ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

sábado, 29 de agosto de 2026

Jornalista tenta encurralar Flávio, mas é surpreendido com forte resposta (veja o vídeo)

JCO

Um jornalista perguntou a Flavio Bolsonaro sobre críticas que Claudio Lottenberg, anunciado ontem como ministro da Saúde do seu eventual governo, fez à gestão de Jair Bolsonaro na pandemia.

Flávio afirmou com todas as letras que "não adianta ficar discutindo o passado".

Sobre Cláudio Lottenberg, Flávio foi direto:

"A saúde pública vai ser padrão Einstein.
Quero olhar para o futuro."

Veja: 

Flávio quebra a web com “cola” escrita na mão durante sabatina no Jornal Nacional

JCO

Uma anotação feita à caneta na palma da mão esquerda de Flávio Bolsonaro (PL) chamou a atenção dos telespectadores e internautas durante sua participação no Jornal Nacional, da Globo, na noite desta sexta-feira (28).

Durante a entrevista, foi possível identificar três palavras escritas na mão do senador:

“Mudança”, “futuro” e “7/set”.

A anotação rapidamente despertou a curiosidade de quem acompanhava a sabatina e passou a repercutir entre os espectadores.

Flávio Bolsonaro foi o quinto entrevistado da série de sabatinas realizada pela emissora ao longo desta semana. A entrevista foi conduzida pelos jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli.

Ao vivo no JN, Flávio mostra preparo, aplica lição em Renata e revela fato grave envolvendo Huck

JCO

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) foi entrevistado por Renata Vasconcellos e César Tralli na noite desta sexta (28). Durante a sabatina, o senador respondeu a questionamentos sobre sua relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, que destinou R$ 61 milhões para financiar o filme Dark Horse, produção sobre a trajetória de Jair Bolsonaro.

Renata questionou Flávio sobre o relacionamento com o empresário e o fato de Daniel Vorcaro ter repassado R$ 61 milhões para financiar o longa-metragem e mencionou mudanças anteriores nas declarações de Flávio sobre o episódio.

Antes de responder diretamente à pergunta, Flávio fez questão de dirigir uma mensagem a Renata. "Em primeiro lugar, quero prestar minha solidariedade a você pelo ocorrido no dia de ontem, na sabatina com o próprio presidente da República. Da minha parte, obviamente, fique à vontade para fazer qualquer tipo de pergunta."

Flávio também estabeleceu uma comparação com investimentos realizados por Vorcaro em iniciativas ligadas à Globo. Segundo o candidato, o empresário teria destinado R$ 160 milhões a um programa de Luciano Huck e também realizado um investimento no Grupo Globo para palestras do Valor Econômico.

"É importante separar o tipo de relação privada que envolve esse patrocínio para esse filme, que é o mesmo tipo de um banqueiro que investiu também, deu um patrocínio de R$ 160 milhões para um programa do Luciano Huck, aqui na Globo. Não tem absolutamente nada de errado, é a mesma pessoa que fez um investimento no Grupo Globo para palestras do Valor Econômico, que é do Grupo Globo."

Veja:

PF descobre que lobista do INSS “presenteou” nº 2 do Ministério da Saúde de Lula com obra de arte

JCO

A Polícia Federal descobriu que a lobista Roberta Luchsinger presenteou o então secretário-executivo do Ministério da Saúde, Swedenberger Barbosa, mais conhecido como Berger, com uma obra de arte, no fnal do ano de 2024. Mensagens obtidas pela PF mostram que Roberta, ao lado de Lulinha, fazia lobby junto a Berger para viabilizar um contrato de R$ 626 milhões com a empresa do "Careca do INSS" para venda de canabidiol ao governo.

Berger hoje é chefe de gabinete adjunto de Lula. Ele negou, por meio da assessoria da Presidência, que tenha recebido o quadro, mas as mensagens e a foto enviada por ele agradecendo com emojis – "Excepcional!!! Muuuito obrigado" – contradizem a negativa oficial.

O episódio se soma à revelação de que Marcola também recebeu um quadro de 100 mil euros de Roberta, além de despesas pessoais pagas por ela. A troca de presentes e a proximidade com o núcleo do Planalto expõem uma rede de influência em que ministros e assessores de Lula eram cortejados com obras de arte e benesses enquanto negociavam contratos bilionários.

