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domingo, 27 de julho de 2025

Começa uma grande revolta dentro da velha mídia contra Moraes

JCO

O jornal O Estado de S. Paulo publicou um editorial neste sábado (26) em que tece duras críticas à decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), relacionada às restrições impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O periódico classificou a medida como “kafkaniana”, “atabalhoada” e “confusa”, afirmando que o texto falha tanto na forma quanto no conteúdo.

Segundo o Estadão, a primeira decisão de Moraes, que impôs restrições a Bolsonaro, já soava truncada. A segunda, que reafirma as medidas e responde aos pedidos de esclarecimento dos advogados do ex-presidente, agravaria ainda mais a insegurança jurídica.

“Moraes conseguiu a proeza de soar ainda mais atabalhoado e, desse modo, aumentar a insegurança jurídica que deveria ter sanado”, afirmou o editorial.

O jornal faz referência ao escritor Franz Kafka para ilustrar a natureza da decisão, associando o comportamento do ministro ao sistema judicial obscuro retratado no romance O Processo.

“Ao que parece, essa foi a fórmula mágica que Moraes encontrou para garantir formalmente a Bolsonaro seu direito de se expressar e, à imprensa profissional, seu dever de informar a sociedade, enquanto, na prática, censura previamente a palavra do ex-presidente”, avaliou o Estadão.

O editorial aponta também uma suposta contradição entre o direito à livre manifestação e a advertência de que entrevistas ou discursos públicos não podem ser utilizados como “material pré-fabricado” para postagens em redes sociais de terceiros. Para o jornal, o significado desse trecho “só o próprio ministro é capaz de dizer”.

Outro ponto criticado pelo periódico foi um erro de português na decisão, onde Moraes teria trocado a conjunção adversativa “mas” pelo advérbio de intensidade “mais”, escrito em caixa alta, o que aumentaria a impressão de desleixo na elaboração da sentença.

Por fim, o Estadão adverte que decisões imprecisas e de difícil interpretação geram um efeito colateral grave: o temor generalizado de violar uma norma mal definida. “Com a espada da ameaça de prisão preventiva sobre sua cabeça, Bolsonaro decerto não emitirá palavra. E jornalistas deixarão de obter informações de interesse público”, ponderou. “Evidentemente, não é assim que se exerce a judicatura num Estado Democrático de Direito digno do nome.”

Uma grande revolta começa...

Está mais do que claro que sanções a Moraes podem ser o ponto de partida para colocar um fim em toda a cruel perseguição que atinge o Brasil. A absurda e desumana perseguição contra o ex-presidente Bolsonaro atingiu o último estágio! A liberdade acaba de ser surrupiada. Querem esconder o que realmente aconteceu em 2022... Porém, para o "terror" do "sistema", tudo isso foi documentado no livro "O Fantasma do Alvorada - A Volta à Cena do Crime"um best seller no Brasil.

O livro, que na verdade é um "documento", já se transformou em um arquivo histórico, devido ao seu corajoso conteúdo. São descritas todas as manobras do "sistema" para trazer o ex-presidiário Lula de volta ao poder, os acontecimentos que desencadearam na perseguição contra Bolsonaro e todas as 'tramoias' da esquerda. Eleição, prisões, mídia, censura, perseguição, manipulação e muito mais... Está tudo documentado. Obviamente, esse livro está na "mira" da censura e não se sabe até quando estará a disposição do povo brasileiro... Não perca tempo. Caso tenha interesse, clique no link abaixo para adquirir essa obra:

https://www.conteudoconservador.com.br/products/o-fantasma-do-alvorada-a-volta-a-cena-do-crime

O próprio Bolsonaro já conhece o livro:

da Redação

"Combo de decisões irregulares", diz advogado sobre Moraes

CNN Brasil.

