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terça-feira, 23 de setembro de 2025

Lula discursa em abertura da Assembleia Geral da ONU. Siga no YouTube Presidente Lula deve defender a soberania nacional em discurso de abertura na ONU. Donald Trump falará em seguida

metrópoles 

 atualizado 

Ricardo Stuckert/PR
Lula tem discurso cortado na ONU - Metrópoles
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Nova York — O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) discursa, nesta terça-feira (23/9), durante a abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Há a expectativa de que a declaração do chefe do Planalto reforce a defesa da soberania do Brasil.

O evento começou às 10h com um discurso do secretário-geral da ONU, António Guterres, com uma defesa do multilateralismo e da própria entidade. Ele também falou sobre a importância da paz no mundo: “Primeira obrigação”.

Acompanhe ao vivo:


Contexto político

A solenidade ocorre um dia após o governo dos Estados Unidos (EUA) anunciar nova rodada de sanções a autoridades brasileiras, na esteira da condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Na manhã de segunda, o governo dos EUA incluiu Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes na lista de sancionados pela Lei Magnitsky. Também suspendeu o visto do advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, e de outras autoridades brasileiras.

Trata-se da primeira visita do petista aos Estados Unidos desde o tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump. Lula e o republicano podem ficar frente a frente durante a abertura do evento. Tradicionalmente, o presidente brasileiro é o primeiro chefe de Estado a discursar. Em seguida, é a vez do titular da Casa Branca.

Apesar da proximidade entre os discursos, não há qualquer sinal de conversa entre os líderes. Em entrevista à BBC News na última semana, Lula se disse disposto a negociar as tarifas diretamente com o republicano durante a passagem por Nova York.

“Se ele chegar e passar perto de mim, eu vou cumprimentá-lo porque eu sou cidadão civilizado. Eu converso com todo mundo. Eu estendo a mão para todo mundo. Eu nasci na vida política negociando. Então, para mim não tem nenhum problema”, destacou o presidente.


Lula na ONU

  • O titular do Executivo chegou a Nova York no domingo e cumpre agenda no país até quarta-feira (24/9).
  • Durante a passagem, o petista participará de reuniões de alto nível sobre democracia e combate ao extremismo; meio ambiente; resolução do conflito na Faixa de Gaza; entre outros.
  • A primeira-dama, Janja Lula da Silva, está nos EUA desde a última quarta-feira. Ela viajou como enviada especial para a COP30, e acompanhará Lula em algumas agendas.
  • Os dias que antecederam a viagem do presidente foram marcados pela incerteza sobre a presença de algumas autoridades na comitiva.
  • O ministro Alexandre Padilha, da Saúde, só recebeu o visto na quinta-feira e, ainda assim, sob restrições de circulação na cidade.
  • Além disso, na véspera do discurso de Lula, o governo norte-americano anunciou novas sanções contra brasileiros, que inclui a esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes.

Polêmica dos vistos

A pouco dias da viagem, a participação de parte da delegação brasileira ficou ameaçada em meio à demora do governo dos Estados Unidos em emitir vistos. Como país-sede da organização, os EUA são obrigados a conceder a autorização de entrada para membros de comitivas que vão participar das atividades da Assembleia.

Os documentos dos ministros Ricardo Lewandowski, da Justiça, e Alexandre Padilha, da Saúde, ficaram pendentes até o meio da semana que antecedeu o evento. No caso de Padilha, houve restrição de circulação do ministro pela cidade, o que o levou a desistir de ir aos Estados Unidos.

Por determinação do governo norte-americano, o ministro da Saúde só poderia transitar entre o hotel onde ficaria hospedado, a sede da ONU e as representações diplomáticas brasileiras, com limite de até cinco quarteirões ao redor do hotel. Com isso, ele não conseguiria participar de presencialmente da reunião do Conselho Diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

Vale lembrar que recentemente os Estados Unidos revogaram o visto de autoridades ligadas à criação do programa Mais Médicos. A filha e a esposa de Padilha também foram afetadas pela medida.

Agenda do presidente

Na segunda-feira (22/9), primeiro dia de agendas em Nova Iorque, Lula participou da Conferência Internacional para Resolução Pacífica da Questão Palestina e a Implementação da Solução de Dois Estados, convocada por França e Arábia Saudita. A primeira sessão da conferência ocorreu em julho, com a participação do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.

