ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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terça-feira, 2 de dezembro de 2025

Quem decidiu matar Bolsonaro?

JCO

Prenderam o homem. Tentaram inicialmente com uma facada, e no insucesso da tentativa de assassinato, decidiram matá-lo de outras formas.

Como todos estamos testemunhando para os anais da História, Bolsonaro está preso. O Sistema venceu.

Na verdade, Bolsonaro não está preso. Na realidade dos fatos, Bolsonaro está sequestrado e encontra-se neste momento em cativeiro de 12 x 8 metros, com ordens de ser mantido trancado a chave nesse local em período integral, com direito a um passeio diário em lugar com poucos passos, debilitado, doente, necessitando de cuidados hospitalares e não do tratamento desumano que recebe no momento.

E o que fez Bolsonaro?

Não é um corrupto, um assassino, um traficante, um malandro.

Bolsonaro foi julgado e condenado por meia dúzia de militantes togados sob a acusação de uma "tentativa" de golpe de Estado.

Fica óbvio que entendemos perfeitamente quem foi que realmente deu o grande golpe na oposição brasileira, tal como acontece em tantas ditaduras no mundo todo.

Dia há de chegar em que até mesmo aqueles que hoje o odeiam com toda a força do ser por conta da manipulaçao efetuada pela mídia militante, conivente e apoiadora de todas as ilegalidades praticadas pela mais alta corte de Justiça irão se perguntar, amuados:

“Por que, afinal, apoiamos a perseguição implacável a Bolsonaro e a quem interessou sua prisão injusta?”

Por sua condição de idoso debilitado por inúmeras comorbidades, há a grande possibilidade que morra na prisão, sob os olhares indiferentes de alguns, de perplexidade de outros, de alegria incontida de muitos.

Somente o tempo poderá reparar o erro cometido, a injustiça imposta, a crueldade sem tamanho.

Ao mesmo tempo em que este homem inocente sofre injustiças irreparáveis imposta por um Sistema a quem não interessa sua existência física e política, vemos emergir das páginas policiais o escabroso caso da liquidação do  Banco Master e de seu proprietário Daniel Volcaro, que denuncia uma fraude bilionária que revela articulações com a rede suprema de poder existente que garantiu a expansão do banco e do Banco receberam toda a sorte de privilégios.

Nomes do grande escalão político e empresarial estão envolvidos até o pescoço com negociatas escabrosas.

Volcaro foi preso, mas milagrosamente solto alguns poucos dias depois, enquanto Filipe Martins, lembremo-nos bem, permaneceu preso e incomunicável, com passaporte retido e vida destroçada sem que nenhuma acusação concreta pesasse sobre ele.

Atendendo a interesses os mais escusos, a ação que investigará o já rumoroso caso que abala os alicerces da Nação, também milagrosamente foi enviada para aquele local já tão conhecido por nós brasileiros, onde destinos são traçados, vidas são destruídas, interesses são solucionados, o STF, foro inadequado, diga-se de passagem, e nada mais nada menos enviado diretamente para as mãos do togado Toffoli, esse que tem muitas contas a acertar com o Destino.

E o que faz Toffoli, com o explícito objetivo de blindar Daniel Varcaro, o fraudador de bilhões que bancou muitos dos eventos miliários realizados no exterior onde compareceram juízes do Supremo, Toffoli incluso?

Toffoli impõe sigilo absoluto da ação, sob a alegação de evitar vazamentos que possam atrapalhar as investigações.

Já eu diria que o sigilo é justamente para impedir as investigações de maneira profunda e isenta.

O Sistema escancara cada vez mais sua face podre e o faz com a convicção de quem sabe que poderes ilimitados mantém a massa na coleira, submetidos e calados como os reféns do 8 de Janeiro podem muito bem testemunhar.

É bíblico:

"Há duas injustiças que o Senhor abomina: que o inocente seja condenado e que o culpado seja declarado justo" - Provérbios.

