A esquerda matou o sonho da nação colombiana em ter um homem decente, honesto e de direita na condução do país.
Miguel Uribe lutou pela vida durante dois meses, quando teve finalmente uma hemorragia no sistema nervoso central que resultou em sua morte.
Com a popularidade crescente, era uma ameaça ao governo atual de Gustavo Petro, da esquerda radical.
As ligações de Petro com o narcotráfico são conhecidas, assim como as de Nicolás Maduro e de outros partidos políticos da América Latina, como o PT brasileiro.
Como é de praxe, o assassinato de Uribe, por um adolescente de 15 anos, jamais será investigado ou identificará seus reais mandantes. 'Fantasmas' como Adélio Bispo. Um ninguém.
Pleno.News - 12/08/2025 13h06 | atualizado em 12/08/2025 13h54
Moraes e Trump Fotos: Nelson Jr./SCO/STF e EFE/EPA/Robin van Lonkhuijsen
Em reportagem publicada nesta segunda-feira (11), o jornal estadunidense The New York Times afirmou que as tarifas de 50% aplicadas pelo presidente Donald Trump ao Brasil estão abrindo portas para que as big techs norte-americanas tenham espaço para influenciar e negociar as regras brasileiras impostas sobre elas.
No texto, o periódico observa que a alíquota estabelecida por Trump não teve o poder de livrar seu aliado político, Jair Bolsonaro (PL), da prisão domiciliar e do julgamento por suposta tentativa de golpe de Estado, mas deu às plataformas sua melhor chance até agora de negociar, após um período de “controle rígido”.
– As empresas, que vêm cortejando Trump agressivamente, de repente ganham nova influência nos corredores do poder no Brasil. Em um cenário de imposto de 50% sobre produtos brasileiros essenciais , as empresas estão sendo convidadas para reuniões com autoridades brasileiras e ministros do Supremo Tribunal Federal, enquanto novas regulamentações estão sendo elaboradas para tudo, desde a liberdade de expressão online até a inteligência artificial, de acordo com diversas pessoas com conhecimento do assunto – afirmou o jornal.
Segundo Francisco Brito Cruz, professor de Direito do Instituto Brasileiro de Educação, Desenvolvimento e Pesquisa, ouvido pelo jornal, o temor dos EUA é que o Brasil influencie outras nações ao enrijecer sua regulamentação, e por isso passou a ver o país como uma ameaça nesse sentido.
O jornal detalha o embate travado pelo dono da rede social X, Elon Musk, com o ministro Alexandre de Moraes, e cita as críticas feitas ao ministro em razão de suas decisões:
– No Brasil, onde as memórias da ditadura militar ainda perduram , muitos elogiaram o ministro Moraes por enfrentar as poderosas empresas de tecnologia. Mas outros o acusaram de ir longe demais. Ele prendeu pessoas sem julgamento por ameaças feitas online, bloqueou veículos de notícias de postar conteúdo crítico a políticos e ordenou a remoção de contas populares de mídia social, ao mesmo tempo em que se recusou a explicar como elas ameaçavam a democracia. A cruzada do Brasil contra a desinformação atraiu a ira de Trump, que impôs tarifas pesadas e acusou o ministro Moraes de censura – descreveu.
O The New York Times observa que, embora Moraes não tenha se deixado influenciar mesmo diante de duras sanções por parte dos EUA, os impostos estabelecidos por Trump estão tendo sucesso em abrir espaço para que as big techs sejam ouvidas.
– Se as empresas de tecnologia conseguirem influenciar a regulamentação brasileira, as tarifas poderão representar uma vitória importante, ainda que mais discreta, para o líder americano e seus aliados – concluiu o jornal.
O delegado Fabio Shor parece ter cometido inúmeras ilegalidades e algumas atrocidades no exercício de seu cargo.
Certamente, ele está na mira da Lei Magnitsky.
Porém, para o deputado Eduardo Bolsonaro, o delegado deverá ter em breve sua prisão decretada nos Estados Unidos. Caso não acabe sendo preso, ficará retido no Brasil, prevê o parlamentar. Fábio Shor na avaliação de Eduardo cometeu um crime nos Estados Unidos ao falsificar a entrada de Filipe Martins no país.
O show católico promovido pela Prefeitura de Parnaíba, que tinha tudo para ser uma noite de fé e emoção, acabou gerando frustração e revolta em parte do público. Admiradores do casal Ana Clara e Ítalo Poeta aguardaram por quase duas horas na fila para tirar uma simples foto, mas, no fim, não conseguiram. Muitos desistiram e foram apenas assistir à apresentação, inconformados com a situação.
Enquanto fiéis esperavam pacientemente, servidores do município — especialmente ligados à Superintendência de Comunicação e Cultura — chegavam acompanhados e passavam à frente, furando a fila e desrespeitando o público.
A produção da dupla encerrou o momento de fotos para dar início ao show, deixando admiradores do lado de fora, enquanto uma fila de privilegiados se formava no interior do espaço.
O episódio, considerado por muitos como “vergonhoso”, deixou um gosto amargo em um evento que poderia ter sido lembrado apenas pela devoção e pela alegria.
Na realidade são inúmeros os motivos para que Davi Alcolumbre se abstenha de pautar o impeachment do ministro Alexandre de Moraes.
A maioria dos senadores já assinou o pedido e a lógica natural seria o presidente do Senado dar encaminhamento ao caso. Não é o que acontece e, pior, Alcolumbre vai ainda mais longe, desafia o país e diz que mesmo que todos os senadores assinassem o pedido, mesmo assim ele não daria prosseguimento ao impeachment.
Um jovem vereador de Curitiba, Guilherme Kilter, acaba de revelar os inúmeros motivos desse comportamento de Alcolumbre. É algo estarrecedor. O presidente do Senado está literalmente nas mãos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).