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sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Conselheiro de Trump define com apenas uma frase o resultado da eleição no Brasil

JCO

O empresário Jason Miller, tido como um dos principais conselheiros do presidente Donald Trump, definiu com apenas uma frase o resultado do pleito eleitoral do dia 25 de outubro no Brasil, que possibilitou a reeleição a Lula.

“This is mathematically impossible”.
“Isso é matematicamente impossível”.

Miller compartilhou uma publicação de um usuário do X, que afirmava, com base em dados atribuídos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que Lula teria recebido mais votos dos candidatos de direita eliminados no primeiro turno do que Flávio em 4.371 municípios brasileiros.

“Isso é matematicamente impossível”, escreveu o conselheiro de Trump, em inglês, acompanhado de um emoji apontando para a publicação.

O levantamento compara o crescimento da votação dos dois candidatos entre as duas etapas da disputa. A publicação apresenta números de municípios brasileiros e sustenta que Lula teve um aumento de votos superior ao de Flávio em localidades onde os candidatos derrotados no primeiro turno haviam recebido votos.

De fato, a observação de Miller merece reflexão.

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Venezuelana revela o passo a passo da censura de Maduro e deixa forte recado (veja o vídeo)

JCO

Em vídeo nas redes sociais, uma venezuelana conta como o regime de Nicolás Maduro passou a punir quem o criticava.

“Foi assim que nós, venezuelanos, fomos censurados”, diz ela.

Segundo ela, em 2017, depois de perder a maioria no Congresso, Maduro criou a chamada Lei contra o Ódio. Quem falasse contra o governo podia ser acusado de incitar o ódio e pegar de 10 a 20 anos de prisão.

Ela conta que, em 2019, as redes sociais foram bloqueadas no país e que tudo piorou depois da eleição de 2024, quando os venezuelanos passaram a denunciar fraude.

“Até os vídeos humorísticos eram bloqueados”, afirma.

Pelas contas dela, 12.600 pessoas foram presas por incitação ao ódio de 2017 a 2024.

No fim, deixa o recado:

“para bom entendedor, meia palavra basta”.

Veja o vídeo: 

Trump cancela agenda de campanha e vai para perto de Flávio na Flórida (veja o vídeo)

JCO

O presidente americano, Donald Trump, cancelou os compromissos de campanha deste fim de semana para ir a Mar-a-Lago, sua casa na Flórida, estado onde está o senador Flávio Bolsonaro (PL). A informação é da Jovem Pan.

Segundo o correspondente Elizeu Caetano, a emissora recebeu a agenda do presidente.

“Donald Trump cancelou todas as agendas do final de semana”, disse.

Os eventos seriam na sexta à noite, no sábado e no domingo, a poucos dias das eleições de meio de mandato, na próxima terça-feira.

Mar-a-Lago fica a cerca de uma hora de Weston, no sul da Flórida, onde Flávio está hospedado.

O correspondente lembrou que Trump costuma despachar de lá nos fins de semana, mas ressaltou que a chegada de Flávio aos Estados Unidos teve o aval da Casa Branca.

Veja o vídeo: 

Deputada que votou contra castração química tem chefe de gabinete preso em ação contra exploração sexual (veja o vídeo)

JCO

O chefe de gabinete da deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ) foi preso na quarta-feira (28) numa operação da Polícia Civil que investiga um grupo suspeito de explorar sexualmente adolescentes.

Ele trabalhava com a deputada desde 2019. O assessor está entre os oito presos da Operação NXIVM, entre eles um sargento da PM.

Segundo a Polícia Civil, o grupo filmava estupros coletivos e torturas e usava as imagens para chantagear uma adolescente. Os investigados podem responder por crimes como estupro de vulnerável e exploração sexual de adolescente.

Em dezembro de 2024, a deputada votou contra a emenda que incluiu a castração química para condenados por pedofilia em um projeto aprovado pela Câmara. Na tribuna, chamou a proposta de “farsa” e disse que ela promove populismo penal.

O caso foi exposto em vídeo pelo deputado federal eleito Jeffrey Chiquini (Novo-PR).

Para ele, “agora tá explicado por que a esquerda é contra o aumento de pena pra estupradores”.

Veja o vídeo:

Avanço da direita leva Motta a acelerar mudança na eleição de deputados

JCO

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), quer avançar ainda neste ano com a proposta de voto distrital misto para a eleição de deputados, antes da posse do novo Congresso.

