ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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terça-feira, 8 de setembro de 2026

Inesperadamente, STF marca sessão plenária para amanhã

JCO

Depois de tantas polêmicas e dos nervos à flor da pele, inesperadamente o Supremo Tribunal Federal marcou uma sessão plenária para amanhã, quarta-feira (09), às 14h.

Alexandre de Moraes e André Mendonça ficarão frente a frente.

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URGENTE: Nova bomba surge e revela que PF buscou ilegalmente material contra Flávio

JCO

O renomado jornalista Claudio Dantas acaba de fazer uma grave revelação... Uma bomba!

Eis o que disse o jornalista:

Ao cumprir mandados de busca e apreensão autorizados por André Mendonça no escritório do advogado Willer Tomaz, a Polícia Federal buscou informações sobre Flávio Bolsonaro, que não é investigado no caso. Relato de um dos advogados que acompanhou a diligência indica novas violações por parte da equipe sob comando de Andrei Rodrigues, afastado hoje da Direção Geral da PF.

Em petição sigilosa, obtida por este site (portal de Cláudio Dantas) e encaminhada ao gabinete de André Mendonça, o advogado Michael Cunha diz que durante a busca, ocorrida entre 6h e 15h do dia 4 de agosto, o delegado André Gherardi e seus agentes violaram a ordem de restrição de Mendonça sobre a apreensão apenas de material associado à investigação e fizeram uma devassa no escritório, buscando documentos vinculados a Flávio.

“A despeito de o mandato especificar, detalhadamente, o objeto da diligência determinada pelo ministro relator e o escopo da referida operação, este advogado se deparou com fatos que revelam possíveis indícios de desvirtuamento do objeto do mandato pela autoridade policial e sua equipe”, escreveu.

Segundo ele, o interesse maior da equipe era por documentos sobre “bens imóveis localizados no Rio de Janeiro”.

Como é notório, a investigação que alcançou Tomaz deriva do inquérito sobre Weverton Rocha, senador pelo Maranhão. Os dois são amigos de longa data e sócios. Flávio não possui qualquer relação com o caso. Mesmo assim, segundo o advogado, “a autoridade policial estava visivelmente focada na busca de imóveis e de comprovantes de pagamento a pessoas aleatórias, tendo por diversas vezes, sido pronunciado entre os integrantes da equipe o nome de ‘Flávio’, assim como a denominação ’01′”.

“Nas conversas travadas entre o delegado André e seus agentes, foi mencionada, diversas vezes, referência à ilha situada em Angra dos Reis/RJ”, imóvel alvo de uma disputa judicial entre Willer Tomaz e o jogador Richarlison, que resolveu arrolar Flávio como testemunha. A PF recolheu pastas com escrituras, anotações, notas fiscais e comprovantes de PIX sem qualquer relação com o caso.

COORDENADOR OCULTO

Michael Cunha relata ainda que, durante a diligência, por volta das 8h, o site Metrópoles publicou fotos internas do escritório de Tomaz. Ao questionar Gherardi, este admitiu que compartilhou as imagens com a coordenação da operação, sem identificar quem seria o “coordenador” e alegando que, se houve vazamento para a imprensa, “tal fato não decorreu de sua conduta pessoal”.

O registro de imagens internas do escritório de advocacia estava expressamente vedado por Mendonça em sua decisão, assim como a apreensão de qualquer material vinculado a sigilo profissional ou a pessoas estranhas ao objeto da diligência. Todo o acervo apreendido deveria, inclusive, ser submetido à triagem prévia de seu gabinete.

Porém, durante a busca, o delegado insistiu em levar documentação sem relação com a investigação. Ao ser confrontado pelo advogado e obrigado a registrar tudo no auto de apreensão, Gherardi desistiu de algumas pastas. Mas fez questão de tirar foto de tudo. Cunha percebeu que as imagens eram enviadas a um destinatário que o delegado identificou apenas como “coordenador” da operação.

URGENTE: Lula toma 1ª atitude sobre o afastamento de Andrei Rodrigues

JCO

A Advocacia-Geral da União (AGU) decidiu contestar a determinação do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que afastou Andrei Rodrigues do cargo de diretor-geral da Polícia Federal.

A equipe jurídica do governo Lula ainda define qual será a estratégia utilizada para questionar a decisão. Uma das principais linhas avaliadas é a alegação de que a determinação teria interferido em uma atribuição constitucional da Presidência da República, responsável pela escolha e pela permanência do comando da Polícia Federal.

