ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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quarta-feira, 17 de setembro de 2025

Bia kicis desmonta Sâmia: “Vai lavar sua boca, sua imunda” (veja o vídeo)

JCO

A deputada Sâmia Bomfim forma ao lado do marido, deputado Glauber Braga, uma dupla extremamente perversa e indecorosa. Desconhecem o que seja ética, decência e os princípios básicos humanitários.

São figuras abjetas, que não sabem conviver com opiniões contrárias e que tentam impor suas ideias extremistas na marra, sem respeitar ninguém, sem nenhuma coerência.

Mais recentemente, Sâmia zombou da situação do ex-presidente Jair Bolsonaro e fez chacota com a ex-primeira-dama, Michelle. A resposta foi fulminante. Sâmia teve que ficar calada diante da fúria indomável da deputada Bia Kicis.

Veja o vídeo:

MUITOS VEREADORES NÃO LUTAM PELO POVO.

Por Alcione Oliveira

Na Audiência Pública de ontem na Câmara Municipal de Parnaíba teve vereadores famosos da política Parnaibana que não deram moral para os problemas que a empresa privatizada da EGEA (Águas do Piauí) vem causando aos Parnaibanos com o seu péssimo serviço de abastecimento de água e serviços de esgotos sanitários !!!!!

Esses são os traíras da população Parnaibana !!!!!

Deputado petista vai pedir a prisão de famoso advogado envolvido na CPMI do INSS

JCO

O deputado federal Rogério Correia (PT-MG) vai apresentar um requerimento na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS solicitando a prisão preventiva do advogado Nelson Wilians. A iniciativa ocorre após operação da Polícia Federal (PF) realizada na quarta-feira (10), que investiga um esquema que teria desviado bilhões das aposentadorias e pensões de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social.

Segundo as investigações da PF, empresas ligadas a Wilians teriam sido utilizadas para lavar dinheiro desviado por associações vinculadas ao empresário Mauricio Camisotti. O esquema operava por meio de descontos não autorizados na folha de pagamento dos aposentados. Os investigadores identificaram transações bancárias entre os envolvidos que somam mais de R$ 28 milhões, caracterizadas como um "vínculo financeiro direto".

No documento que será apresentado à CPMI, o parlamentar do PT argumenta:

"Há veementes indícios de materialidade e autoria em face de Nelson Wilians, advogado e empresário com participação ativa em estruturas que deram suporte às fraudes contra aposentados e pensionistas". 

O requerimento contesta a decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que negou pedido da PF para prender o advogado.

Durante as buscas nos endereços de Wilians, agentes federais encontraram um automóvel Rolls-Royce avaliado em R$ 11 milhões, uma adega com vinhos importados com garrafas que custam até R$ 50 mil cada, além de relógios, armas e obras de arte.

A operação também descobriu que veículos utilizados por Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS" e apontado como operador do esquema, estavam registrados em nome de empresas pertencentes a Wilians. Na mesma ação policial, a PF prendeu Camisotti e Antunes, mas o ministro André Mendonça não autorizou a prisão do advogado.

No requerimento, Correia afirma que "a manutenção da liberdade de Nelson Wilians compromete a ordem pública, ameaça a instrução criminal, uma vez que há indícios de intimidação de testemunhas e ocultação de bens, e coloca em risco a aplicação da lei penal, considerando o poder econômico e político que detém".

Em nota oficial, a defesa de Nelson Wilians negou qualquer irregularidade. O comunicado afirma que ele não responde a ações penais, não foi denunciado pelo Ministério Público e nunca sofreu condenação por ilícitos. A defesa também nega qualquer relação entre Wilians e o "Careca do INSS", declarando que "Nelson Wilians jamais teve qualquer relação pessoal, profissional ou comercial com essa pessoa, e sequer tinha conhecimento de sua existência antes das notícias sobre o escândalo do INSS".

