ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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segunda-feira, 5 de agosto de 2024

COMUNICADO.


ONU exonera funcionários envolvidos em ataques do Hamas a Israel

Foto: Ocha/Themba Linden


O Escritório de Serviços de Supervisão Interna da ONU (Oios) finalizou nesta segunda-feira (5/8) uma investigação envolvendo 19 funcionários da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados Palestinos (Unrwa). Segundo a instituição, há evidências de que nove desses empregados podem estar associados aos ataques do Hamas, ocorridos em 7 de outubro de 2023, no sul de Israel.

Como consequência, foi anunciado que esses indivíduos serão desligados da agência. A apuração dos fatos, realizada pelo mais alto órgão de investigação do sistema da ONU, teve início em janeiro de 2024.

Funcionários da Unrwa Envolvidos?

A

Oios apresentou suas conclusões sobre cada um dos 19 empregados da Unrwa. Em apenas um caso, não foram encontradas provas que sustentem as alegações de envolvimento do funcionário. Em outros nove, as evidências foram consideradas insuficientes para confirmar a participação dos empregados nos ataques. Para esses 10 casos, “medidas apropriadas” serão tomadas, de acordo com os Regulamentos e Regras da Unrwa.

Relatório Independente sobre o Envolvimento com o Hamas

Em abril de 2024, um relatório independente investigou alegações de Israel sobre a possível participação de “um número significativo” de funcionários da Unrwa com organizações terroristas. O documento, com 54 páginas e liderado pela ex-ministra das Relações Exteriores da França, Catherine Colonna, concluiu que “Israel não forneceu provas” dessas acusações. Além disso, o relatório reforçou que a Unrwa possui diversas ferramentas para garantir a imparcialidade em seu trabalho.

Novos Ataques Afetam Deslocados em Gaza

Nas últimas 48 horas, o Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU (Ocha) relatou que três escolas, utilizadas como abrigos para pessoas deslocadas na Cidade de Gaza, foram atingidas, resultando em diversas vítimas, segundo a Defesa Civil Palestina. No domingo, militares israelenses emitiram uma nova ordem de evacuação para os moradores das áreas sul de Khan Younis e norte de Rafah, instruindo-os a se deslocarem para o oeste, para Al Mawasi.

A estimativa é de que mais de 11 mil pessoas viviam nas áreas afetadas por essa nova ordem de evacuação. A situação humanitária continua crítica, com milhares de pessoas necessitando de abrigo e assistência imediata.

Conclusões e Medidas Futuras


As investigações conduzidas pela ONU demonstram um esforço contínuo para garantir a responsabilidade e a transparência dentro de suas agências. A decisão de desligar os nove funcionários da Unrwa é um passo importante para preservar a integridade da instituição e assegurar que ela continue cumprindo seu mandato de forma imparcial.

Além disso, a situação em Gaza ressalta a urgência de resolver o conflito de maneira pacífica e duradoura, visando a segurança e o bem-estar de todos os envolvidos. A ONU e outras organizações internacionais continuam a trabalhar para fornecer assistência humanitária e buscar soluções diplomáticas para a crise.

União Europeia também não reconhece resultado da Venezuela e complica ainda mais a situação de Maduro

JCO

A União Europeia afirmou neste domingo (4), que não reconhece a vitória de Nicolás Maduro nas eleições presidenciais da Venezuela, conforme anunciado pela autoridade eleitoral do país.

"Na ausência de evidências de apoio, os resultados publicados em 2 de agosto pelo Conselho Nacional Eleitoral não podem ser reconhecidos", declarou o Conselho da União Europeia em um comunicado, pedindo uma "verificação independente" do processo eleitoral.

Para encurralar ainda mais o ditador venezuelano, uma análise feita pela agência internacional Associated Press das atas eleitorais da Venezuela, divulgadas pela oposição, indica que o candidato oposicionista Edmundo González recebeu mais votos na eleição de 28 de julho do que o governo de Nicolás Maduro afirma.

A AP processou quase 24 mil imagens de folhas de contagem, representando 79% das máquinas de votação, e aponta que González obteve 6,89 milhões de votos.

As tabulações também apontam que Maduro recebeu 3,13 milhões de votos das planilhas de contagem divulgadas.