Competência para afastar chefe da PF é questionada pelo governo

Dentro do governo, a avaliação é de que André Mendonça pode ter avançado sobre uma prerrogativa presidencial ao determinar o afastamento de Andrei Rodrigues. A AGU deverá argumentar que compete ao presidente da República decidir sobre a manutenção ou substituição do diretor-geral da Polícia Federal.

Esse entendimento deve ocupar posição central no recurso que será apresentado pelo órgão. A decisão de Mendonça foi tomada de forma individual e estabeleceu o afastamento preventivo de Andrei Rodrigues, além de alcançar o diretor de Inteligência da PF, Leandro Almada.

O ministro também determinou que a própria Polícia Federal investigue as circunstâncias envolvendo a elaboração de relatórios de inteligência que estão no centro da controvérsia.

Lula já manifestava intenção de contestar determinação

Antes de a AGU concluir os detalhes do recurso, o advogado Marco Aurélio Carvalho, integrante do grupo de apoio jurídico à campanha petista, havia declarado que Luiz Inácio Lula da Silva pretendia recorrer da decisão de Mendonça.

De acordo com Carvalho, o presidente poderia apresentar a contestação antes mesmo da execução efetiva da ordem de afastamento. O advogado ainda defendeu uma iniciativa institucional por parte de Lula e sugeriu que o presidente procurasse o ministro Edson Fachin, presidente do STF, para tratar do episódio.

“É a própria Democracia que está em jogo”, afirmou Carvalho.

A decisão envolvendo Andrei Rodrigues está inserida em uma disputa institucional mais ampla, que reúne diferentes ministros do Supremo e questionamentos relacionados a documentos e relatórios produzidos pela Polícia Federal.

Até o momento, três ministros da Segunda Turma do STF votaram pela manutenção do afastamento: André Mendonça, Luiz Fux e Kassio Nunes Marques. A análise do caso, contudo, foi interrompida depois que Gilmar Mendes pediu vista.

Mesmo com a suspensão do julgamento, a ordem que determinou o afastamento permanece válida.

Com o recurso em preparação, a AGU busca estabelecer os fundamentos jurídicos para contestar a decisão e defender a permanência de Andrei Rodrigues à frente da Polícia Federal. O episódio também reacende o debate sobre os limites de atuação de cada Poder e sobre a divisão de competências entre Executivo e Judiciário.

da Redação

Mendonça afirma ter sido monitorado ilegalmente pela PF por mais de 30 dias

JCO

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que foi alvo de “monitoramento sistemático e ilegal” realizado pela Polícia Federal por um período superior a 30 dias. A declaração consta de decisão proferida nesta terça-feira (8/9), na qual o magistrado também determinou o afastamento preventivo do diretor-geral da PF, Andrei Augusto Passos Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial da corporação, Leandro Almada da Costa.

Segundo Mendonça, documentos de inteligência analisados durante o caso registraram autorização para “monitoramento e coleta dirigida” envolvendo o próprio ministro e o advogado-geral da União, Jorge Messias. Para o magistrado, a existência desse tipo de acompanhamento configura uma situação de “superlativa gravidade”.

Além dos afastamentos, Mendonça determinou que a Corregedoria da Polícia Federal abra procedimentos de natureza penal e administrativo-disciplinar para investigar as circunstâncias relacionadas à produção e circulação dos documentos.

Relatórios mencionam “monitoramento e coleta dirigida”

Um dos principais elementos considerados por Mendonça está nos próprios relatórios de inteligência analisados na decisão. Em determinado trecho reproduzido pelo ministro, os responsáveis pelo documento reconhecem que a confiança atribuída a uma cadeia de inferências era “baixa” e que as conclusões deveriam ser consideradas dentro dessa limitação.

O material também registrava que o conteúdo não poderia servir de fundamento para uma “afirmação institucional, providência formal ou manifestação externa”.

Apesar dessas ressalvas, o relatório apresentava ao final uma indicação expressa: “Autoriza monitoramento e coleta dirigida”. Para Mendonça, a informação indica que a atividade desenvolvida pela inteligência policial teria ultrapassado a simples produção de análises.

“À luz desses e dos demais elementos trazidos no ‘documento’ apresentado, se evidencia a efetiva realização de MONITORAMENTO e COLETA DIRIGIDA sobre a pessoa deste Ministro do Supremo Tribunal Federal e sobre a pessoa do Advogado-Geral da União”, escreveu.

O ministro também apontou a existência de referências a informações “ainda não registrados em relatórios anteriores”, além da continuidade de avaliações já produzidas anteriormente. Na interpretação apresentada na decisão, esses elementos indicariam que o acompanhamento não teria sido pontual, mas continuado ao longo do tempo.

