Fui convidado e tive a honra de poder convidar meus amigos e parnaibanos de bem para o aniversário da Deputada Estadual Gracinha Mão Santa, que será realizado na casa de Mão Santa.
Conto com todos vocês!!!
Vida longa pra você Gracinha Mão Santa.
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Vida longa pra você Gracinha Mão Santa.

Em meio à crise diplomática entre Brasil e Estados Unidos, o governo Lula e o STF foram duramente criticados pelo Departamento de Estado norte-americano. O subsecretário Darren Beattie chamou o STF de “Supremo Tribunal de Moraes” e afirmou que os EUA estão atentos aos ataques contra Jair Bolsonaro e à liberdade de expressão no Brasil.
Uma verdadeira "bomba" nos planos do "sistema" contra~o ex-presidente.
No mesmo dia, a PGR pediu a condenação de Bolsonaro por suposta tentativa de golpe — coincidência?
E é nesse cenário que surge o livro que está tirando o sono do PT: “O Homem Mais Desonesto do Brasil – A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva”.
A obra revela os bastidores sombrios da vida de Lula — contradições, interesses e tudo que tentam esconder. Essa obra impactante está desafiando o silêncio imposto pela censura e revela detalhes inconfessáveis da trajetória de Lula, figura que há décadas se apresenta como defensor do povo, mas que carrega consigo uma série de contradições e atitudes que colidem frontalmente com seus discursos públicos.
Não é à toa que o livro está na mira da censura. Garanta já o seu exemplar antes que seja tarde demais. Cada compra representa um ato de resistência contra a tentativa de silenciar vozes conservadoras e a liberdade de imprensa no Brasil. Clique no link abaixo:
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Desde que reassumiu a presidência dos Estados Unidos no início deste ano, Donald Trump manteve contato direto com pelo menos 34 chefes de Estado ao redor do mundo. Contudo, entre esses líderes, o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não figura na lista.
Segundo levantamento realizado pelo portal Poder360, Trump participou de 21 encontros presenciais e conversas por telefone com governantes estrangeiros. Com líderes de nações como Canadá, Israel, Rússia, Ucrânia, Índia e Reino Unido, o republicano teve contato em pelo menos quatro ocasiões distintas.
No entanto, o Brasil permanece fora desse circuito de interlocução diplomática. Nenhuma iniciativa partiu, até o momento, nem de Trump nem de Lula, num contexto marcado por crescentes tensões bilaterais. Um dos episódios mais emblemáticos foi o anúncio de uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, que entrará em vigor no próximo dia 1º de agosto.
De acordo com Trump, a medida é uma resposta ao que considera um “sentimento antiocidental” por parte do Brics — grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul e, mais recentemente, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã. A busca de alternativas ao dólar, defendida por Lula em fóruns internacionais, é interpretada pelos norte-americanos como um sinal claro dessa orientação.
A relação azedou ainda mais com as críticas dos EUA ao Supremo Tribunal Federal (STF), acusado por autoridades americanas de censurar plataformas e usuários de redes sociais do país. Também pesa o desconforto com as ações judiciais movidas no Brasil contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e integrantes de seu círculo político. Para Trump, trata-se de uma “caça às bruxas” contra a direita que “precisa ser interrompida imediatamente”.
Em outro movimento contundente, o governo americano, sob orientação direta de Trump, iniciou uma investigação comercial contra o Brasil com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos. A apuração, formalizada na terça-feira (15), levanta suspeitas sobre práticas consideradas desleais, como a suposta priorização do sistema Pix, comércio de produtos falsificados, falhas na fiscalização anticorrupção, desmatamento ilegal e barreiras ao etanol americano.
Questionado na última sexta-feira (11) por jornalistas em frente à Casa Branca, Trump declarou que poderá conversar com Lula sobre o assunto “em algum momento”, mas “não agora”.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) participou nesta quinta-feira (17) de uma sessão especial no Senado em homenagem ao pastor Gedelti Gueiros, fundador da Igreja Cristã Maranata. O evento foi presidido pelo senador Magno Malta (PL-ES), responsável pelo requerimento da cerimônia.
