Em mais um episódio que levanta sérias dúvidas sobre a imparcialidade do Supremo Tribunal Federal, o tenente-coronel Mauro Cid revelou, por meio de mensagens no Instagram, que o ministro Alexandre de Moraes estaria agindo movido por ressentimento pessoal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Segundo Cid, o magistrado do STF teria confidenciado ao comandante do Exército, general Tomás Ribeiro Paiva, que culpa Bolsonaro por ter "acabado com sua vida". A informação, segundo ele, foi repassada ao general Lourena Cid, pai de Mauro Cid.
“O ministro [Moraes] tem raiva e ódio. Ele acha que o PR [presidente Bolsonaro] acabou com a vida dele… Vai querer destruir a vida do PR e de todos ao redor”, relatou Cid em mensagem privada ao advogado Eduardo Kuntz, defensor do assessor presidencial Marcelo Câmara.
Uma menina de dois anos foi atingida por um jato de spray de pimenta durante uma missa, na Igreja Matriz de Jundiaí (SP), no domingo (22). A criança ficou com os lábios queimados e precisou ser levada a um hospital por conta do ataque. A mulher que disparou o jato é médica Lívia Maria Ponzoni de Abreu, de 41 anos.
Segundo o boletim de ocorrência, o ataque aconteceu durante a missa das 18h30, na Catedral Nossa Senhora do Desterro. A médica havia se irritado com o barulho que a criança estava fazendo durante a celebração, o que, segundo o registro, motivou o ataque.
Após audiência de custódia nessa segunda-feira, foi concedida a liberdade provisória à médica, mediante o cumprimento de medidas cautelares. Uma delas proíbe Livia Ponzoni de manter qualquer tipo de contato e de se aproximar das vítimas, respeitando a distância mínima de 200 metros.
Além disso, como forma de resguardar a proibição de contato e aproximação das vítimas, a Justiça determinou que a médica está proibida de frequentar igrejas e recintos destinados a cultos religiosos situados em até 50 quilômetros da igreja onde aconteceu o ataque.
Fiquei me perguntando porque Trump anunciaria um cessar fogo entre Irã e Israel, depois do ataque as usinas subterrâneas.
Ora, uma ataque do Irã depois do anúncio, violaria um acordo formal de paz, e nesse caso, o Irã perderia totalmente a pose de ‘vítima’ na comunidade internacional.
A Rússia não vai entrar em outra guerra desgastada pela Ucrânia. A China também não tem interesse em outra potência nuclear no oriente médio.
Depois do ataque, o regime iraniano está enfraquecido e a própria população ensaia uma tomada de poder colocando fim no regime teocrático.
Pleno.News - 24/06/2025 15h22 | atualizado em 24/06/2025 15h46
Masoud Pezeshkian, presidente do Irã Foto: EFE/EPA/ALEXANDER SHCHERBAK / SPUTNIK / KREMLIN POOL MANDATORY CREDIT
Nesta terça-feira (24), o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, declarou que a guerra de 12 dias que Israel lançou contra o país islâmico terminou, horas após a entrada em vigor de um cessar-fogo proposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
– Estamos testemunhando um cessar-fogo e o fim da guerra de 12 dias que foi imposta ao povo iraniano por meio da agressão imprudente e do belicismo do regime sionista – disse o presidente em um comunicado.
Pezeshkian comentou que Israel “sofreu uma punição severa e histórica” e sofreu “danos inimagináveis”.
– O inimigo agressor fracassou repetidas vezes em atingir seus objetivos sinistros de destruir instalações nucleares, o declínio do conhecimento nuclear e a agitação social – analisou.
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que Israel e Irã haviam concordado com um cessar-fogo de 12 horas, mas antes do horário de início programado: por volta de 1h da madrugada nesta terça-feira.
Tanto Israel como Irã confirmaram o cessar-fogo, que o país islâmico considerou uma “derrota” para o Estado judeu.
Israel iniciou seus ataques contra o Irã na madrugada de 13 de junho com uma onda de bombardeios contra as instalações nucleares iranianas, uma campanha que se intensificou com ataques a alvos em diferentes partes do país, incluindo a capital.
O Irã respondeu com mísseis balísticos e drones contra alvos principalmente no centro e no norte de Israel.
Ao todo, os ataques mataram 610 pessoas e feriram mais de 4.700, a maioria civis no Irã, enquanto 28 pessoas foram mortas em Israel.
O jornalista brasileiro Paulo Figueiredo será um dos participantes de uma audiência promovida pela Comissão de Direitos Humanos Tom Lantos, do Congresso dos Estados Unidos, nesta terça-feira (24), em Washington. O evento discutirá a prática conhecida como "repressão transnacional" — quando governos ultrapassam seus próprios limites geográficos para perseguir ou coagir indivíduos que vivem em outros países.
Figueiredo afirmou que usará a audiência para relatar ações do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que estão afetando brasileiros residentes nos EUA.
Figueiredo também declarou que pretende mencionar o uso da lista vermelha da Interpol para atingir brasileiros, além de tentativas de pressionar empresas de tecnologia americanas a entregarem dados de usuários localizados nos EUA — o que, em suas palavras, “representa uma afronta à soberania americana”.
Ele deve responder a perguntas dos parlamentares presentes sobre os casos que vem denunciando.
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Moraes está visivelmente abalado. Outros ministros já se manifestaram sobre a real possibilidade de sanções dos EUA. A "conta" está chegando... No polêmico livro "Supremo Silêncio", toda a perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Nessa obra estão todos os relatos de censura, prisões e estranhas ações do judiciário que o "sistema" quer esconder à todo custo. Mas, como ter esse livro na mão? Clique no link abaixo: