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quarta-feira, 26 de novembro de 2025

Clubes Militares se manifestam sobre prisão de generais condenados Ex-comandantes das Forças Armadas e outros militares foram condenados pelo STF por participação na trama golpista e estão na prisão

 metrópoles 

 atualizado 

Fotografia Metrópoles
Walter Braga Netto, Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira, Almir Garnier
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A Comissão de Interclubes Militares se manifestou, nesta quarta-feira (26/11), sobre a prisão de membros da ativa e da reserva das Forças Armadas que foram condenados na ação da trama golpista pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Em nota oficial, a entidade reclamou do processo, das penas e da prisão imediata.

“A decisão de decretar a prisão dos militares ao final do processo levanta preocupações sérias e não pode ser tratada como um ato meramente protocolar. Quando um julgamento apresenta pontos de contestação sólidos, como os levantados com precisão jurídica pelo Ministro Fux, é imprescindível que tais questionamentos sejam enfrentados com rigor, e não ignorados”, diz o texto, assinado pelo almirante Alexandre José Barreto de Mattos, presidente do Clube Naval; general Sérgio Tavares Carneiro, presidente do Clube Militar, e brigadeiro Marco Antônio Perez, presidente do Clube da Aeronáutica.

Os militares da reserva que assinam a carta avaliam que “as penas aplicadas, desproporcionais e desequilibradas, e que nem deveriam existir, são superiores às praticadas, em média, pela justiça brasileira, mormente quando se compara a assassinos, traficantes, ladrões do dinheiro público, estupradores, etc”.

Discordância sem ataque

Ainda segundo a nota dos Clubes Militares, “discordar dessa decisão não significa atacar instituições, mas reafirmar que decisões que afetam diretamente a liberdade de indivíduos devem ser tomadas com total observância ao devido processo legal, especialmente quando há apontamentos relevantes sobre possíveis falhas na análise dos fatos ou na interpretação jurídica aplicada”.

O texto também destaca que “as prisões em questão atingem respeitados chefes militares, com passado ilibado, com uma carreira de mais de 40 anos de serviços prestados à nação brasileira o que deveria ter sido objeto de ponderação em todo o processo e no julgamento”.

Mesmo documento que previu a prisão crava desfecho triunfal para Bolsonaro

JCO

Um livro chocante foi lançado poucos dias antes do julgamento de Jair Bolsonaro.

A obra “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”, mostrou exatamente o cenário lamentável e absurdo que se concretizou hoje com a prisão do ex-presidente.

O livro trouxe denúncias diretas: Jair Bolsonaro foi alvo de um verdadeiro aparelho de perseguição política, que uniu instituições, mídia e setores progressistas em uma tentativa coordenada de enfraquecer seu governo e silenciar o movimento conservador que ganhou força no país.

Além disso, a obra prevê um desfecho triunfal para essa história... É impactante! Neste momento, a obra acaba de se tornar um ARQUIVO HISTÓRICO, um manifesto contra a censura e o "sistema".

Para ter esse documento na palma da sua mão, clique no link abaixo:

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São apenas R$ 35,90! Vale a pena o investimento. Veja a capa: 

URGENTE: Moraes dá 24h a Bolsonaro

JCO

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresente explicações formais sobre o episódio envolvendo o uso de um telefone celular pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) durante a visita realizada na manhã de sexta-feira (22). 

Naquele período, Bolsonaro permanecia sob prisão domiciliar.

As imagens exibidas pela TV Globo no dia da visita mostraram Nikolas Ferreira utilizando o celular na varanda da residência, próximo a Bolsonaro. 

A simples presença do aparelho, ainda que em mãos do parlamentar, abriu margem para questionamentos sobre um possível descumprimento indireto das normas fixadas pelo STF, sobretudo diante da possibilidade de compartilhamento do dispositivo ou acesso a mensagens pelo ex-presidente.

A partir desse cenário, Moraes pretende que a defesa esclareça de forma objetiva se houve entrega ou empréstimo do telefone, se Bolsonaro teve contato com conteúdos exibidos na tela ou se, de algum modo, utilizou o aparelho através do deputado. 

"Em decisão de 11/11/2025, autorizei a visita do deputado federal Nikolas Ferreira ao réu Jair Messias Bolsonaro, então em cumprimento de prisão domiciliar, a ser realizada no dia 21/11/2025. Ressaltei, naquela ocasião, que todas as visitas deveriam observar as determinações legais e judiciais previamente estabelecidas", escreveu Moraes na intimação expedida nesta quarta-feira.

Em seguida, o ministro acrescentou:

"Em reportagem exibida pelo Jornal Nacional, foi informado que, durante a visita autorizada, o réu e o parlamentar foram vistos conversando na área externa, nos fundos da residência, enquanto o deputado utilizava um telefone celular".

Cláudio Castro sobe o tom contra o STF

JCO

O governador Cláudio Castro (PL) voltou a elevar o tom ao criticar as restrições impostas pelo Supremo Tribunal Federal às ações policiais em comunidades do Rio de Janeiro. Segundo ele, as determinações da chamada “ADPF das Favelas” teriam criado um ambiente propício para o avanço do Comando Vermelho em diferentes regiões do país. 

Em sua fala, durante audiência em uma comissão especial da Câmara dos Deputados, o governador afirmou que “De 2019 a 2023, a instituição criminosa que mais cresceu foi o Comando Vermelho, exatamente em virtude da ADPF”, reforçando que o Estado ainda enfrenta o impacto de “cinco anos de besteirada para a gente poder limpar; essa limpeza só começou, e no Rio a gente não vai parar”.

Ao comentar os resultados da megaoperação realizada nos complexos da Penha e do Alemão, que registrou 121 mortes, Castro destacou que cerca de 40% dos mortos eram oriundos de outros Estados. Para o governador, esse dado evidencia a dimensão nacional do problema e a urgência de mudanças nas diretrizes impostas às forças de segurança. 

Nesse contexto, insistiu que “Se não resolvermos o Rio, dificilmente conseguiremos resolver o Brasil”.

Além das críticas ao STF, Castro voltou suas atenções para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, elaborada pelo governo federal. Ele defendeu ajustes no texto para ampliar a autonomia das corporações estaduais, criticando a estrutura do conselho previsto na PEC, que, segundo afirmou, concentra poder excessivo na União. Entre suas sugestões, propôs reduzir o número de integrantes do colegiado para algo entre “dez a 12 vagas”, buscando, assim, um formato mais ágil e equilibrado.

O governador também cobrou mecanismos formais de ressarcimento por parte da União quando policiais estaduais atuarem em situações que envolvam crimes de competência federal. 

A medida, afirmou, seria fundamental para evitar sobrecarga financeira nos Estados e permitir ações mais amplas no enfrentamento às facções criminosas. As propostas apresentadas serão analisadas pelo relator da PEC, Mendonça Filho (União-PE), enquanto o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), projeta a entrega do parecer para o dia 4 de dezembro.

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje é dia de celebrar a vida da querida Sara Fernandes !!! Uma pessoa iluminada, de coração generoso e presença marcante por onde passa. S...