"Combo de decisões irregulares", diz advogado sobre Moraes

A decisão de Alexandre de Moraes de determinar a retirada de parlamentares do Partido Liberal que estavam acampados na Praça dos Três Poderes gerou questionamentos sobre sua constitucionalidade. O advogado e professor de Direito Constitucional André Marsiglia classificou a medida como "um combo de decisões irregulares". Segundo Marsiglia, a Constituição permite manifestações pacíficas em locais públicos, e não há justificativa legal para considerar o acampamento ilegal. "Não podemos criar uma qualidade de pessoas piores ou que devem não poder exercer um determinado direito constitucional simplesmente porque elas têm algum tipo de aliança ou ligação com réus", argumentou. Questões constitucionais O especialista destacou que a decisão apresenta problemas em relação à autonomia funcional do governante e às garantias constitucionais dos parlamentares. De acordo com Marsiglia, a Constituição estabelece que a prisão de parlamentares só pode ocorrer em flagrante e por crime inafiançável, o que não inclui crimes de resistência ou desobediência. Na avaliação do professor, as autoridades devem se preparar para prevenir possíveis ilícitos, em vez de restringir direitos fundamentais. "As autoridades têm que se preparar para que uma violência ou ilícito não ocorra e não retirar direitos das pessoas para que esses ilícitos não ocorram", enfatizou.

 https://www.youtube.com/watch?v=R4ye1YNGmn4

sábado, 26 de julho de 2025

A “bomba” que Trump prepara para esta semana contra Lula, Moraes e outras autoridades (veja o vídeo)

JCO

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prepara uma série de medidas para serem anunciadas no decorrer desta semana, segundo informações já divulgadas por veículos de imprensa.

Trump pretende ampliar as sanções para ministros do governo Lula e acrescentar novas punições a ministros do Supremo Tribunal Federal.

Além disso, uma medida sem precedentes pode ser tomada pelos EUA: a expulsão da embaixadora brasileira de Washington, o que pode significar um rompimento diplomático.

Assim, o Brasil pode sofrer consequências duríssimas por causa das atitudes de algumas autoridades, notadamente Moraes e Lula.

Nesse sentido, o ex-procurador da República Deltan Dallagnol explica minuciosamente o que está acontecendo.

Veja o vídeo:


Morre ciclista atropelada por juiz que dirigia carro com mulher nua no colo

JCO

O atropelamento de uma ciclista pelo juiz embriagado é a metáfora perfeita para o atropelamento que essa casta embriagada de poder impõe aos brasileiros todos os dias.

O juiz em questão tem 61 anos de idade e se aposentou em 2019. Portanto, com 55 anos. Desde então, continua recebendo cifras milionárias anualmente. Nos primeiros 6 meses desse ano, recebeu quase R$ 800 mil líquidos, uma média de R$ 130 mil/mês. Quer dizer, não só os salários estão bem acima do teto de remuneração do funcionalismo público, como também as aposentadorias. Um escárnio.

Tanto a fiança de R$ 40 mil para responder ao processo referente ao atropelamento em liberdade quanto os penduricalhos estão de acordo com a mais perfeita lei. Uma lei que, vejam só, no Brasil sempre está do lado dos juízes e dos infratores.

A mulher nua no colo do juiz é a cereja no bolo da metáfora. Representa o sistema político brasileiro, prostituído em troca de um bom pagamento. Quando os “acidentes” acontecem, coloca a sua roupa de vestal e foge da cena do crime. Como se não tivesse nada a ver com isso.

Marcelo Guterman. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.

*A ciclista Thais Bonatti, 30 anos, morreu na madrugada deste sábado (26), na Santa Casa de Araçatuba (SP), onde estava internada em estado grave desde quinta-feira (24). Na sexta-feira (25), o juiz aposentado Fernando Augusto Fontes Rodrigues pagou uma fiança de R$ 40 mil e foi solto.

