ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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domingo, 29 de setembro de 2024

Israel mata outro líder do grupo terrorista Hezbollah e se aproxima da vitória final

JCO

Trata-se de um dos principais líderes da organização que haviam sobrevivido aos ataques das forças militares israelenses ao Líbano.

Essa é a segunda baixa significativa da organização.

Na sexta-feira, o comandante do grupo, Hassan Nasrallah, também teve a morte anunciada.

Até agora, não houve manifestação oficial por parte do Hezbollah sobre sucessão em seu comando e nem sobre o funeral de suas lideranças.

Segundo o jornal The New York Times, a ausência de uma retaliação em larga escala pelo grupo contra Israel levam a crer que ele está desmobilizado e com as comunicações comprometidas.

Autoridades americanas, contudo, dizem que seria prematuro considerar que o Hezbollah foi derrotado.

De qualquer forma, tudo leva a crer que Israel está bem próximo da vitória final.

URGENTE: Mais um atentado contra candidato do PL acaba de acontecer neste sábado (veja o vídeo)

JCO

Neste sábado (28) a vítima foi o candidato a vereador em Nova Odessa (SP),  Luan Vitorelli

Engenheiro civil e professor, Luan fazia campanha em um bairro da cidade, quando um veículo passou e desferiu diversos tiros.

A polícia já foi acionada e deve iniciar as investigações para tentar identificar os autores do crime.

Veja o vídeo:

Entenda as mudanças nas regras de aposentadoria

A Reforma da Previdência de 2019 trouxe mudanças significativas nas regras de aposentadoria do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Essas novas regras têm um período de transição que vai até 2033. Aqui, vamos detalhar como essas modificações impactam os segurados do INSS.


Em 2024, as idades mínimas para aposentadoria sofrerão ajustes, com mulheres se aposentando a partir de 58 anos e 6 meses e homens a partir de 63 anos e 6 meses. Além da idade, também é necessário cumprir um tempo mínimo de contribuição: 30 anos para mulheres e 35 anos para homens.

Idade mínima para aposentadoria em 2024

No decorrer dos anos, essas idades mínimas aumentarão progressivamente. Até 2031, as mulheres precisarão ter 62 anos para se aposentar, enquanto os homens necessitarão de 65 anos até 2027. Para os trabalhadores rurais, as regras são um pouco mais flexíveis: mulheres podem se aposentar a partir dos 57 anos e homens a partir dos 60, desde que tenham pelo menos 15 anos de trabalho no campo.

O que é o sistema de pontos?


O sistema de pontos foi implementado para beneficiar aqueles que não contribuíram desde cedo. Em 2024, as mulheres precisarão de 91 pontos e os homens de 101 pontos para se aposentar.

Como funciona o sistema de pontos?

Cada ano de contribuição e cada ano de idade contam como um ponto. Por exemplo, um homem com 60 anos de idade e 31 anos de contribuição já poderá se aposentar. Até 2033, esses critérios serão aumentados, de forma que as mulheres acumulem 100 pontos e os homens 105 pontos, com prazo de ajuste até 2028.

Aposentadoria especial: quem tem direito?


O regime de aposentadoria especial é destinado a trabalhadores que enfrentam condições prejudiciais à saúde e segurança. Para ter acesso a essa modalidade, o trabalhador deve ter pelo menos 55 anos e apresentar comprovação de exposição a agentes nocivos por um período mínimo de 15 anos.

Trabalhadores que têm direito à aposentadoria especial

  • Trabalhadores em ambientes com altas voltagens elétricas;
  • Pessoas expostas a produtos químicos perigosos;
  • Trabalhadores da mineração subterrânea;
  • Profissionais da vigilância, armada ou não;
  • Aqueles em contato direto com amianto ou outras fibras nocivas (como na construção civil e serviços de emergência).

Com essas novas regras da Reforma da Previdência de 2019, os segurados do INSS precisam estar atentos às mudanças e planejar a aposentadoria de acordo com os novos critérios estabelecidos.

ONU e Oriente Médio: A controversa posição do Brasil e o longo caminho para a paz

JCO


Com todo o respeito, quantas bundas cabem nesse assento?  A julgar pelo número de grupos atacando Israel em nome de uma “causa Palestina” e a julgar pela aparente tolerância ocidental  - incluindo o Brasil - por grupos terroristas, precisaríamos também de assentos para o Hamas, Hezbollah, Irmandade Muçulmana, enfim, para cerca de 41 grupos extremistas armados que querem destruir Israel em nome de um “Estado Palestino”.  Isso traria paz?

O Brasil parece não entender quantas nuances cabem no rótulo generalizado de “Palestinos”.  Há Palestinos genuinamente moderados e pacifistas, mas aparentemente fica cada vez mais difícil encontrá-los.  Principalmente quando a aceitação ao terrorismo recompensa grupos extremistas como o Hamas que oprimem a população civil enquanto seus líderes milionários vivem no Qatar.

O Hamas definiu suas políticas em documentos lançados em 1988 e 2017.  O texto de 1988 clama pela destruição de Israel, morte a todos os judeus e critica ferozmente o Egito por conviver em paz com Israel. 

