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quarta-feira, 28 de agosto de 2024

Governo Lula terá gasto de R$ 1,8 milhão em cortinas e persianas Estudo técnico citou danos dos atos do 8 de janeiro

Pleno.News - 28/08/2024 16h22 | atualizado em 28/08/2024 19h33

Lula Foto: Ricardo Stuckert / PR

Uma verba de R$ 1,8 milhões será gasta por Lula (PT) em cortinas e persianas novas, manuais e motorizadas, para o Palácio do Planalto, da Alvorada, Jaburu, Granja do Torto e Pavilhão das Metas. Segundo a licitação, está prevista a a aquisição, sob demanda, de 1.000m² de persianas; 420m² de persianas tipo cortina, 2.020m² de cortinas; 300 metros de trilhos, 40 motores; e 20 controles remotos universais, além dos trabalhos de instalação, manutenção e reparo.

Entre os argumentos citados para a compra, estão os danos causados aos equipamentos no Palácio do Planalto durante os atos do 8 de janeiro. As informações são do colunista Paulo Cappelli, do Metrópoles.

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– Para os quantitativos das persianas, cortinas, trilhos suíços e motores considerou-se a quantidade consumida no último contrato anual e acrescentou-se devido aos trabalhos de reparação dos atos de vandalismo do dia 08/01/2023 que ocorreram ao longo de 2023 – apontou o estudo técnico do governo do petista.

E acrescentou:

– Constatou-se que não seria possível realizar o conserto e/ou manutenção de persianas e cortinas não obstante os esforços das equipes. Como não foi possível aumentar o quantitativo estipulado na ata vigente e, já considerando o seu término, e devido a necessidade de se prosseguir com os trabalhos de conserto no Palácio do Planalto, foi necessária a inclusão da contratação no PCA [Plano de Contratações Anual] 2024 de forma extemporânea.

Estranhamente, Governo Lula impõe sigilo de cinco anos em documentos enviados ao TSE sobre eleições na Venezuela

JCO

O Itamaraty impôs um sigilo de cinco anos sobre seis documentos relacionados às eleições presidenciais na Venezuela, que foram enviados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob a gestão de Mauro Vieira como chanceler.

A jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo, que solicitou os documentos, informou que o pedido foi motivado pela pressão do governo Lula para que o TSE enviasse servidores para acompanhar as eleições na Venezuela. Embora inicialmente o tribunal tenha recusado o envio de seus funcionários, a situação evoluiu ao longo do tempo.

Os seis ofícios sigilosos foram enviados ao TSE pela Divisão de Colômbia, Guiana, Suriname e Venezuela do Itamaraty e foram classificados como “reservados” pelo embaixador João Marcelo Galvão de Queiroz, diretor do Departamento de América do Sul. As razões para essa classificação foram mantidas ocultas.

Os documentos abrangem temas como "observação internacional às eleições presidenciais venezuelanas", "registro eleitoral nas eleições venezuelanas" e "convite a representantes do TSE para que observem as eleições presidenciais venezuelanas". Esses ofícios foram enviados ao TSE durante a gestão do então presidente Alexandre de Moraes, que deixou o comando do tribunal em junho.

Após a posse de Cármen Lúcia como presidente do TSE, outros três ofícios sobre a Venezuela foram enviados, tratando de "missões internacionais de observação eleitoral nas eleições locais", "exercício de simulação das eleições presidenciais venezuelanas" e "observação internacional às eleições presidenciais venezuelanas". Mesmo após a troca na presidência do TSE, o Itamaraty continuou a insistir no envio de servidores para acompanhar o pleito venezuelano.

No entanto, depois das críticas feitas pelo presidente Nicolás Maduro ao sistema de votação brasileiro, Cármen Lúcia decidiu recuar e cancelou o envio dos dois servidores, que não chegaram a viajar para Caracas. Esse recuo ocorreu apenas quatro dias antes da realização das eleições na Venezuela.

O embaixador Galvão de Queiroz justificou a classificação dos documentos como sigilosos com base na Lei de Acesso à Informação, que permite tal medida para proteger informações que possam "prejudicar ou pôr em risco a condução de negociações ou as relações internacionais do país". O Itamaraty afirmou que os ofícios ao TSE retransmitiam informações sigilosas da Embaixada em Caracas ou encaminhavam documentos oficiais de missões diplomáticas, protegidos pela Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas.

