ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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domingo, 9 de fevereiro de 2025

Quentinhas invisíveis", mais uma falcatrua no imenso lamaçal que está se formando

JCO

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) protocolou uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU), solicitando a investigação de supostas irregularidades em contratos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, comandado por Wellington Dias (PT-PI).

O foco da denúncia envolve a contratação de ONGs para o fornecimento de marmitas a populações vulneráveis, caso batizado pela mídia de “quentinhas invisíveis”.

O epicentro da questão está no programa Cozinha Solidária, uma iniciativa do governo federal para combater a insegurança alimentar em comunidades de baixa renda.

A controvérsia surgiu quando reportagens apontaram que organizações contratadas para produzir e distribuir refeições não estariam cumprindo suas obrigações, enquanto recebiam valores expressivos.

Entre elas, destaca-se a ONG Mover Helipa, que teria firmado um contrato de R$ 5,6 milhões com o ministério. A ONG ficou em 13º lugar no chamamento público, mas recebeu uma parte significativa dos recursos. 

Além disso, endereços indicados como pontos de produção e distribuição de refeições não apresentavam sinais de atividade, conforme constatado em vistorias realizadas.

As denúncias apontam que parte desse montante foi direcionada a entidades vinculadas a figuras do Partido dos Trabalhadores (PT). 

A Mover Helipa é comandada por José Renato Varjão, que já trabalhou para os deputados Nilto Tatto (PT-SP) e Ênio Tatto (PT-SP).

Na representação, Flávio Bolsonaro argumenta que há “indícios veementes” de improbidade administrativa, citando que marmitas supostamente pagas com recursos públicos não foram entregues à população. 

Um dos casos mais emblemáticos envolve um recibo que atesta o pagamento de R$ 11 mil pelo fornecimento de refeições em dezembro de 2024, mas apenas 250 refeições (5% do previsto) teriam sido efetivamente entregues.

O senador também solicitou o afastamento imediato do ministro Wellington Dias de suas funções, enquanto as apurações estiverem em curso, pois sua permanência poderia interferir na lisura do processo investigativo.

O pedido de Bolsonaro ao TCU se baseia também, além das suspeitas de irregularidades administrativas, em possíveis crimes relacionados à má gestão de contratos públicos. 

Ele aponta, por exemplo, o que considera ser um “padrão de favorecimento” em contratos com ONGs que, apesar de classificações modestas em processos de seleção, receberam quantias significativas.

Outro caso emblemático envolve um endereço listado como sede de uma das cozinhas solidárias, mas que, segundo reportagens, não apresenta qualquer sinal de funcionamento relacionado à produção de alimentos. 

O próprio presidente da ONG, José Renato Varjão, admitiu que as denúncias se confirmam em duas das 39 cozinhas solidárias vinculadas à organização. Embora tenha garantido que há fiscalização rigorosa, ele reconheceu que nem todas as cozinhas foram vistoriadas desde a assinatura do contrato em dezembro de 2023.

O caso das 'quentinhas invisíveis' segue sob investigação, com o Tribunal de Contas da União e outros órgãos de controle apurando as denúncias.

A maior agência de notícias do mundo, os comprometedores milhões de dólares da USAID e o 8 de janeiro (veja o vídeo)

JCO

A Reuters, uma das maiores agências de notícias do mundo, teria recebido milhões de dólares da USAID, levantando graves suspeitas sobre interferência internacional na mídia. Essa conexão obscura ganha ainda mais relevância quando analisamos os acontecimentos de 8 de janeiro em Brasília.

No momento exato da invasão, um fotógrafo da Reuters estava estrategicamente posicionado, dirigindo cenas como a do manifestante com o “pé na porta” sendo rapidamente divulgadas, imagens “simbólicas” que moldariam a narrativa divulgada globalmente. Em menos de 24 horas, uma reportagem completa já circulava com essas imagens ao redor do mundo com uma interpretação bem definida dos fatos. Coincidência?

Com o financiamento milionário de uma entidade política internacional, fica evidente a manipulação na construção das narrativas que controlam a percepção pública.

