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quinta-feira, 31 de julho de 2025

Negativa na extradição de Zambelli será mais uma derrota amarga de Alexandre de Moraes

JCO

Carla Zambelli não será extraditada e em breve será colocada em liberdade pela justiça italiana.

Essa será mais uma amarga derrota para o ministro Alexandre de Moraes, que fez de tudo para condená-la, em mais um processo eminentemente político.

Obtivemos de fonte segura que a possibilidade da deputada Carla Zambelli ser extraditada para o Brasil é zero.

E o detalhe importante é que isso não tem nada a ver com a questão política. Uma eventual extradição da parlamentar brasileira esbarra numa questão preliminar, que é a jurisprudência pacífica da Itália, com base no direito europeu, de que não se pode extraditar um cidadão italiano para o Brasil, em razão das condições de cárcere brasileiras serem absolutamente inconstitucionais, segundo julgamento do próprio Supremo Tribunal Federal do Brasil.

A Itália não pode extraditar cidadão europeu para presídios brasileiros considerados desumanos.

No caso de Henrique Pisolato, em 2015, o Brasil prometeu uma situação especial e depois não cumpriu.

O Tribunal de Turim fala disso ao negar um pedido posterior da Lava Jato, sobre os presídios e o não cumprimento das condições assumidas pelo Brasil no caso Pisolato.

Deve-se salientar, que Henrique Pisolato era um réu, já condenado no Brasil, que não possuía nenhum vínculo com a Itália e que fez uso de documentos falsos para entrar no território italiano. E mesmo nesse caso, a extradição foi negada em 1ª instância, tendo essa decisão sido reformada em 2ª instância, em razão da promessa do estado brasileiro, que, como dito, acabou não sendo cumprida.

Depois desse caso, todos os pedidos de extradição oriundos do Brasil foram negados.

Certamente não será diferente no caso de Carla Zambelli.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

STF finalmente se manifesta, mas surge nova revelação por trás da "nota" da Corte

JCO

A manifestação oficial do Supremo Tribunal Federal (STF) em apoio ao ministro Alexandre de Moraes, após sua inclusão na lista de sanções da Lei Magnitsky, não teve o aval de todos os membros da Corte. O comunicado, divulgado no início da noite da última quarta-feira (30), surpreendeu até mesmo alguns dos próprios ministros.

A informação é da Revista Oeste.

Segundo a apuração, um dos ministros afirmou não ter sido sequer consultado sobre o conteúdo da nota. Outro relatou discordância em relação a determinados trechos do posicionamento institucional.

A publicação do documento ocorreu por volta das 19 horas, horas depois da sanção ser anunciada. A expectativa é que os ministros se manifestem de forma individual nesta quinta-feira (1º), durante a cerimônia de reabertura dos trabalhos do STF após o recesso.

Eis a íntegra da nota do STF em apoio a Alexandre de Moraes:

“Em razão das sanções aplicadas ao ministro Alexandre de Moraes, um dos seus integrantes, o STF vem se pronunciar na forma abaixo:

  1. O julgamento de crimes que implicam atentado grave à democracia brasileira é de exclusiva competência da Justiça do país, no exercício independente do seu papel constitucional.

  2. Encontra-se em curso, perante o Tribunal, ação penal em que o procurador-geral da República imputou a um conjunto de pessoas, inclusive a um ex-presidente da República, uma série de crimes, entre eles, o de golpe de Estado.

  3. No âmbito da investigação, foram encontrados indícios graves da prática dos referidos crimes, inclusive de um plano que previa o assassinato de autoridades públicas.

  4. Todas as decisões tomadas pelo relator do processo foram confirmadas pelo colegiado competente.

  5. O STF não se desviará do seu papel de cumprir a Constituição e as leis do país, que asseguram a todos os envolvidos o devido processo legal e um julgamento justo.

  6. O Tribunal manifesta solidariedade ao ministro Alexandre de Moraes”.

Zuzu Angel virou heroína das esquerdas quando pediu ajuda dos EUA para denunciar o regime brasileiro

JCO

Um texto publicado pelo jornalista Hugo Studart é esclarecedor e demonstra o quanto a esquerda age de acordo com suas conveniências. Na década de 70, transformou em heroína quem pediu a ajuda dos Estados Unidos, contra eventuais arbitrariedades cometidas na época pelo governo brasileiro. O gesto de Zuzu Angel é agora repetido por Eduardo Bolsonaro, mas a atitude canalha da esquerda é totalmente diferente.

Eis o texto:

“Quando seu filho Stuart foi preso e desapareceu durante o governo Medici, Zuzu Angel montou acampamento em Washington para denunciar ao governo e ao Congresso americano as violadores sistemáticas aos Direitos Humanos no Brasil. Pois, por aqui, nossos próprios políticos não tinham mais força ou coragem de reagir. Zuzu virou heroína das esquerdas quando pediu ajuda externa para denunciar nossas próprias distorções.
Mais tarde, Jimmy Carter passou a fazer fortes pressões contra Ernesto Geisel por conta dos abusos da ditadura e pelo reestabelecimento da normalidade democrática. Foi e ainda é aplaudido pelas esquerdas.
Abstraiam por favor o maniqueismo vulgar, pois o respeito às Leis e a Liberdade não é de esquerda ou de direita. Mas antes lembremos do genial Rudolf Nureyev, que precisou da ajuda do governo direitista de Charles De Gaulle para fugir da KGB do esquerdista Nikita Kruschev.
A História das Relações Internacionais foi construída em cima de exemplos de pressões externas de uma nação mais forte sobre outras. Quase sempre por interesses militares ou econômicos, como esse tarifaço de Trump, incluindo contra o Brasil por querer virar amasia da China.
Em outros momentos, bem menores, as pressões externas têm razões políticas ou ideológicas. Como as pressões de Carter pelo reestabelecimento da Democracia no Brasil.
Ou essa Lei Magnifica (vou trata-la assim) que começa a ser usada contra os abusos e as violações sistemáticas da Constituição perpetradas pelo Supremo brasileiro.
Fato é que, quando as intervenções externas são a favor de nossas posições políticas,  aplaudimos. Quando contrárias, repudiamos.
Hugo Studart

(Iluminista de Raiz e, neste Brasil, Nem-Nem: nem um, nem outro)”

Ex-assessor pode aplicar o “golpe de misericórdia” em Moraes (veja o vídeo)

JCO

A situação do ministro Alexandre de Moraes é insustentável. Logo, os demais ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) irão compreender isso.