Glenn se revolta contra Barroso após decisão "sem vergonha" em favor de Moraes

 JCO

"Inacreditável: o presidente do STF, Luis Barroso, negou um pedido para que Moraes fosse declarado impedido de ser relator de investigações sobre os de vazamentos relacionados ao seu gabinete, permitindo que fizéssemos reportagens sobre ele."

Glenn ainda publicou um trecho da notícia da decisão de Barroso e decreveu como "sem vergonha":

O jornalista ainda afimou que Moraes continuará a liderar a investigação, "onde ele atua simultaneamente — mais uma vez — como suposta vítima, investigador policial, promotor e juiz"

Todo esse caso mostra que a perseguição contra o ex-presidente Bolsonaro e aliados é cruel! Além de suas liberdades terem sido surrupiadas, eles correram riscos enormes durante o ano de 2022. Isso foi documentado no livro "O Fantasma do Alvorada - A Volta à Cena do Crime"um best seller no Brasil.

O livro, que na verdade é um "documento", já se transformou em um arquivo histórico, devido ao seu corajoso conteúdo. São descritas todas as manobras do "sistema" para trazer o ex-presidiário Lula de volta ao poder, os acontecimentos que desencadearam na perseguição contra Bolsonaro e todas as 'tramoias' da esquerda. Eleição, prisões, mídia, censura, perseguição, manipulação e muito mais... Está tudo documentado. Obviamente, esse livro está na "mira" da censura e não se sabe até quando estará a disposição do povo brasileiro... Não perca tempo. Caso tenha interesse, clique no link abaixo para adquirir essa obra:

https://www.conteudoconservador.com.br/products/o-fantasma-do-alvorada-a-volta-a-cena-do-crime

Ronnie Lessa matou Marielle por ganância: “Louco com os R$ 25 milhões” Em depoimento no Supremo Tribunal Federal, Ronnie Lessa, preso por matar Marielle Franco e Anderson Gomes, falou da corrupção na polícia

metrópoles 

 atualizado 

Reprodução
ronnie lessa marielle(1)

Durante duas horas, o ex-sargento da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMRJ) Ronnie Lessa depôs em audiência virtual no Supremo Tribunal Federal (STF). E fez diversas revelações sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes.

Uma delas tem relação com o que ele receberia pelas mortes. O crime valeria cerca de R$ 50 milhões, valor de dois terrenos prometidos pelos irmãos Domingos e Chiquinho Brazão.

Os terrenos, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, iriam para Lessa e Edmílson Oliveira da Silva, o Macalé. Cada terreno custaria por volta de R$ 25 milhões.

“Eu estava louco, encantado com os R$ 25 milhões que a gente ia ganhar. Era o preço pela morte da vereadora, que seria o valor dos terrenos”, contou Lessa.

O ex-sargentou confessou que fez o serviço por ganância.

“Eu nem precisava, realmente. Eu estava numa fase muito tranquila da minha vida. Minha vida já pronta, e eu caí nessa asneira. Foi ganância mesmo. Uma ilusão danada”, disse.

7 imagens
Ronnie Lessa
Ronnie Lessa, acusado de matar Marielle Franco e Anderson Gomes
Ex-PM, Ronnie Lessa citou Chiquinho Brazão em investigação sobre Marielle
Marielle Franco
Local onde Marielle e Anderson foram mortos

Ronnie Lessa fala de corrupção na polícia

Ele também falou de supostos esquemas de corrupção dentro das polícias Civil e Militar do Rio. E que a maioria dos delegados estaria em maus bocados.

“Não ia ter espaço. Meia dúzia que iria se salvar. Essa é a realidade da Polícia Civil. E não é diferente da PM, não. É a mesma coisa. As polícias no Rio de Janeiro estão contaminadas há décadas”, afirmou Lessa.

O autor do crime contra Marielle Franco ressaltou que, quando os inquéritos eram exclusivamente em papel, era preciso somente pagar R$ 50 mil aos policiais civis “sumirem” com eles.

No depoimento ao STF, ele também detalhou a influência dos irmãos Brazão dentro da polícia do Rio.

“Porque a corrupção tá em todas as esferas, pô! Então, simplesmente, o delegado não quer fazer o que eles querem, tira ele, pô! É assim que funciona. E eles, na verdade, deixa eu só concluir aqui, eles, na verdade, tanto o Chiquinho quanto o Domingos, eles próprios têm essa bagagem. Eles mesmos botam e tiram o delegado de onde quiserem”.

