O senador Flávio Bolsonaro (PL) voltou a usar suas redes sociais para detonar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmando que o mesmo deu um grande calote no fundo da Reforma Tributária, deixando de fora bilhões de reais!
Através do X, (antigo Twitter), Flávio Bolsonaro publicou uma manchete em que dizia: “Governo Lula dá calote em fundo da Reforma Tributária“, a manchete ainda destacava: “Lula sendo Lula, alguém ainda se deixa enganar?“, dizia tal publicação do ‘Poder 360’.
Na legenda, Flávio reagiu afirmando: “A Reforma Tributária foi vendida como ‘grande solução’, mas o próprio governo já descumpre o combinado e deixa R$ 8 bilhões de fora do fundo que compensaria os Estados. Lula não fez uma reforma, inaugurou uma nova ala no hospício tributário que é o Brasil“, disse o senador e filho de Jair Bolsonaro.
Ainda apurado, o aporte previsto para o Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais em 2025 não entrou no Orçamento e depende de aprovação de projeto de lei no Congresso. Nos comentários da publicação de Flávio Bolsonaro, muitos internautas reagiram dizendo:
“Além de tirar recursos dos Estado e Municípios, que passaram ficar dependente da União sem conseguir programar as polícias públicas“, disse um. “Ninguém, em sã consciência, achou essa ‘deforma’ tributária boa. Trata-se de reforma de estado posto que centraliza toda receita nos cofres federais, tal e qual estão propondo nessa ‘pec da segurança’, o princípio é o mesmo centralizar e controlar“, comentou outro.
A Operação Sentinel conduzida pela Polícia Civil do Distrito Federal conseguiu identificar o cidadão brasileiro que fez ameaças ao presidente Donald Trump e tentou acessar a sede da embaixada americana em Brasília levando uma mala.
Trata-se de Thiago de Carvalho, de 33 anos, que também enviou um e-mail para a embaixada com ameaças a autoridades americanas e ao presidente Trump.
Thiago de Carvalho
O caso é investigado como extremismo violento com motivação ideológica e racista.
Um mandado de busca e apreensão foi cumprido em Goiânia (GO) com o objetivo de coletar provas, identificar conexões com possíveis grupos extremistas e prevenir a ocorrência de atos violentos no Distrito Federal, segundo a polícia.
Durante a diligência, foram apreendidos documentos, incluindo um caderno com anotações que indicavam o plano do investigado de tentar entrar nos Estados Unidos via Guatemala. No local, agentes também encontraram uma parede rabiscada com a frase “shoot to kill” (atire para matar).
O Comando Vermelho está mostrando a força da violência em Belém, sede da COP 30. O governo federal determinou que a Polícia Federal investigue ameaças de ataques da organização criminosas contra a Subestação Belém-Marituba, no Pará, uma infraestrutura elétrica essencial para a cidade.
Em Brasília, o deputado federal José Medeiros (PL-MT) denunciou a “bancada do crime organizado” no Congresso Nacional. Ele solicitou à Procuradoria-Geral da República uma investigação sobre influências de facções criminosas no Congresso.
Nos Estados Unidos, o Senado rejeitou uma resolução que limitaria o presidente Donald Trump a lançar ataques contra a Venezuela sem aprovação congressional. Ou seja, o presidente americano pode atacar o ditador Nicolas Maduro a qualquer momento.
Para debater esses assuntos, o Jornal do JCO recebe os analistas políticos Rafael Ribeiro e José Carlos Sepúlveda.
A possibilidade de o Supremo Tribunal Federal (STF) transferir o ex-presidente Jair Bolsonaro para o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, tem gerado divergências entre ministros do Superior Tribunal Militar (STM). De acordo com integrantes da Corte, por ser capitão do Exército, ainda que na reserva, Bolsonaro teria o direito de cumprir eventual pena em uma instalação militar, e não em um presídio comum.
“Oficiais das FFAA [Forças Armadas] cumprem pena em carceragem militar”, afirmou à coluna um ministro do STM nesta sexta-feira (7/11).
Segundo ele, essa interpretação é compartilhada por outros membros do tribunal, embora não represente uma posição institucional do órgão.
O STM é composto por 15 juízes — dez militares e cinco civis — e tem vivido um ambiente de tensões internas. Nesta semana, magistrados da Corte trocaram críticas públicas ao debater a herança do regime militar.
A decisão sobre o local em que Bolsonaro deverá cumprir pena caberá à Primeira Turma do STF. Com a saída recente de Luiz Fux, o colegiado é atualmente formado por Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Flávio Dino.
Segundo informações da própria Corte, o ministro Alexandre de Moraes já avaliou imagens da cela especial preparada para o ex-presidente na Papuda.
O Palácio do Planalto vem analisando as consequências políticas de uma eventual transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro para o presídio da Papuda, em Brasília. Embora parte dos auxiliares do petista Lula veja a prisão como um marco simbólico de uma suposta “consagração” de uma tal "democracia", há preocupação de que a medida transforme Bolsonaro em um “mártir” e acabe impulsionando a base de direita, com reflexos diretos nas eleições presidenciais de 2026.
Segundo integrantes próximos ao governo, o Planalto considera que uma prisão poderia levar Bolsonaro a antecipar o anúncio de quem apoiará na próxima disputa presidencial — algo que, até agora, ele pretendia fazer apenas em meados do próximo ano. Entre os nomes mais comentados dentro do campo conservador estão o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o governador Ratinho Júnior (PSD).
A equipe política de Lula avalia que a transferência de Bolsonaro para a Papuda exigiria uma mobilização imediata do Ministério da Justiça e Segurança Pública, além de colocar as Forças Armadas em estado de alerta. Ou seja: medo escancarado da revolta popular.