Segundo informações, o crescimento da bancada bolsonarista nas urnas é um dos motivos da pressa.

Até um deputado do PT, sob anonimato, admitiu que a votação de bolsonaristas como Lucas Pavanato (PL-SP) e Nikolas Ferreira (PL-MG), turbinada pelas redes sociais, ajudou a acelerar o debate.

O PL é contra.

“Somos contra o voto distrital misto com toda certeza”, disse o líder do partido na Câmara, Sóstenes Cavalcante.

No novo modelo, o eleitor vota duas vezes: em um candidato do seu distrito e em um partido. Hoje, a eleição é proporcional, e os puxadores de votos ajudam a eleger colegas de legenda.

Moraes recua no caso Monark depois de três anos

JCO

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, mandou arquivar na quarta-feira (28) o inquérito contra o influenciador Bruno Aiub, o Monark, por suposta desobediência.

Moraes atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). Para o órgão, não havia justa causa para um processo, porque Monark já tinha sido punido com multa de R$ 300 mil pelo mesmo descumprimento.

O inquérito foi aberto em agosto de 2023. Na ocasião, Moraes multou Monark, mandou bloquear o valor e derrubar os perfis dele, depois que o influenciador criou novas contas. As antigas tinham sido bloqueadas em junho, por falas que levantavam dúvidas sobre as urnas.

Já em 2023, a defesa de Monark dizia que o inquérito era “natimorto” e que ele era vítima de “censura”

CHEGA DE TANTOS ACORDOS!!!. SÓ QUEM PERDE SOMOS NÓS.

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A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) rejeitou a possibilidade de apoiar a reeleição de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) à presidência do Senado em troca de uma eventual anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A parlamentar criticou a possibilidade de vincular o perdão aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023 a uma negociação política para garantir a permanência de Alcolumbre no comando da Casa.
“Creio que não temos acordo de trocar vidas por poder. Chega a ser asqueroso”, declarou Damares à coluna Painel, da *Folha de S.Paulo*.
A reação ocorreu após a divulgação de que Alcolumbre avalia articular um indulto presidencial ou uma anistia aprovada pelo Congresso para Bolsonaro. A iniciativa teria como objetivo conquistar o apoio de senadores da direita e ampliar as chances de reeleição do atual presidente do Senado por mais dois anos.
A proposta, porém, enfrenta resistência entre parlamentares da oposição, que defendem uma candidatura própria para disputar o comando da Casa em 2027. Entre os nomes cotados estão Rogério Marinho (PL-RN) e Tereza Cristina (PP-MS).
Damares afirmou que continuará defendendo a anistia para os condenados pelos atos de 8 de janeiro, além da abertura de processos de impeachment contra ministros do STF e da instalação de comissões parlamentares de investigação.
“Vamos trabalhar pela anistia de todos os presos políticos, o impeachment de alguns ministros da Suprema Corte, CPMIs e CPIs como Banco Master, Roberta Luchsinger, Correios”, afirmou a senadora.
A posição da parlamentar contrasta com a tentativa atribuída a Alcolumbre de construir um entendimento político para reduzir os conflitos entre o Congresso e o Judiciário. Enquanto o presidente do Senado considera uma saída negociada para a questão da anistia, parte da oposição pretende manter a pressão por medidas contra integrantes do STF.
A disputa ocorre em meio à reorganização das forças políticas no Senado. O PL terá a maior bancada da próxima legislatura, com 29 parlamentares. Ao menos 49 senadores eleitos defendem o impeachment de ministros do Supremo, mas são necessários 54 votos, equivalentes a dois terços da Casa, para aprovar o afastamento de um magistrado.
A senadora eleita Bia Kicis (PL-DF) também indicou que pretende priorizar pedidos de impeachment de ministros do STF, começando por Alexandre de Moraes.
Por enquanto, a tentativa de articulação atribuída a Alcolumbre não resultou em um acordo formal. A declaração de Damares deixa claro que ela não aceita vincular seu apoio à reeleição do presidente do Senado a uma negociação envolvendo a anistia de Bolsonaro.
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Fonte: Claudio Dantas

Compras abaixo de US$ 50 voltarão a ser tributadas em 2027 com início da vigência de novo imposto

JCO 31/10/2026 às 07:18 Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial. As compras internacionais abaixo de US$ 50 voltarão a ter inc...