ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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quarta-feira, 25 de outubro de 2023

Aprovação do governo Lula caiu em outubro, diz Genial/Quaest A gestão de Lula recebeu aprovação de 54% dos entrevistados. Apesar da queda, esse não foi o menor patamar de avaliação do governo

 atualizado 

Vinícius Schmidt/Metrópoles
imagem colorida presidente Lula - metrópoles

A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) caiu de agosto para outubro, segundo a pesquisa da Quaest, encomendada pela Genial Investimentos e divulgada nesta quarta-feira (25/10). A taxa de respostas positivas ao governo caiu de 60% para 54% nesse intervalo de tempo — a margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais.

42% desaprovaram o governo atual, enquanto 4% não responderam. Apesar da queda, o novo patamar ainda não é o mais baixo. Em abril, o petista teve 51% de aprovação.

Divulgação
Aprovação do presidente Lula em outubro

Já em termos de avaliação, quando os entrevistados classificam o governo como positivo, regular ou negativo, houve uma variação para baixo dentro da margem de erro para o índice de avaliação positiva: ele era de 42% em agosto e agora está em 38%. A avaliação regular seguiu estável, a 29%, enquanto a avaliação negativa cresceu de 24% para 29%.

Divulgação
Avaliação positiva variou dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais

A opinião sobre se o país está na direção correta se inverteu. No levantamento de junho, 46% acreditavam que sim e 41% foram contra. Agora, 49% apontaram que o Brasil está no caminho errado, enquanto 43% ainda acham estar na direção certa.

Desde fevereiro, a avaliação de que o governo Lula é melhor do que o do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tem caído. No segundo mês do ano, 60% consideravam a gestão petista melhor. Em junho, essa percepção era a de 49% dos entrevistados e, agora, variou na margem de erro para 47%.

Em fevereiro, 27% consideravam o governo atual pior do que o de Bolsonaro, com um aumento a 34% em junho e, agora, variação para 38%.

Os que achavam as gestões iguais eram 8% em fevereiro, 11% em junho e são 10% em outubro.

Divulgação
Comparação entre governos Bolsonaro e Lula

A Quaest realizou 2.000 entrevistas presenciais nos dias 19 a 22 de outubro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, e o nível de confiança, 95%

Senado aprova mudanças na Lei de Cotas Senadores definiram que 50% das vagas serão destinadas para estudante com renda igual ou inferior a um salário mínimo

 atualizado 

Rafaela Felicciano/Metrópoles
UnB

Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (24/10), alterações na Lei de Cotas para o ingresso de estudantes em universidades e institutos federais. Uma das mudanças do texto determina que 50% das vagas das unidades de ensino superior para cotistas deverão ser destinadas para pessoas com renda igual ou inferior a um salário mínimo (R$ 1.320).

Atualmente, os alunos com renda de até 1,5 salário mínimo por pessoa (R$1.980) podem concorrer às vagas destinadas para estudantes de baixa renda.

O senador Paulo Paim (PT-RS), relator do texto na Casa Alta, chegou a declarar que a Lei de Cotas deve vigorar até que haja uma igualdade social dentro das unidades de ensino superior.

“Nos Estados Unidos, houve política de cotas por 60 anos e chegou um momento em que a Suprema Corte entendeu que era a hora adequada de suspender. Nós poderíamos também chegar na hora de acabar com a política de cotas. Não é para toda a vida, é transitória. Espero, daqui a dez anos, dizer o ‘Brasil não precisa mais de política de cotas’”, afirmou Paim.

O texto prevê que quilombolas também poderão concorrer às vagas reservadas para estudantes de escolas públicas. A proporção racial deve ser mantida, mas as unidades de ensino deverão adotar uma metodologia para atualizar anualmente os percentuais de pretos, pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência no estado, com base nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Além disso, com as alterações, os cotistas raciais que disputam uma vaga pela ampla concorrência e não conseguiram se classificar poderão utilizar a sua nota para concorrer às vagas reservadas, o que pode aumentar as chances de ingresso em uma unidade de ensino superior.

O relator da proposta rejeitou a proposta apresentada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) que pediu a eliminação das vagas reservadas por critérios raciais e a exigência de formação em escola pública, e deixou apenas cotas amparadas nos parâmetros da renda familiar.

Agora, o texto segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

terça-feira, 24 de outubro de 2023

AO VIVO: Senado quer ‘regular’ STF / Dino 'foge' novamente (veja o vídeo)

JCO

O Senado está atuando em duas frentes: quer limitar os superpoderes dos ministros do STF e também está tentando a anistia dos presos do 08 de janeiro.

Será que vão conseguir? 

E o ministro Flávio Dino faltou pela segunda vez a uma convocação para audiência na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara, alegando ameaças e ataques pessoais de deputados na comissão! 