O advogado Santiago Andre Schunck, que representa Wilians, contestou a alegação de que veículos utilizados por Antunes estariam registrados em nome de empresas vinculadas a seu cliente. A defesa ressalta que o STF indeferiu o pedido de prisão apresentado pela PF contra Wilians e afirma que o advogado está disposto a colaborar com as investigações.

Moraes ordena algo inacreditável contra um de seus maiores algozes

JCO

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a direção da Colônia Agrícola Marco Aurélio Vergas Tavares de Mattos, em Magé (RJ), encaminhe em até 24 horas as gravações do circuito interno de segurança da unidade. A medida busca verificar se o ex-deputado Daniel Silveira tem recebido visitas fora das regras estabelecidas.

Segundo despacho de Moraes, informações chegaram ao STF indicando que Silveira estaria recebendo visitantes em dias e horários diferentes dos demais presos, com autorização direta da Secretaria de Administração Penitenciária, sem comunicação prévia ao ministro. Entre os nomes citados estão o major Elitusalem, ex-vereador do Rio, que teria entrado em 4 de junho sem registro oficial; o tenente-coronel da PM Guilherme Costa de Souza Moraes, secretário de Proteção e Defesa Civil de Petrópolis (RJ), acompanhado de policiais, em 23 de junho; e o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ), no dia 24 do mesmo mês.

A direção do presídio respondeu a Moraes que essas pessoas de fato estiveram na unidade, mas alegou que foram recebidas apenas no gabinete da direção, sem contato com Silveira, ressaltando que visitas ao ex-deputado dependem de autorização prévia do STF. Ainda assim, a Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu a necessidade de análise das imagens de segurança para confirmar a versão apresentada.

Daniel Silveira foi condenado pelo Supremo, em 2022, a oito anos e nove meses de prisão por ameaças ao Estado Democrático de Direito e tentativa de interferir em processos judiciais. Atualmente cumpre pena em regime semiaberto. 

Neste mês, Moraes homologou a remição de 113 dias de pena, considerando atividades de trabalho, estudo e leitura desenvolvidas pelo ex-parlamentar dentro da unidade prisional.

Irmão de ministro do STF pode ser convocado para depor na CPMI do INSS

JCO

O deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil-SP) protocolou requerimento junto CPMI do INSS para convocar o subprocurador Nicolao Dino. O documento foi apresentado nesta quarta-feira (17) em Brasília. Nicolao, irmão do ministro do STF Flávio Dino, é um dos signatários do Acordo Interinstitucional homologado pela Suprema Corte em julho deste ano.

O parlamentar quer que o subprocurador esclareça detalhes sobre o acordo firmado no âmbito da ADPF 1236, que trata dos descontos fraudulentos em benefícios previdenciários. O documento foi homologado pelo STF em 2 de julho e envolve a responsabilização da União e do INSS pelos prejuízos causados aos beneficiários.

O acordo questionado pelo deputado foi assinado por sete instituições, incluindo o MPF, representado por Nicolao Dino e pelo Procurador Geral da República Paulo Gonet. Também participaram a Advocacia-Geral da União, o Ministério da Previdência, o INSS, a CGU, a Defensoria Pública da União e a OAB.

Na justificativa do requerimento, Kataguiri afirma que o acordo tem "enorme impacto sobre milhões de aposentados e pensionistas". O deputado declara que a decisão "retira dos lesados o acesso imediato ao Judiciário para reparação integral; limita a indenização apenas ao valor material, desconsiderando os danos morais e existenciais sofridos por idosos em situação de vulnerabilidade; e pode implicar que a conta inicial recaia sobre o Tesouro Nacional, transferindo aos contribuintes o ônus da fraude praticada por entidades privadas".

O parlamentar solicita esclarecimentos sobre a origem das cláusulas restritivas do acordo, os estudos de impacto fiscal realizados, os mecanismos de responsabilização das organizações fraudadoras e as garantias de ressarcimento aos aposentados.

A CPMI que investiga as fraudes previdenciárias foi instalada em 26 de agosto. Os trabalhos são presididos pelo senador Carlos Viana (Podemos-MG), tendo como relator o deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL).