Depoimento sem os irmãos Brazão

Na abertura da audiência, o advogado de Lessa, Saulo Carvalho, pediu que todos os outros réus deixassem a videoconferência, e não acompanhassem a declaração.

Somente os advogados dos réus estiveram presentes na audiência.

O pedido foi aceito pelo juiz Airton Vieira, auxiliar do STF e que preside a audiência.

Esta seria a primeira vez que Lessa prestaria depoimento diante da presença, mesmo virtual, de Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE); Chiquinho Brazão, deputado federal; Rivaldo Barbosa, delegado da Polícia Civil do RJ; Ronald Paulo Alves Pereira, major da PM do Rio; e Robson Calixto Fonseca, o Peixe, PM e assessor de Brazão no TCE.

“Havia um pacto de silêncio, e gostaria que isso fosse respeitado. É tudo muito delicado. Não estamos lidando com pessoas comuns. São pessoas de alta periculosidade, assim como eu fui. São muito perigosos (os réus), mais do que se possa imaginar”, alegou Lessa.

REUNIÃO NO ALTO SANTA MARIA.


Ontem durante o dia teve uma grandiosa caminhada em alguns bairros da cidade de Parnaíba: Sabiazal, Alto Santa Maria, Parque Zé Estavam, terminando à noite com uma grandiosa reunião, teve a presença da Deputada Estadual Gracinha Mão Santa, de muitos candidatos a vereador e uma multidão de admiradores, amantes e que querem o bem de Parnaíba.

Foi sensacional!!!
Imagens geradas pelo Fumanchú!!! O blog.

Redação e edição Rafaela Braga

Defesa diz que imagem omitida pela PF mostra filho de Moraes agredindo empresário em Roma

Folha de São Paulo.

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A defesa de Roberto Mantovani, denunciado sob acusação de hostilizar o ministro Alexandre de Moraes e familiares no aeroporto de Roma, afirma que trecho das imagens captadas pelo sistema de vídeo do terminal suprimido no material anexado ao inquérito mostra o empresário sendo agredido inicialmente pelo advogado Alexandre Barci, filho do magistrado, com um "tapa na nuca".

A conclusão consta de laudo assinado pelos peritos independentes Mauricio Tadeu dos Santos (relator) e Ricardo Molina (revisor) enviado nesta segunda-feira (26) ao STF (Supremo Tribunal Federal). O documento compõe a manifestação final da defesa, etapa que antecede o julgamento que o tribunal fará para decidir se aceita ou não a denúncia da PGR (Procuradoria-geral da República).

"Tal cena, de extrema importância, mostra uma agressão praticada por Alexandre Barci contra Roberto Mantovani, consistindo em um tapa na nuca. Houve, portanto, uma agressão anterior ao gesto de Roberto Mantovani, o qual, nas imagens de vídeo levanta o braço em movimento instintivo de defesa, resvalando nos óculos de Alexandre Barci", afirma trecho do documento.

No mês de julho, Mantovani foi denunciado pela Procuradoria sob acusação de crimes de calúnia, injúria e injúria real (ocorre quando, para ofender ou desrespeitar alguém, o ofensor recorre a violência). Foram também acusados a esposa do empresário, Andreia Munarão, e o genro dele, Alex Zanatta Bignotto, ambos em relação aos crimes de calúnia e injúria.

Na época, a defesa dos acusados reiterou a necessidade de acesso às cenas captadas pelas câmeras de segurança do aeroporto italiano, mantidas em sigilo por decisão do Supremo.

"Com elas a verdade será restabelecida e tudo será devidamente esclarecido, alcançando-se a almejada Justiça", afirmou o advogado Ralph Tórtima Filho na ocasião.

Nos documentos entregues ao STF nesta segunda, a defesa afirmou que, após reiterados pedidos, foi autorizada a visualizar o material nas dependências do tribunal.

"Ressalte-se que tal situação, do ponto de vista técnico-pericial, é totalmente inédita, visto que só se permitiu a visualização dos vídeos sem, contudo, haver a possibilidade de os peritos da defesa obterem uma cópia ou, ao menos, capturas de frames de relevância pericial", disse Tórtima Filho.