O documento de 2017 retirou referências à morte de judeus e ao Egito, acrescentando:

“O Hamas acredita que a Palestina sempre foi e sempre será um modelo de coexistência, tolerância e inovação civilizacional”. 

Essa maquiagem no texto convenceu muitos ingênuos no Ocidente.  Ao mesmo tempo, o texto também diz:

“O Hamas rejeita qualquer alternativa à libertação total e completa da Palestina, do rio ao mar”. 

Do rio Jordão ao mar Mediterrâneo.  Ou seja, Israel (definido como “projeto sionista”) teria que deixar de existir. 

É como se dissessem:

“Não temos nada contra os Italianos, mas a Itália não deveria existir”. 

O massacre de 7 de outubro de 2023, quando o Hamas invadiu Israel, sequestrou, queimou e matou milhares de inocentes, teria sido apenas o primeiro passo.  Por essa e outras, países civilizados como Austrália, Canadá, EUA, União Europeia, Japão, Organização de Estados Americanos (OEA) consideram o Hamas um grupo terrorista. 

Em maio de 2024 uma maioria esmagadora da Assembleia Geral afirmou que os palestinos mereciam filiação plena.  Esse movimento foi vetado pelos Estados Unidos, alegando corretamente que esse reconhecimento requer um acordo de paz.  Esse aspecto é fundamental: que tipo de Estado Palestino seria vizinho de Israel?  Um país inimigo lançando milhares de foguetes sobre cidades israelenses ou um vizinho pacífico a lucrar com relações econômicas produtivas, conforme estabelecido no plano de partilha aprovado pela ONU em 1947 (Resolução 181)? 

Para quem não sabe, essa Resolução aprovou não apenas a criação de um estado árabe e um estado judeu, mas também a criação de uma União Econômica a ser gerida por um Conselho Econômico Conjunto.  Não seria maravilhoso ter dois Estados prósperos, um árabe e um judeu, cooperando entre si?  Mas o Hamas e outros rejeitam isso.

Muitos querem paz, mas a realidade é complexa.  Já tivemos paz? Ou apenas momentos sem guerra, nos quais dividendos de paz momentaneamente superaram dividendos de guerra? Até quando vamos deixar que os dividendos de guerra continuem mais vantajosos na precária balança política do Oriente Médio?

Há pelo menos quatro multiplicadores dos dividendos de guerra: 

1) Compensação financeira da Autoridade Palestina para terroristas e suas famílias;
2) Extremismo religioso;
3) Polpudas doações internacionais para a “causa Palestina” vindas do Irã, do Ocidente etc.;
4) O teatro de guerra que o Oriente Médio, junto com a Ucrânia, África etc. representa para testar a indústria bélica global, que movimenta mais de 2 trilhões de dólares por ano.  

Ou seja, nunca haverá paz entre Israel e organizações extremistas como Hamas, Hezbollah, Irmandade Muçulmana etc.  Além disso, boa parte do Ocidente, incluindo o governo brasileiro, a agenda WOKE infiltrada na ONU, em universidades americanas e na extrema esquerda, colocam radicais islâmicos e palestinos no mesmo patamar, enquanto exaltam a mesma surrada narrativa contra a existência de Israel.

Quero lembrar que o Egito iniciou quatro guerras contra Israel em 1948, 1956, 1967 e 1973.  Perdeu todas, finalmente percebendo que ganha mais com a paz do que com a guerra.  A incitação anti-israelense ainda é forte na mídia egípcia, mas a paz persiste através de relações benéficas nas áreas de turismo, energia, agricultura e comércio exterior. 

De acordo com o Índice de Opinião Árabe do Centro Árabe de Pesquisa e Estudos Políticos (2019–2020), apenas 13% dos egípcios apoiam o reconhecimento diplomático de Israel, enquanto 85% se opõem.

Isso confirma que pesquisas de opinião revelam mais sobre aspirações individuais do que sobre a realidade.   Se for assim, a situação entre Israel e Palestinos seria até melhor.   

Um ensaio do Shalem College em Jerusalém compilou cerca de 400 pesquisas realizadas por cinco centros de pesquisa palestinos na Cisjordânia e em Gaza. 

A julgar apenas por pesquisas, o cenário nunca levaria à paz.  Quatorze das dezesseis vezes que um pacote hipotético de paz foi apresentado aos entrevistados entre dezembro de 2003 e dezembro de 2015, houve mais oponentes do que apoiadores.

Em média, os palestinos rejeitaram os acordos por uma margem de 54 a 44 por cento.  Além disso, o apoio diminuiu ao longo do tempo.

A pergunta-chave é:  o cérebro sentado na cadeira reservada ao “Estado Palestino” na ONU terá músculos para conter dezenas de movimentos armados extremistas dedicados a uma guerra santa contra Israel e contra o Ocidente?      

Qual seria o melhor cenário possível?  A boa notícia é que esse cenário já existe parcialmente.  A Autoridade Palestina reconhece que as exportações para Israel totalizam 80.6% do total e as importações vindas de Israel totalizam 56.6%.  Isso significa que o ideal de cooperação econômica entre Israel e Palestina já acontece, mesmo que por vias tortuosas. 

