Uma tragédia abalou a cidade de Rio Verde de Mato Grosso (MS) após uma criança de apenas dois anos disparar acidentalmente uma arma de fogo contra a própria mãe, provocando sua morte. O incidente foi capturado por uma câmera de segurança instalada na residência da família.
As imagens mostram o casal sentado em uma varanda, enquanto o menino alcança uma pistola 9 mm deixada sobre a mesa. Em um momento de descuido, o disparo é efetuado, atingindo a mulher no braço e no tórax. Logo após o tiro, ela se levanta bruscamente, enquanto o pai verifica os ferimentos. Em seguida, ele recolhe a arma, que havia caído no chão.
Conforme relato da delegada responsável pelo caso, Danielle Felismino, a vítima foi levada com urgência ao hospital local, porém não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.
O pai da criança, um produtor rural com registro e porte legal da arma, responderá pelo crime de homicídio culposo – quando não há intenção de matar – e continuará em liberdade durante o processo.
As autoridades ainda avaliam a situação da criança. Existe a possibilidade de o menino ser encaminhado ao Conselho Tutelar, onde poderá receber acompanhamento psicossocial especializado.
O vídeo que registra o ocorrido circula na internet, mas é necessário cautela, pois contém cenas são fortes. Assista:
O plano do ex-presidente Jair Bolsonaro é de que o seu filho, Carlos Bolsonaro, seja candidato ao Senado Federal pelo estado de Santa Catarina.
Sua companheira de chapa, vez que teremos duas vagas em disputa, será a deputada federal Caroline de Toni.
Na avaliação do ex-presidente Jair Bolsonaro, essas duas candidaturas devem garantir as duas vagas em disputa em SC.
Carlos, inicialmente, seria candidato a deputado federal pelo Rio de Janeiro. Bolsonaro, porém, mudou de ideia e decidiu lançar o filho a senador, como parte da estratégia de ter tentar maioria no Senado a partir de 2027.
"Os governantes do Irã prometeram destruir meu país, assassinar meu povo. E a resposta deste órgão, a resposta de quase todos os governos aqui representados, foi absolutamente nada, silêncio total, silêncio ensurdecedor" (pronunciamento de Benjamim Netanyhu, em 01.10.2015, na 70ª Assembleia Geral da ONU. Logo após ele proferir essas palavras, seguiu-se um silêncio mortal na Assembleia, que durou 44s).
A omissão da ONU na questão iraniana não é apenas grave: é criminosa. Quando o Hamas, o Hezbollah e os Houthis atacam Israel, é de sabença geral que atuam em nome do Irã pois são proxies (representantes) dos iranianos. São meros fantoches. O Irã (dos fundamentalistas xiitas) é o responsável pelos conflitos no Oriente Médio. São eles que incentivam e provocam os conflitos contra Israel, além de financiar e fornecer treinamento militar, armamento e logística para os grupos terroristas. Netanyahu vem denunciando a cumplicidade da ONU com o Irã há anos, sem sucesso.
Em 27.09.24 Netanyahu discursou novamente na ONU e foi debochadamente vaiado, pois alertou sobre o perigo crescente das ações iranianas e pediu que todos se juntassem a Israel; além disso cobrou do Conselho de Segurança que impusesse sanções ao Irã por suas armas nucleares. Nada fizeram.
Como dito, é de sabença geral que o mudo inteiro tem conhecimento que Hamas (Palestina), assim como o Hezbollah (Líbano) e os Houthis (Iêmen) são meros proxies do Irã. Benjamin Netanyahu vem denunciando a cumplicidade da ONU em relação ao Irã há anos. O mais grave nessa história é que a guerra não é apenas entre Irã e supostamente Israel; é muito mais profundo e grave. Na verdade, a guerra do Irã contra Israel (por meio dos grupos terroristas) é contra os "infiéis", ou seja, contra nós todos, contra qualquer um que não seja muçulmano xiita (os xiitas apenas suportam os sunitas).
A questão palestina é mero pretexto - a ponta do iceberg - eis que os fundamentalistas xiitas veem Israel (O Pequeno Satã, segundo eles) como um enclave do mundo ocidental no Oriente Médio. Uma pedra no sapato. Vale lembrar que se Israel é o "Pequeno Satã", os EUA e nós todos somos "O Grande Satã". Uma vez removido o "Pequeno Satã", o próximo passo será exportar livremente a jihad ("guerra santa") contra o "Grande Satã", ou seja, contra o mundo não muçulmano.