O DNA do desvio e a farsa da narrativa anti-imperialista do Lula

JCO

Um relatório recente do Tribunal de Contas da União (TCU) revelou um dado alarmante: a Presidência da República gastou mais de R$ 55 milhões com o cartão corporativo desde o início do governo Lula em janeiro de 2023. Desse total, mais de 95% dos gastos estão sob sigilo, o que impede qualquer controle público ou transparência. Uma afronta direta ao princípio da moralidade administrativa.

Os Números da Vergonha. Vamos aos cálculos para dimensionar esse abuso:

R$ 55 milhões em 31 meses (janeiro de 2023 até julho de 2025) resulta em R$ 1.774.000,00 por mês, em média.

Isso equivale a aproximadamente R$ 58.000 por dia, todos os dias, incluindo feriados, finais de semana e recessos.

Agora imagine, quase 60 mil reais por dia, pagos com dinheiro público, com 95% das despesas escondidas por sigilo. São cifras incompatíveis com a vida pública de um país que vive em constante crise fiscal, onde o cidadão comum é sufocado por impostos e serviços precários.

O vício do desvio faz arte do DNA de Lula. Não se trata de um episódio isolado ou de um desvio pontual. É um padrão. O uso do cartão corporativo como extensão do privilégio pessoal ou político é recorrente nos governos petistas. O discurso de combate às desigualdades e de preocupação com os pobres é desmentido pelas práticas luxuosas financiadas com o suor do povo.

Além disso, somam-se escândalos como o roubo bilionário no INSS, onde fraudes superam R$ 11 bilhões, revelando o total descontrole, ou cumplicidade, do governo com esquemas estruturados de corrupção.

A estratégia parece óbvia, criar uma cortina de fumaça com a narrativa Anti-EUA.

Em meio a esses escândalos internos, o presidente Lula tenta desviar o foco forjando um inimigo externo. Critica a taxação imposta pelo governo dos Estados Unidos a produtos brasileiros, como se fosse um ataque injusto ou ideológico. Na prática, tenta construir uma narrativa de "perseguição econômica" para disfarçar sua própria má gestão e corrupção institucionalizada.

A realidade é que a taxação americana segue critérios comerciais claros e não justifica a tentativa do governo brasileiro de posar como vítima. Isso é estratégia, usar o discurso antiimperialista como válvula de escape para abafar as denúncias internas, como o escândalo do cartão corporativo e o roubo ao INSS.

O governo Lula reedita a velha tática populista de acobertar escândalos internos com narrativas externas. Mas os números não mentem. R$ 55 milhões em gastos sigilosos, enquanto o povo luta para sobreviver, são a verdadeira face de um governo que faz do poder um instrumento de benefício próprio, e não da sociedade.

A corrupção não é acidente. É método. E está, infelizmente, no DNA desse governo.

Henrique Alves da Rocha

Coronel da Polícia Militar do Estado de Sergipe.

Homem chama Lula de “ladrão” e é expulso de evento do governo Presidente cobrou "respeito"

Thamirys Andrade - 26/07/2025 21h52

Lula durante evento em Osasco Foto: Frame de vídeo / YouTube

Um homem identificado como “opositor” foi expulso de um evento do governo em Osaco, São Paulo, após chamar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de “ladrão”, nesta sexta-feira (25). Na ocasião, o petista estava discursando quando o manifestante o interrompeu, gerando comoção em meio à plateia.

Segundo informações apuradas pelo portal Leo Dias, a Polícia Federal (PF) interferiu, retirando o opositor do local, enquanto ele seguia gritando críticas ao presidente e questionando onde estavam os valores da “democracia”.

Após o ocorrido, Lula reagiu cobrando respeito e afirmando que nunca chegou a ofender um opositor. Apesar do que disse o presidente, no mesmo dia ele chamou seu adversário político, Jair Bolsonaro (PL), de “rato” e afirmou que ele se “borrou todo” ao descobrir o resultado das eleições de 2022.

O evento teve como objetivo anunciar R$ 4,67 bilhões em investimentos para o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) Periferia Viva.