Visivelmente emocionado, Bolsonaro subiu à tribuna e falou sobre fé, política e o futuro do país. Católico, ele declarou sua crença em Deus e pediu orações aos presentes:
“Acredito em Deus. Peço orações a vocês.”
Sem citar nomes, criticou setores do poder que, segundo ele, impedem o Brasil de alcançar seu pleno potencial. “Falta quase nada, mas alguns poucos nos atrapalham”, disse.
“O óbvio está na frente de todos. Algumas pessoas poderosas dessa nação, inclusive desta Casa, quando se conscientizarem do óbvio — de que um dia tudo passa —, vão mudar. Já falei diversas vezes o que falta para sermos a terra prometida do Ocidente”, declarou o ex-presidente, numa fala com forte tom religioso e político.
Mais cedo, Bolsonaro esteve no gabinete de seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), onde se reuniu com aliados. Na ocasião, voltou a criticar a gestão de Lula da Silva (PT) e a ação penal da qual é réu por tentativa de golpe de Estado.
A presença de Bolsonaro na cerimônia foi marcada por aplausos e orações, em mais um gesto de aproximação com segmentos evangélicos, que seguem sendo uma de suas principais bases de apoio político e social.
Veja o vídeo:

A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, de restabelecer quase a totalidade do decreto que elevou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) provocou a quarta mudança nas alíquotas em quase dois meses. Com exceção do risco sacado, as alíquotas que vigoravam até 25 de junho, quando o Congresso Nacional derrubou o decreto do governo, voltaram a vigorar.
Sem as receitas do IOF do risco sacado, o governo perderá R$ 450 milhões em arrecadação neste ano e R$ 3,5 bilhões em 2026, segundo o Ministério da Fazenda. Embora Moraes tenha autorizado o governo a cobrar retroativamente a 11 de junho, a Receita Federal informou que pretende retomar a cobrança, a partir desta quinta-feira (17), avaliando eventuais casos de pessoas que pagaram o imposto neste período.
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Para o cidadão e as empresas, as mudanças voltam a apertar o bolso, com alíquotas maiores sobre as operações de câmbio e de empréstimo para empresas. Contribuintes que recebem mais de R$ 1,2 milhão por ano (R$ 100 mil por mês) serão tributados nas transferências para a previdência privada do tipo Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL).
Moraes restabeleceu a terceira versão do decreto, em que o governo tinha desidratado parte das mudanças instituídas em maio. Como não tinham sido objeto de nenhuma das versões do decreto, o IOF de crédito para pessoas físicas, para o Pix e para modalidades isentas não foi alterado.
Entenda os efeitos da derrubada do decreto sobre seu bolso:
• 3,38% nas outras transações (cartões de crédito, débito, débito internacional e pré-pago);
• Para operações não especificadas, a alíquota voltou aos 0,38%, sendo cobrada uma única vez;
• Remessas ao exterior e empréstimo de curto prazo (inferior a um ano) voltam a ter alíquota de 1,1%.
No caso da unificação do IOF sobre operações de câmbio em 3,5%. A nova alíquota incide sobre:
• Transações de câmbio com cartões de crédito e débito internacional, compra de moeda em espécie, cartão pré-pago internacional e cheques de viagem para gastos pessoais;
• Empréstimos externos para operações com prazo inferior a 365 dias, para tomadas de empréstimos feitas do Brasil no exterior;
• Para operações não especificadas, a alíquota passou a ser de 0,38% na entrada (do dinheiro no país) e 3,5% na saída;
• Isenção para retorno de investimentos estrangeiros diretos (que geram emprego) no Brasil. Saída de recursos pagava 3,5%.
• Importação e exportação;
• Ingresso e retorno de recursos de investidor estrangeiro;
• Remessa de dividendos;
• Juros sobre capital próprio para investidores estrangeiros.
