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17 dos 27 diretórios estaduais do MDB assinaram manifesto contra a aliança com Lula e o PT nas eleições de 2026 — documento entregue ao presidente nacional Baleia Rossi pelo deputado Alceu Moreira, que liderou o movimento.
A declaração de Daniel Vilela, vice-governador de Goiás, foi direta:
"É absolutamente zero a chance de o MDB se coligar com o PT em nível nacional".
O documento afirma que o partido "não aceitará, sob nenhuma hipótese, estar associado a um governo que desonra a história do MDB".
Entre os signatários estão os prefeitos Ricardo Nunes, de São Paulo, Sebastião Melo, de Porto Alegre.
O movimento derruba na prática a articulação de Renan Calheiros e Helder Barbalho, que defendiam o MDB indicando o vice de Lula.
Na prática: Sul, Sudeste e Centro-Oeste livres para apoiar a direita — enquanto o Nordeste tenta segurar Lula. Em 2022, o MDB foi peça fundamental na eleição de Lula. Em 2026, a maioria do partido diz que não repete. Sem o MDB, o caminho de Lula à reeleição fica matematicamente muito mais difícil

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