O professor Marcos Pizzolatto fez uma análise dura e direta sobre a situação brasileira: como um Estado com mais recursos, mais dinheiro e mais força policial permite que o crime organizado se instale em todas as estruturas de poder?
Segundo o professor, a resposta é simples e perturbadora: o Estado não foi infiltrado pelo crime. O Estado agora é o crime.
“Estamos vendo, na verdade, um sindicato do crime que se apropriou do Estado, e os membros desse sindicato são os próprios membros do Estado”, afirma Pizzolatto.
Para ele, esse diagnóstico explica o colapso que o Brasil vive atualmente, onde as instituições deixaram de servir à sociedade e passaram a proteger os interesses de uma estrutura criminosa internalizada no próprio poder.
Uma reflexão forte, que coloca o dedo na ferida: enquanto o Estado for parte do problema, nenhuma política de segurança ou combate ao crime terá efeito real.
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