Em contraste, os resultados atualizados pelo Conselho Nacional Eleitoral do governo, publicados na sexta-feira, 2, indicam que, com base em 96,87% das folhas de contagem, Maduro teve 6,4 milhões de votos, e González, 5,3 milhões.

Uma escancarada fraude.

Líderes opositores, investigados por pedir que militares fiquem 'do lado do povo' na Venezuela

AFP
O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, fala em comício em 4 de agosto de 2024© Pedro Rances Mattey

O Ministério Público da Venezuela abriu uma investigação penal, nesta segunda-feira (5), contra os líderes opositores María Corina Machado e Edmundo González Urrutia por suposta "instigação à insurreição", depois que estes exortaram os militares a se colocarem "do lado do povo", em meio a denúncias de fraude nas eleições presidenciais de 28 de julho.

O alto comando da Força Armada expressou seu "apoio incondicional" e "lealdade absoluta" ao presidente Nicolás Maduro e rapidamente reconheceu a proclamação do presidente de esquerda para um terceiro mandato de seis anos.

"Fazemos um chamado à consciência de militares e policiais para que se coloquem do lado do povo e de suas próprias famílias. Com essa violação maciça dos direitos humanos, o alto comando se alinha com Maduro e seus interesses vis", assinalaram em carta aberta a líder da oposição, María Corina Machado, e seu candidato, o "presidente eleito" Edmundo González Urrutia.

Presidente da França apoiará, junto com Lula, eleição transparente na Venezuela© Hirsaid GOMEZ

Pouco depois, o Ministério Público anunciou a abertura de uma investigação penal contra Machado e González por "incitação aberta a funcionários policiais e militares à desobediência das leis". Eles são acusados, entre outros delitos, de "usurpação de funções" e "instigação à insurreição".

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, no poder desde 2013, diz que a Força Armada é leal a ele© Handout

- "Não somos inimigos" -

O Conselho Nacional Eleitoral (CNE), acusado pela oposição de servir ao chavismo, proclamou Maduro presidente reeleito com 52% dos votos contra 43% de González.

A opositora venezuelana María Corina Machado cumprimenta seus partidários do alto de um caminhão em uma manifestação em Caracas, em 3 de agosto de 2024© Juan BARRETO

Horas após o primeiro boletim, estouraram manifestações que foram reprimidas pelas forças de segurança, deixando pelo menos 11 civis mortos, de acordo com organizações defensoras de direitos humanos.

Maduro informou que há mais de dois mil detidos. Além disso, indicou que dois militares morreram e sustenta que os protestos fazem parte de um plano para derrubá-lo.

"Os venezuelanos não são inimigos da FAN [Força Armada]", afirmou a oposição em sua carta.

Machado anunciou na quinta-feira passada que passou à clandestinidade temendo por sua vida, embora tenha feito uma aparição surpresa para participar de uma manifestação no sábado com milhares de seguidores.

González não é visto em público desde a terça-feira passada.

Maduro pediu a prisão de ambos.

- Documentos entregues -

A oposição garante ter as provas de que houve fraude nas eleições e exige que o CNE publique as atas de votação, um pedido que também foi feito por muito países, que reivindicam um escrutínio mais transparente.

Maduro pediu ao Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), também alinhado ao governo, que "certifique" a eleição através de um processo que acadêmicos e líderes políticos consideram improcedente.

O chefe do CNE, Elvis Amoroso, entregou, nesta segunda-feira, na Sala Eleitoral do TSJ, "tudo o solicitado": atas de apuração das seções eleitorais, a ata de totalização definitiva e a cópia da proclamação de Maduro.

O CNE não publicou detalhes dos resultados das eleições de 28 de julho. Seu site não funciona desde então e a entidade alega que seu sistema foi hackeado, o que especialistas descartam.

Paralelamente, centenas de apoiadores de Maduro marcharam debaixo de chuva até o Palácio de Miraflores, sede da Presidência.

"Ou você está com a violência ou com a paz, ou você está com os fascistas ou com a pátria, ou você está com o imperialismo ou com a Venezuela", disse Maduro, que pediu um boicote ao aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp.

