No fim de março, o Ministério Público de São Paulo pediu a improcedência da ação que pedia R$ 4 milhões contra o comunicador Bruno Aiub, o Monark. O promotor Marcelo Otavio Camargo Ramos, reconheceu que as declarações dele no Flow não configuravam apologia ao nazismo.
15 dias depois, outro promotor, Ricardo Manuel Castro, apresentou nova manifestação. Chamou a peça anterior de “equivocada”, pediu que o juiz a desconsiderasse e voltou a cobrar os R$ 4 milhões.
Não foi coincidência. Entre as duas manifestações, houve uma "manobra administrativa" no Diário Oficial.
O promotor que havia pedido a rejeição da ação foi retirado da escala para a segunda quinzena de abril — exatamente o período em que poderia sustentar sua posição.
Quem assinou a portaria que tirou ele do caso? Plínio Antônio Britto Gentil, procurador interino, ex-candidato a deputado pelo PSOL e a vice-prefeito pelo PT. O promotor que pediu a volta da ação contra Monark também já havia sido acusado de ter ligação com partidos de esquerda.
Tudo agora faz sentido...
A informação é do jornalista David Agape.

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