Para falar sobre esses e outros assuntos, o Hora Notícia recebe o deputado estadual Cristiano Caporezzo (PL-MG), o especialista em investimentos Leandro Ruschel e o analista político Rony Gabriel.

Apresentação da jornalista Katiuscia Sotomayor. Mais uma live imperdível! 

Veja o vídeo:

Filho de general que 'traiu' Bolsonaro é alvo de operação da PF e fato surpreendente vem à tona

JCO

Lembro muito bem quando o general Santos Cruz foi até a CPMI das "Fake News" defender a perseguição aos conservadores. 

Foi iniciado ali o movimento que produziu a investigação política, censura e prisão de centenas de integrantes da direita.

Veja o que o general falou na CPI, em novembro de 2019, segundo matéria do G1:

"O que eu ia sugerir é a comissão fazer uma análise em termos de empresas que fazem análise e segurança cibernética e saber o que encomendar. Por exemplo, os temas. Vamos pegar três, quatro, cinco temas e pegar os top 10, os 10 perfis mais envolvidos em fake news em cada tema e aí solicitar que seja feita uma análise", afirmou.

E acrescentou:

"Pode comprar um celular, sem registro nenhum, numa beira de estrada, pode comprar um chip qualquer na banca de jornal, isso aí vai ser rastreado, isso aí é possível rastrear por antena. Tem tecnologia para isso e é possível rastrear até os telefones que estão próximos também".

Agora, seu filho é alvo de busca e apreensão na investigação sobre suposto uso ilegal de um software israelense comprado pela ABIN. O filho do general seria representante comercial da empresa israelense, afirma a CNN.

O que esse software faz? Rastreia sinal de celular de alvos para identificar as suas movimentações.

Ora, ora, ora... estaria o general na CPI fazendo propaganda de sistema de inteligência vendidos pelo seu filho?

Segundo a Folha, o Exército também comprou o mesmo sistema dos israelenses, por R$ 40 milhões.

Quanto o filho do general levou nessa?

Leandro Ruschel.

Moraes perde força e "divisão" entre ministros atinge diretamente penas de réus pelo 8 de janeiro

JCO

Uma divisão entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) resultou em uma redução das penas dos réus condenados no julgamento relacionado aos atos do 8 de Janeiro.

Isso representa uma mudança significativa em relação à tendência anterior, onde as decisões do relator Alexandre de Moraes foram amplamente seguidas.

Nos primeiros seis julgamentos, a maioria dos ministros da Corte havia concordado integralmente com as penas determinadas por Moraes, que variavam de 12 a 17 anos de prisão. No entanto, na terceira leva de julgamentos, que contemplou mais seis casos, os ministros não chegaram a um consenso em relação às penas atribuídas por Moraes.

Alguns ministros, como Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Luiz Fux e Dias Toffoli, acompanharam o relator, enquanto outros, como Cristiano Zanin e Edson Fachin, propuseram penas mais curtas de 11 anos. Luís Roberto Barroso votou pela absolvição dos acusados em relação a um dos crimes, mas concordou com Moraes em outras acusações.

Os ministros André Mendonça e Nunes Marques, no entanto, divergiram significativamente, votando por condenações com penas muito mais leves, que chegaram a 9 meses. De acordo com a legislação brasileira, essas penas mais curtas implicariam em cumprimento em regime aberto.

Apesar de todos os ministros concordarem com a condenação dos réus, apenas quatro apoiaram as penas determinadas por Moraes. Assim, a dosimetria do relator não obteve o apoio da maioria da Corte.

Posteriormente, a Corte decidiu reduzir as condenações para um "voto médio" proposto por Zanin, diminuindo as penas de 17 e 14 anos em seis meses. Com essa decisão, os réus Cláudio Augusto Felippe, Jaqueline Freitas Gimenez, Marcelo Lopes do Carmo, Reginaldo Carlos Begiato Garcia e Edineia Paes da Silva dos Santos foram condenados a 16 anos e 6 meses, enquanto Jorge Ferreira recebeu uma pena de 13 anos e meio.

Todas as penas estão relacionadas a cinco crimes, incluindo abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e associação criminosa armada.

Israel mostra imagens das câmeras corporais do Hamas no ataque de 7 de outubro

BBC News Brasil

O exército israelense exibiu imagens do ataque registradas por câmeras corporais do Hamas, câmeras de segurança, câmeras de veículos e celulares
O exército israelense exibiu imagens do ataque registradas por câmeras corporais do Hamas, câmeras de segurança, câmeras de veículos e celulares© Fuerzas de Defensa de Israel

Nesta segunda-feira, o exército israelense exibiu aos jornalistas imagens não editadas obtidas das câmeras corporais dos membros do Hamas, em uma tentativa de lembrar ao mundo a brutalidade do ataque contra Israel ocorrido há duas semanas.

