ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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sexta-feira, 11 de abril de 2025

Eu assino embaixo!

JCO

O calcanhar de Aquiles do ministro Alexandre de Moraes tem nome: VERDADE! É sobre ela que Moraes pisoteia, para tentar justificar o injustificável, tentando ruminar mentes despreparadas do coletivo social. Suas ações e decisões não encontram lastro na verdade e nenhuma forma de pilar para sustentá-las. Pelo contrário!

Acaba por tropeçar nela ao se pronunciar como na entrevista que concedeu à revista americana The New Yorker.  A entrevista, tipicamente moldada para vendê-lo como bom moço e paladino da justiça e da democracia brasileira, com direito a fotos midiáticas e apropriadas para fomentar vaidades, já encontrou, em cada vírgula de suas declarações sinuosas, óbices que o colocam na berlinda dos grandes autoritários da história. E uma a uma, suas falas são destronadas pelas verdades. E é justamente na verdade que Moraes encontra seu verdadeiro contraponto. Ah, se ele pudesse calar a tudo e a todos…, mas esse poder ele não tem.

E não há, sinto muito ministro, como jogar a verdade para debaixo do tapete.

Colocado numa vitrine, exposto ao mundo, Moraes se vê numa automutilação silenciosa, num ser vulnerável a análises de toda ordem. E não demora para cair do próprio cavalo. Se enfraquece, se macula e se prostra, subjugado pelos próprios atos e palavras, longe de qualquer civilidade, moralidade e ética. E não podemos deixar de falar de questões humanitárias que parecem não existir para o maior algoz dos brasileiros da atualidade.

E foi num texto do advogado Leonardo Corrêa, Mestre em Direito pela Universidade da Pennsylvania - Philadelphia/EUA, que encontrei uma análise sensata e concreta a respeito de um dos temas abordados pelo ministro na tal entrevista, a censura, por vários analistas, e do desconforto que a VERDADE traz a Moraes. É absolutamente categórico a facilidade para desnudar as pretensões perniciosas, porém frágeis, obscuras, porém estúpidas, que o ministro da maior corte do Brasil quer impor. 

A VERDADE é um antídoto natural para gente como Alexandre de Moraes!  

Vamos ao texto:   

A Voz da Liberdade: Churchill, Madison e o Erro Histórico de Alexandre de Moraes

Por Leonardo Corrêa

"Na entrevista que concedeu à The New Yorker, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que “os nazistas teriam conquistado o mundo se tivessem o X”, numa alusão direta à rede social de Elon Musk. A frase, provocativa e midiaticamente eficaz, revela, no entanto, uma profunda incompreensão da história do século XX e uma visão preocupante sobre os fundamentos da liberdade em uma democracia.

Comecemos pelo essencial: os nazistas não precisavam de redes sociais livres — porque jamais tolerariam a existência de uma. O regime de Adolf Hitler foi erguido sobre o controle total da comunicação. Joseph Goebbels, ministro da propaganda, compreendia perfeitamente o risco representado pela liberdade de expressão. Por isso, dominou os jornais, o rádio, o cinema e o teatro. A máquina nazista não se alimentava da controvérsia, mas do silêncio imposto ao dissenso. Sua força estava na ausência de vozes alternativas, na eliminação do debate, na supressão da dúvida.

Comparar isso a uma rede como o X — marcada justamente pelo pluralismo, pelo confronto e, sim, até pelo excesso — é inverter a lógica dos fatos. O X representa o que Goebbels mais temia: um ambiente em que o Estado não detém o monopólio da narrativa.

Essa inversão não é apenas um erro de interpretação. É uma tentativa de legitimar o controle da palavra com o pretexto de proteger a democracia — o que, ironicamente, foi exatamente o que regimes autoritários fizeram ao longo da história.

A imagem que desmonta toda essa construção está registrada no prefácio de Never Give In!, coletânea de discursos de Winston Churchill, organizada por seu neto. O autor narra o testemunho de uma mulher alemã que, durante a guerra, ouvia escondida as transmissões da BBC. Ela não compreendia o inglês. Mas sabia — pela firmeza e pelo tom da voz — que aquilo era liberdade. Aquela era a presença de algo maior do que o medo: a verdade.

Não foi o silêncio que derrubou o nazismo. Foi a persistência da palavra livre. Não foi a censura que protegeu o Ocidente. Foi a coragem de falar, mesmo quando ouvir era proibido.

Esse episódio real nos remete à concepção original da liberdade de expressão, tal como formulada por James Madison, arquiteto da Primeira Emenda da Constituição americana. Para Madison, o direito de expressão não existe para proteger ideias populares ou confortáveis — mas exatamente para limitar o poder daqueles que querem decidir o que pode ser dito e o que deve ser calado.