As investigações têm prazo inicial de 180 dias, com término previsto para 28 de março de 2026. Este período pode ser prorrogado por mais 180 dias, caso os membros da comissão considerem necessário.

A 1ª dama de uma das mais importantes capitais do país, o seu envolvimento com corrupção e o elo com facção

JCO

Um esquema escabroso envolvendo uma ‘respeitável’ primeira-dama, inúmeras autoridades e uma facção criminosa.

A Justiça Eleitoral aceitou denúncia do Ministério Público Eleitoral (MPE) contra Lauremília Lucena, primeira-dama de João Pessoa, e outras nove pessoas por envolvimento em esquema de corrupção eleitoral. O grupo responderá por organização criminosa, corrupção eleitoral, coação de eleitores e peculato. A decisão foi tomada nessa terça-feira (16).

A acusação resulta da Operação Território Livre, que investigou uma rede criminosa composta por agentes políticos, servidores públicos e integrantes da facção "Nova Okaida". As investigações apontaram um sistema de controle territorial em comunidades da capital paraibana, onde o direito ao voto era cerceado mediante intimidação.

Lauremília é esposa do prefeito Cícero Lucena (MDB), reeleito em 2024 com 63,9% dos votos. De acordo com as investigações, o grupo formado por agentes políticos, servidores e membros da facção Nova Okaida teria atuado com compra de votos, aliciamento violento de eleitores, intimidação de candidatos e apropriação de recursos públicos.

Segundo o MPE, a organização exercia domínio sobre bairros como São José e Alto do Mateus, impedindo a livre manifestação política dos moradores. Em troca, líderes da facção e seus familiares recebiam cargos públicos e benefícios da administração municipal, consolidando o que os promotores chamam de "ciclo de favorecimentos ilícitos".

O trabalho investigativo incluiu interceptações telefônicas, análise de mensagens eletrônicas, documentação oficial e apreensão de dinheiro em espécie. Este conjunto de provas permitiu ao MPE mapear a estrutura e o funcionamento do grupo criminoso, demonstrando o que o MP considera "a profunda infiltração da criminalidade organizada no processo democrático".

Laurem, como também é conhecida a primeira-dama, desempenhava papel central no esquema, conforme aponta o MPE. Ela coordenava nomeações para cargos públicos e atuava como principal interlocutora entre a prefeitura e a facção criminosa.

Os investigadores afirmam que Lauremília tinha conhecimento do controle territorial e dos métodos empregados pela facção. Ela garantia nomeações em troca de apoio eleitoral para seu marido, o prefeito Cícero Lucena.

Tereza Cristina, secretária da primeira-dama, também figura entre os denunciados. O MPE a descreve como intermediária no esquema, recebendo solicitações de Ra Lacerda e encaminhando-as para Lauremília. Ela acompanhava as contratações de pessoas ligadas ao grupo criminoso.

A ex-vereadora Raíssa Lacerda aparece na denúncia como uma das beneficiárias e coordenadoras do esquema. De acordo com o MPE, ela utilizava seu mandato para negociar com a facção o controle dos bairros São José e Alto do Mateus.

Keny Rougers, conhecido como Poeta, é apontado como líder da "Nova Okaida" no bairro São José. Mesmo do presídio, ele comandava operações de controle territorial e coação de eleitores.

No bairro Alto do Mateus, David Sena de Oliveira, chamado de Cabeça, exercia liderança semelhante. O MPE o acusa de negociar diretamente com Kaline Neres o apoio da facção em troca de vantagens.

Kaline Neres integra o grupo de denunciados e atuava como interlocutora no Alto do Mateus, cumprindo ordens de Ra Lacerda. Pollyana Dantas executava as determinações de Keny Rougers no bairro São José, enquanto Taciana do Nascimento funcionava como "testa de ferro" de Pollyana e Poeta.

