ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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sexta-feira, 18 de julho de 2025

Surge a primeira manifestação de autoridade americana sobre ação de Moraes contra Bolsonaro

JCO

Após a operação da Polícia Federal, na manhã desta sexta-feira (18), contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o senador Flávio Bolsonaro se manifestou no X:

"Fica firme, pai, não vão nos calar! 
A proposital humilhação deixará cicatrizes nas nossas almas, mas servirão de motivação para continuarmos lutando pelo nosso Brasil livre de déspotas.
Proibir o pai de falar com o próprio filho é o maior símbolo do ódio que tomou conta de Alexandre de Moraes para tomar medidas totalmente desnecessárias e covardes."

Ao ver a publicação o conselheiro de Donald Trump e CEO do Gettr, Jason Miller, soltou o verbo:

"Mantenha-se firme, Presidente Jair Bolsonaro! O mundo inteiro está assistindo às táticas ditatoriais e antidemocráticas de Alexandre de Moraes, e dezenas de milhões de pessoas o apoiam. 
Não descansaremos até que a perseguição política acabe!"

A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex-presidente Bolsonaro atingiu o último estágio! A liberdade acaba de ser surrupiada. Querem esconder o que realmente aconteceu em 2022... Porém, para o "terror" do "sistema", tudo isso foi documentado no livro "O Fantasma do Alvorada - A Volta à Cena do Crime"um best seller no Brasil.

O livro, que na verdade é um "documento", já se transformou em um arquivo histórico, devido ao seu corajoso conteúdo. São descritas todas as manobras do "sistema" para trazer o ex-presidiário Lula de volta ao poder, os acontecimentos que desencadearam na perseguição contra Bolsonaro e todas as 'tramoias' da esquerda. Eleição, prisões, mídia, censura, perseguição, manipulação e muito mais... Está tudo documentado. Obviamente, esse livro está na "mira" da censura e não se sabe até quando estará a disposição do povo brasileiro... Não perca tempo. Caso tenha interesse, clique no link abaixo para adquirir essa obra:

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Bolsonaro choca o país ao revelar o verdadeiro motivo das restrições impostas por Moraes (veja o vídeo)

JCO

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou, nesta quinta-feira (17/7), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) use tornozeleira eletrônica. A Polícia Federal foi até a casa do ex-chefe do Executivo em Brasília na manhã desta sexta (18/7) para cumprir a ordem.

Bolsonaro é alvo de medidas cautelares por dificultar andamento da ação penal sobre trama golpista

O magistrado atendeu a um pedido da própria PF. Segundo a instituição, Bolsonaro vem atuando para dificultar o andamento da ação penal sobre a trama golpista de 2022 e, com isso, cometendo crimes de coação no curso do processo, obstrução de investigação de infração penal que envolva organização criminosa e atentado à soberania nacional.

O ex-presidente terá de cumprir recolhimento domiciliar noturno, das 19h às 7h, e nos fins de semana. Ele também foi proibido de acessar redes sociais, de se aproximar de embaixadas e consulados, de se comunicar com embaixadores ou quaisquer autoridades estrangeiras e de falar com seu filho Eduardo Bolsonaro (PL-SP), deputado federal licenciado que está nos EUA. A Procuradoria-Geral da República se manifestou a favor das medidas.

Conforme determinações de Alexandre, a PF ainda cumpriu mandados de busca e apreensão na casa de Bolsonaro e na sede do Partido Liberal, ao qual ele é filiado e presidente de honra.

Logo após deixar o prédio da Polícia Federal, Bolsonaro revelou o verdadeiro motivo de mais essa ação arbitrária e ilegal.

“A suprema humilhação”.

Assista:

Lula fabricou apoio nas redes sociais demonstra relatório técnico: É o “Gabinete do Amor” em ação

JCO

Um relatório técnico divulgado pelo site do jornalista Cláudio Dantas detalhou uma operação de propaganda digital em grande escala, com indícios de ação coordenada e artificial, para defender o governo Lula durante a crise diplomática com os Estados Unidos.

A análise de 1,66 milhão de postagens na plataforma X (antigo Twitter) identificou uma rede de contas que produziu um volume anormal de conteúdo para reduzir críticas ao petista e direcionar ataques contra a oposição.

Entre os dias 9 e 14 de julho, 149.850 usuários distintos geraram 1,66 milhão de publicações com frases de apoio ao governo, como “ESTAMOS COM LULA” e “BOLSONARO TAXOU O BRASIL”. Desse total, um grupo seleto de apenas 1.000 perfis, chamados de “superpublicadores”, foi responsável por 515.270 posts – o equivalente a 31% de toda a atividade analisada.