Em 1799, Madison escreveu:

“O povo não deverá ser privado nem ter restringido seu direito de falar, escrever ou publicar seus sentimentos; e a liberdade de imprensa, como um dos grandes baluartes da liberdade, deverá ser inviolável.”

A frase poderia ser dirigida diretamente ao presente. A tentativa de vincular a liberdade de expressão à ascensão do nazismo é mais do que anacronismo: é um argumento perigoso, porque inverte o eixo de proteção da Constituição. Em vez de garantir o direito de cada cidadão se expressar livremente, sob risco do Estado, transfere-se ao Estado o poder de decidir quem pode falar — e sobre o que.

A Primeira Emenda americana, tão cara a Madison, não nasceu para ser flexível. Ela nasceu para ser um limite rígido ao governo. Seu espírito deveria inspirar qualquer democracia constitucional séria: não cabe ao Estado dizer o que é verdade. Cabe ao povo decidir, em liberdade.

A censura, ainda que travestida de “regulação responsável”, continua sendo censura. E como a história mostrou, sempre começa com o pretexto de “proteger a democracia” e termina com a destruição dela. A fala de Moraes é mais um passo nesse caminho tortuoso, em que os juízes se colocam como intérpretes morais da liberdade alheia — enquanto a própria Constituição se cala diante da exceção permanente.

Que nunca nos esqueçamos da mulher alemã, sem inglês, ouvindo Churchill: porque ali estava a essência da liberdade — não na compreensão, mas no direito de ouvir.

Leonardo Corrêa – Advogado, LL.M pela University of Pennsylvania, Sócio de 3C LAW | Corrêa & Conforti Advogados, um dos Fundadores e Presidente da Lexum

Foto de Alexandre Siqueira

Alexandre Siqueira

Jornalista independente - Colunista Jornal da Cidade Online - Autor dos livros Perdeu, Mané! e Jornalismo: a um passo do abismo..., da série Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa! Visite:
  http://livrariafactus.com.br

STF formaliza a abertura do maior absurdo que o Brasil já viu

JCO

O Supremo Tribunal Federal (STF) formalizou nesta sexta-feira, 11, a abertura de uma ação penal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete investigados, todos apontados como integrantes do núcleo central de uma suposta tentativa de golpe de Estado. A relatoria do processo segue nas mãos do ministro Alexandre de Moraes, figura central nas investigações que envolvem a cúpula do antigo governo.

A decisão atende à denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), que foi acatada pela Primeira Turma do STF em julgamento concluído no dia 26 de março. O acórdão, publicado agora, oficializa a transformação dos denunciados em réus. Entre os nomes estão o general Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e vice na chapa de Bolsonaro em 2022, além de outros ex-integrantes do alto escalão federal.

A denúncia abrange acusações graves: tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, formação de organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. As penas previstas ultrapassam os 40 anos de reclusão.

Com o início da fase de instrução criminal, tanto a defesa quanto a acusação poderão apresentar testemunhas, solicitar novas provas e produzir diligências. Jair Bolsonaro, assim como os demais réus, deverá ser interrogado pelo gabinete do ministro Moraes ao término desta etapa. O julgamento de mérito está previsto ainda para este ano, com a intenção de evitar impactos diretos nas eleições de 2026.

A publicação do acórdão soma 500 páginas e detalha os fundamentos legais e factuais que sustentam o processo contra o chamado núcleo 1 da investigação. Os nomes dos oito réus são:

  • Jair Bolsonaro, ex-presidente da República;
  • Walter Braga Netto, general da reserva e ex-ministro da Defesa;
  • Augusto Heleno, general da reserva e ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional;
  • Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);
  • Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do DF;
  • Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;
  • Paulo Sérgio Nogueira, general da reserva e ex-ministro da Defesa;
  • Mauro Cid, ex-ajudante de ordens e delator.

Outros dois julgamentos também já têm datas marcadas: nos dias 22 e 23 de abril, o STF analisará as denúncias contra o núcleo 2, acusado de planejar ações para manter Bolsonaro no poder de forma ilegítima. Já o núcleo 3, composto por militares e um policial federal, será julgado nos dias 20 e 21 de maio, por alegado envolvimento em ações operacionais para execução do suposto plano golpista.

URGENTE: Moraes dá cinco dias a Bolsonaro

JCO

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu prazo de cinco dias para os advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro e de mais sete réus envolvidos no famigerado caso da suposta tentativa de golpe.

A abertura do prazo é a primeira medida assinada pelo ministro na ação penal aberta hoje contra os acusados. Moraes é o relator do caso.

A abertura é uma formalidade para cumprir a decisão da Primeira Turma da Corte que aceitou denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) e transformou Bolsonaro, o general Braga Netto e outros acusados em réus.

Pela decisão, os acusados poderão alegar "tudo o que interesse à sua defesa", além de indicar provas pretendidas e arrolar testemunhas, que deverão depor por videoconferência.