A Europa já está sucumbindo; Suécia, Noruega e a França encontram-se à beira do abismo, em especial por conta da "Jihad Hashaket" (o ventre das mulheres islâmicas é uma arma silenciosa em razão das suas altas taxas de natalidade, tema abordado no documentário "From de River to the Sea" da Brasil Paralelo). A única linguagem que os terroristas conhecem é a da força, de forma que já passou da hora da ONU adotar as devidas e efetivas providências contra o Irã, responsabilizando-o pelos danos causados à Israel e ao Mundo. A propósito, a ONU deveria indenizar e ressarcir Israel pelas consequências e prejuízos de sua omissão.
Em 1994 John Bolton (ex-conselheiro de Segurança Nacional dos EUA) afirmou que “O prédio do Secretariado (da ONU) em Nova York tem 38 andares. Se perdesse 10, não faria diferença alguma. As Nações Unidas são uma das organizações inter-governamentais mais ineficientes em atividade”. É com perplexidade que se confirma que 31 anos depois, Bolton tinha razão.
Se a alternativa adotada pela ONU for ignorar o Irã e seus proxies, a consequência é óbvia: não haverá mundo livre amanhã. O ataque de Israel nessa sexta (13) ao Irã deve representar muito mais que uma suposta defesa preventiva de Israel, mas de efetiva defesa do Mundo democrático, devendo servir de alerta para todos e representar (espera-se!) o ponto de inflexão na passividade da ONU.
Não é possível acreditar que 31 anos depois John Bolton tinha razão.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a empresa Meta, responsável por plataformas como Instagram e Facebook, forneça à Corte informações detalhadas sobre dois perfis que teriam sido usados pelo tenente-coronel Mauro Cid para divulgar conteúdos ligados à sua delação premiada. A decisão foi emitida nesta sexta-feira (13) e tem como base suspeitas de violação das cláusulas do acordo de colaboração firmado com a Polícia Federal.
Os perfis em questão, identificados como @gabrielar702 e Gabriela R, são vinculados ao Instagram e teriam sido utilizados para disseminar trechos ou informações sigilosas da delação de Cid, que é um dos principais delatores nas investigações sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado. A Meta tem 24 horas para entregar os dados cadastrais completos, incluindo número de telefone, registros de acesso e publicações feitas entre 1° de maio de 2023 e 13 de junho de 2025.
A decisão atende a uma solicitação da própria defesa de Mauro Cid, após a revista Veja divulgar uma reportagem sugerindo que ele teria mentido ao ser questionado sobre a origem dos perfis durante depoimento ao STF no dia 9 de junho. Segundo a matéria, as contas estariam associadas à esposa de Cid, Gabriela Cid.
A reportagem provocou reação imediata do ex-presidente Jair Bolsonaro, que usou a plataforma X para criticar o acordo de delação e pediu a anulação das colaborações firmadas por Cid.
“Essa delação deve ser anulada. Braga Netto e os demais devem ser libertados imediatamente. E esse processo político disfarçado de ação penal precisa ser interrompido antes que cause danos irreversíveis ao Estado de Direito em nosso país”, escreveu Bolsonaro.
Por sua vez, os advogados de Cid classificaram a reportagem da Veja como “mentirosa” e negaram que os perfis tenham qualquer ligação com o militar.
“Esse perfil não é e nunca foi utilizado por Mauro Cid, pois, ainda que seja coincidente com o nome de sua esposa [Gabriela], com ela não guarda qualquer relação”, afirmou a defesa em manifestação enviada ao STF.
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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu, nesta sexta-feira (13), a anulação da delação premiada firmada por seu ex-ajudante de ordens, o tenente-coronel Mauro Cid.
Em suas redes sociais, Bolsonaro publicou um texto mostrando que a delação foi uma "mentira":
"As mensagens de Mauro Cid divulgadas pela Revista Veja escancaram o que sempre dissemos: a 'trama golpista' é uma farsa fabricada em cima de mentiras. Um enredo montado para perseguir adversários políticos e calar quem ousa se opor à esquerda.
Segundo o próprio delator, 'Bolsonaro não ia fazer nada', mas isso pouco importava, porque 'não precisa de prova, só de narrativa', 'o roteiro já estava pronto', 'a sentença já está escrita'... e 'se não entregar a cabeça de alguém' ou 'não falar o que querem, o Ministro não te solta'.
Isso não é justiça. É perseguição. É uma caça às bruxas contra mim e contra os milhões de brasileiros que eu represento. Um processo movido por vingança, não por verdade.
Essa delação deve ser anulada. Braga Netto e os demais devem ser libertados imediatamente. E esse processo político disfarçado de ação penal precisa ser interrompido antes que cause danos irreversíveis ao Estado de Direito em nosso país.
Apelo à consciência dos brasileiros, das instituições, dos parlamentares e da imprensa séria: reflitam sobre o preço dessa escalada autoritária.
Chega dessa farsa. Não se constrói um país sobre mentiras, vingança e arbítrio."