Alguns usuários, como @GilsonAraj90635 (5.641 posts) e @ZATANGOIES (5.149 posts), alcançaram picos de uma publicação a cada 1,4 segundos, um padrão considerado impossível para um comportamento humano orgânico.

A campanha ocorreu após a imposição de tarifas de 50% por parte de Donald Trump, em resposta a decisões da política externa de Lula. Na época, o governo brasileiro registrava uma rejeição de 50,3%, segundo dados da AtlasIntel.

A eficácia de campanhas de desinformação ou de propaganda digital não residiu apenas no conteúdo das mensagens, mas na arquitetura de sua disseminação. A análise dos dados da campanha petista aponta uma estrutura industrial, projetada para simular apoio orgânico em larga escala por meio da concentração de atividade em um pequeno número de contas hiperativas e da utilização de padrões de publicação que sugerem automação.

A operação parece ter sido desenhada não para convencer, mas para dominar o ambiente informacional, criando uma percepção distorcida do debate público.

Em vez de debater as causas da crise tarifária, ligadas às opções de política externa do governo, a máquina de propaganda criou uma contranarrativa simples, de forte apelo emocional e factualmente questionável: a culpa pela taxação era do ex-presidente Jair Bolsonaro e de seus aliados.

A nuvem de termos e as frases mais repetidas, que constam no relatório, são dominadas por slogans como “BOLSONARO TAXOU O BRASIL”, a hashtag “#BOLSOTAXA”, e a acusação genérica de “TRAIDORES DA PATRIA”. As capturas de tela dos posts dos “superpublicadores” demonstram a repetição incessante e coordenada dessas mensagens, disseminadas por meio de retuítes em massa e publicações idênticas.

Um usuário genuíno, mesmo que politicamente engajado, tende a ter um padrão de publicação mais distribuído ao longo do dia, intercalado com outras atividades. As “rajadas”, ao contrário, sugerem uma estrutura que é ligada com o propósito de impulsionar uma hashtag ou uma narrativa específica até que ela atinja os trending topics, e depois é desligada até a próxima missão.

É, claramente, o verdadeiro Gabinete do Ódio em ação.

URGENTE: Bolsonaro é alvo da Polícia Federal

JCO

Na manhã desta sexta-feira (18), a Polícia Federal deflagrou uma nova operação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que resultou na imposição de uma série de medidas restritivas determinadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa do ex-presidente confirmou a ação, que inclui mandados sendo cumpridos em sua residência, em Brasília, e em endereços ligados ao Partido Liberal (PL).

A principal medida imposta é o uso obrigatório de tornozeleira eletrônica por Bolsonaro, que agora também está proibido de acessar redes sociais. A decisão judicial determina ainda que ele cumpra recolhimento domiciliar noturno, permanecendo em casa das 19h às 7h.

Além disso, Bolsonaro está proibido de se comunicar com embaixadores, diplomatas e representantes de governos estrangeiros, bem como de se aproximar de embaixadas. Ele também não poderá manter contato com outros investigados ou réus em processos no STF relacionados a investigações em andamento.

As medidas representam um avanço nas restrições ao ex-presidente, que já estava com o passaporte retido por decisão judicial anterior. As novas determinações ocorrem em meio a inquéritos que apuram uma suposta tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e articulações internacionais envolvendo sanções contra autoridades brasileiras.

A operação segue em curso.

Deputado discute com jornalista ao vivo: “Malabarismo” Parlamentar criticou pergunta com base em pesquisa sobre a taxação dos EUA

Pleno.News - 17/07/2025 21h46 | atualizado em 17/07/2025 21h47

Deputado e jornalista da Band News tiveram uma discussão Foto: YouTube Band News

O deputado federal Rodrigo Valadares (União Brasil-SE) discutiu ao vivo com a apresentadora Paula Valdez durante entrevista na Band News TV, nesta quarta-feira (16), ao comentar a pesquisa Genial/Quaest sobre as eleições de 2026.

A confusão começou quando Paula leu uma análise assinada por Felipe Lunes, da Genial/Quaest, sobre o impacto do tarifaço do presidente dos EUA, Donald Trump, no cenário político brasileiro. Segundo o texto, a medida uniu a esquerda, atraiu parte do Centrão e desestabilizou a base de Bolsonaro.