Já no dia 24, Lula vai liderar, ao lado do presidente do Chile, Gabriel Boric, e do presidente de governo da Espanha, Pedro Sánchez, a reunião em “Em Defesa da Democracia, Lutando contra o Extremismo”. A primeira edição do evento ocorreu no ano passado, também à margem da reunião da ONU. O encontro busca reafirmar compromissos em torno da democracia, do multilateralismo e do Estado Democrático de Direito.

Outra parte da agenda do petista nos Estados Unidos será focada em temas ambientais, de forma preparatória à COP30, que ocorrerá em novembro, em Belém (PA).

Nesse sentido, Lula participará da chamada Cúpula das NDCs, evento sobre ação climática com foco na mobilização para que os países apresentem suas metas para reduzir as emissões de gases do efeito estufa — as NDCs [Contribuição Nacionalmente Determinada].

Ainda no campo do meio ambiente, Lula participará de eventos que vão discutir a adaptação climática e o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), que será lançado pelo Brasil na presidência da COP.

Em relação às reuniões bilaterais, o governo brasileiro confirmou apenas um encontro com o secretário-geral da ONU, António Guterres. A conversa deve ocorrer nesta terça-feira.

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

AO VIVO: Estados Unidos apresentam a nova lista de sancionados (veja o vídeo)

JCO

Um golpe de mestre de Donald Trump! O governo americano sancionou Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes, com a Lei Magnitsky. E a medida também atinge o Instituto Lex, ligado à família do ministro. 

No mesmo dia, os EUA revogaram o visto do advogado-geral da União, Jorge Messias, e de outras autoridades brasileiras, acirrando tensões diplomáticas. 

E documentos com denúncias contra o ministro Alexandre de Moraes foram colocados em sigilo... O que eles querem esconder? 

Sem força para protestos reais, a esquerda montou um carnaval fora de época em várias cidades do Brasil, contra a PEC da Blindagem e contra a anistia, reunindo artistas famosos, muitos deles... anistiados pelo regime militar. 

Para debater os assuntos, o Jornal do JCO recebe o deputado federal Capitão Alden, o professor Marcos Pizzolatto e o jornalista Diogo Forjaz, com apresentação de Camila Abdo. Compartilhe, junte-se ao Jornal da Cidade Online e fortaleça o verdadeiro jornalismo. 

Veja o vídeo: 

A "conta final" está chegando para Moraes... Quer saber do que realmente é capaz o ministro? No polêmico livro "Supremo Silêncio"toda a perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Nessa obra estão todos os relatos de censura, prisões e estranhas ações do judiciário que o "sistema" quer esconder à todo custo. Mas, como ter esse livro na mão? Clique no link abaixo:

https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber

Veja a capa:

da Redação

Gilmar sentiu...

JCO

O governo americano sancionou Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes, com a Lei Magnitsky. E a medida também atinge o Instituto Lex, ligado à família do ministro. 

No mesmo dia, os EUA revogaram o visto do advogado-geral da União, Jorge Messias, e de outras autoridades brasileiras, acirrando tensões diplomáticas. 

O ministro Gilmar Mendes fez um publicação no X e mostrou que "sentiu". Veja:

"Manifesto minha irrestrita solidariedade ao ministro Alexandre de Moraes e à sua família diante da injusta sanção aplicada por governo estrangeiro. Trata-se de medida arbitrária, que afronta a independência do Poder Judiciário e viola a soberania do Brasil.
É preciso recordar: nosso país esteve à beira de um golpe de Estado, com invasão e depredação de prédios públicos, acampamentos pedindo intervenção militar e até planos de assassinato contra autoridades da República. Coube ao ministro Alexandre, com coragem e firmeza, enfrentar essa ameaça e assegurar que a democracia prevalecesse.
Punir um magistrado e seus familiares por cumprir seu dever constitucional é um ataque direto às instituições republicanas. Reitero meu total apoio ao colega e amigo, convicto de que o Supremo Tribunal Federal seguirá forte e fiel ao seu compromisso com a Constituição."

AO VIVO: Lula faz discurso na ONU, defende a Palestina e aumenta pressão mundial contra o Brasil

JCO

Durante a Conferência Internacional de Alto Nível em Nova York, nesta segunda-feira (22), Lula voltou a criticar a estrutura do Conselho de Segurança da ONU, acusando a chamada “tirania do veto” de enfraquecer a missão da organização. 

Em discurso, Lula defendeu a Palestina e afirmou que “não há palavra mais apropriada para se descrever o que está ocorrendo em Gaza do que genocídio”.

O presidente relacionou o bloqueio sistemático de resoluções sobre o conflito à atuação dos Estados Unidos, que utilizaram seu poder de veto em todas as propostas de cessar-fogo.

“A tirania do veto sabota a própria razão de ser da ONU, de evitar que atrocidades como as que motivaram a sua fundação se repitam”, disse Lula, em referência às lições da Segunda Guerra Mundial.

Lula ressaltou que a Palestina teve seus três pilares de Estado – território, população e governo – solapados pela ocupação israelense. Ele mencionou a expansão de assentamentos ilegais, o deslocamento forçado de comunidades e a fragilidade da Autoridade Palestina.

“Como falar em território diante de uma ocupação ilegal que cresce a cada novo assentamento? Como manter uma população diante da limpeza étnica a que assistimos em tempo real?”, questionou.

No pronunciamento, o petista reafirmou que o Brasil aderiu ao processo movido pela África do Sul na Corte Internacional de Justiça, que acusa Israel de genocídio.

O discurso foi alinhado ao movimento crescente de países que reconheceram o Estado da Palestina nos últimos dias. Reino Unido, Canadá, Austrália, Portugal e França se somaram a mais de 140 nações, incluindo o Brasil, que já reconhecem formalmente a soberania palestina. Emmanuel Macron afirmou que “chegou a hora de pôr fim à guerra, aos bombardeios em Gaza, aos massacres e à fuga da população”.

O discurso de Lula aumenta a pressão mundial contra o Brasil. O deputado Kim Kataguiri publicou:

"Zelensky não aplaudiu a fala de Lula na ONU. 
Eu também não aplaudiria se fosse ele. Vale lembrar que Lula igualou a responsabilidade de Putin e Zelensky pela guerra na Ucrânia."

URGENTE: Moraes reage

JCO

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou de forma contundente as sanções anunciadas pelos Estados Unidos, no âmbito da Lei Magnitsky, que atingiram sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes. Para o magistrado, as medidas são ilegais e representam um ataque à soberania brasileira e à independência do Judiciário.

Em manifestação oficial, Moraes afirmou que a decisão norte-americana “não apenas contrasta com a história dos Estados Unidos da América, de respeito à lei e aos direitos fundamentais, como também violentam o Direito Internacional, a soberania do Brasil e a independência do Judiciário”.

Segundo ele, a atuação da magistratura brasileira deve permanecer firme diante de pressões externas:

“Independência do Judiciário, coragem institucional e defesa à Soberania nacional fazem parte do universo republicano dos juízes brasileiros, que não aceitarão coações ou obstruções no exercício de sua missão constitucional conferida soberanamente pelo Povo brasileiro”.

O ministro reforçou ainda a confiança na solidez das instituições nacionais, destacando que o único caminho aceitável é o respeito irrestrito à Constituição. Em suas palavras, “não há possibilidade constitucional de impunidade, omissão ou covarde apaziguamento”. Moraes concluiu garantindo que continuará exercendo sua função no STF com “independência e imparcialidade”.

Na sequência, a própria Corte Suprema divulgou nota em repúdio às sanções impostas pelos EUA. O tribunal lamentou a decisão e afirmou que as autoridades americanas foram influenciadas por “narrativas que não correspondem aos fatos”.

O comunicado classificou a ampliação das sanções como uma injustiça, acrescentando que “se na sanção a um juiz por sua atuação independente e dentro das leis e da Constituição há injustiça, ainda mais injusta é a ampliação das medidas para alcançar um familiar do magistrado”.

A "conta final" está chegando para Moraes... Quer saber do que realmente é capaz o ministro? No polêmico livro "Supremo Silêncio"toda a perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Nessa obra estão todos os relatos de censura, prisões e estranhas ações do judiciário que o "sistema" quer esconder à todo custo. Mas, como ter esse livro na mão? Clique no link abaixo:

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Veja a capa:

da Redação

Conheça os principais pontos da decisão do ministro André Mendonça sobre Ciro Nogueira

Brasil 247 Conheça os principais pontos da decisão do ministro André Mendonça sobre Ciro Nogueira 2 47 –  A decisão do ministro André Mendon...