O ex-presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, foi condenado nesta sexta-feira (16) a cinco anos de prisão por obstrução da Justiça e outras acusações, no primeiro de uma série de julgamentos relacionados à tentativa fracassada de impor a lei marcial em dezembro de 2024.
A pena ficou abaixo dos dez anos de prisão solicitados pelo Ministério Público contra o ex-líder conservador de 65 anos, cuja ação de força contra o Parlamento desencadeou uma grave crise política e acabou levando à sua destituição do cargo.
Yoon ainda enfrenta outros sete julgamentos. Um deles, por insurreição, pode resultar em pena de morte. Os promotores pedem a pena capital por seu papel como o “líder de uma insurreição” na articulação da imposição da lei marcial. Segundo a acusação, Yoon merece essa punição por não demonstrar “remorso” por ações que ameaçaram a “ordem constitucional e a democracia”.

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