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sábado, 26 de abril de 2025

URGENTE: Moraes manda soltar "peça-chave" das manifestações de 2022

JCO

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (25/4) a liberação de José Acácio Serere Xavante, mais conhecido como Cacique Tserere, liderança indígena do povo Xavante.

Tserere havia sido detido em 22 de dezembro de 2024, na fronteira entre Brasil e Argentina, ao tentar deixar o território nacional rumo ao país vizinho. Ao conceder a liberdade, Moraes impôs uma série de medidas cautelares que o indígena deverá cumprir. As determinações incluem:

  • Obrigação de uso de tornozeleira eletrônica;
  • Proibição de acesso e uso de redes sociais, inclusive de perfis administrados por terceiros;
  • Vedação de qualquer tipo de comunicação com outros investigados nos mesmos fatos;
  • Proibição de conceder entrevistas a veículos de mídia como jornais, revistas, sites, blogs, podcasts e similares, tanto nacionais quanto internacionais, sem prévia autorização do STF;
  • Restrição de visitas, permitidas apenas a seus advogados.

Figura considerada destaque nas manifestações realizadas em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília, Tserere foi capturado após promover atos políticos em locais públicos da capital, incluindo o aeroporto e um shopping, onde fez duros ataques direcionados a ministros do Supremo.

Tserere costumava publicar vídeos criticando duramente o ministro Alexandre de Moraes e questionando a legitimidade dos resultados das eleições por meio das urnas eletrônicas.

A prisão do cacique, em dezembro de 2022, foi um dos fatores que desencadearam atos de vandalismo na capital federal. Na ocasião, manifestantes incendiaram veículos e tentaram invadir a sede da Polícia Federal, onde Tserere estava detido.

Após recusar ministério, deputado oferece mais uma desagradável surpresa para Lula

JCO

O deputado Pedro Lucas (MA), líder do União Brasil na Câmara, que recusou ser ministro das Comunicações, evitou adiantar sobre um eventual apoio a reeleição de Lula em 2026. Para o deputado, “o União Brasil é um partido formal, plural, formado por várias tendências”.

Pedro Lucas declarou que o partido tem várias visões diferentes sobre 2026.

“A gente tem que discutir 2026 em 2026. A gente precisa se fortalecer nos estados para quando chegar em 2026 pleitear coisas maiores, uma (candidatura) majoritária ou uma vice, ou uma composição, ou fazer uma grande bancada de senadores e de deputados.”

De acordo com o líder da sigla, a federação com o PP terá no comando o presidente do União Brasil, Antonio Rueda, que terá um mandato até dezembro de 2026, o que deixaria o partido com influência nas eleições do ano que vem.

Eis a maior e única arma do povo contra o "sistema"...

JCO

A possibilidade de prisão de Jair Bolsonaro absurdamente se tornou realidade...

A cruel perseguição contra o ex-presidente, seus aliados e sua família não tem limites!

Há quem diga que não existe mais solução. Mas, enquanto houver fé, há esperança.

A maior e única arma que o povo pode ter neste momento é o conhecimento. A verdade não pode morrer! A histórica precisa contar a verdade sobre o que está acontecendo... Sobre o que aconteceu em 2022, sobre os absurdos contra Bolsonaro e, principalmente, a verdade que Lula e o PT segue tentando esconder há décadas.

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Confederações sindicais investigadas pela PF têm conexões com partidos políticos e governo

 Folha de S. Paulo

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - As entidades sindicais investigadas pela Polícia Federal e pela CGU (Controladoria-geral da União) por descontos não autorizados de benefícios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) têm conexões políticas com partidos como PT, PDT, PSB e MDB.

O presidente da Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura) é Aristides Veras dos Santos. Ele é irmão do deputado federal Carlos Veras (PT-PE). Desde o início de fevereiro, o parlamentar é o primeiro secretário da Câmara.

A Contag é a entidade que mais recebe recursos de descontos em benefícios do INSS. Só em fevereiro foram R$ 36,5 milhões de 1,2 milhão de associados.

Já a secretária-geral da entidade até esta quinta (24), Thaisa Silva, foi secretária-geral no Mato Grosso do Sul do Movimento Popular Socialista, ligado ao PSB, em 2023. No ano seguinte, foi candidata a vereadora de Campo Grande pelo MDB, ficando com a suplência.

"É um erro grosseiro colocar a Contag no mesmo patamar de instituições que têm realizado ações com fortes indícios de irregularidades e outras que, inclusive, a própria Contag e algumas de suas federações filiadas, já informaram os desmandos realizados e que configuram fraudes", disse, em nota, a entidade sindical.

"Não há qualquer vinculação que possa ser estabelecida entre o mandato do deputado Carlos Veras e o acordo entre a Contag e o INSS", acrescenta a nota.

Veras afirma que seu mandato "tem origem na agricultura familiar e no movimento sindical rural, trajetória que compartilha com seu irmão, Aristides Santos, dirigente da Contag". "A relação com a Contag é pública, legítima e historicamente baseada em princípios de luta social, solidariedade de classe e compromisso com as pautas do campo", disse em nota.

Ao contrário das outras investigadas, a Contag não teve um aumento expressivo nos associados entre 2021 e 2023, de acordo com o TCU (Tribunal de Contas da União). Eram 1,5 milhão em dezembro de 2021 e 1,4 milhão no último mês de 2023.

O Sindiapi (Sindicato dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da UGT) por sua vez tem como vice-presidente o irmão do presidente Lula (PT), José Ferreira da Silva, o Frei Chico. Ele está no posto há um ano e ocupa diretorias na entidade desde 2008.

O presidente do sindicato é Milton Cavalo, dirigente do PDT -partido do ministro da Previdência, Carlos Lupi.

De acordo com o TCU, o número de associados ligados ao sindicato passou de 8.900 em dezembro de 2021 para 54,8 mil em dezembro de 2023. Em fevereiro deste ano, foram 207 mil descontos em folha para a entidade.

"Não fomos intimados, não teve busca e apreensão em nenhuma das mais de 80 sedes do Sindiapi no país todo. Estranho essa alegação de termos sido alvos da PF e não ter tido nada", disse Cavalo. "A entidade apoia integralmente as investigações sobre eventuais irregularidades nos descontos aplicados sobre os benefícios dos aposentados", acrescentou.

As onze entidades investigadas pela PF e pela CGU por descontos indevidos de aposentadorias pagas pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) responderam por 60% do total abatido dos benefícios em fevereiro deste ano.

De acordo com as investigações, a soma dos valores descontados chega a R$ 6,3 bilhões, entre 2019 e 2024, mas ainda será apurado qual a porcentagem foi feita de forma ilegal.

ENCERRAMENTO DA "SEMANA DA IMPRENSA"

O encerramento da Semana da Imprensa foi marcado por muita união, reconhecimento e celebração. Em um clima de gratidão, profissionais da com...