A defesa de Lulinha nega irregularidades, mas as mensagens mostram que Roberta agia como peça-chave do lobby, com acesso direto a Marcola e Berger – ambos em posições estratégicas para viabilizar negócios com o governo.

A negativa de Berger precisa ser formalmente esclarecida, mas não elimina a necessidade de investigação. O Brasil não pode aceitar a banalização do lobby, a circulação de presentes entre lobistas e autoridades e a utilização de relações políticas para abrir portas em contratos milionários.

Os 3 porcos nas costas de Lula

JCO

Isso me lembra a piada de um personagem de certa nacionalidade que vou chamar de afegão para não ferir suscetibilidades.

Um ladrão afegão pulou a cerca de um sítio para roubar um porco. Foi até o chiqueiro e pegou um que estava desprevenido, colocando-o em suas costas. Enquanto andava em direção à cerca, o bicho gritava como grita um porco, fazendo um barulho dos diabos. O dono do sítio sai de casa com uma carabina e flagra o afegão com o porco nas costas. Aponta então a arma e fala:

“larga esse porco senão eu atiro”.

O afegão para, larga o porco, faz um gesto como se estivesse espantando um inseto e diz:

“Porco? Que porco? Ai meu Deus, tira esse bicho daqui, tira esse bicho daqui!”

A lobista Roberta Luchsinger é o porco que grita nas costas de Lula. Uma anônima que tira uma foto fortuita com o presidente não aparece em várias ocasiões diferentes. Uma anônima não doa R$ 500 mil para pagar as despesas do presidente quando este está com seus bens congelados. E, definitivamente, uma anônima não é BFF de seu filho primogênito. Portanto, essa história da campanha de Lula de que Roberta não passaria de “uma pessoa que se aproximou para um registro fotográfico” parece o afegão espantando o porco de suas costas como se fosse um inseto que não havia notado.

Pena, para a narrativa da campanha de Lula, que há outros dois porcos gritando nas costas de Lula, Marcola e o próprio Lulinha. Para estes, nem piada de afegão dá jeito.

Marcelo Guterman. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.

Lobista tratou com o Marcola do Lula sobre compra de kits de dengue: “Tô com Fábio aqui”

JCO

O negócio da lobista era encontrar facilidades para vender produtos para o governo, onde todo mundo ganhasse muito dinheiro. E Roberta Luchsinger nesse sentido era incansável. Ela pediu que o então chefe de gabinete de Lula (PT), Marco Aurélio Ribeiro, conhecido como Marcola, intermediasse uma tentativa de venda de kits de teste da dengue para o Ministério da Saúde, segundo investigação da Polícia Federal.

A suspeita da PF tem como base conversas de Roberta que expõem uma negociação ocorrida no fim de 2024 e no primeiro semestre de 2025. Naquele período, as investigações mostram que a lobista havia pago despesas pessoais de Marcola.

A empresária tentava fechar um contrato com o Ministério da Saúde para a venda de material derivado do canabidiol, mas enfrentava dificuldades de concluir o negócio. Como alternativa, sugeriu ao governo a compra de kits de teste de dengue.

As negociações se tornaram alvo de inquérito sobre suspeitas dos crimes de corrupção e tráfico de influência, que está sob relatoria do ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal).

Nas conversas, ela diz que é preciso agilidade para que o Ministério da Saúde adquira os exames.

Em uma das conversas analisadas pela PF, de 21 de novembro de 2024, Roberta faz uma chamada telefônica com Marcola. Em seguida, ela encaminha uma série de documentos, entre eles um material sobre a detecção sanguínea da dengue.

No dia seguinte, ela escreve ao chefe de gabinete de Lula: 

"To com Fabio aqui. Tem que deixar claro que é kit de teste tá".

E disse ainda em mensagem analisada pela PF:

"Não eh vacina. Vacina vamos buscar. E esse aí é o kit teste pra saber se tem dengue".

Entrevistas da Globo: Lula e o Realismo Fantástico na Terra dos Papagaios

JCO

Salve, seu Zé!

Ontem, ao assistir a entrevista de Lula, dois momentos marcantes: a sua entrada, de braço dado com sua estabanada mulher, acompanhado de um séquito de puxa-sacos e depois, já sentado na bancada, quando ele abriu a boca para vender a lua aos brasileiros.