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Ao ouvir a leitura, Valadares criticou a interpretação dos dados e atacou a postura da jornalista:

– Eu quero entender, 55% não é maioria. Parabéns pelo malabarismo jornalístico – disparou.

A apresentadora respondeu:

– Não sou eu, não é a jornalista. Em nenhum momento eu estou dizendo isso. O senhor está botando palavras na minha boca.

O bate-boca seguiu com os dois falando ao mesmo tempo, até que Paula pediu respeito:
– O senhor respeite o meu trabalho porque eu respeito o seu. Eu sou uma pessoa de muita credibilidade.

O deputado Alencar Santana (PT-SP), que também participava do debate, permaneceu em silêncio durante a discussão e, depois, saiu em defesa da jornalista.

Assista:

MEC descumpre lei de licitação e omite punição de empresa Pasta levou três meses para informar que empresa estava proibida de contratar; prazo era de 15 dias úteis

Paulo Moura - 18/07/2025 08h01 | atualizado em 18/07/2025 08h06

Ministério da Educação Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Ministério da Educação (MEC) descumpriu prazos legais e permitiu, por omissão, que uma empresa de segurança privada continuasse a firmar contratos com o poder público mesmo estando formalmente proibida. A informação foi publicada nesta sexta-feira (18) pela coluna de Tácio Lorran, do site Metrópoles.

Investigada pela Polícia Federal (PF) por fraudes em licitações, a AC Segurança LTDA foi penalizada pelo MEC em março deste ano, após atraso no pagamento de salários a funcionários terceirizados. A sanção, que deveria ter sido comunicada aos sistemas oficiais do governo em até 15 dias úteis, só foi registrada 83 dias depois do prazo, o que permitiu a renovação de contratos com outros quatro ministérios — no valor total de R$ 14,8 milhões.

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Apesar de a penalidade ter sido publicada no Diário Oficial da União (DOU), o MEC demorou mais de três meses para inserir a punição no Sistema de Cadastro de Fornecedores (Sicaf) e no Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas (Ceis). Nesse intervalo, os ministérios da Agricultura; Pesca e Aquicultura; Desenvolvimento Social; e Ciência e Tecnologia, além da Controladoria-Geral da União (CGU), firmaram aditivos e prorrogações contratuais com a empresa.

Ao justificarem o ocorrido, órgãos alegaram que, no momento da renovação, não havia registro de impedimento nos sistemas oficiais, embora a sanção estivesse disponível no DOU.

A falha do MEC resultou não apenas na continuidade contratual da AC Segurança com esses ministérios, mas também em sua classificação como vencedora em uma licitação de R$ 7,2 milhões promovida pelo Inep, órgão vinculado ao próprio MEC. O contrato, voltado à substituição da própria AC, ainda não foi assinado. Após questionamentos da imprensa, o Inep afirmou que tomou conhecimento da sanção apenas em 8 de julho e prometeu adotar “as medidas cabíveis”.

Atualmente, a legislação determina que órgãos públicos consultem sistemas como o Ceis e o Cadastro Nacional de Empresas Punidas (Cnep) antes de prorrogar ou celebrar contratos. O artigo 161 da nova Lei de Licitações, por sinal, impõe prazo máximo de 15 dias úteis para comunicação das sanções às bases nacionais — prazo que, como se vê, foi ignorado.

Vale ressaltar que a AC Segurança já possui histórico de irregularidades e responde a pelo menos oito sanções administrativas. A punição aplicada pelo MEC, no entanto, é mais ampla e estende-se a todos os entes da administração pública, impedindo a empresa de ser contratada até março de 2026. O MEC, procurado, preferiu não comentar o atraso no registro da penalidade, limitando-se a dizer que a sanção teve efeito imediato com a publicação no DOU.

quinta-feira, 17 de julho de 2025

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Romário Almeida, desejo que seu dia seja cheio de boas surpresas e cercado de quem você mais ama. Que nunca te faltem motivos para sorrir e que esse novo ano seja marcado por grandes realizações pessoais e profissionais.

Celebre esta data com a certeza de que você é especial e muito querido por todos nós.

Sucesso e felicidade meu amigo Romário Almeida!!!

Candidato do MBL pede a morte de Flávio e mostra qual a sua “missão”: agir como “braço” do PT (veja o vídeo)

JCO 31/01/2026 às 06:19 O inexpressivo candidato do MBL nas eleições de 2026, ainda em pré-campanha já sinalizou qual será sua missão. Renan...