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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Com nova denúncia ministro fica proibido de entrar no STJ e uma linha a ser puxada aparece nas investigações (veja o vídeo)

 JCO

Afastado por decisão unânime dos ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Marco Buzzi está proibido de entrar em seu local de trabalho e perdeu benefícios como o uso de veículo oficial e demais prerrogativas inerentes ao exercício da função.

Buzzi foi afastado do cargo de ministro após chegarem ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) duas denúncias de que ele teria cometido assédio sexual.

A primeira mulher que o denunciou foi uma jovem de 18 anos, filha de amigos do ministro. O segundo relato de assédio sexual é de uma funcionária do tribunal.

Esse segundo caso, de acordo com a análise da juíza Ludmila Lin Grilo apresenta uma “linha a ser puxada” para as investigações. Confira:

“Uma ex-recepcionista do gabinete prestou depoimento ao CNJ, dizendo que já havia relatado sobre o assédio aos seus chefes em 2024. Eles teriam trocado seus horários de trabalho para evitar os problemas, mas nada mais foi feito.
Agora, apareceu então uma linha a ser puxada (diferentemente do caso de Camboriú): pode haver prova documental (mensagens dela para os chefes) e testemunhal (os chefes e ela própria).
Especialmente nos casos de acusação de delitos praticados no ambiente de trabalho, há a necessidade de afastamento cautelar, para evitar coação de eventuais vítimas e testemunhas, ocultação de provas e reincidência delitiva. Afastamento juridicamente justificado.”

Veja o vídeo:


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