Moraes também confirmou que Bolsonaro e os demais acusados deverão prestar depoimento ao final da instrução. A data ainda não definida.

O ministro acrescentou ainda que vai indeferir a inquirição de testemunhas "meramente abonatórias", ou seja, de pessoas não possuem conhecimento dos fatos e são convocadas para somente para elogiar os réus. Nesses casos, os depoimentos deverão ser enviados por escrito pela defesas.

Após o fim da instrução, o julgamento será marcado, e os ministros vão decidir se o ex-presidente e os demais acusados serão condenados ou absolvidos. Não há data definida para o julgamento.

Justiça condena Pablo Marçal por criticar Boulos durante campanha eleitoral

JCO

O ex-candidato ao governo de São Paulo pelo PRTB, Pablo Marçal, foi condenado a pagar R$ 30 mil por declarações feitas durante a campanha eleitoral de 2024, em que questionava publicamente o envolvimento do deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) com o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). A sentença, assinada pelo juiz Anderson Cortez Mendes, ainda cabe recurso.

Em entrevista concedida em 11 de julho, Marçal criticou o MTST, movimento liderado por Boulos, e o classificou como um “esquema criminoso” que funcionaria como uma “imobiliária irregular” cobrando, segundo ele, aluguel de R$ 700 de famílias pobres em ocupações. Embora as declarações tenham sido feitas no contexto de um debate político, a Justiça entendeu que houve violação à honra do parlamentar de esquerda.

A defesa de Marçal alegou o legítimo exercício da liberdade de expressão e o direito à crítica política, especialmente diante de figuras públicas envolvidas em movimentos com forte impacto social. No entanto, o argumento foi rejeitado pelo juiz, que determinou ainda a remoção do trecho da entrevista sob pena de multa diária de até R$ 50 mil em caso de descumprimento.

A condenação reacende o debate sobre os limites da liberdade de expressão no Brasil, especialmente quando se trata de denúncias e críticas a políticos ligados a movimentos sociais historicamente associados à esquerda.

Nas eleições para o governo paulista, Pablo Marçal não avançou para o segundo turno. Boulos chegou à etapa final, mas acabou derrotado por Ricardo Nunes (MDB), que venceu com 59,35% dos votos, sinalizando a rejeição da maioria dos paulistas a pautas mais radicais.

DIA DO PREFEITO

Hoje é comemorado o "Dia do Prefeito", aproveitamos para torcer que o Prefeito de Parnaíba, Francisco Emanuel, faça um bom trabalho para nossa cidade continuar crescendo.

Vamos torcer para dar certo!!!



A única arma real do povo contra o "sistema" é revelada

JCO

A possibilidade de prisão de Jair Bolsonaro absurdamente se tornou realidade...

A cruel perseguição contra o ex-presidente, seus aliados e sua família não tem limites!

Há quem diga que não existe mais solução. Mas, enquanto houver fé, há esperança.

A maior e única arma que o povo pode ter neste momento é o conhecimento. A verdade não pode morrer! A histórica precisa contar a verdade sobre o que está acontecendo... Sobre o que aconteceu em 2022, sobre os absurdos contra Bolsonaro e, principalmente, a verdade que Lula e o PT segue tentando esconder há décadas.

Foi pensando nisso que a editora Conteúdo Conservador lançou um kit de livros chamado "COMBO 2026"São três obras com o valor bem abaixo e o FRETE GRÁTIS para chegar ao número máximo de brasileiros. É impactante!

Não perca essa oportunidade de ter esse material raro e histórico na sua casa... Caso tenha interesse, clique no link abaixo para conhecer esse lançamento:

https://www.conteudoconservador.com.br/pages/promocao-conteudo-conservador

Vale a pena o investimento!


Ex-atriz da Globo é encontrada em condição deprimente, pedindo esmolas

JCO

Uma situação complicada e até certo ponto inexplicável ocorreu na cidade de Jacutinga (MG).

A atriz Maria Gladys, de 85 anos, foi encontrada completamente desorientada e pedindo esmolas pelas ruas da pequena cidade do interior mineiro.

A ‘ajuda financeira’ era justificada para que pudesse retornar ao Rio de Janeiro.

A artista é avó da atriz internacional Mia Goth.

A filha dela, Maria Thereza Mello Maron, se manifestou no Facebook:

“Ela está na rua, confusa, sozinha, sem dinheiro e sem casa. Precisa vir ao Rio me encontrar, para que eu possa trazê-la para minha casa”, disse.

A história foi publicada originalmente por Pablo Oliveira, colunista da Tupi.

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje é dia de celebrar a vida da querida Sara Fernandes !!! Uma pessoa iluminada, de coração generoso e presença marcante por onde passa. S...