O comentarista Caio Coppolla soltou o verbo durante o programa "O Grande Debate", da CNN Brasil.
Ao comentar sobre a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, Coppolla mostrou como o ministro Alexandre de Moraes foi "humilhado".
“Alexandre de Moraes se esquece de uma coisa: a sua humilhação é somente sua. A sua humilhação pública não pode ser passada à diante. Ela não diminui quando ele abusa da sua autoridade para humilhar outras pessoas”, disse sobre as sanções do governo Trump.
“Alexandre de Moraes foi humilhado pelo governo da maior democracia do mundo, ao perder o direito de pisar nos Estados Unidos da América”, disse.
“Alexandre de Moraes foi humilhado pelo depoimento do delator, dos réus e das testemunhas do 8 de janeiro, que contradizem a narrativa do golpe imaginário do qual ele é vítima e juiz ao mesmo tempo”, continuou.
Neste momento o jornalista David Ágape está AO VIVO na Câmara dos Deputados.
David Ágape é o autor da "bomba" sobre Alexandre de Moraes que foi denominada como nova "Vaza Toga".
Disse o jornalista na Câmara:
"Todo mundo fala de 08 de janeiro, mas ninguém fala do dia 09, que eram pessoas que estavam protestando pacificamente, bem longe daqui [da Esplanada], no QG aqui de Brasília, eles estavam há meses acampados no QG. Pessoas que ficaram indignadas com o resultado eleitoral e pediam uma auditoria nas urnas ou o que quer que seja.
"Era um protesto pacífico e pacífico foi reconhecido pelo Exército Brasileiro, que defendeu que era uma livre manifestação; estavam exercendo o direito deles de liberdade de expressão. […].
"No entanto, depois do dia 08 de janeiro, houve uma operação para prender essas pessoas, que, repito, não participaram de qualquer ato antidemocrático ou violento. Essas pessoas foram enganadas pela polícia, que disse que iriam levá-las para casa, para a rodoviária.
Chegaram ônibus, vários ônibus, e essas pessoas entraram acreditando nas Forças Armadas de que estavam sendo cuidadas. Mas, na verdade, todos estavam sendo enviados para a prisão. Idosos, até mesmo crianças, e moradores de rua que estavam apenas passando pelo local."
Paulo Moura - 07/08/2025 11h01 | atualizado em 07/08/2025 12h01
Alexandre de Moraes Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
A oposição ao governo Lula (PT) conseguiu alcançar as 41 assinaturas necessárias para entrar no Senado com um pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em publicação na rede social X, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) informou que a 41ª assinatura foi do senador Laércio Oliveira (PP-SE).
– Resta agora, Alcolumbre receber a denúncia para dar início ao processo de impeachment – escreveu Nikolas.
Com o ocorrido, os líderes oposicionistas anunciaram o fim da obstrução aos trabalhos do Senado e da ocupação da Mesa Diretora da Câmara.
– Estamos desobstruindo e a oposição vai participar dos debates das pautas que interessam ao Brasil, pautas que interessam a todos, para aquém das questões ideológicas – declarou o líder da oposição, senador Rogério Marinho (PL-RN).
Após ser protocolado no Senado, o próximo passo, caso o pedido seja pautado, é a leitura da denúncia pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). A partir disso, é instalada uma comissão especial que emite um parecer prévio que deve ser aprovado por 41 senadores. O ministro então apresenta defesa antes da votação do parecer final, que também precisa receber 41 votos.
Caso o parecer seja aprovado, o ministro fica então afastado enquanto o processo vai ao Plenário, onde precisará receber os votos de ao menos dois terços do Senado, ou seja, 54 parlamentares, para que o impeachment seja sacramentado.
Os fatos expostos no depoimento de Mike Benz na CREDN deixam claro que fomos vítimas de um golpe de Estado.
Instituições americanas investiram, via USAID e outras instituições, o equivalente a 1,5 bilhões de reais para prejudicar Bolsonaro nas eleições.
Isso é um orçamento maior que o fundão de qualquer partido, tornando o jogo eleitoral totalmente desequilibrado.
Financiaram a disseminação de todas as narrativas contra Bolsonaro e, ao mesmo tempo, financiaram os mecanismos que eram usados para calar quem rebatia essas narrativas.
É como se pagassem uma gangue para bater em você e outra gangue para segurar os seus braços e pernas enquanto você apanha.
Uma pessoa violenta, agressiva, descontrolada, incapaz de se comportar com decência em um ambiente democrático.
Essa é Camila Jara, uma mulher franzina, magérrima, mas que se prevalece de sua condição para agredir. Uma agressora contumaz.
Recentemente, em um bar de Campo Grande (MS) ela, que segundo testemunhas estava embriagada, agrediu policiais para impedir que adentrassem no local onde possivelmente coisas ‘proibidas’ estavam acontecendo.
O maior banco da França, BNP Paribas, teve de pagar multa de US$ 8,9 bilhões de dólares, em 2014, por descumprir medidas impostas pela Lei Magnitsky, agora usada pelos Estados Unidos para sancionar o ministro Alexandre de Moraes (STF).
A punição ao banco francês foi estabelecida por violações cometidas contra o embargo dos EUA a Cuba, Irã e Sudão, países incluídos em listas de sanções internacionais. As transações consideradas ilegais ocorreram entre 2004 e 2012, totalizando US$ 30 bilhões.
O BNP Paribas concordou em pagar a multa para evitar julgamento em tribunal norte-americano.
A instituição também foi proibida de realizar determinadas operações em dólar e obrigada a demitir 13 funcionários envolvidos nas irregularidades.