Enquanto o país acompanha a crise aberta no Supremo Tribunal Federal (STF), as redes sociais fervem com questionamentos sobre a atuação de dois ministros: Cristiano Zanin e Flávio Dino, em pleno domingo, na véspera do julgamento.
Zanin, ex-advogado pessoal de Lula e indicado por ele ao Supremo, determinou que a PF entregasse até as 23h a cópia integral dos dados do celular de Daniel Vorcaro ao seu gabinete. Na decisão, afirmou que “não existe hierarquia no STF”.
Já Dino, ex-ministro de Lula e também indicado por ele, derrubou o sigilo do caso Dark Horse em momento estratégico, logo após a defesa de Flávio Bolsonaro tentar retirar o processo de suas mãos.
Nas redes, a leitura que se espalha é direta e pesada:
“Os DOIS ministros indicados por Lula trabalhando como nunca em um DOMINGO para salvar Alexandre de Moraes. E ainda querem me convencer de que Lula não é Moraes?”
Os comentários repetem o mesmo ponto: em meio à turbulência institucional, os nomes nomeados pelo petista estariam agindo de forma coordenada e urgente para proteger o ministro mais exposto da Corte.
Ainda não há comprovação de articulação formal. O que existe é a sequência de decisões monocráticas em horário atípico e a percepção pública de que o jogo no STF ultrapassou há muito os limites institucionais.
A crise continua. E as suspeitas só aumentam.
O resultado é exposto no vídeo abaixo:

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