O perito contratado pela defesa de Mantovani esteve no Supremo no último dia 13 de agosto e as cenas mantidas sob sigilo foram exibidas na presença de servidores da corte, incluindo dois juízes auxiliares, segundo descreveu o especialista.

De acordo com ele, "todos os acessos, manipulação da mídia DVD e operação do reprodutor de vídeo" ficaram a cargo dos funcionários do tribunal. O perito disse que a cena que sustenta a tese da defesa "foi repetida por pelo menos três vezes, inclusive em câmera lenta" e assistida "na exata sequência em que os fatos realmente ocorreram", inclusive pelos magistrados que acompanharam a exibição.

Como resultado da diligência, foi preparado um laudo de 12 páginas que contraria o relatório da PF, documento que amparou a denúncia da PGR. "[O relatório da PF] não condiz com a realidade estampada na filmagem, em diversos e nos seus principais aspectos", afirmou a defesa.

"Como ponto de destaque, é possível afirmar que não fora Roberto [Mantovani] quem 'desferiu tapa no rosto do filho do Ministro Alexandre de Moraes, o Sr. Alexandre Barci de Moraes', e, sim, Alexandre Barci de Moraes quem desfere um tapa na nuca de Roberto, o pegando de surpresa, momento em que ele [Roberto] levanta sua mão em ação de defesa, resvalando sua mão os óculos do agressor."

A Folha de S.Paulo procurou o gabinete de Moraes por intermédio da assessoria de imprensa do Supremo e a Polícia Federal, mas ainda não houve resposta. O relator do inquérito é o ministro Dias Toffoli.

A confusão no aeroporto de Roma aconteceu em julho do ano passado. Moraes acionou a PF relatando hostilidade contra ele e sua família na Itália. A polícia instaurou inquérito para apurar as circunstâncias da abordagem e também de uma possível agressão ao filho do ministro. O empresário foi alvo de mandado de busca e apreensão dias após o episódio.


terça-feira, 27 de agosto de 2024

Retaliações do PCC após operação histórica contra o crime organizado em SP

JCO




A operação, conduzida pelo governo do estado de São Paulo, resultou na apreensão impressionante de 8 bilhões de reais em bens e dinheiro do crime organizado. Entre os alvos das autoridades, destacam-se usinas e postos de combustíveis, que, conforme revelado pela investigação, estavam sendo adquiridos em larga escala por facções criminosas para lavar dinheiro e expandir seu domínio econômico. Em um dado alarmante, a operação identificou que a quinta maior distribuidora de combustíveis do país estava, na verdade, sob o controle do crime organizado.

Com a estrutura financeira e operacional das organizações criminosas ameaçada, a resposta foi rápida e violenta. Diferentes cidades, especialmente na região de Ribeirão Preto, tornaram-se epicentros de ataques incendiários, causando caos e preocupação nas populações locais. As autoridades de segurança estão em alerta máximo, tentando conter a situação e proteger a população de novos ataques.

A situação revela uma realidade assustadora: o crime organizado, além de ser uma ameaça à segurança pública, infiltrou-se profundamente na economia formal, controlando setores estratégicos e gerando uma dependência financeira que agora se volta contra a sociedade. A resposta do governo paulista, embora contundente, desencadeou uma crise que pode ter desdobramentos graves se não for rapidamente controlada.

O governo de São Paulo, ciente da gravidade da situação, intensificou as ações de repressão e mobilizou um contingente considerável de forças de segurança para conter os ataques e restabelecer a ordem. No entanto, a batalha está longe de terminar. O que se desenrola agora é um confronto direto entre o Estado e um inimigo que, por muito tempo, operou nas sombras, mas que agora expõe seu poder e sua crueldade de forma aberta.

A sociedade paulista, que acompanha atônita a escalada da violência, espera que as ações do governo sejam suficientes para desmantelar de vez as estruturas do crime organizado e trazer paz e segurança de volta ao estado. A operação já é considerada um marco na luta contra o crime, mas o desafio será manter a pressão e evitar que novas ondas de violência tomem conta das cidades paulistas.

Foto de Carlos Arouck

Carlos Arouck

Policial federal. É formado em Direito e Administração de Empresas.

ENCERRAMENTO DA "SEMANA DA IMPRENSA"

O encerramento da Semana da Imprensa foi marcado por muita união, reconhecimento e celebração. Em um clima de gratidão, profissionais da com...