No primeiro momento, caminhando pelos corredores da TV Globo, Lula era tão somente um capiau desengonçado ao qual vestiram um terno caro, uma espécie de manequim mal ajambrado, enfeitado meticulosamente, mas nada que se fizesse, ou que inventasse para melhorá-lo era capaz de esconder sua jeguice. Olhando direito era apena um caipira simplório, cheio de si, satisfeito com a vida de rei que levava e ia apenas contar mais uma série de lorotas ao povo incauto que seu grupo governava há mais de 20 anos. A Terra dos Papagaios tornou-se uma ditadura fantasiada de democracia e seus habitantes não conseguem abrir os olhos para realidade. Vivem uma utopia infindável.

No segundo momento, quando já sentado na bancada, frente aos jornalistas da Globo, Lula abriu a boca para vender a lua aos brasileiros, suas palavras trouxeram a minha mente o realismo fantástico contido na obra prima de Gabriel Garcia Marques, “Cem Anos de Solidão”: no capitulo XV a cidade de Macondo é destruída porque os trabalhadores protestaram contra as condições de trabalho e de vida e 3 mil pessoas foram massacradas pelo governo ... 

“José Arcadio Segundo não falou enquanto não terminou de tomar o café”.
- Deviam ser uns três mil - murmurou.
- O quê?
- Os mortos - esclareceu ele. - Deviam ser todos os que estavam na estação. A mulher mediu-o com um olhar de pena. “Aqui não houve mortos”, disse.
“Desde a época do seu tio, o coronel, que não acontece nada em Macondo.”
- “A versão oficial, mil vezes repetida e repisada em todo o país por quanto meio de divulgação o Governo encontrou ao seu alcance, terminou por se impor: não houve mortos, os trabalhadores satisfeitos tinham voltado para o seio das suas famílias, e a companhia bananeira suspendia as suas atividades até passar a chuva”.

A Terra dos Papagaios é o realismo fantástico de Macondo, onde nada aconteceu e tudo aconteceu, mas nada aconteceu, segundo a versão oficial.

Nesse realismo fantástico Lula representa para o povo ignaro uma espécie de Zé Pilintra (ou Zé Pelintra) entidade de algumas religiões de matriz afro-brasileira, como a Umbanda e o Catimbó/Jurema Sagrada. Conhecido como o patrono dos bares, das casas de jogos e da boemia, ele representa o arquétipo do "malandro" carioca, mas no sentido de usar a inteligência, a malícia positiva e o jogo de cintura para sobreviver às dificuldades da vida e ajudar os necessitados. Ele é carinhosamente chamado de "advogado dos pobres”.

É nessa mistura de real com elementos mágicos e sobrenaturais que Lula mistura o cotidiano, a vida do país, o seu desastrado desgoverno, tratando o impossível com total naturalidade e todas as roubalheiras como algo comum, algo que simplesmente acontece. Nessa gororoba irreal, o passado, o presente e o futuro são elementos que ele combina para, simplesmente, engabelar incautos, seja oferecendo promessas extraordinárias, seja para se gabar de que é o maioral de todos os tempos. E relatou assim ao povo brasileiro, respondendo interrogações, o acontecido não acontecido:

Sobre as traquinagens de seu filho Lulinha alvo de três inquéritos no STF:

- “Não tem nenhuma acusação. São ilações e eu conheço muito bem isso. Se o Fábio cometer qualquer ilícito, ele terá que pagar. Eu não vou afastar delegado da Polícia Federal, eu não vou fazer qualquer movimento pelo meu filho. Eu não vou fazer qualquer movimento para que ele não seja condenado. Ele sabe o que passei, sabe que a Marisa morreu por causa da Lava Jato e ele sabe que não pode ter cometido erro.

Ainda sobre ele e o seu filhote acusado de trambiques:

- “Você conhece isso melhor do que ninguém. (…) Eu poderia ter feito qualquer coisa para não prestar depoimento. Fiquei 580 dias na cadeia porque só eu sabia a verdade. E eu queria provar a imprensa estava divulgando coisas mentirosas, que o Moro tinha mentido para a imprensa. Que o Dallagnol [Deltan] tinha mentido para a imprensa. Com meu filho vai acontecer a mesma coisa.
Só meu filho sabe a verdade. Ele não será protegido por ser filho, meu irmão, nada, portanto ele sabe o que tem que fazer. Ele tem que provar a inocência dele. Vamos esperar o tempo. Não haverá um milímetro de movimento para proteger meu filho. A acusação foi feita, a PF está investigando. A PF está vazando as coisas para a imprensa. Espero que haja um julgamento. Se for culpado, pagará preço. Se não for, ele será inocentado.”