"Estão usando o WhatsApp para ameaçar a Venezuela e, então, eu vou eliminar o WhatsApp do meu telefone para sempre", afirmou, convocando seus apoiadores a boicotarem o aplicativo.

Na véspera, o presidente já tinha denunciado que as redes sociais são usadas para promover "divisão" e "ódio" entre os venezuelanos, assinalando diretamente para Instagram e TikTok.

- "Transição pacífica" -

O presidente da França, Emmanuel Macron, manifestou apoio à "aspiração do povo venezuelano por uma eleição transparente", após um telefonema com seu contraparte, Luiz Inácio Lula da Silva. "Esta exigência está no coração de qualquer democracia", afirmou.

Durante uma reunião com o presidente chileno, Gabriel Boric, em Santiago, Lula disse que "o compromisso com a paz é o que nos leva a conclamar as partes aos diálogos e promover o entendimento entre governo e oposição".

Boric qualificou o anúncio de uma investigação contra Machado e González como uma "perseguição penal".

Brasil, México e Colômbia promovem um acordo político.

Já os Estados Unidos instaram "os partidos venezuelanos a iniciarem diálogos sobre uma transição pacífica de retorno às normas democráticas", declarou Matthew Miller, porta-voz do Departamento de Estado.

"Continuamos pedindo transparência e a publicação das apurações de votos detalhadas, embora admitamos que passou mais de uma semana desde (a realização de) as eleições e uma publicação destes votos requereria um escrutínio minucioso", acrescentou.

Os Estados Unidos não reconhecem os resultados do pleito, assim como a União Europeia e outros países latino-americanos.

O chanceler venezuelano, Yván Gil, disse que a declaração de Washington "deixa em evidência que está à frente da tentativa de golpe de Estado, e que não reconhece a vontade democrática do povo venezuelano".

jt/erc/lbc/jb/dd/am/mvv

JCO

A brasileira ficou com o lugar mais alto do pódio na final do solo nos Jogos Olímpicos, superando a favorita Simone Biles, que ficou com a prata.

Com o resultado, Rebeca se torna a brasileira com o maior número de medalhas da história das Olimpíadas.

Relógio de pulso de Lula pode destruir a maior perseguição do "sistema" contra Bolsonaro

JCO

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu à PGR (Procuradoria-Geral da República) o arquivamento do inquérito que investiga a suposta venda de joias recebidas por autoridades estrangeiras.

Segundo informação, no pedido, os advogados argumentaram que o ex-presidente “não tinha como saber” que os presentes não eram seus, mas, sim, da União, como determinou o TCU (Tribunal de Contas da União) em 2016. Ainda, que, ao tomar conhecimento, Bolsonaro “diligenciou junto aos órgãos competentes para garantir a segura entrega do material em questão em cumprimento à determinação”.

“Nesse contexto, à míngua de qualquer mínima plausibilidade jurídica, tem-se inequivocadamente que a instauração e continuidade do presente inquérito são absolutamente inócuas, despiciendas, kafkianas, deturpadoras da finalidade pública e potencialmente caracterizadoras de prevaricação e de abuso de autoridade”, disseram.

Uma nova "carta na manga" surgiu e a defesa de Bolsonaro usou como exemplo a incorporação ao patrimônio pessoal de itens recebidos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nos primeiros 2 mandatos, de 2003 a 2010, e pela ex-presidente Dilma Rousseff (PT), de 2011 a 2016.

O documento citou, por exemplo, o relógio de pulso da marca de luxo Piaget de Lula que, segundo o petista, foi dado pelo ex-presidente francês Jacques Chirac durante as celebrações do Ano do Brasil na França, em 2005.

“Seria maravilhoso e elogiável se tal prudência investigativa ocorresse indistintamente para com todos os cidadãos, porém, estranhamente, esse argumento foi suscitado e aplicado em relação ao Presidente Lula, mas, novamente, não, o foi em relação a Bolsonaro em situação análoga”, diz o documento.

Os advogados também afirmaram que um dos conjuntos de joias recebido foi dado pelo ministro de Energia da Arábia Saudita, Abdulaziz bin Saltam Bin Abdulaziz Al-Saud, que não é chefe de Estado ou de Governo e que, por isso, poderiam integrar o acervo pessoal de Bolsonaro.