As imagens das câmeras corporais, combinadas com gravações de câmeras de segurança, dashcams (câmeras de carro) e celulares, tanto dos membros do Hamas quanto das vítimas, detalharam o horror que se desenrolou em um festival de música e em comunidades familiares no sul de Israel.

O exército israelense também tornou públicos documentos que, segundo eles, foram recuperados dos membros do Hamas mortos e continham planos detalhados das operações e instruções para atacar bairros e fazer reféns.

Os 43 minutos de imagens exibidas em Tel Aviv nesta segunda-feira foram retirados de centenas de horas de gravações coletadas desde o ataque, de acordo com o exército israelense.

Elas incluíam trechos de membros armados do Hamas gritando com aparente alegria enquanto atiravam em civis em uma estrada, e posteriormente, rondando os caminhos de kibutz e assassinando pais e filhos em suas casas.

'Papai está morto, isso não é uma pegadinha'

Aviso: Algumas das descrições a seguir podem ser chocantes.

Uma sequência traumática, capturada por câmeras caseiras dentro de um kibutz, mostrou um pai apressando seus dois filhos pequenos para um abrigo segundos antes dos agressores do Hamas lançarem uma granada, que matou o pai e feriu as crianças.

Depois que os dois filhos, ensanguentados e atordoados, voltaram para casa gritando, um integrante do Hamas entrou calmamente, verificou a geladeira diante deles e parou para tomar um gole de uma bebida antes de sair novamente.

Um dos filhos gritou para o irmão: "Papai está morto, isso não é uma pegadinha" e repetiu: "Por que estou vivo?" Aparentemente, a granada cegou seu irmão. O porta-voz militar não pôde confirmar se eles sobreviveram.

A gravação também continha áudio em que um dos militantes do Hamas ligava para seus pais em Gaza do telefone de uma vítima para se gabar de ter "matado pelo menos 10 judeus com as próprias mãos".

"Por favor, abram o WhatsApp e vejam quantos mortos", ele implorou várias vezes aos seus pais, aparentemente se referindo a fotos ou vídeos que havia enviado mostrando o ataque.

"Seu filho matou tantos judeus", disse.

"Mamãe, seu filho é um herói."

Imagens de uma câmera de carro mostram o momento em que membros do Hamas atiram em um veículo civil e quebram o para-brisa
Imagens de uma câmera de carro mostram o momento em que membros do Hamas atiram em um veículo civil e quebram o para-brisa© Fuerzas de defensa de Israel

Outra sequência mostrava um membro do Hamas atirando em corpos aparentemente mortos de civis dentro de um kibutz como celebração, e tentando decapitar alguém que parecia estar vivo usando uma enxada.

As imagens, algumas capturadas pelos celulares das vítimas, também retratavam o medo extremo daqueles que se escondiam em quartos de pânico e abrigos enquanto os sons de tiros e explosões se aproximavam.

'Surpreso' com a cobertura

A decisão de mostrar as imagens não editadas para os jornalistas refletia uma aparente frustração entre os altos comandantes do exército israelense devido ao fato de que a cobertura midiática do brutal ataque do Hamas em 7 de outubro havia dado lugar à cobertura dos ataques aéreos de Israel em Gaza e à crise humanitária resultante da ordem israelense para que os habitantes de Gaza se mudassem para o sul.

Ao se dirigir aos meios de comunicação internacionais reunidos após a exibição, o general Michael Edelstein, ex-comandante da divisão de Gaza das Forças de Defesa de Israel, expressou surpresa com a cobertura.

"Estamos vendo alguns canais tentando comparar as ações de Israel com as daqueles terroristas vis," disse o general Edelstein.

"Não consigo entender como alguém faria essa comparação," continuou ele. "E depois do que compartilhamos com vocês, vocês deveriam saber disso."

Mais de 1.400 pessoas perderam a vida no ataque do Hamas em 7 de outubro, e mais de 220 delas sendo feitas reféns.

O Ministério da Saúde de Gaza, liderado pelo Hamas, afirma que mais de 5.000 palestinos morreram desde o início dos ataques aéreos israelenses, e o Ministério da Saúde palestino na Cisjordânia ocupada relatou 91 mortes desde 7 de outubro.

