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terça-feira, 9 de dezembro de 2025

Um motorista derrubou Collor; agora um piloto ameaça implodir Ciro Nogueira e o Centrão

Revista Forum
Um motorista derrubou Collor; agora um piloto ameaça implodir Ciro Nogueira e o Centrão

O ex-presidente e atual presidiário Fernando Collor de Mello, que goza de seu período de oito anos de prisão a que foi condenado em sua cobertura em frente ao mar de Maceió, teve seu pedido de impeachment detonado a partir da delação de um motorista. O nome dele é Eriberto França. 

Eriberto trabalhava para secretária de Collor e seu testemunho na CPI do esquema PC Farias foi fundamental para derrubar Collor. Ele revelou que o pagamento de despesas da Casa da Dinda, residência de Fernando Collor, era feito com dinheiro do tesoureiro de campanha do presidente, Paulo César Faria — o PC Farias. Além das despesas da casa da Dinda, Eriberto disse que o Fiat Elba usado por Collor foi comprado com dinheiro desviado. 

Agora um novo motorista, ou melhor, piloto, já que não dirige carro, mas aviões, ameaça explodir o Centrão com as denúncias que fez à Polícia Federal e repete em seu perfil no Instagram, que usa como uma forma de se defender dos poderosos que querem calá-lo.

O nome dele é Mauro Caputti Mattosinho. Ele denuncia o senador Ciro Nogueira (PP-PI), o presidente do União Brasil, Antonio Rueda,o ex-ministro do STJ César Asfor Rocha de ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC), diz estar com medo e pede ajuda.

 

Eu descobri algo que políticos poderosos não querem que você saiba. O meu nome é Mauro Mattosinho e em menos de dois minutos eu vou te explicar tudo. Eu sou piloto de jatos privados desde 2009 e eu fiz carreira na aviação executiva.

No final de 2023, eu fui contratado pela Táxi Aéreo Piracicaba para pilotar um Gulfstream G150. No começo parecia um trabalho normal, mas bastaram alguns meses para eu perceber que o trabalho que eu fazia não eram apenas com os corporativos. O avião que eu pilotava pertencia a Beto e Primo, dois empresários apontados pela Polícia Federal, mantendo ligações com o crime organizado.

Mas não era só isso. Outras aeronaves da TAP pertenciam a figuras do alto escalão da política e da economia do país. Antônio Rueda, presidente do Partido União Brasil.

Danilo Trento, jornalista investigado por corrupção do INSS. E César Asfor Rocha, ex-ministro do STJ. Esses aviões eram operados sem transparência, com sua propriedade oculta e comprado com grandes quantidades de dinheiro sem origem clara.

Especialmente depois do escândalo do INSS. Nesses voos a Brasília, eu presenciei o transporte de dinheiro vivo, ouvi conversas diretas de encontros e acordos entre Beto e Primo e políticos como o senador Ciro Nogueira. A TAP era usada como um mecanismo aéreo de lavagem de dinheiro e influência, e não empresários, lobistas e parlamentares.

Quando eu entendi a dimensão disso, eu decidi agir. Procurei jornalistas investigativos e procurei a polícia poderosa. Eu perdi minha carreira, minha estabilidade e precisei me afastar das pessoas do mundo.

Mas ganhei algo que nenhum dinheiro pode. A consciência tranquila de quem fez a coisa certa. Hoje eu vivo sob risco.

Mas não me arrependo, porque o Brasil agora sabe a verdade. E cada pessoa que comenta, compartilha, que engaja e acompanha, ajuda a proteger essa verdade. Meu nome é Mauro Mattosinho e eu escolhi fazer a coisa certa.

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