Pedem acesso a “todo o acervo probatório digital ou obtido digitalmente” e à íntegra dos autos da colaboração premiada feita pelo ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, tenente-coronel Mauro Cid.

“Tudo isso, naturalmente, deve ser colocado irrestritamente à disposição da defesa, em fiel obediência aos princípios constitucionais do devido processo legal e da ampla defesa”, disseram.

Neste momento, todo o cuidado é pouco. O "sistema" não vai descansar enquanto não "destruir" Bolsonaro. Além de sua liberdade, sua vida também corre risco e isso foi documentado no livro "O Fantasma do Alvorada - A Volta à Cena do Crime"um best seller no Brasil.

O livro, que na verdade é um "documento", já se transformou em um arquivo histórico, devido ao seu corajoso conteúdo. São descritas todas as manobras do "sistema" para trazer o ex-presidiário Lula de volta ao poder, os acontecimentos que desencadearam na perseguição contra Bolsonaro e todas as 'tramoias' da esquerda. Eleição, prisões, mídia, censura, perseguição, manipulação e muito mais... Está tudo documentado. Obviamente, esse livro está na "mira" da censura e não se sabe até quando estará a disposição do povo brasileiro... Não perca tempo. Caso tenha interesse, clique no link abaixo para adquirir essa obra:

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Alerta: Líder do Comando Central dos EUA chega a Israel; entenda País se prepara para a possibilidade de um ataque iminente do Irã e aliados

Pleno.News - 05/08/2024 15h10 | atualizado em 05/08/2024 16h02

Chefe do Comando Central dos Estados Unidos chegou nesta segunda-feira a Israel Foto: EFE/ IDF

O chefe do Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM), general Michael Kurilla, chegou nesta segunda-feira (5) a Israel, que se prepara para a possibilidade de um ataque iminente do Irã e aliados, segundo informaram as Forças de Defesa de Israel (FDI).

Kurilla e o chefe do Estado-Maior das FDI, Herzi Halevi, “realizaram uma avaliação conjunta da situação em questões estratégicas e de segurança, bem como preparações conjuntas na região como parte da resposta às ameaças no Oriente Médio”, detalhou um comunicado militar israelense.

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– As FDI continuarão a aprofundar seu relacionamento com as Forças Armadas dos EUA com base no compromisso de fortalecer a estabilidade regional – acrescentou.

O ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant, recebeu Kurilla em uma base militar em Tel Aviv e comentou que sua chegada “é uma tradução direta do apoio dos EUA a Israel”.

– Eles discutiram formas de expandir a coalizão internacional que confronta as atividades agressivas do Irã e aliados contra Israel e a desestabilização da região do Oriente Médio – afirmou um comunicado da Defesa israelense.

Gallant agradeceu aos EUA, o principal parceiro e fornecedor de armas de Israel, por “tomar medidas para fortalecer ainda mais as capacidades de defesa israelenses”.

Na viagem pela região, Kurilla deve visitar ainda a Jordânia e outros países do Golfo, de acordo com a imprensa local.

A visita ocorre no momento em que Israel se prepara para um ataque iminente do Irã e aliados, que prometeram vingar os recentes assassinatos do líder político do grupo islâmico Hamas, Ismail Haniyeh, e do principal líder militar do grupo xiita libanês Hezbollah, Fuad Shukr.

O primeiro assassinato ocorreu em um ataque em Teerã atribuído a Israel, e o segundo ocorreu em um ataque nos arredores de Beirute reivindicado por Israel.

O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, conversou com seus pares dos países do Grupo dos Sete (G7) para alertá-los de que um ataque do Irã e do Hezbollah poderia ocorrer dentro de 24 a 48 horas, de acordo com o portal americano “Axios”.

Segundo o site, o principal diplomata dos EUA enfatizou aos aliados sua crença de que tanto o Irã quanto o Hezbollah retaliarão as mortes de Shukr e Haniyeh.

O Irã, um inimigo ferrenho de Israel, mantém uma aliança informal com o Hamas, que controla a Faixa de Gaza, e a Jihad Islâmica na Cisjordânia, bem como com o Hezbollah no Líbano, os rebeldes houthis no Iêmen, a Resistência Islâmica no Iraque e outros grupos na Síria.

*EFE

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