Assista ao vídeo a seguir:

Estadão chama decisão de Moraes sobre Bolsonaro de “aberração” Para periódico, advertência é "truncada" e "kafkaniana"

JCO

Pleno.News - 26/07/2025 20h07 | atualizado em 26/07/2025 21h04

Alexandre de Moraes Foto: EFE/ Isaac Fontana

O jornal O Estado de S. Paulo chamou de “kafkaniana”, “atabalhoada” e “confusa” a decisão na qual o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, opta por não prender o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas o adverte sobre as medidas cautelares.

Para o periódico, a primeira decisão de Moraes na qual decretou as restrições já havia soado truncada. A segunda, por sua vez, também falhou não só na qualidade da redação, mas também em sanar as dúvidas sobre o que o ex-chefe do Executivo pode ou não fazer.

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– Moraes foi vago e confuso, o que decerto levou Bolsonaro a se sentir autorizado a conceder entrevista após um ato político havido na Câmara, no dia 21 passado, ocasião em que se deixou filmar e fotografar usando tornozeleira eletrônica registros que, por óbvio, foram parar nas redes sociais – avaliou o veículo de imprensa sobre a primeira decisão.

Na sequência, o editorial publicado neste sábado (26) afirma que os advogados de Bolsonaro demonstraram prudência após serem intimados, prestando as explicações solicitadas e pedindo que Moraes fosse mais explícito sobre o alcance da proibição de uso das redes sociais.

– Em sua resposta, divulgada anteontem, Moraes conseguiu a proeza de soar ainda mais atabalhoado e, desse modo, aumentar a insegurança jurídica que deveria ter sanado. Se a decisão original que impôs as restrições a Bolsonaro já não era um primor de redação, em que pese ter sido correta no mérito, a nova decisão do ministro é uma aberração na forma e no conteúdo – avaliou.

Ao dizer que a decisão é “kafkaniana”, o Estadão faz referência ao escritor Franz Kafka, que escreveu livros que evocam sentimentos de confusão, desamparo e absurdo. Uma de suas obras mais célebres chama-se O Processo, no qual o personagem Josef K. é submetido a um sistema judicial obscuro e sem sentido.

Ainda no editorial, o jornal observa, embora o ministro tenha dito que em momento algum proibiu o ex-chefe do Executivo de conceder entrevistas ou discursar, ele também afirma que não admitiria a “instrumentalização de entrevistas ou discursos públicos como ‘material pré-fabricado’ para posterior postagem nas redes sociais de terceiros previamente coordenados”.

– O que isso significa, só o próprio ministro é capaz de dizer. Ao que parece, essa foi a fórmula mágica que Moraes encontrou para garantir formalmente a Bolsonaro seu direito de se expressar e, à imprensa profissional, seu dever de informar a sociedade, enquanto, na prática, censura previamente a palavra do ex-presidente por meio de uma decisão tão obscura que os padrões de obediência decerto só existem na sua cabeça, e não na letra da lei – adiciona o jornal.

Para o Estadão, a decisão abre margem para que as pessoas a encarem como uma tentativa de manter o líder conservador sob um “controle abusivo”.

– Com a espada da ameaça de prisão preventiva sobre sua cabeça, Bolsonaro decerto não emitirá palavra. E jornalistas deixarão de obter informações de interesse público. A lei será o que Sua Excelência achar que é. Evidentemente, não é assim que se exerce a judicatura num Estado Democrático de Direito digno do nome – ponderou.

Como o Pleno.News mostrou, a decisão de Moraes incluiu até mesmo um erro grosseiro de português, no qual o ministro troca a conjução adversativa “mas” pelo advérvio de intensidade “mais”. O equívoco se tornou ainda mais impactante por estar escrito em caixa alta.

Trecho da decisão de Moraes Foto: Reprodução/STF

Por fim, o Estadão aponta que “uma decisão judicial escrita de forma tão truncada, que precisa ser explicada várias vezes por quem a exagerou” não pode ser fruto nem de boa técnica, tampouco de temperança

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