• O teto de IOF de operações de crédito para empresas em geral era 1,88% ao ano;
• No caso de empresas do Simples Nacional, a cobrança máxima obedecia ao limite de 0,88% ao ano;
• As compras de cotas primárias do FIDC estavam isentas.
Como voltou a ficar:
A tomada de crédito por qualquer pessoa jurídica tinha passado a pagar mais imposto.
• Risco sacado continua isento, porque Moraes não considerou modalidade como operação de crédito;
• O teto de IOF de operações de crédito para empresas em geral volta a subir para 3,38% ao ano;
• Para empresas do Simples Nacional, a cobrança aumenta para 1,95% ao ano;
• Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC): alíquota de 0,38% sobre compra de cotas primárias, inclusive por bancos.
• Alíquota zero para aportes mensais de qualquer valor.
Como voltou a ficar:
• Isenção para aportes de até R$ 300 mil ao ano (R$ 25 mil por mês) até o fim de 2025 e de aportes anuais de até R$ 600 mil (R$ 50 mil por mês) a partir de 2026. Acima desse valor, cobrança de 5%;
• Isenção para a contribuição patronal (do empregador).
Caso a MP, que não trata do IOF, seja aprovada, o aumento da contribuição das bets de 12% para 18% entrará em vigor nos próximos três meses. Da mesma forma, a elevação de 9% para 15% da alíquota das fintechs (startups do setor financeiro) e o endurecimento das regras de compensações tributárias (ressarcimento de impostos supostamente pagos a mais) por grandes empresas.
Outras medidas de aumento de Imposto de Renda (IR) para a população mais rica só entrarão em vigor em 2026, caso a MP seja aprovada. Estão nessa situação o fim da isenção para títulos privados incentivados (LCI, LCA, CRI, CRA e debêntures) e a elevação de 15% para 20% do Imposto de Renda dos Juros sobre Capital Próprio (JCP), tipo de remuneração paga aos acionistas de empresa.
*Com informações da Agência Brasil
JCO

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou o retorno da eficácia do decreto que aumentou a alíquota do IOF (Imposto de Operações Financeiras).
Com isso, o decreto legislativo aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado no mês passado deixa de ter validade e restabelece-se a decisão original do governo.
O deputado Nikolas Ferreira desabafou no X:
"383 votos jogados no lixo pelo Moraes. Do que adianta ter a maioria na câmara, se não temos maioria no STF?"

Parlamentares estão indignados com a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, nesta quarta (16). O magistrado decidiu manter o decreto do governo Lula que aumentou o Imposto de Operações Financeiras (IOF).
Um texto publicado pelo deputado Alexandre Ramagem demonstra com clareza o sentimento que que reina no parlamento brasileiro:
“Em resposta ao questionamento aberto pelo governo no Supremo, Moraes entendeu que o decreto do presidente da República que mexia na alíquota do IOF estava de acordo com a Constituição.
Um único ministro, monocraticamente, em uma cautelar, decidiu validar o Decreto do Lula sobre o IOF.
Então, não estamos em uma juristocracia?
Atropelou a decisão do Congresso Nacional e o voto da maioria de deputados e senadores.
Primeiro inventou uma conciliação, criando audiência para (pasmem) presidir matéria de outros poderes.
Ao final, subverte o art. 49, V, da Constituição, descartando o poder legislativo como soberano para decidir, em controle político, quando o executivo extrapola seu exercício de regulamentação.
Decidiu não haver desvio de finalidade na alteração de alíquotas e incidência do IOF, e pronto.
Está validado, mais impostos do PT, pela vontade do ungido iluminado, contra todo parlamento.
Há ainda dúvidas de que o poder judiciário desvirtua suas competências e concentra os poderes de Estado se colocando acima dos demais ?
Ao legislativo ainda cabe a iniciativa de retorno à ordem constitucional e acabar com todas essas arbitrariedades. Há instrumentos para tanto.
Do contrário, fechem as portas.”
JCO 31/01/2026 às 07:37 Senadores pediram a quebra do sigilo bancário e fiscal da esposa de Moraes, na CPI do Crime Organizado, para apurar ...