Na área de saúde, de acordo com o Projeto Rozana, uma organização sem fins lucrativos sediada na Austrália que visa conectar palestinos em Gaza e na Cisjordânia com assistência médica adequada, cerca de 100.000 pacientes palestinos recebem tratamento especializado em hospitais israelenses e de Jerusalém Oriental todos os anos, incluindo crianças que necessitam de tratamentos como quimioterapia ou diálise pediátrica.

Israel tem mais de 2 milhões de cidadãos israelenses (mais de 20% da população) classificados como “árabes”, alguns se identificando como palestinos, incluindo drusos, circassianos, árabes cristãos, e armênios.  Todos estes se beneficiam da prosperidade de Israel com plenos direitos civis, não fazendo parte de grupos extremistas que lançam foguetes contra Israel.

Como brasileiro, certamente gostaria de ver o Brasil apoiando a paz - o que refletiria a convivência harmoniosa entre árabes e judeus que tradicionalmente sempre existiu no país. 

Com certeza uma solução de dois Estados, Israel e Palestina, convivendo em paz seria desejável, mas isso nunca será possível negociando com aqueles que lucram tanto com a guerra ou com fanáticos que apenas enxergam a paz dos cemitérios por meio de uma guerra santa que significa na prática a destruição de Israel.  

Se for assim, Israel não terá escolha:  o único caminho possível para a paz será continuar vencendo todas as guerras, independente de quantas cadeiras votem contra sua existência na ONU.

Jonas Rabinovitch. Arquiteto urbanista com 30 anos de experiência como Conselheiro Sênior da ONU para inovação, gestão pública e desenvolvimento urbano em Nova York.

sábado, 28 de setembro de 2024

CAMINHADA RUMO A VITÓRIA DA COLIGAÇÃO "DE MÃOS DADAS POR PARNAÍBA".

Mais uma demonstração que o povo está do lado de Francisco Emanuel e Doutor Darllan, neste sábado teve uma grande caminhada pelas ruas do Bairro Piauí.

Foi sensacional!!!

Francisco Emanuel 11, sempre junto com o povo

Doutor Darllan e Fumanchú 44555
Fumanchú 44555

Imagens geradas pelo Fumanchú!!! O blog.

Nikolas faz “jogada de mestre” e põe Alckmin como testemunha em ação por ter dito que “Lula é ladrão”

JCO

Na petição, os advogados também alegam que as declarações do parlamentar com ataques a Lula estão sob imunidade parlamentar.

Em discurso na Cúpula Transatlântica, evento da ONU em novembro de 2023, Nikolas se referiu a Lula como “um ladrão que deveria estar na prisão”.

No caso de Alckmin, incluído entre as testemunhas de Nikolas Ferreira, a defesa citou declarações do vice-presidente em dezembro de 2017, nas quais ele ligou Lula à corrupção.

“Lula é o retrato do PT, partido envolvido em corrupção sem compromisso com as questões de natureza ética e sem limites”, disse Alckmin na ocasião, ao assumir a presidência do PSDB.

A defesa de Nikolas argumenta:

“No campo político comum são os ânimos exaltados e os excessos linguísticos. Com o devido respeito a acatamento, mas veja o exemplo de sua Excelência, o atual Vice-Presidente da República Federativa do Brasil, que em tempos não tão remotos, no âmbito de disputa política, já chegou a correlacionar o atual presidente com o mundo do crime, em diversos momentos”.

Além de Geraldo Alckmin, o deputado arrolou como testemunhas de defesa o ex-presidente Michel Temer, o presidente da Câmara, Arthur Lira, e o deputado federal Luís Tibé, procurador parlamentar da Casa.

Morre campeão mundial pelo Flamengo

 JCO

Aos 70 anos, ele não resistiu a um infarto.

No Flamengo, Reinaldo ainda conquistou os títulos do Carioca e da Libertadores em 1981, além do Brasileiro no ano seguinte. Ele era o reserva de Nunes e atuou junto de Zico, Júnior, Adílio e Andrade.

O ex-jogador começou a carreira no Potiguar Esporte Clube, de Parnamirim, e, depois, foi ao América-RN, em que foi campeão potiguar em 1974 e 1975. Conhecido por ser artilheiro, também faturou o Estadual de 1976 com o rival ABC.

Com passagens marcantes no América-RN e ABC, Reinaldo despertou o interesse do Santos, que o contratou por 1,5 milhões de cruzeiros, o que foi a maior negociação do futebol do Rio Grande Norte à época. Na equipe paulista, ele jogou a partida de despedida de Pelé, nos Estados Unidos.

Antes de chegar ao Flamengo, vestiu as camisas de Internacional e Náutico. Já após o clube carioca, passou pelo Vila Nova até retornar ao ABC, em que encerrou a carreira em 1986.

URGENTE: Moraes toma nova decisão sobre Bolsonaro

JCO 19/06/2026 às 21:01 O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL...