Alexandre de Moraes e Paulo Gonet são alvo de acusações que o advogado Paulo Faria afirma ter levado à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), órgão da OEA, no caso Eduardo Tagliaferro.
O advogado denuncia um suposto “mandado de prisão fantasma” e questiona os documentos usados no pedido de extradição de Tagliaferro na Itália.
Direto da sede da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, Paulo Faria relata uma reunião sobre o pedido de medida cautelar apresentado pela defesa. Segundo o advogado, a manifestação da PGR, a decisão de prisão preventiva e o mandado utilizados na extradição não constariam dos registros processuais consultados pela defesa. Ele detalha as medidas que afirma ter tomado junto ao Ministério da Justiça, à representação italiana, à Interpol, à OAB e à PGR.
Faria também comenta a tentativa de incluir André Mendonça no inquérito das fake news e classifica a ofensiva como o “maior tiro no pé” de Moraes. Ao analisar a decisão de afastar Andrei Rodrigues do comando da PF, o advogado critica a atuação da cúpula da corporação e defende medidas adicionais de responsabilização.
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