Influenciador Gusttavo Losi em apoio técnico à atividade na Ponte do Esqueleto (Foto: Instagram)© Foto: InstagramA investigação sobre a morte de Maria Eduarda, durante um rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira, ganhou novos contornos após a prisão temporária de mais três integrantes da equipe ‘Entre Cordas’. Entre os detidos estão monitores responsáveis pela atividade. O influenciador Gusttavo Losi, envolvido no suporte técnico do evento, prestou depoimento à Polícia Civil no dia do desastre e refutou qualquer omissão no atendimento à vítima.
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No depoimento formal registrado em 13 de junho de 2026, Gusttavo relatou que estava a cerca de quatro metros da plataforma de salto, porém de costas, executando a fixação dos equipamentos de segurança em outra participante. Ele afirmou que, por estar voltado para o interior da estrutura, não presenciou a queda de Maria Eduarda diretamente. O relato foi protocolado junto ao Bacci Notícias e integra o inquérito da Polícia Civil.
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Após as prisões realizadas em 20 de junho de 2026, Losi usou suas redes sociais — onde acumula mais de 30 mil seguidores — para esclarecer sua conduta. Na nota oficial, ele mencionou ter optado pelo silêncio público enquanto os trâmites judiciais e as apurações continuam. “Não estou me omitindo nem sendo indiferente ao que aconteceu. No momento oportuno, vou me pronunciar de forma clara”, escreveu o influenciador, ressaltando que recebeu diversas mensagens sobre o episódio.
No mesmo dia, a família de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, divulgou nota expressando profunda dor e exige apuração completa dos fatos. Conhecida como Duda, ela morreu em 13 de junho ao saltar sem estar conectada ao sistema de segurança. A estrutura de cordas ficava na divisa entre Limeira e Cordeirópolis, interior de São Paulo, e o caso mobilizou a Polícia Civil, que já contabiliza seis prisões.
Formada em Nutrição Esportiva e cursando o último ano de Educação Física, Maria Eduarda tinha previsão de concluir a graduação em 2027. Enquanto estudava, trabalhava como recepcionista e estagiária em uma academia da região. Planejava casar-se em breve e desejava proporcionar aos avós a alegria de conhecer seus bisnetos. Segundo parentes, ela era alegre, bem-humorada e querida por todos.
Na nota de cobrança por justiça, os familiares classificaram a morte como inaceitável e afirmaram que acompanham o processo por meio de sua assessoria jurídica. “É fundamental que todas as responsabilidades sejam apuradas com rigor e que todos os envolvidos sejam devidamente responsabilizados por suas ações e omissões”, declararam, ressaltando a importância de medidas que impeçam tragédias semelhantes no futuro.
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