes e nomes com influência no entorno do Supremo.

Em ao menos duas situações, a movimentação teria envolvido advertências e tentativas de interromper iniciativas de apoio ou aproximação com Mendonça. A estratégia, conforme o relato, seria reduzir os canais de relacionamento do ministro com diferentes setores da sociedade.

Uma das iniciativas teria envolvido um empresário ligado ao setor de saúde. De acordo com a publicação, Dino teria advertido o empresário sobre a possibilidade de o ministro adotar medidas que poderiam afetá-lo ou atingir interesses do segmento.

Durante a conversa, Dino teria mencionado como exemplo a atuação do STF no processo que trata das emendas parlamentares, em uma referência ao alcance das decisões tomadas pela Corte.

Outra frente teria envolvido um empresário ligado a uma grande companhia de comunicação. Nesse caso, Gilmar Mendes teria pressionado o executivo para que interrompesse o contato com Mendonça e deixasse de promover a aproximação do ministro com representantes de diferentes setores.

As movimentações descritas apontam para uma tentativa de diminuir o trânsito político e institucional de Mendonça em meio a investigações de grande repercussão que estão sob sua relatoria.

Depois de fazer 'beicinho' para Flávio, Faria Lima se curva à força eleitoral do bolsonarismo e o convida para palestras

 25/08/2026 às 15:05

'A Faria Lima já começou a marcar jantares para ouvir Flávio Bolsonaro a partir do fim desse mês de agosto'.

A frase não é minha, mas sim do arauto da esquerda, o colunista do jornal O GLOBO, Lauro Jardim. Nada é por acaso essa nota provavelmente foi aprovada pelas agencias milionárias de comunicação que assessoram as corretoras, fundos e bancos de investimentos que se aglomeram na famosa avenida paulistana.

Se você não conhece o conceito de ‘farialimer’, imagine o ex-governador João Dória com pulôver nos ombros, roupas de grife e um belo sapatenis. Eles também têm profundo desprezo pelo interior do país, apesar de adorarem os bilhões de dólares que o agronegócio gera.

Em 2022, o setor financeiro, os bilionários brasileiros (com poucas exceções com Luciano Hang) e toda a Faria Lima apoiou Lula em massa. Quem não se lembra do banqueiro Armínio Fraga declarando à Folha de SP “sonhei que o Lula será moderado”. Agora com a economia do país em frangalhos, empresas falindo e demissões aos milhares, o mesmo banqueiro diz “estou com medo”.

Num primeiro momento, a Faria Lima queira um candidato da 3ª via, um Eduardo Leite ou alguém do outrora PSDB, isso não vai rolar. Depois de festar com  Daniel Vorcaro e serem pegos em relações cabulosas com o PCC na Operação Carbono Oculto da Polícia Federal. Atordoados pela bigorna da realidade a Faria Lima, seus executivos e CEOs com cabelos assentados com muito gel reconhecem: Ou elegemos o Flávio Bolsonaro ou iremos todos para o buraco petista. É como diz o ditado:

"O preguiçoso só aprende a nadar quando a água bate nas nádegas..."

EUA devem revogar até 200 mil vistos de uma só vez

 25/08/2026 às 15:41

O governo dos Estados Unidos avalia uma medida que poderá resultar na revogação de vistos de negócios e turismo de até 200 mil estrangeiros que solicitaram asilo ou possuem pedidos de asilo em andamento no país. Se confirmada, a iniciativa poderá representar a maior revogação coletiva de vistos já realizada pelos EUA e deve enfrentar questionamentos na Justiça.

O Departamento de Estado deve anunciar a medida nas próximas semanas. A previsão é que sejam analisados os vistos B1 e B2 emitidos entre 2016 e 2026. A informação consta em documentos obtidos pela Associated Press e foi confirmada por dois funcionários do governo americano ouvidos pela agência sob condição de anonimato.

O visto B1 é destinado principalmente a viagens de negócios, enquanto o B2 costuma ser utilizado por turistas, pessoas que visitam familiares ou estrangeiros que viajam aos Estados Unidos para receber tratamento médico. Os documentos e os relatos dos funcionários não esclarecem quantos titulares dessas categorias solicitaram asilo ou ainda estão com processos em andamento.