A verdade sobre quem está por trás dessa trama deve ser revelada.

Os presos políticos do 8 de janeiro devem ser libertados imediatamente.

Karina Michelin. Jornalista.

Veja o vídeo:

Comunicado importante sobre a visita da comissão interamericana de direitos humanos que chega amanhã no Brasil

JCO

O ex-procurador da República e ex-deputado federal Deltan Dallagnol - incontestavelmente uma vítima do sistema que impera no país, que teve seu mandato absurdamente cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) - acaba de fazer importantes considerações sobre a visita da comitiva da Organização dos Estados Americanos (OEA) ao Brasil.

Transcrevemos na íntegra:

“A comitiva do Relator Especial para a Liberdade de Expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) chega amanhã ao Brasil. Neste momento, é essencial relembrar alguns fatos para que não caiam no esquecimento e, como diz o ditado, dar a César o que é de César.
Há algum tempo, deputados e senadores de direita perceberam que uma das principais soluções para conter os abusos do STF no Brasil seria buscar apoio internacional.
Com um STF corporativista, ativista e vingativo, um desgoverno autoritário e abusivo, um Congresso cujos presidentes se submetem ao Supremo e uma grande imprensa majoritariamente alinhada ao governo e às narrativas dos poderosos—seja por receber vultosas verbas publicitárias federais, seja pelo acesso privilegiado a fontes do governo e do STF - tornou-se praticamente impossível obter justiça dentro do país.
Desde pelo menos 2023, parlamentares como eu, Marcel van Hattem, Eduardo Girão, Eduardo Bolsonaro, Gustavo Gayer, Nikolas Ferreira, Bia Kicis, Cabo Gilberto, Filipe Barros, Marcos Pollon e Rodrigo Valadares e muitos outros participaram de delegações brasileiras em diversas viagens aos EUA.
Nessas ocasiões, reunimo-nos com congressistas americanos, autoridades, jornalistas e organismos internacionais, incluindo a própria CIDH.
Além dos políticos, é impossível deixar de mencionar o trabalho corajoso e incansável de denúncia, articulação e contato feito por diversos jornalistas e brasileiros exilados nos EUA, como Paulo Figueiredo, Lufmilla Lins Grilo, Allan dos Santos e Rodrigo Cosntantino. Outros jornalistas independentes, como Michael Shellenberguer, também desempenharam um papel fundamental na divulgação da tirania judicial em curso no Brasil.
Por último, mas não menos importante, apesar da tentativa da grande imprensa brasileira de minimizar ou ridicularizar esse fato, é inegável que os avanços recentes se devem, em grande parte, ao bom relacionamento pessoal que, não apenas o presidente Jair Bolsonaro, mas também Eduardo Bolsonaro, mantém com Donald Trump, sua família e seu círculo próximo.
Jared Kushner, marido de Ivanka Trump, é um dos principais conselheiros de Trump em política doméstica e internacional e esteve entre os responsáveis pelos Acordos de Abraão, que, ao final do primeiro mandato de Trump, fizeram história ao aproximar países do Oriente Médio com Israel.
Eduardo Bolsonaro tem uma relação próxima e direta com eles.
Um dos momentos mais marcantes desse esforço ocorreu na audiência do Congresso americano em 7 de maio de 2024, quando deputada Maria Salazar viralizou ao segurar uma foto de Alexandre de Moraes e declarar:
