Atitude anormal, inexplicável e totalmente absurda. O ministro Alexandre de Moraes determinou o ‘confisco’ do celular da cozinheira da família Bolsonaro. Enquanto a funcionária estiver trabalhando, o celular dela ficará confiscado pelos policiais.
"Para a pessoa autorizada pela presente decisão também deverá ser realizada vistoria prévia, sendo que celulares ou quaisquer outros aparelhos eletrônicos deverão ficar em depósito com os agentes policiais que estiverem realizando a segurança", diz a decisão.
O pedido foi protocolado no mesmo dia, com a finalidade, segundo a defesa, de "viabilizar o acesso diário da funcionária à residência, em razão das atividades laborais por ela regularmente desempenhadas no imóvel".
Antes disso, a defesa havia solicitado também a entrada do irmão de criação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), Carlos Eduardo Antunes Torres, para atuar como cuidador. O pedido, no entanto, foi negado, sob a justificativa de que ele não possui formação na área da saúde.
Agora, Bolsonaro aguarda a promulgação da lei da dosimetria, cujo veto de Lula (PT) foi derrubado pelo Congresso. Com isso, a pena do ex-presidente pode passar a dois anos e quatro meses.

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