Pleno.News - 11/09/2025 14h42 | atualizado em 11/09/2025 15h07
FBI divulga fotos de suspeito de matar Charlie Kirk Fotos: FBI
O FBI divulgou nesta quinta-feira (11), em Salt Lake City, fotos do homem suspeito de matar o ativista conservador Charlie Kirk durante um evento na Universidade Utah Valley nesta quarta (10). O influenciador cristão foi atingido por um disparo no pescoço enquanto falava no campus.
As imagens mostram um homem branco usando calça, moletom e boné escuros, além de óculos de sol. O moletom traz a figura de uma bandeira dos Estados Unidos com uma águia. O órgão pediu a ajuda da população para identificar o suspeito.
O FBI atua em conjunto com o Departamento de Segurança Pública de Utah na investigação. Os agentes afirmaram que o atirador disparou de um telhado a cerca de 180 metros do palco onde Kirk estava. O rifle de precisão, que seria a arma do crime, foi encontrado em uma área de mata próxima.
O jornal New York Post publicou uma foto do equipamento, que mostra um rifle de caça com mira telescópica. Já vídeos que circulam nas redes sociais registraram a movimentação de uma silhueta correndo sobre um prédio do campus segundos após o tiro.
As autoridades classificaram a busca pelo suspeito como uma “caçada” e reforçaram que qualquer informação do público pode ajudar a identificar o responsável pelo ataque.
A cidade de Parnaíba receberá comemorações do 190 anos da Assembleia Legislativa do Piauí. Em entrevista à TV LUPA1, a deputada estadual Gracinha Mão Santa convidou a população da região para participar!
As influenciadoras digitais de Parnaíba, Thaisa Costa, Tereza Iva e Emília Magalhães, são investigadas por divulgação de casas ilegais de aposta online (jogo do tigrinho), as três foram alvo da operação Laverna, deflagrada na anhã desta quinta-feira (11) que apontou que elas enganavam os seguidores com falsas perspectivas de ganhos financeiros. Conforme a investigação, os ganhos chegaram a mais de R$ 10 milhões, entre as três.
O Cidadeverde.com busca contato com a defesa das influenciadoras para um posicionamento a respeito das investigações. O espaço segue aberto para manifestações.
Segundo o delegado Ayslan Magalhães, as influenciadoras promoviam essas plataformas e lucravam com as perdas financeiras dos próprios seguidores.
“Elas divulgavam nos stories, colocavam o link, e a partir do momento que os seguidores clicavam, investiam, jogavam e perdiam, 40% desse dinheiro era enviado às influenciadoras. Por esse motivo, elas são investigadas por estelionato, lavagem de dinheiro, crime contra as relações de consumo e contravenção penal por loteria não autorizada”, informou.
As investigações ocorreram entre janeiro de 2021 e julho do ano passado. Uma das influenciadoras afirmou que estaria sendo alvo de perseguição política por ter sido candidata a vereadora, mas, segundo a polícia, a investigação teve início antes do pleito e se baseia em provas concretas.
“As influenciadoras mentiam. As investigações mostraram que aquele valor que elas diziam ganhar com os jogos era mentira, era uma montagem”, afirmou.
Foto: Polícia Civil
Lucros milionários e lavagem de dinheiro
De acordo com a investigação, os ganhos das influenciadoras chegaram a R$ 10 milhões, em um período de um a dois anos. Os valores teriam sido usados em viagens internacionais e na compra de bens de alto valor, incompatíveis com a renda lícita das investigadas.
“Elas utilizavam esses valores em viagens internacionais, totalmente incompatíveis com a renda lícita delas. Inclusive, podem ser investigadas também por sonegação fiscal”, destacou.
Duas delas abriram empreendimentos na área de maquiagem, o que, segundo a polícia, foi uma forma de lavar dinheiro.
“Uma das formas de dar uma aparência limpa a esse dinheiro é convertê-lo através da abertura de empresas. Elas abriram essas lojas justamente para transformar esses ativos em algo lícito", detalhou.
A influenciadora Thaisa Costa, soma cerca de 594 mil seguidores, Tereza Iva, com aproximadamente 128 mil seguidores, e Emília Magalhães, que possui 93,2 mil seguidores.
Segundo a polícia, a que movimentou mais dinheiro foi no valor de R$ 6 milhões, a outra R$ 3 milhões e a outra R$ 1 milhão.
Medidas cautelares
O inquérito foi construído ao longo de um ano e dois meses e resultou em diversas medidas cautelares, como:
Busca e apreensão nas residências das influenciadoras;
Sequestro de bens e valores;
Proibição de sair do estado do Piauí sem autorização policial;
Retenção dos passaportes.
