Na Academia Selfit de Parnaíba encontramos muito mais do que equipamentos modernos e treinos eficientes. Ali encontramos amizade, alegria e companheirismo. Entre tantos rostos queridos, dois se destacam pela presença marcante: Doma Graça e o professor Joaquim Neto.
Doma Graça, com seu sorriso sincero e espontâneo, é daquela pessoa que anima qualquer ambiente. Sempre presente, sempre gentil, sempre disposta a incentivar quem chega. Com ela, os treinos ficam mais leves, e os dias mais felizes.
Ao lado dela, o professor Joaquim Neto — exemplo de profissional dedicado e disciplinado. Com paciência, técnica e motivação, ele ajuda cada aluno a alcançar seus objetivos, do iniciante ao atleta experiente. Não é apenas instrutor, é amigo, conselheiro e inspiração diária.
Os amigos da Selfit formam uma família. Cada encontro é motivo de alegria, cada treino é superação. É assim que se constrói bem-estar: com cuidado, união e muita energia positiva.
Parabéns a essa dupla querida!!!
Doma Graça e professor Joaquim Neto fazem a diferença e tornam a Selfit de Parnaíba um lugar especial!
Pleno.News - 04/12/2025 18h34 | atualizado em 04/12/2025 19h12
Bruno Henrique Foto: Alexandre Vidal/Flamengo
Bruno Henrique, que havia se tornado réu apenas por fraude de competição esportiva, responderá também por estelionato após a Justiça do Distrito Federal acolher recurso do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MP-DFT). O jogador do Flamengo é acusado de forçar um cartão amarelo para favorecer apostas esportivas. A decisão foi tomada em sessão na tarde desta quinta-feira (4).
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJ-DFT) havia acolhido apenas em parte a denúncia do MP-DFT, rejeitando o enquadramento de Bruno Henrique no crime de estelionato.
Agora, o flamenguista passa a responder pelas duas acusações. A pena para o crime de fraudar competição ou evento esportivo, prevista no art. 200 da Lei Geral do Esporte, é de dois a seis anos de prisão. Já a de estelionato, de um a cinco anos de reclusão. Ainda respondem no caso outras oito pessoas, entre primos e o irmão de Bruno Henrique, Wander Pinto Júnior.
Quando acolheu em parte a decisão do MP-DFT, o juiz Fernando Brandini Barbagalo, argumentou que não havia como enquadrar os acusados no tipo penal de estelionato. Para ser processado o crime de estelionato, é preciso que as vítimas (as casas de apostas) entrem com a representação judicial.
Entretanto, o relator do recurso, o desembargador Demétrius Gomes, da Terceira Turma Criminal, divergiu. Ele apontou que a International Betting Integrity Agency (Ibia), associação internacional de integridade de apostas, foi quem notificou a suspeita e que o órgão pode representar as empresas de bet.
O MP-DFT pedia ainda um pagamento de fiança de R$ 2 milhões. A Turma, porém, negou o pedido, com o argumento de que o jogador não apresenta risco de fuga. Os representantes de Bruno Henrique defendem o arquivamento do processo.
Ainda nesta semana, o Supremo Tribunal de Justiça (STF) determinou que provocar cartões para favorecer apostas esportivas não se enquadra como manipulação de jogos. O entendimento é de que a ação não tem potencial real para alterar resultado ou partida.
A compreensão vem do voto de Gilmar Mendes em análise de um agravo regimental de Igor Cariús, denunciado por forçar cartão em troca de dinheiro para favorecer apostas. O ministro argumentou que a conduta não configura crime, ainda que os fatos possam eventualmente levar à punição na esfera esportiva.
Igor Cariús havia sido denunciado pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO) na operação Penalidade Máxima. Ele teria aceitado R$ 30 mil para provocar um cartão amarelo no jogo entre Atlético-MG e Cuiabá, pelo Campeonato Brasileiro de 2022.
Na Justiça Desportiva, Bruno Henrique já teve vitórias. O jogador havia recebido punição de 12 jogos de suspensão e multa de R$ 60 mil por forçar cartão em partida do Brasileirão de 2023. Ele recorreu e se livrou do gancho, ficando apenas com a multa.
RELEMBRE O CASO
O lance que tornou Bruno Henrique suspeito aconteceu em uma partida do Brasileirão de 2023, contra o Santos, em que ele recebeu cartão amarelo aos 50 minutos do segundo tempo.
