Monique Medeiros deixou, às 14h50 desta quinta-feira (4), o Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio. Ela estava presa desde 21 de abril, após se entregar à polícia. Monique havia sido solta por determinação da juíza Elizabeth Machado Louro, do II Tribunal do Júri, após o adiamento de um julgamento marcado para março passado. O Supremo Tribunal Federal (STF), no entanto, restabeleceu a sua prisão preventiva.
Desta feita, a mesma juíza, através de um estranho ‘perdão judicial’ novamente soltou a mãe do menino assassinado.
O pai de Henry, Leniel Borel, criticou duramente o resultado e afirmou que pretende recorrer da decisão em relação à ex-mulher. O assistente de acusação Cristiano Medina também informou que buscará a anulação do julgamento no que se refere à situação de Monique.
O deputado Nikolas Ferreira detonou a decisão que concedeu perdão judicial a Monique Medeiros. Disse o deputado:
“Indignação! Usaram argumentos como misoginia e patriarcado para justificar a absolvição.
É um absurdo e mais um sinal da inversão de valores no país.”
Assista:

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