Eu espero, com paciência franciscana, que a ira santa se instale,  se manifeste e se materialize no corpo, mente e espírito de milhões que um dia haverá de compreender que quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Silvia Gabas. @silgabas

Relator desmoraliza sentença do STF e Zambelli vence batalha na Câmara

JCO

O relator Diego Garcia (Republicanos-PR) apresentou parecer contrário à cassação da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

A decisão foi anunciada nesta terça-feira (2), opondo-se à condenação do Supremo Tribunal Federal (STF) que impôs à parlamentar 10 anos de prisão e perda do mandato por suposta invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Garcia baseou sua posição na falta de evidências conclusivas sobre a participação direta da deputada no ataque cibernético.

"Diante de todos esses elementos, o meu voto é pela preservação do mandato de Carla Zambelli. Não há certeza de que a deputada ordenou os ataques [ao sistema do CNJ]", disse o relator após apresentar o documento.

A decisão final sobre a cassação pertence à Câmara dos Deputados, apesar da determinação do STF para perda do mandato. O relator questionou a fundamentação da condenação, alegando que teve acesso restrito aos autos do processo, com pedidos de documentação negados pelo ministro Alexandre de Moraes, responsável pelo caso no Supremo.

O parlamentar criticou a base probatória utilizada na condenação, afirmando que ela "se deu exclusivamente baseado no depoimento de Walter Delgatti", o hacker supostamente responsável pela invasão. Garcia apontou contradições nas declarações de Delgatti em diferentes momentos do processo.

O relator mencionou dificuldades para contatar Zambelli, atualmente detida na Itália. Em sua avaliação, existem indícios de "perseguição política" no caso, questionando o fato de Moraes ter atuado como "vítima" e "julgador" simultaneamente.

A situação da deputada se agravou em maio quando ela deixou o Brasil antes da decisão do STF e viajou para a Itália, onde possui cidadania. Posteriormente, foi presa em território italiano e aguarda julgamento de pedido de extradição.

Em 24 de setembro, mesmo detida, Zambelli participou remotamente de audiência na CCJ. Durante seu depoimento, relatou problemas de saúde decorrentes da prisão. "Se você me ver aqui, eu estou parecendo uma velha. Eu ando devagar, não consigo me levantar tão fácil. Eu tenho muita dor de cabeça, minha fibromialgia está muito alta. E também acho que um pouco por causa da decepção toda, dessa coisa da perseguição", afirmou a parlamentar.

O caso segue agora para análise do plenário da CCJ, que decidirá se acata o parecer do relator ou recomenda a cassação conforme determinado pelo STF. A decisão definitiva sobre o mandato de Zambelli caberá ao plenário da Câmara.

Esquerda ataca PL Antifacção e Derrite não perdoa

JCO

O secretário de Segurança Pública de São Paulo e deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP) afirmou que encara como elogio as críticas dirigidas ao relatório do Projeto de Lei Antifacção, aprovado pela Câmara dos Deputados neste mês. Em entrevista às “Páginas Amarelas” da revista Veja, ele declarou:

“Quando eu vejo me criticarem aqueles que acham que bandido é coitadinho, que traficante é vítima, que é absurdo a polícia prender criminosos só porque estão roubando celulares para tomar uma cervejinha, para mim é um elogio.”

Derrite destacou que a proposta relatada por ele teve forte respaldo da população.

“O projeto de lei é tudo o que a sociedade esperava ao longo de décadas do Congresso. É uma legislação dura que, infelizmente, não contou com o apoio de todos os parlamentares, porque eles ficaram presos à questão política apenas pelo fato de eu ter sido designado relator.”

A versão relatada por Derrite — enviada originalmente pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva — foi aprovada na Câmara em 18 de novembro. O texto institui o Marco Legal do Combate ao Crime Organizado, endurece penas, altera regras de distribuição de recursos obtidos com bens apreendidos e cria novos tipos penais.

Ele também criticou a postura do governo federal na área de segurança pública.

“A sociedade não aguenta mais ser vítima de roubo e não tolera mais a impunidade. A esquerda tem tanta dificuldade que no projeto ela incluiu uma proposta que previa redução de pena. O brasileiro quer é o endurecimento das punições.”

URGENTE: Crise entre Alcolumbre e Lula ganha enorme proporção e sabatina de “Bessias” é cancelada

JCO

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), acusou o governo Lula de uma omissão “grave e sem precedentes” por ainda não ter enviado à Casa a mensagem presidencial que oficializaria a indicação de Jorge Messias ao STF e anunciou o cancelamento do cronograma antes previsto para a sabatina do chefe da AGU, que começaria nesta quarta-feira, 3.