'O Brasil tem um criminoso condenado por corrupção política como presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, mas agora também tem um operador totalitário como ministro do Supremo Tribunal, chamado Alexandre de Moraes'.
É importante ressaltar que todas essas viagens, articulações e mobilizações da direita ocorreram durante os dois últimos anos do governo Biden e os dois primeiros anos do governo Lula. Na época, ninguém sabia sequer se Trump seria autorizado a concorrer ou que teria uma vitória eleitoral tão esmagadora quanto a de novembro do ano passado.
Fizemos tudo isso com coragem, sem garantias de sucesso e enfrentando todo tipo de ataque e crítica. A esquerda e a imprensa brasileira debocharam da audiência no Congresso americano, alegando que foi esvaziada e que poucos parlamentares deram atenção ao tema.
Além disso, choveram manchetes sobre os custos da viagem pagos pelo Congresso brasileiro, como se tivéssemos ido fazer turismo com dinheiro público, e não cumprir uma missão oficial e de interesse público nos EUA. Como eu, muitos viajaram com recursos próprios, algo que sequer era abordado em muitas reportagens.
O tempo todo tentaram vender a falsa narrativa de que nossos esforços eram inúteis, que não levariam a nada, como se fôssemos ingênuos ou como se não estivéssemos genuinamente preocupados com os presos políticos do 8 de janeiro, com a censura, os abusos e o autoritarismo do STF e do governo Lula.
Pois bem: após essa audiência, vieram os arquivos do Congresso americano, que expuseram o regime de censura imposto por Alexandre de Moraes; veio a briga pública de Elon Musk com Moraes, não apenas em prol da liberdade de expressão, mas também pelo respeito às leis brasileiras e ao devido processo legal; veio a Vaza Toga, revelando o modus operandi ilegal de Moraes no TSE e no STF; e, para o desespero total dos críticos, veio a eleição esmagadora de Donald Trump em novembro de 2024, que mudou e continuará mudando tudo.
Trump mal completou um mês no cargo e já mostrou a que veio: desmantelou a estrutura corrompida e dominada pelo identitarismo woke da USAID e, nesta semana, ordenou sanções contra membros do Tribunal Penal Internacional, cassando vistos e bloqueando bens de quem atua em investigações contra cidadãos americanos ou aliados dos EUA, como Israel.
Uma fonte segura e próxima me informou que, ao tomar posse, o governo Trump deu um recado direto à CIDH: ou vocês investigam e punem os casos de censura e violação à liberdade de expressão no continente americano, ou cortaremos seu financiamento. Boa parte do orçamento da CIDH vem dos EUA. Em 2023, o governo americano destinou US$ 7,3 milhões à CIDH por meio de um fundo. Não é coincidência que a visita ao Brasil esteja ocorrendo apenas agora.
Que a chegada do Relator Especial, a partir de amanhã, derrame luz sobre o sigilo infinito e os abusos que denunciamos há anos. Que a investigação da CIDH revele ao mundo o "pau de arara do século XXI" imposto pelo STF e as práticas de ‘tortura’ mediante ‘prisões preventivas ilegais e alongadas’ conduzidas por Moraes, que só libertou pessoas como Mauro Cid e Ronnie Lessa após acordos.
Que caiam as mordaças, as algemas, a censura e os bloqueios. Que o Estado Democrático de Direito volte a respirar no Brasil. E que os avanços que testemunhamos agora tragam esperança, fôlego, ânimo, alegria e conforto à direita, aos presos políticos e seus familiares, e a todos que foram vítimas do autoritarismo dos donos do poder nos últimos anos.”

