O tenente-coronel Mauro Cid teve que deixar o imóvel funcional onde morava no Setor Militar Urbano (SMU), em Brasília, após o Exército negar novos pedidos de prorrogação de prazo.
A ordem de desocupação foi emitida de forma inflexível pela Prefeitura Militar de Brasília.
A junta militar recusou os argumentos do oficial e determinou o dia 15 de junho de 2026 como a data limite improrrogável para que o Mauro Cid deixasse o imóvel. Ele teve que sair às pressas.
O episódio expõe o desgaste na carreira de um oficial de alta patente, mas também a aplicação rígida dos regulamentos internos em meio a um cenário de intensa pressão política e jurídica.

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