Provas não são provas, não existem:

“Estou dizendo para você…Até agora, não tem uma prova de um centavo público. Nada de conversa do meu filho com qualquer ministro.”

Conhecia a lobista?

- “Nunca estive com ela. Nunca. É de uma imbecilidade. Eu não conheço essa moça. Nunca vi essa moça na minha vida. Nunca conversei com essa moça. Ela nunca esteve próxima de mim sabe, e, se ele tiver que prestar depoimento, irá prestar depoimento. O que uma pilantra pode fazer no telefone? O que um cara qualquer pode fazer no telefone? Eu estou dizendo para você que, esse fato de ter pego conversa no telefone, não justifica absolutamente nada”.

Sobre o chefe de gabinete da Presidência, Marcola:

- “Leva suspeitas, lógico que leva. Porque o Marco Aurélio é meu chefe de gabinete. O papel dele… A imprensa diz que ela é lobista, mas o papel dele é encaminhar para os ministérios. Essa mulher conseguiu liberar o dinheiro que estava atrás? Tem prova de dinheiro? Aí é que está o crime. Por isso que eu não sou precipitado. Como eu não sou juiz, vou devagar com isso”.

Sobre os pagamentos que a lobista saldou (217 mil reais) em faturas de cartão de crédito, entre outras despesas, para Marcola:

- “Não é adequado. É totalmente errado. E o Marcola sabe do erro que ele cometeu. Ele sabe da importância de ser chefe. Ele diz que tomou o empréstimo, só ele sabe a verdade. Quando tiver uma acareação, eles que vão saber. Eu acredito na versão dele, que é empréstimo. Eu disse a ele: ‘Por que você não falou comigo?’ Agora, se cometeu erro, vai pagar pelo que cometeu. É uma pessoa da minha confiança. Ele ficou comigo o tempo todo que fiquei preso no Paraná”.

Depois de dar essas explicações fantásticas, ainda teve a ousadia de ensinar o que deviam perguntar a ele. Renata perguntou:

- “A dívida pública no seu governo ultrapassou os 10 trilhões de reais ... No seu governo, a dívida disparou 10 pontos percentuais, atingiu 82% do PIB e essa trajetória pressiona os juros, que encarece o crédito, que dificulta o investimento e que pesa no bolso das famílias ... então eu quero saber do senhor: quais são as suas metas e para qual percentual do PIB o senhor pretende trazer essa dívida?”

O Maioral da Terra dos Papagaios, não aceitou a pergunta e disse como ela devia ser formulada:

- “Renata, eu pensei que uma jornalista da tua qualidade, da tua competência, pudesse começar essa pergunta falando diferente. Você poderia dizer: presidente Lula, o senhor foi o único presidente na história do Brasil que fez superávit primário durante oito anos do seu primeiro mandato”.

Como dizia Caco Antibes, parece que o Brasil jogou pedra na cruz. É quase irreal tudo isso. Mas é real. É verídico.

Assim como em Macondo, nada aconteceu, mas tudo aconteceu:

- “A versão oficial, mil vezes repetida e repisada em todo o país por quanto meio de divulgação o Governo encontrou ao seu alcance, terminou por se impor: não houve mortos, os trabalhadores satisfeitos tinham voltado para o seio das suas famílias, e a companhia bananeira suspendia as suas atividades até passar a chuva”. (Gabriel Garcia Marques – “Cem Anos de Solidão”, pág. 425).

Carlos Sampaio

Professor. Pós-graduação em “Língua Portuguesa com Ênfase em Produção Textual”. Universidade Federal do Amazonas (UFAM)

CULTO DA CELEBRAÇÃO COM O PASTOR ULISSES ROCHA - IGREJA EL SHADAY

Uma noite especial de fé, louvor e adoração a DEUS, com a presença do querido Pastor Ulisses Rocha, levando uma poderosa mensagem de esperan...