Como resultado, os parentes de jogador teriam conseguido realizar apostas com alta margem de retorno financeiro. O irmão de Bruno Henrique, Wander, apostou R$ 380,86 e recebeu R$ 1.180,67. Sua esposa, cunhada do jogador, teria apostado em duas plataformas distintas.
De valor inicial, a mulher apostou R$ 380,86 e R$ 500,00, e recebido, respectivamente, R$ 1.180,67 e R$ 1.425,00 de retorno. A prima do atleta também apostou R$ 380,86 e recebeu de volta a mesma quantia.
Ainda antes de aceita a denúncia, Bruno Henrique tentou o arquivamento do processo. A defesa do atleta protocolou petição para a 7ª Vara Criminal sob o argumento de que a conduta atribuída a Bruno Henrique não é condizente com às ações relatadas no inquérito. O pedido foi indeferido.
Amanhã completam 30 dias desde a partida do Doutor Darllan, vice-prefeito de Parnaíba. Um homem dedicado, competente e que sempre colocou o bem da população acima de tudo. Sua ausência ainda dói, sua falta ainda é sentida em todos os cantos da cidade que ele tanto amava.
Parnaíba perdeu um líder, um amigo, um profissional exemplar. Mas o que ele deixou não foi apenas saudade: deixou um legado de trabalho, responsabilidade e humanidade. Em cada ação realizada, em cada decisão tomada com equilíbrio e respeito, ele mostrou que a política pode e deve ser feita com amor ao povo.
As lembranças permanecem vivas no coração dos familiares, dos amigos e de todos que tiveram a oportunidade de conviver com ele. A memória do Doutor Darllan segue inspirando e iluminando os que continuam sua caminhada.
Nossa querida Dona Antonia Francisca dos Santos Sousa está passando por um momento muito difícil. Recentemente, ela sofreu um grave acidente e quebrou as duas pernas, precisando agora de cuidados especiais, tratamento e muita atenção para sua recuperação.
Cada gesto de solidariedade faz a diferença!!!
Dona Antonia sempre foi uma pessoa batalhadora, humilde, amiga de todos e nunca mediu esforços para ajudar quem precisava. Agora, é a vez de a comunidade retribuir com carinho, amor e apoio.
📌 Ela precisa de: Ajuda, pois sua filha trabalha de diarista e no momento não pode trabalhar.
Ajuda financeira para medicamentos e cuidados
✔ Alimentos e materiais básicos
✔ Oração, carinho e apoio moral
Se você puder contribuir de alguma forma, seja com uma ajuda material ou simplesmente compartilhando essa mensagem, já será de grande importância.
🤝 Juntos somos mais fortes!!!
Vamos mostrar que a solidariedade transforma vidas e que ninguém fica sozinho quando existe amor no coração.
Deus abençoe a todos que, de alguma forma, puderem ajudar!!!
Conviver com vocês na academia é motivo de alegria e inspiração todos os dias! Entre treinos, risadas, metas e desafios, nasceu uma amizade sincera, leve e cheia de boas energias. Cada uma com sua história, seu ritmo e sua força, mas todas com o mesmo propósito: cuidar do corpo, da mente e, acima de tudo, da amizade.
Na Selfit encontramos mais que aparelhos e exercícios, encontramos motivação. A cada encontro, uma palavra amiga, um incentivo, um sorriso que transforma o treino em um momento especial. Com vocês, a jornada fica mais divertida e muito mais fácil de seguir firme na disciplina.
Amigas queridas, sigamos juntas, superando limites, celebrando conquistas e espalhando essa vibração positiva que nos une. Que nunca falte saúde, determinação e essa alegria contagiante que faz da academia um lugar tão bom de estar.
Depois de garantir silêncio de investigados na CPMI do INSS, e de colocar sigilo nas decisões sobre o Banco Master, o Supremo viu a passividade necessária para que Gilmar Mendes conseguisse explodir o sistema de freios e contrapesos da Constituição e tirou as calças do Senado.
Agora, o Brasil olha para Alcolumbre, que diz pretender reagir as loucuras dos Sinistros. Não se enganem, se isso for a plenário, será chancelado pelos outros Ministros. Todo mundo preocupado com o cabo e o soldado, quando na verdade, Jabba The Hutt só precisou usar uma caneta.
