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sábado, 3 de janeiro de 2026

Petistas choram em agonia

JCO

A tirania é atacada e os petistas agonizam num choro incontido e absurdo. Essa gente é uma verdadeira escória, lamentam pela prisão de um ditador sanguinário.

Eis o que disse Zeca Dirceu, o filho de José Dirceu e certamente de índole semelhante a do pai:

“O mundo acorda estarrecido com as imagens e informações que chegam a cada instante da Venezuela.
E pior: com uma confirmação de Trump em suas redes sociais da autoria desses ataques e até de rapto do presidente Maduro e sua esposa.
As informações estão chegando aos poucos, mas evidenciam já um grave ataque à soberania do país e uma invasão bélica no território da América Latina - assumida pelos Estados Unidos -, que agride o mundo inteiro e de graves consequências. Atenta contra a paz e a segurança mundial. É preciso repudiar com rigor.”

Outro petista da mesma laia de Dirceu, felizmente aposentado pela força das urnas, Tarso Genro, também apresentou suas indecorosas lamúrias:

“Trump bombardeia Caracas. Uma mudança qualitativa dramática para a vida, a política, a economia e o futuro do que resta de soberania territorial no Continente. Quem pensa que Trump está interessado em ‘restaurar’ a democracia na Venezuela se engana redondamente. A questão ali são as fontes de energia fóssil e a fundação de uma plataforma de apoio militar, na Venezuela , para atacar e subordinar todo o Continente, inclusive o Brasil. Trata-se também de estimular a indústria de armamentos dos EUA, dando os retoques atualizados no keinesianismo militar, originário da era Reagan. 
Nossas vidas, nas próximas décadas, poderão estar afetadas por uma política de Defesa Nacional e Continental que exigirão, por dentro da Democracia, um novo patamar de unidade frentista e de Coalizão, pela qual as palavras ‘pátria’, ‘unidade’  e ‘traição’, poderão ter um novo sentido. 
A agressão imperial-colonial depois das tarifas, agora já em pleno andamento militar, vai buscar se combinar  -dentro do nosso país- com os movimentos golpistas ‘continuados’, para a extrema direita tentar avançar novamente, pela desordem, na apropriação do Estado pela força. 
Podemos estar vivendo à beira de uma nova Gaza e de uma agressão militar brutal contra a América Latina, que será tão impiedosa como as demais que já ocorreram no mundo inteiro. Lembremo-nos que o bolsonarismo já pediu várias vezes que Trump determinasse ataques militares ao nosso país. É a ‘cadela’ do fascismo já mostrando as suas crias.”

Esse povo é do mal. Extremamente nocivo. Desumano. Não é a toa que aplaudem a tortura que está sendo feita no Brasil.

O jornalista Cláudio Dantas resumiu com precisão o alcance desse choro: 

"Notas de repúdio da esquerda não mudam mais o destino de Nicolás Maduro, um ditador sanguinário que reprimiu com violência inédita na Venezuela toda e qualquer reação popular contra o regime. Quem diz que caberia aos venezuelanos derrubá-lo, não faz ideia de como funciona uma ditadura. Deixo aqui o relatório mais recente da ONU, com registro até de crianças presas - algumas elas com deficiência --, acusadas de 'terrorismo e incitação ao ódio'."

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18/04/2026 às 16:55 Mais de 3 mil trabalhadores deixaram os Correios após o encerramento do Plano de Demissão Voluntária (PDV) de 2026, medida inserida na estratégia de reestruturação da estatal. Ao todo, 3.075 empregados aderiram ao programa, número que corresponde a 30,7% da meta originalmente estabelecida pela empresa. Embora o objetivo fosse alcançar cerca de 10 mil desligamentos ao longo deste ano, o resultado ficou aquém do esperado. Ainda assim, a direção da estatal avalia que o impacto financeiro da medida será significativo e contribuirá para o equilíbrio das contas nos próximos anos. O período de adesão foi finalizado na terça-feira (8) e, conforme informado pela empresa, não haverá extensão do prazo. Mesmo representando menos de um terço do planejado, os desligamentos são considerados relevantes dentro do conjunto de ações voltadas à redução de despesas operacionais. Com essa etapa concluída, os Correios projetam uma economia de aproximadamente R$ 1,4 bilhão a partir de 2027. Além disso, outras iniciativas implementadas no primeiro trimestre devem gerar uma redução adicional de custos na ordem de R$ 508 milhões por ano. A adoção do PDV integra o Plano de Reestruturação 2025-2027, criado para enfrentar a delicada situação financeira da empresa. Atualmente, a estatal convive com um déficit estrutural superior a R$ 4 bilhões anuais, patrimônio líquido negativo estimado em R$ 10,4 bilhões e um prejuízo acumulado que ultrapassava R$ 6 bilhões até setembro de 2025. Além da diminuição do quadro de funcionários, o plano inclui outras medidas importantes. Entre elas estão o fechamento de aproximadamente 1 mil agências próprias, a alienação de imóveis considerados ociosos e a realização de leilões, que podem arrecadar até R$ 1,5 bilhão. Em fevereiro, já foi promovido o primeiro leilão, envolvendo 21 imóveis distribuídos em 11 estados. A crise enfrentada pela estatal não é recente e vem se intensificando desde 2016. Entre os principais fatores apontados estão a redução no envio de correspondências, impulsionada pela digitalização dos serviços, o crescimento da concorrência no comércio eletrônico e o aumento das demandas operacionais no setor logístico. Apesar do cenário desafiador, os Correios ainda mantêm uma ampla presença em todo o território nacional. A empresa conta atualmente com cerca de 10,3 mil unidades de atendimento, 1,1 mil centros de distribuição e tratamento, além de aproximadamente 80 mil empregados diretos.

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