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sábado, 26 de julho de 2025

Gigante brasileira pode deixar o país e causar mais de 15 mil demissões

JCO

A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros ameaça diretamente a continuidade das atividades da Taurus Armas no Brasil, de acordo com informações da BBC News Brasil,. A medida, que deve entrar em vigor no dia 1º de agosto, atinge em cheio a indústria de armas e munições — um setor que viu avanços significativos durante o governo de Jair Bolsonaro (PL) e que enxerga no ex-presidente um de seus principais aliados políticos.

Segundo o CEO global da Taurus, Salesio Nuhs, caso a tarifa seja mantida, a empresa poderá transferir toda a sua produção para os Estados Unidos. A mudança resultaria no fechamento de fábricas no Brasil e na perda de até 15 mil empregos, incluindo 3 mil postos diretos no polo industrial de São Leopoldo (RS), onde está instalada a principal unidade da fabricante.

“Se realmente perdurar essa questão da taxação de 50%, várias empresas e vários segmentos no Brasil ficarão inviabilizados. Ela não significa simplesmente diminuir margem. Significa inviabilidade total. Não existe margem que possa cobrir uma taxação de 50%”, afirmou Nuhs em entrevista ao site Berlinda.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) revelam que, em 2024, os EUA foram responsáveis por 61% das exportações brasileiras de armas e munições. Mais da metade dessas vendas saíram do Rio Grande do Sul, enquanto os 47% restantes partiram de São Paulo.

Nuhs também criticou a condução diplomática do governo brasileiro frente à crise. Para ele, a incapacidade de negociação com os EUA está gerando insegurança tanto para o setor produtivo quanto para os trabalhadores.

“Nossa maior preocupação é a falta de habilidade do governo brasileiro em negociar essa situação com os Estados Unidos”, declarou. 
“Essa falta de habilidade está trazendo uma insegurança jurídica muito grande para os empresários do Brasil e uma insegurança para o trabalhador, que pode perder seu emprego simplesmente porque o governo não conseguiu negociar.”

A imposição da tarifa por parte de Trump foi anunciada em 9 de julho e, segundo o presidente americano, seria uma reação à forma como Jair Bolsonaro tem sido tratado pela Justiça brasileira. Em uma mensagem publicada em 13 de julho, Bolsonaro declarou que a suspensão das tarifas dependeria da concessão de sua anistia.

“Em havendo harmonia e independência entre os Poderes nasce o perdão entre os irmãos e, com a anistia também a paz para a economia”, escreveu.

Por enquanto, Lula e Janja vão escapar das sanções de Trump, mas o entorno será atingido (veja o vídeo)

JCO

Trump é implacável e já tem um plano de curto e médio prazo contra o regime esquerdista brasileiro.

Ainda esta semana, novas sanções devem atingir o entorno de Lula.

Lula e Janja não serão pessoalmente atingidos, mas autoridades de alto nível do Palácio do Planalto não escaparão da nova investida de Donald Trump.

Em seguida, novas sanções serão adotadas contra os ministros do Supremo Tribunal Federal.

Assista o relato do jornalista internacional da CNN, Lourival Sant’Anna:


VAMOS SALVAR O BRASIL.

- Em momentos de grave tensão institucional, é comum ouvir vozes afirmarem que a liberdade pode ser relativizada em nome da estabilidade econômica. Trata-se de uma falácia perigosa. A história é clara ao demonstrar que onde não há liberdade, o que prospera não é uma economia saudável, mas sim um sistema controlado, centralizador e seletivo: um regime.
- Regimes autoritários podem até simular crescimento por algum tempo. Manipulam números, direcionam investimentos, controlam a informação e criam a ilusão de normalidade. Mas tudo isso tem um preço alto: a eliminação gradual das garantias individuais, a supressão do pensamento livre e a criminalização da oposição.
- Muitos sabem disso. Muitos enxergam os sinais. Mas preferem se calar - ou pior, fingem não ver - apenas para manter seus espaços no "jogo permitido". São coniventes. Aceitam as regras impostas pelo poder de turno desde que possam continuar participando, ainda que sob a condição de submissão.
- A pergunta que precisa ser feita é simples: de que serve uma economia que se desenvolve às custas do silêncio forçado, da censura institucional e do medo generalizado? O desenvolvimento sem liberdade é, no fundo, apenas fachada. E quando o véu cai, resta um país enfraquecido, com instituições capturadas e cidadãos reféns do próprio Estado.
- Não há liberdade parcial. Não há democracia relativa. Não há economia vibrante em ambiente de medo.
- Ignorar essa realidade é ser cúmplice.


NOTA DE FALECIMENTO DE UMA GRANDE MULHER.

Vai deixar saudades. Era uma grande mulher. 

Vá com DEUS!!!

Comitiva de senadores nos EUA começa sua incursão com o ‘pé esquerdo’

JCO

A comitiva de Senadores que segue para os EUA conseguiu uma audiência com parlamentares Democratas, não com departamentos de estado.

Se não bastasse a maré de azar, chegaram no meio da crise Obama, justamente quando a parte esquerda do Congresso Americano começa a se esconder.