“Para evitar a possível alegação de vício regimental no trâmite da indicação — diante da possibilidade de se realizar a sabatina sem o recebimento formal da mensagem —, esta Presidência e a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) determinam o cancelamento do calendário apresentado”, escreve Alcolumbre em comunicado.

Até o anúncio desta terça-feira, o cronograma estipulava que o relator da indicação na CCJ, Weverton Rocha (PDT-MA) fizesse a leitura de seu parecer nesta quarta-feira, 3, e o presidente do colegiado, Otto Alencar (PSD-BA), concederia vista coletiva de uma semana.

A sabatina, com a presença de Messias para responder publicamente a questionamentos dos senadores, e a votação no plenário do Senado ficariam para 10 de dezembro. Nada disso vale mais.

“A definição desse calendário”, disse Alcolumbre, seguia “o padrão adotado em indicações anteriores e tinha como objetivo assegurar o cumprimento dessa atribuição constitucional do Senado ainda no exercício de 2025, evitando sua postergação para o próximo ano”.

No entanto, continua o presidente da Casa no comunicado, “após a definição das datas pelo Legislativo, o Senado foi surpreendido com a ausência do envio da mensagem escrita referente à indicação, já publicada no Diário Oficial da União e amplamente anunciada”.

“Essa omissão, de responsabilidade exclusiva do Poder Executivo, é grave e sem precedentes. É uma interferência no cronograma da sabatina, prerrogativa do Poder Legislativo”, acusa Alcolumbre.

Tarcísio de Freitas "enterra" Lula, Alckmin, Lewandowski et caterva pelo fracasso na segurança pública

JCO

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, compareceu hoje a CPI do Crime Organizado no Senado da República.

Falou, dentre outras coisas, como conseguiu reduzir os números de roubos e homicídios ao menor patamar da série histórica, acabar com a cracolândia e outras ações contra o crime organizado.

E ainda conseguiu "enterrar" os presidente da República e governador de São Paulo da época em que o PCC cresceu no estado de SP e no Brasil.

Fez o registro importante de que o  governo de Lula não possui política de segurança pública.

Tarcísio publicou em suas redes sociais um video com sua participação na CPI seguido das seguintes palavras:

"Vai ser preciso mais 20 anos de PT para a gente perceber que segurança pública nunca foi prioridade para eles? O PCC e o Comando Vermelho cresceram à sombra daqueles que hoje se dizem especialistas em segurança pública, mas que, na verdade, enxergam os bandidos como vítimas do cidadão de bem. Esse discurso não cola mais. Basta!"

O melhor é assistir ao vídeo.

Henrique Alves da Rocha

Coronel da Polícia Militar do Estado de Sergipe.

SACOLÃO FONTENELE TRATA BEM OS ANIMAIS.

Sacoção Fontenele mostra, no dia a dia, que respeito e gratidão também se expressam em atitudes simples. Ao cuidar do cavalo com frutas, ele demonstra carinho, atenção e reconhecimento pelo trabalho incansável do animal.

Esse gesto vai além da alimentação: é uma forma de valorizar quem o acompanha na lida, quem enfrenta sol, chuva e quilômetros de estrada ao seu lado. Sacoção entende que um cavalo bem tratado retribui com força, disposição e parceria verdadeira.

Cuidar é reconhecer. E Sacoção Fontenele dá o exemplo de que quem ama e respeita seus animais, colhe sempre o melhor.

Imagens geradas pelo Fumanch[u!!! O blog.

NOTA DE FALECIMENTO.

Promotor de justiça do Estado do Ceará (aposentado) Alfredo Leonel Chaves faleceu nesta manhã de hoje 2 de dezembro de 2025 em Fortaleza. Velório e missa corpo presente Eternus situado na Padre Valdevino. Seu corpo será cremado.

Ministros batem em Toffoli: Atuação do magistrado gera incômodo nos bastidores do STF

JCO 17/01/2026 às 19:26 A atuação de Dias Toffoli na condução das investigações sobre o Banco Master tem dado o que falar entre os integrant...