Josevaldo Gomes da Silva completa o grupo de réus, sendo identificado como elo entre a facção criminosa e a gestão municipal. Segundo o relatório, ele utilizava seu cargo de Conselheiro Tutelar para proteger membros do grupo e obter vantagens.

A investigação do MPE identificou Taciana do Nascimento como figura importante no esquema. Ela atuava executando ordens de Keny Rougers e representando a organização criminosa no bairro São José.

Os documentos do MPE descrevem Taciana como principal interlocutora e "testa de ferro" de Pollyana e do próprio Poeta nas operações da facção. Esta conexão criava uma linha direta entre os líderes criminosos e agentes públicos durante o período eleitoral.

Josevaldo Gomes da Silva foi apontado pelos investigadores como principal elo entre a organização criminosa e a gestão municipal. Conforme o relatório do MPE, ele usava sua posição como Conselheiro Tutelar para oferecer proteção a integrantes do grupo.

A investigação também menciona Jonathan Dário da Silva como peça importante no esquema. Ele teria intermediado contatos entre Lauremília Lucena e as lideranças da facção no bairro São José, incluindo Pollyana.

O Juízo da 1ª Zona Eleitoral da capital já recebeu a denúncia, autorizando o andamento da ação penal. Em nota, o MP disse que "com o recebimento da denúncia, o Ministério Público, a Polícia Federal e todo o sistema eleitoral reafirmam seu compromisso de proteger a lisura das eleições, a liberdade do voto e a integridade das instituições democráticas".

Após o recebimento da denúncia pelo MPE, as defesas dos investigados começaram a se manifestar. Os advogados de Lauremília Lucena e Tereza Cristina declararam confiar no trabalho da Justiça e afirmaram que comprovarão a inocência de suas clientes durante o processo judicial.

A defesa de Lauremília afirmou que a primeira-dama está "confiante no trabalho da Justiça e que provará sua total inocência no decorrer do processo". O comunicado ressalta que ela "sempre pautou sua vida pela integridade, correção e compromisso com os mais necessitados, nunca tendo se envolvido em qualquer prática ilícita".

A equipe jurídica de Keny Rougers informou que recebeu a denúncia com tranquilidade. A defesa de Raíssa Lacerda também declarou receber a notícia com serenidade, negando todas as acusações apresentadas contra sua cliente.

Até o fechamento desta reportagem, a defesa de Pollyana Monteiro não havia se pronunciado sobre as acusações. As tentativas de contato com os representantes legais de Kaline Neres, Taciana Batista, David Sena, Josevaldo Gomes e Jonathan Dário não obtiveram resposta.

O processo segue em andamento na Justiça Eleitoral, com os acusados respondendo pelos crimes durante o período eleitoral de 2024."

Médico se manifesta e revela detalhes do câncer de Bolsonaro

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Exames confirmarem a presença de carcinoma de células escamosas — um tipo de câncer de pele — em lesões removidas durante procedimento realizado no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em coletiva, o médico Claudio Birolini esclareceu o resultado da biópsia. Ele explicou que o carcinoma de células escamosas é uma das formas mais comuns de câncer de pele, geralmente relacionado à exposição solar prolongada.

“O carcinoma baso-celular tende a ficar restrito ao local, mas o carcinoma espino-celular, que é o diagnosticado no ex-presidente, pode apresentar risco de metástase se não tratado. No caso dele, as lesões já foram retiradas”, afirmou o especialista.

Ainda segundo Birolini, embora o câncer tenha sido detectado em duas das oito manchas retiradas, ele estava restrito à camada superficial da pele, sem sinais de invasão para tecidos mais profundos ou outros órgãos. Por isso, não há necessidade de novos procedimentos cirúrgicos ou tratamentos imediatos, mas o monitoramento clínico será mantido.

Veja: 

Semblante de Lula e comitiva é de desolação, após a reunião com Trump (veja o vídeo)

JCO 07/05/2026 às 17:29 Lula concedeu entrevista a jornalistas em Washington, nesta quinta-feira (7), após o encontro de mais de três horas ...