Mais de 1.400 israelenses morreram nos ataques do Hamas contra comunidades no sul de Israel. Na foto, a família do soldado franco-israelense Eli Valentin Ghenassia, que foi morto no kibutz Beeri em 7 de outubro, em seu funeral
Mais de 1.400 israelenses morreram nos ataques do Hamas contra comunidades no sul de Israel. Na foto, a família do soldado franco-israelense Eli Valentin Ghenassia, que foi morto no kibutz Beeri em 7 de outubro, em seu funeral© Getty Images

Após a exibição das imagens na segunda-feira, uma experiência de realidade virtual foi disponibilizada, criada com vídeos dos primeiros socorristas que entraram nas casas nos kibutz atacados pelo Hamas.

O exército israelense também tornou públicos dois manuais de instruções obtidos de militantes do Hamas já falecidos, que continham planos detalhados para o ataque e a tomada de reféns.

"Devem visar o maior número possível de vítimas, capturar reféns e transportar alguns deles para a Faixa de Gaza usando diversos veículos", dizia uma parte do manual.

Em outro documento específico sobre os reféns, os membros do Hamas eram instruídos a "eliminar aqueles problemáticos e que representem uma ameaça" e reunir os demais para serem usados como "escudos humanos".

'Não permitiremos que o mundo se esqueça'

O exército israelense continua chocado com o ataque de 7 de outubro, a pior violação de suas defesas no sul do país em 50 anos.

Apesar dos consideráveis recursos empregados na destruição dos túneis do Hamas e na expansão da cerca de segurança israelense, tanto sob a terra quanto em direção ao mar, o Hamas conseguiu adentrar o território israelense.

Mais de 1.000 militantes atravessaram para Israel durante a incursão inicial, afirmou o general Edelstein na segunda-feira. A primeira parte da compilação de vídeos mostrou grupos de caminhonetes lotadas de combatentes do Hamas circulando livremente pelas estradas israelenses e atirando em civis.

Os documentos recuperados dos corpos dos militantes do Hamas deixaram claro que ele "vieram com ordens para massacrar e queimar cidadãos", declarou o general Edelstein.

"Eles simplesmente decidiram queimar famílias dentro de suas casas e levar reféns vivos, incluindo crianças, para Gaza", acrescentou. "Havia ordens sobre quantos matar, quantos manter como reféns, até ordens de violações; tudo estava escrito e ordenado."

Antes da projeção, o porta-voz militar israelense, Daniel Hagari, disse que houve debates dentro das fileiras do exército sobre se mostrar ou não as imagens, mas ele pessoalmente decidiu fazê-lo.

"Nós entendemos a necessidade de criar uma memória coletiva para o futuro", disse. "Não permitiremos que o mundo esqueça."

Banco Central vê desmantelo e gastança do governo Lula FONTE: terrabrasilnoticias.com

Banco Central vê desmantelo e gastança do governo Lula

Foto: REUTERS/Adriano Machado

24/10/2023 - 15:30

O presidente doBC(Banco Central),Roberto Campos Neto, afirmou que oBrasiltem um fiscal “frouxo”, cobrou reformas para melhorar a economia e defendeu uma solução negociada para o impasse entre bancos, setores do varejo e empresas de pagamento sobre o possível limite de parcelas sem juros do cartão de crédito. Em reunião com executivos nesta segunda-feira, 23, emSão Paulo, Campos Neto avaliou a política fiscal do país. “Quando olhamos a parte mais a longo prazo, o Brasil tem um fiscal bastante frouxo em relação ao mundo emergente. Somos quase duas vezes maior do que a média do mundo emergente”, comentou. O presidente do BC também falou que determinadas questões que tramitam noCongresso Nacionalsão importantes para a economia. No entanto, Campos Neto alerta que apesar dos projetos passarem a valer a longo prazo, os reflexos econômicos são a curto prazo. Ao citar os gastos públicos, ele enfatizou a necessidade do parlamento avaliar com cautela as propostas. “Nosso orçamento é muito rígido. Grande parte é engessado, mas enxergamos uma grande diferença do que o mercado espera do fiscal. O governo está dizendo que é a meta. Enfatizamos que é importante não mudar a meta. Precisa ter muita arrecadação adicional. Tem muitas medidas para serem aprovadas. Com o tempo, quando as medidas forem sendo aprovadas, as expectativas vão mudando”, explicou. Em relação a compra parcelada por meio de cartão de crédito, Campos Neto sugeriu limitar o parcelamento em 12 prestações. “Para ter uma solução estrutural, precisamos ter várias peças dispostas a ceder ao mesmo tempo. Estamos tentando achar uma solução para que possamos equilibrar as coisas e para que as pessoas possam continuar comprando com parcelamento sem juros”, completou.

FONTE: terrabrasilnoticias.com

CARAVANDA DA CIDADANIA E FESTIVAL DA MANJUBA

A Caravana da Cidadania, em parceria com o I  Festival da Manjuba , realizou uma grandiosa ação na Praça Jaborandi, no bairro Igaraçu, em Pa...