Xerxes está  na Europa, preocupado com a repercussão das últimas polêmicas. Como a suspensão dos vistos não foi oficialmente comunicada, parentes de ministros que estão fora, e precisam passar pelos EUA, podem acabar deportados. Nesse momento, estão em conversas com o Itamaraty.

Advogado de presos políticos faz denúncia sobre “manobra” inédita e gravíssima de Moraes

JCO

Toda a mídia noticiou o vexatório erro de português do ministro Alexandre de Moraes na decisão sobre Embargos propostos pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. O magistrado virou piada.

Em sua decisão, Moraes trocou o 'mas' pelo 'mais’ ao escrever que 'a Justiça é cega mais (sic) não é tola'.

O problema é que a decisão com o erro vexatório foi retirada dos autos sem registro formal, sem termo de desentranhamento, sem certidão. Uma troca clandestina, violando o princípio da publicidade e da segurança jurídica. É nisso que se baseia a denúncia do advogado Ezequiel Silveira. 

Abaixo, a íntegra do texto publicado nas redes sociais:

"NA CALADA DA NOITE, MORAES ALTERA DECISÃO SOBRE CAUTELARES DE BOLSONARO
Ontem (24/07), todos ficamos estarrecidos com a decisão do ministro Alexandre de Moraes, que negou seguimento aos Embargos de Declaração de Jair Bolsonaro relativos às medidas cautelares impostas ao ex-presidente, especialmente devido aos erros de português contidos no texto.
Ocorre que, hoje (25/07), observa-se, nos autos da AP 2668, que o trecho da decisão em que o ministro escreveu:
'A JUSTIÇA É CEGA MAIS NÃO É TOLA!!!!!'
Foi corrigido para:
'A JUSTIÇA É CEGA MAS NÃO É TOLA!!!!!'
No entanto, não há nos autos qualquer certidão que informe a correção ou o desentranhamento da decisão anterior.
O ministro, simplesmente, na calada da noite, excluiu a decisão original e publicou uma nova em seu lugar, sem publicizar tal alteração. Trata-se de uma conduta gravíssima!
Se fosse um processo físico, seria como se um juiz, após dar ciência da decisão às partes, arrancasse a página dos autos e a substituísse por outra, sem que ninguém fosse informado da mudança.
Isso não é processo judicial. É arbítrio e barbárie jurídica!
O Código de Processo Civil permite que decisões sejam corrigidas de ofício por inexatidões materiais (art. 494, I, CPC). Contudo, tais correções devem ser devidamente certificadas, por exemplo, para informar o desentranhamento da decisão equivocada e a publicação da nova decisão corrigida, o que não ocorreu no caso.
Essa medida visa evitar que o julgador altere decisões já proferidas ao seu bel-prazer.
E agora? Quem garante que o ministro não realizou alterações semelhantes em outras ocasiões, modificando substancialmente os fundamentos de uma decisão?
Essa conduta é tão grave que configura crime de responsabilidade passível de impeachment, conforme o art. 39, item 1, da Lei nº 1.079/50 – Lei do Impeachment.
Na última semana, a defesa de Filipe Martins denunciou alterações em vídeos de audiências. Hoje, uma decisão é modificada sem a devida certificação no processo.
Esses são exemplos claros de manipulação do processo judicial, e não podemos aceitá-los.
Se Moraes age assim para ocultar seu mau uso do português, o que não faria para encobrir seus crimes?"

sexta-feira, 25 de julho de 2025

Filhos de Barroso estão abrigados no consulado, diz jornalista Tanto o ministro, quanto seus familiares perderam os vistos para os EUA

Pleno.News - 25/07/2025 20h16 | atualizado em 25/07/2025 20h42

Ministro Luís Roberto Barroso, do STF Foto: Gustavo Moreno/STF

Nesta sexta-feira (25), durante seu programa na revista Timeline, o jornalista Luís Ernesto Lacombe disse ter ouvido de fontes que os filhos do ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), estariam abrigados no consulado brasileiro de Nova Iorque, nos Estados Unidos.

Luna van Brussel Barroso e Bernardo van Brussel Barroso estariam no país norte-americano e foram impactados pela decisão do governo de Donald Trump de cancelar os vistos de oito ministros do STF e seus familiares.

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Lacombe diz que Bernardo trabalho nos EUA e recebeu férias de seu empregador diante dessa decisão de Trump. Assim, ele e sua irmã foram para Nova Iorque onde ficarão seguros no consulado. A assessoria do STF ainda não se manifestou sobre essas informações.

No último fim de semana se especulou sobre uma possível deportação de Luna. Em nota à imprensa, o STF informou que a filha de Barroso não mora nos Estados Unidos, mas no Brasil.

– É falsa a informação publicada em blogs e redes sociais sobre a filha do ministro presidente do STF, Luís Roberto Barroso, estudar e advogar nos Estados Unidos. Também é mentira que ela será deportada. A única filha de Barroso mora no Brasil.

A nota, no entanto, não informa em que país a advogada está.

Assista:

 

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Uma publicação compartilhada por Revista Timeline (@revista.timeline2)

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