Mendonça aponta acompanhamento por mais de um mês

Outro trecho da decisão é utilizado pelo ministro para estabelecer a duração do suposto monitoramento. De acordo com o documento, informações teriam sido recebidas por uma autoridade entre 3 e 31 de agosto de 2026.

A partir dessa sequência de registros, Mendonça concluiu que o acompanhamento teria ocorrido durante período superior a um mês.

“Ou seja, ao menos há mais de 30 dias este relator tem sido monitorado pela Polícia Federal”, registrou.

Na mesma parte da decisão, o ministro classificou a situação como “monitoramento ilícito de Ministro da Suprema Corte do país” e afirmou que essa circunstância, isoladamente, já demonstraria a gravidade dos fatos que precisam ser esclarecidos.

Andrei Rodrigues teria encaminhado material ao Supremo

A decisão também aborda a circulação dos relatórios dentro do STF. Mendonça afirmou que Alexandre de Moraes já teria tomado conhecimento da existência dos documentos.

Segundo o relator, o material foi encaminhado por Andrei Rodrigues por meio de um ofício assinado às 18h45 de 1º de setembro de 2026. O objetivo seria incluir Mendonça no Inquérito das Fake News.

Ao examinar os documentos, Mendonça questionou a maneira como determinadas conclusões foram construídas. Na avaliação do ministro, o relatório apresentava “ilações extremamente genéricas e abstratas”, baseadas em sucessivos “juízos” de natureza inferencial.

Entre os pontos analisados estava a atuação do advogado-geral da União e decisões tomadas em investigações sob a relatoria de Mendonça, incluindo os casos Sem Desconto e Compliance Zero.

Conforme reproduzido na decisão, o relatório procurou estabelecer uma sequência de inferências para explicar por que o advogado-geral da União não teria atendido a uma solicitação do diretor-geral da PF para recorrer de decisões tomadas nos processos. Entre as hipóteses levantadas estava a possibilidade de preservação de uma “relação política com o relator”.

Mendonça contestou tanto a metodologia utilizada quanto a legitimidade da elaboração desse tipo de avaliação sobre atos praticados no exercício de funções institucionais.

Cúpula da Polícia Federal é afastada preventivamente

Diante dos elementos encontrados, André Mendonça determinou o afastamento preventivo de Andrei Rodrigues das funções de delegado e do cargo de diretor-geral da Polícia Federal.

Leandro Almada da Costa também foi afastado preventivamente de suas funções de delegado e diretor de Inteligência Policial da PF.

No dispositivo da decisão, Mendonça afirmou que as medidas têm como objetivo preservar as garantias funcionais da magistratura e assegurar que ministros do Supremo, o advogado-geral da União e servidores da Polícia Federal possam desempenhar suas funções sem o que classificou como “constrangimentos ilegais”.

O ministro também destacou a necessidade de preservar a segurança e a integridade pessoal dos envolvidos, além de garantir condições adequadas para a investigação sobre a origem, elaboração e circulação dos documentos de inteligência.

Corregedoria deverá investigar produção dos relatórios

A decisão de Mendonça também determinou a abertura de uma apuração dentro da própria Polícia Federal. A Corregedoria deverá instaurar procedimentos de natureza penal e administrativo-disciplinar para esclarecer os fatos apontados pelo ministro.

O órgão também deverá encaminhar ao relator outras medidas que considerar necessárias à medida que as investigações avançarem.

Mendonça determinou ainda a suspensão da produção, elaboração, colaboração ou compartilhamento, inclusive no âmbito interno da corporação, de relatórios de inteligência destinados à análise de atos praticados no exercício de determinadas funções institucionais, conforme os termos estabelecidos na decisão.

Os afastamentos de Andrei Rodrigues e Leandro Almada têm caráter preventivo. A decisão, portanto, não representa condenação nem estabelece de forma definitiva eventual responsabilidade dos dirigentes da PF. Caberá às apurações determinadas pelo ministro esclarecer como os documentos foram produzidos, quais foram as circunstâncias de sua elaboração e se houve condutas individuais que possam resultar em responsabilização.

Nikolas manda recado diretamente a Moraes...

JCO

Nikolas Ferreira não poupou palavras contra o ministro Alexandre de Moraes.

Após a manifestação na avenida Paulista, o parlamentar mandou um recado ao magistrado:

"Ri agora, Moraes"

Veja: 

Veja detalhes da decisão de Mendonça que afastou diretor-geral da PF

JCO

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Augusto Passos Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial da corporação, Leandro Almada da Costa. A medida cautelar foi motivada pela identificação de relatórios de inteligência considerados ilícitos e apócrifos, produzidos pela PF para monitorar e analisar a atuação do próprio ministro relator e do advogado-geral da União, Jorge Messias.

