O jato privado pertencia à família proprietária do banco argentino Macro e estava sendo utilizado por passageiros que viajavam ao Uruguai. No momento do acidente, a aeronave retornava para a Argentina sem passageiros, sendo pilotada apenas pela equipe técnica.
Testemunhas relataram que o avião percorreu uma distância maior do que o habitual na pista antes de perder o controle. Em seguida, ultrapassou o alambrado do aeroporto, saiu da área controlada e colidiu com uma casa nas proximidades.
Apesar do impacto, uma mulher que estava na residência conseguiu escapar sem ferimentos. Bombeiros foram acionados e controlaram as chamas que consumiram a aeronave.

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