Porém, essa situação deve piorar ainda mais nos próximos dias.

O ex-assessor de Moraes, Eduardo Tagliaferro, conseguiu deixar o Brasil, está em local seguro e promete denunciar todas as arbitrariedades, abusos e ilegalidades cometidas pelo magistrado.

Em recente entrevista a revista Timeline, Tagliaferro afirma que Moraes utilizava o cargo para ‘perseguir políticos de direita’.

O ex-assessor guardou provas e promete revelar tudo nos próximos dias.

A coisa vai feder...

Veja o vídeo:

A indecente e vergonhosa propagação de desinformação da jornalista Miriam Leitão

JCO

Só em um país moralmente tão pobre como o Brasil a aplicação de sanções americanas é reduzida a um cálculo puramente financeiro.

O próprio dano patrimonial é muito mais amplo do que a ex‑militante do PCdoB — hoje convertida em porta‑voz oficiosa do Globo — admite. As penalidades incluem sanções secundárias: qualquer pessoa ou empresa que mantenha relações comerciais com o ministro poderá ser punida. Ainda assim, o impacto econômico empalidece diante da verdadeira chaga aberta.

Quando os Estados Unidos — maior potência e referência mundial de liberdade — enquadram um magistrado brasileiro na Lei Magnitsky, estão declarando que o regime do qual ele é pilar viola direitos humanos e não merece a qualificação de democrático. Trata‑se de um golpe devastador na legitimidade da Justiça brasileira e, sobretudo, no frágil castelo de cartas erguido para perseguir a direita desde o famigerado Inquérito das “Fake News”.

O estrago para Moraes — e para o Supremo — é incomensuravelmente maior do que qualquer bloqueio de conta bancária. É a desmoralização internacional de um poder que se julgava inatacável.

Leandro Ruschel.

Definitivamente, Carla Zambelli não será extraditada e em breve será solta

JCO

Obtivemos de fonte segura que a possibilidade da deputada Carla Zambelli ser extraditada para o Brasil é zero.

E o detalhe importante é que isso não tem nada a ver com a questão política. Uma eventual extradição da parlamentar brasileira esbarra numa questão preliminar, que é a jurisprudência pacífica da Itália, com base no direito europeu, de que não se pode extraditar um cidadão italiano para o Brasil, em razão das condições de cárcere brasileiras serem absolutamente inconstitucionais, segundo julgamento do próprio Supremo Tribunal Federal do Brasil.

A Itália não pode extraditar cidadão europeu para presídios brasileiros considerados desumanos.

No caso de Henrique Pisolato, em 2015, o Brasil prometeu uma situação especial e depois não cumpriu.

O Tribunal de Turim fala disso ao negar um pedido posterior da Lava Jato, sobre os presídios e o não cumprimento das condições assumidas pelo Brasil no caso Pisolato.

Deve-se salientar, que Henrique Pisolato era um réu, já condenado no Brasil, que não possuia nenhum vínculo com a Itália e que fez uso de documentos falsos para entrar no território italiano. E mesmo nesse caso, a extradição foi negada em 1ª instância, tendo essa decisão sido reformada em 2ª instância, em razão da promessa do estado brasileiro, que, como dito, acabou não sendo cumprida.

Depois desse caso, todos os pedidos de extradição oriundos do Brasil foram negados.

Certamente não será diferente no caso de Carla Zambelli.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

Barroso pode perder imóvel valioso com eventual sanção do governo americano

JCO

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luis Roberto Barroso, pode ser duramente penalizado com uma eventual sanção do governo americano.

Nota publicada no site Metrópoles pela jornalista Andreza Matais, esclarece a situação:

“A família do presidente do STF, Luís Roberto Barroso, possui um apartamento avaliado em US$ 4,1 milhões em Miami, nos EUA. Com 158 metros quadrados, a propriedade está registrada em nome de uma empresa offshore, atualmente pertencente ao filho do ministro, o investidor Bernardo Van Brussel Barroso.
Nesta quarta-feira, o governo dos EUA anunciou a inclusão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, na lista de pessoas sancionadas pela Lei Magnitsky. Caso o instrumento venha a ser estendido a outros integrantes do Supremo e seus familiares, a propriedade da família de Barroso em Miami pode ser afetada.
Ainda não está claro se a Lei Magnitsky será aplicada a outros ministros do STF. Outras sanções, como a remoção dos vistos americanos, foram estendidas a outros integrantes da Corte.
Além de Moraes e Barroso, também tiveram os vistos suspensos Edson Fachin, Cármen Lúcia, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso
O imóvel fica em Key Biscaine, uma área valorizada de Miami, em frente ao mar.”

URGENTE: Fachin surpreende a todos ao retomar os trabalhos no STF com o "pé na porta"

JCO 02/02/2026 às 16:20 Na sessão de abertura do ano judiciário, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Edson Fachin,...