Com Lula derretendo, “Bessias” se desespera e pede “socorro” ao STF

JCO

O Advogado-Geral da União, Jorge Messias, entrou em estado de pânico em razão do derretimento de Lula. Ele quer de qualquer maneira impor censura nas redes sociais.

Para tanto, ele acaba de peticionar ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo urgência no caso da regulação das redes.

A clara intenção é impedir críticas a Lula e tentar frear a queda livre do petista.

O jornalista Cláudio Dantas comentou sobre o assunto em seu blog. Confira:

“Depois da audiência fracassada com as Big Techs e com a popularidade de Lula em queda livre, Jorge Messias tenta acelerar o julgamento sobre a regulação das redes sociais.
Em petição ao Supremo Tribunal Federal, o AGU alegou que “a conclusão célere do julgamento do mérito deste recurso extraordinário, por parte dessa Suprema Corte, é de extrema urgência, para que, ao estabelecer parâmetros claros para a responsabilização dos provedores de aplicações por danos decorrentes de atos ilícitos praticados por terceiros, se promova um ambiente digital seguro, pautado no respeito aos direitos fundamentais e aos valores democráticos”.
Seguro, para Messias, é impedir vozes críticas nas redes. Sem pudor, o advogado alega que ‘especialistas que participaram da audiência pública de 22 de janeiro alertaram para supostas violações de direitos fundamentais decorrentes das novas políticas da Meta’. Na verdade, na audiência citada, estavam apenas os aliados do próprio PT, muitos financiados por ONGs globalistas.
O julgamento, que começou em novembro de 2024, foi interrompido após pedido de vista do ministro André Mendonça. Antes disso, Dias Toffoli e Luiz Fux votaram a favor de transferir para as plataformas a responsabilidade sobre a remoção de conteúdo, o que tende a gerar um fenômeno geral de censura prévia. Luís Roberto Barroso também defendeu que as empresas devem ser responsabilizadas se não removerem conteúdos criminosos.
É uma vergonha.”

sábado, 8 de fevereiro de 2025

AMISTOSO INTERMUNICIPAL.

Acontecerá neste domingo(9) uma grandiosa partida amistosa entre Lokomotiv da cidade de Bom Princípio do Piauí x Rachão Amigos do Fumanchú de Parnaíba. Agradecemos ao Secretário de Esportes Paulo Paulada pelo convite, brevemente retribuiremos o convite.

Vai ser show!!! Agradecemos ao amigo Paulo Jr. pela ajuda.

Ministro de Lula é vergonhosamente desmoralizado pelo próprio governo

 JCO

O ministro do Desenvolvimento Social Wellington Dias (PT-PI), teria mentido durante uma entrevista a agência de notícias DW. Ele disse que a proposta de aumentar o valor do Bolsa Família estava "na mesa" e a decisão seria tomada até março.

Na entrevista, Wellington Dias afirmou que a medida buscaria amenizar para as famílias mais pobres o aumento no preço dos alimentos.

"Vamos tomar uma decisão dialogando com o presidente, porque isso repercute. Será um ajuste? Será um complemento na alimentação?", perguntou ao repórter, admitindo na sequência que mexer no valor do repasse "está na mesa".

Logo em seguida, a Casa Civil desmentiu Wellington Dias, e disse que o governo federal não estuda e não discutirá um aumento no valor do benefício.

Dias comanda justamente a pasta que faz a gestão do programa social. Saiu completamente desmoralizado.

Aliás, esse é um governo desmoralizado, sem moral e sem respeito.

Leia a nota da Casa Civil:

"A Casa Civil da Presidência da Republica informa que não existe estudo no governo sobre aumento do valor do benefício do Bolsa Família. Esse tema não está na pauta do governo e não será discutido."

Novo presidente da Câmara chega com o "pé na porta" e crava: '8 de janeiro não foi tentativa de golpe'jc

JCO

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), surpreendeu mais uma vez.

Ao falar sobre o 8 de janeiro, Motta cravou:

“O que aconteceu não pode se repetir. Foi uma agressão às instituições, algo inimaginável. Agora, dizer que foi um golpe? Um golpe precisa de um líder, de apoio de outras instituições interessadas, e isso não existiu”, declarou Motta. Para ele, os atos foram protagonizados por “vândalos e baderneiros” inconformados com o resultado eleitoral.

Sobre a tramitação do projeto de lei que propõe a anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro, Motta destacou que não há decisão definitiva sobre o tema.

Segundo ele, a discussão gera divisão na Câmara e tensionamento com os demais Poderes. O parlamentar relatou que recebeu pedidos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para que a proposta seja votada, enquanto a base do governo Lula considera a medida um retrocesso.

“Não posso afirmar se pautarei o projeto na próxima semana ou se ele não será pautado. O diálogo precisa ser constante”, ponderou.

Motta também criticou o que considera “desequilíbrio” nas condenações.

“Não se pode penalizar uma senhora que apenas passou em frente ao Palácio com 17 anos de reclusão. Precisamos punir quem quebrou e depredou, mas sem exageros”, afirmou.

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje é dia de celebrar a vida da querida Sara Fernandes !!! Uma pessoa iluminada, de coração generoso e presença marcante por onde passa. S...