Na fundamentação, o relator destacou a ausência de requisitos formais mínimos nos documentos, ressaltando que foram elaborados sem o devido rigor técnico e fora do escopo constitucional da atividade policial. Além de apontar tentativa indevida de controle correicional sobre o Judiciário e a advocacia pública, a decisão registrou que a divulgação e a inclusão do material em investigações expuseram informações sob segredo de justiça, comprometendo futuras diligências operacionais.

O ministro enfatizou a urgência da medida para salvaguardar a independência e a integridade da magistratura, da advocacia pública e dos próprios policiais federais envolvidos nas investigações. A manutenção dos diretores nos cargos foi considerada um risco à coleta de provas e à instrução dos processos. Por isso, determinou que a Corregedoria da Polícia Federal instaure procedimentos disciplinares e criminais para apurar a autoria e as circunstâncias da confecção dos relatórios.

A decisão impôs a interrupção imediata da produção de qualquer relatório de inteligência destinado a escrutinar atos de autoridades judiciais ou da advocacia pública. O despacho foi encaminhado para cumprimento pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. O relator também solicitou a convocação de sessão extraordinária no STF para que o colegiado avalie e valide as medidas cautelares.

Carlos Arouck

Policial federal. É formado em Direito e Administração de Empresas.

Em desespero, Temer liga para Moraes e dá conselho

JCO

O ex-presidente Michel Temer afirmou à CNN que conversou por telefone com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e recomendou que o magistrado procurasse estabelecer um diálogo com André Mendonça como forma de tentar reduzir a tensão dentro da Corte.

A conversa aconteceu antes da decisão tomada por Mendonça nesta terça-feira (8), que determinou o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial da corporação, Leandro Almada.

Temer, responsável pela indicação de Moraes ao STF, disse que o contato com o ministro foi “muito rapidamente”. Segundo o ex-presidente, sua intenção foi defender uma solução construída internamente pelos próprios integrantes do Supremo, evitando que o conflito avance para uma disputa institucional ainda maior.

“Eu sempre estive naquela linha da pacificação, da tranquilização do país. Essa questão do Supremo realmente é muito grave”, disse. 
“Então, às vezes, como uma disputa entre setores, ainda que seja entre o Alexandre e o Mendonça, o ideal seria dialogarem lá, todos eles, e chegarem a uma composição, porque qualquer solução litigiosa, digamos assim, que o Supremo venha a dar será péssima para o país”, acrescentou.

O ex-presidente esclareceu que não manteve conversa com Mendonça e que seu contato se restringiu a Moraes.

“Não falei com o Mendonça. Falei muito rapidamente com o Alexandre por telefone. Disse um pouco que a solução ideal seria essa, mas foi simplesmente isso”, afirmou.

Temer reconheceu que a determinação de Mendonça para afastar a cúpula da Polícia Federal tornou mais complicada a possibilidade de uma saída negociada para o impasse entre os ministros do Supremo.

“Pois é, ficou complicado. Eu reconheço que complicou bastante. Até domingo, por exemplo, não havia essa decisão mais rigorosa, digamos assim. Então, acho que agora ficou um pouco difícil”, disse.

Mesmo diante do agravamento da disputa, Temer afirmou que continua apostando em uma solução construída dentro do próprio STF. Para ele, uma resolução baseada no entendimento entre os ministros seria importante não apenas para a Corte, mas também para preservar a estabilidade institucional do país.

“Eu ainda espero, dando um palpite, que eles encontrem uma solução de harmonia interna. Vai ficar muito mal para o Supremo e para o país”, afirmou.

Temer já atuou em momentos de tensão entre Bolsonaro e Moraes

A relação de Michel Temer com Alexandre de Moraes também ganhou destaque durante o governo de Jair Bolsonaro. Naquele período, o ex-presidente foi acionado em algumas ocasiões para tentar intermediar conflitos entre Bolsonaro e o ministro do STF.

O episódio de maior repercussão ocorreu em setembro de 2021. Após Bolsonaro fazer declarações consideradas antidemocráticas e chamar Moraes de “canalha” durante o ato de 7 de Setembro na Avenida Paulista, Temer foi procurado para auxiliar na construção de um recuo por parte do então presidente e na tentativa de reduzir a tensão institucional.

A articulação contribuiu para a elaboração da “Declaração à Nação”, divulgada por Bolsonaro com o objetivo de conter a crise que se intensificava naquele momento. Por intermédio de Temer, Bolsonaro e Moraes também chegaram a conversar por telefone.

Depois de um longo silêncio, lobista do Lulinha volta a falar

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