A iniciativa será conduzida em conjunto com o Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês). O objetivo é identificar estrangeiros que entraram no território americano sob a justificativa de uma permanência temporária, mas posteriormente recorreram ao pedido de asilo como forma de permanecer no país.

"Estamos coordenando com o DHS para identificar e revogar os vistos de não imigrante de estrangeiros que vieram aos EUA alegando ser visitantes de curto prazo, mas depois solicitaram asilo para permanecer no país permanentemente", afirmou o porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott.

Questionado sobre a quantidade de vistos que poderão ser cancelados, Pigott não apresentou uma estimativa. O porta-voz explicou que “como o processo será contínuo, o número de revogações permanece dinâmico e será realizado de forma gradual”.

A eventual revogação dos vistos não significa, necessariamente, deportação imediata dos estrangeiros. Segundo funcionários ouvidos pela AP, a maioria das pessoas com pedidos de asilo pendentes deverá permanecer no país enquanto os processos são analisados, mas perderá a condição migratória vinculada ao visto de negócios ou turismo.

A iniciativa ocorre em meio ao endurecimento da política migratória adotada durante o segundo mandato do presidente Donald Trump. Desde o início da atual administração, o governo americano ampliou as exigências para determinados solicitantes de vistos.

Entre as mudanças estão pedidos de informações adicionais sobre o histórico dos candidatos nas redes sociais, cobrança de depósitos elevados para o processamento de determinadas solicitações e restrições à emissão de vistos para cidadãos de alguns países.

Em uma publicação feita nas redes sociais nesta segunda-feira (24), o vice-secretário de Estado dos EUA, Christopher Landau, criticou estrangeiros que, segundo ele, utilizam vistos destinados a viagens temporárias para entrar no país e posteriormente solicitar asilo.

"As pessoas nos EUA e em todo o mundo estão cansadas de pedidos de asilo fraudulentos. O asilo não deveria ser uma brecha para contornar a legislação de imigração", escreveu Landau no X.

O vice-secretário mencionou o caso de um cidadão colombiano que entrou nos Estados Unidos em 2015 utilizando um visto de turismo e posteriormente apresentou um pedido de asilo.

Atualmente, pessoas que solicitam vistos B1 e B2 são orientadas a declarar que não pretendem pedir asilo nos Estados Unidos. Também precisam demonstrar que possuem intenção de retornar ao país de origem ao término da viagem.

A administração americana já revogou aproximadamente 175 mil vistos nos últimos 18 meses, segundo informações do Departamento de Estado. Entre os casos estão pessoas condenadas ou acusadas de crimes como dirigir sob efeito de álcool, estupro e roubo, além de indivíduos que fizeram manifestações públicas contra determinadas políticas dos Estados Unidos, especialmente relacionadas ao Oriente Médio.

O governo Trump também intensificou medidas contra o chamado turismo de nascimento, prática em que mulheres estrangeiras grávidas viajam aos Estados Unidos para dar à luz com o objetivo de que os filhos obtenham a cidadania americana por nascimento.

Trump tentou restringir a cidadania por direito de nascimento em diferentes ocasiões, mas as iniciativas foram barradas judicialmente, inclusive pela Suprema Corte.

Os documentos analisados pela Associated Press indicam que a revisão dos atuais titulares de vistos B1 e B2 começou depois que o Departamento de Estado recebeu informações do Serviço de Cidadania e Imigração dos Estados Unidos (USCIS) sobre pedidos de asilo apresentados por estrangeiros.

A partir desses dados, as autoridades americanas passaram a identificar os titulares de vistos que poderiam ser enquadrados na nova política. O processo deverá ocorrer gradualmente e ainda poderá sofrer alterações antes do anúncio oficial da medida.

Mendonça solta frase forte em clara "indireta" a colegas da Corte (veja o vídeo)

 25/08/2026 às 14:20

André Mendonça soltou o verbo em recente palestra.

Em clara indireta, o ministro detonou:

"Um ministro do Supremo não pode ter a pretensão de ficar rico. Não coloque seu coração no poder nem no dinheiro. Se esse for seu propósito de vida, você vai se frustrar. 
Chegar ao ápice do poder na Justiça traz muito mais ônus e responsabilidade."

Veja: 

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