O esquema dos funkeiros com a Choquei e outros, mostra um sistema sofisticado de lavagem de dinheiro do crime organizado.
Os presos montaram uma estrutura que atuava como “instituição financeira clandestina” utilizando venda de ingressos e produtos digitais sem lastro para esquentar o dinheiro.
Relatórios do COAF apontam movimentação atípica de 1,63 bilhões de reais, mas o juiz federal diz que, ao todo, o grupo movimentou 260 bilhões de reais, principalmente em cripto e dinheiro vivo.
Segundo a imprensa, o grupo teria lavado para o PCC 3 toneladas de cocaína.
O mais interessante é que o Mc Poze é conhecido por sua ligação com o CV.
Mas tem os que dizem que funk ostentação é cultural
Flavia Ferronato. Advogada.

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