Entre os bens apreendidos estão carros de luxo, bolsas de grife e sandálias avaliadas em mais de R$ 10 mil.
“Foram representadas também medidas de bloqueio de contas bancárias e o sequestro de bens. As influenciadoras foram notificadas, e caso descumpram as medidas, podem ter prisão preventiva decretada ou até a suspensão das suas contas no Instagram”, afirmou.
Foto: Polícia Civil
Outras investigações em andamento
As influenciadoras seguem com suas redes sociais ativas, mas estão proibidas de divulgar casas de apostas ou coagir vítimas a não registrarem boletins de ocorrência, o que configuraria crime de coação. O interrogatório das investigadas será feito após a análise completa dos bens apreendidos.
Outros influenciadores de Parnaíba e Teresina também devem ser intimados nos próximos dias para esclarecerem propostas que receberam de plataformas de apostas.
“Desde o início, essas plataformas informam aos influenciadores os valores que serão pagos, 40% da perda dos seguidores. Então todos sabem como funciona”, pontuou.
A polícia também identificou cerca de 90 empresas, com sede em outros estados, que entraram em contato com as investigadas. Entre elas, há empresas fantasmas com capital incompatível com os valores repassados.
“Existe empresa com capital de R$ 10 mil pagando R$ 1 milhão. Totalmente incompatível. Isso será alvo de outra investigação, que deve ocorrer em parceria com outros estados”, finalizou.
Minha bondosa e linda amiga Camila Neto. "Neste aniversário, desejo que cada sonho seu se transforme em realidade, assim como você sempre fez com os sonhos de todos ao seu redor. Que sua vida seja tão maravilhosa quanto você é!!!"...
Julio Ribeiro, um dos jornalistas mais renomados do sul do país, fez uma importante análise sobre a situação do ex-presidente Bolsonaro, que segue em prisão domiciliar e com tornozeleira eletrônica, sem crime comprovado.
“O plano deles é o seguinte: ‘Bolsonaro está preso, vai continuar preso, vamos dar anistia, mas ele não será elegível, nós queremos Tarcisio de Freitas candidato à presidência, a gente bota um vice-bolsonarista, para pegar o voto dos bolsonaristas sem Bolsonaro’. Só que eles esqueceram de combinar com Trump”, ressaltou.
O plano perfeito do sistema, segundo o jornalista, fez água!
“Queriam deixar Bolsonaro livre, mas com ele dizendo que o candidato à presidência seria Tarcísio!”, frisou Julio Ribeiro.
O desembargador aposentado Sebastião Coelho utilizou suas redes sociais para criticar o ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal no Supremo Tribunal Federal (STF) que pode resultar na prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo ele, o julgamento conduzido pela Primeira Turma da Corte seria marcado por parcialidade e perseguição.
Em sua crítica, Coelho afirmou:
“Em nenhuma democracia do mundo o juiz julga o seu inimigo. Mas no Brasil, Alexandre de Moraes, inimigo declarado de Bolsonaro, vota pela sua condenação!”.
Logo depois, o magistrado aposentado classificou o processo como uma “farsa” e uma “vergonha nacional”. Também defendeu uma reação popular em caso de condenação:
“Isso é farsa! Isso é vergonha nacional! O povo já mostrou que não aceita esse julgamento. Se essa condenação vier, a resposta tem que ser clara: paralisação nacional!”.
Nikolas Ferreira Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) sofreu uma ameaça de morte, nesta quarta-feira (10), realizada por uma pessoa que se identificou na rede social X como Adalto Gaigher. O Pleno.News apurou, com base na lista de alunos matriculados na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), que Adalto é estudante de Ciências Biológicas no campus da instituição de ensino superior na cidade de São Mateus (ES).
No X, Gaigher publicou: “Nikolas, eu vou te matar a tiros”. A ameaça ocorreu justamente no dia em que o comentarista conservador Charlie Kirk, aliado do presidente Donald Trump, foi brutalmente assassinado enquanto debatia em uma universidade no estado americano de Utah.
Publicação com ameaça a Nikolas Foto: Reprodução/X
Nikolas não se pronunciou em suas redes sobre o caso, mas o senador Magno Malta (PL-ES) disse ter acionado a Polícia Federal (PF) para que o caso seja apurado e também para que realize a segurança do parlamentar durante a agenda dele na cidade capixaba de Linhares.
– Fui informado de uma grave ameaça de morte feita contra o deputado Nikolas Ferreira em uma mensagem publicada no X. Um indivíduo, no Espírito Santo, teve a ousadia de dizer que iria matá-lo a balas. De imediato, acionei a Polícia Federal no ES, para garantir todo apoio necessário durante sua agenda na cidade de Linhares. Todas as providências de denúncia e de segurança já foram tomadas – declarou.