25/08/2026 às 19:13
A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul derrubou, nesta terça-feira (25), o veto do governador Eduardo Leite ao projeto de lei que extingue a taxa de licenciamento anual de veículos no Estado. Em uma votação unânime, foram computados 38 votos, todos contrários ao veto.
A proposta é de autoria do deputado estadual Rodrigo Lorenzoni e extingue já em 2027 a taxa de licenciamento, paga anualmente pelos proprietários de veículos no RS. O projeto já havia sido aprovado anteriormente por unanimidade pelos deputados estaduais.
Para Rodrigo Lorenzoni, a derrubada do veto é uma vitória da sociedade gaúcha.
“O veto do governador foi derrubado por unanimidade, prevalecendo o interesse público sobre a postura da gestão estadual. Esta decisão representa uma conquista para a população, garantindo o respeito ao orçamento das famílias. A cobrança, considerada indevida desde a digitalização do documento, está extinta; a partir de 2027, a taxa deixará de ser exigida, permitindo que R$ 114,09 permaneçam no bolso do cidadão. O Estado deve atuar como servidor da sociedade, e não como um ente que se beneficia dela”, comemorou o deputado.
Com a rejeição do veto, de acordo com a Constituição Estadual, a Assembleia Legislativa encaminha o projeto novamente ao governador e se ele não promulgar a lei no prazo de 48h, o presidente da AL a promulgará. A publicação no Diário Oficial sai logo na sequência e então, em poucos dias, a lei já estará em vigor.
No X, o candidato ao governo do estado e líder das pesquisas, Luciano Zucco, fez uma promessa ao povo:
Uma cobrança a menos pesando no bolso do gaúcho!
A Assembleia derrubou o veto do governador e acabou de uma vez por todas com a taxa de licenciamento de veículos no RS.
Parabenizo os deputados pela coragem, pois o governador ameaçou até mesmo cortar dinheiro da segurança para forçar a continuação da cobrança por um documento que já não é mais impresso.
É difícil abrir mão de uma taxa quando se tem 31 secretarias. Eu vou passar a tesoura nessa gastança e reduzir cargos e secretarias. Teremos um governo que caiba no bolso do gaúcho.

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