Em meio ao colapso diplomático entre Washington e Caracas, analistas militares projetam como devem ocorrer as primeiras ações das Forças Armadas dos Estados Unidos caso a ofensiva anunciada contra o regime de Nicolás Maduro se confirme.
A doutrina operacional americana indica que qualquer intervenção desse porte se apoiaria em três pilares fundamentais: domínio aéreo imediato, paralisação das comunicações e controle dos portos e centros de comando político — etapas essenciais para neutralizar qualquer resposta venezuelana.
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1. Ataque cirúrgico às bases aéreas
O primeiro movimento dos EUA seria destruir, em poucos minutos, a capacidade de reação aérea da Venezuela. Para isso, a ofensiva priorizaria ataques de precisão contra as principais bases aéreas do país — um padrão que já foi utilizado em operações anteriores no Iraque, na Sérvia e na Síria.
Os alvos mais prováveis incluem:
• Base Aérea El Libertador (Aragua) — sede dos caças Sukhoi Su-30MK2 e parte dos F-16A/B;
• Base Aérea Tte. Vicente Landaeta Gil (Barquisimeto) — unidade que abriga F-16A/B e aeronaves de ataque leve;
• Base Aérea Generalíssimo Francisco de Miranda – La Carlota (Caracas) — ponto estratégico para comando tático e helicópteros utilitários;
• Base Aérea Mariscal Sucre (Boca de Río) — com aeronaves de treinamento e modelos de patrulha armada;
• Base Aérea Rafael Urdaneta (Maracaibo) — conhecida pelo emprego de helicópteros de ataque.
O objetivo seria inutilizar as pistas, destruir aeronaves estacionadas e impedir qualquer decolagem. Sem capacidade aérea, a Venezuela não conseguiria defender centros urbanos nem reagrupar suas forças terrestres.
Além disso, radares de defesa antiaérea, sistemas de mísseis russos S-300 e centros de controle ficariam entre os primeiros alvos, garantindo que nenhuma unidade venezuelana possa responder ou sequer detectar a totalidade da operação.
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2. Guerra cibernética total
Quase simultaneamente, os EUA acionariam sua máquina de guerra cibernética. A ofensiva digital teria como função imobilizar completamente a cadeia de comando venezuelana, bloqueando:
• comunicações militares internas;
• transmissão de ordens entre quartéis;
• monitoramento de fronteiras;
• redes de defesa antiaérea e naval.
A Venezuela mergulharia em um apagão informacional, incapaz de coordenar qualquer manobra defensiva. Sem comunicação, batalhões e bases ficariam isolados, “no escuro”, como descrevem especialistas em operações eletrônicas.
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3. Tomada dos portos estratégicos
Para impedir que o regime tente escapar, receber apoio externo ou movimentar recursos estratégicos, os EUA devem avançar sobre os três maiores portos do país:
• Porto de Maracaibo, no oeste;
• Porto de Puerto Cabello, no centro;
• Porto de La Guaira, próximo a Caracas.
O domínio desses portos permitiria controlar:
• rotas de abastecimento marítimo;
• eventuais tentativas de fuga;
• entrada de armamentos estrangeiros;
• movimentação logística de tropas pró-Maduro.
A operação, conduzida por unidades navais e fuzileiros americanos, criaria um bloqueio de fato, transformando o litoral venezuelano em área completamente monitorada.
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4. Tomada do Palácio Miraflores
Com o regime já incapacitado militarmente, o próximo passo seria neutralizar o centro de comando político do chavismo. Helicópteros de forças especiais, possivelmente acompanhados de drones de observação, avançariam sobre o Palácio Miraflores, sede oficial do governo.
O objetivo da tomada de Miraflores seria:
• impedir qualquer reorganização do comando político;
• neutralizar o núcleo de inteligência do regime;
• evitar pronunciamentos de resistência;
• capturar ou isolar figuras-chave do chavismo.
Esse tipo de ação é característico de operações americanas que visam transição imediata de poder, como já ocorreu em Panamá (1989) e no Afeganistão (2001).
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5. Instalação de um governo de transição com Edmundo González
Com a infraestrutura militar e política do regime neutralizada, os EUA apoiariam a posse imediata do opositor Edmundo González Urrutia, apontado por parte da comunidade internacional como presidente legítimo.
A presença americana no território venezuelano seria mantida enquanto:
• o novo governo estabiliza instituições;
• eleições livres são organizadas;
• setores militares são reestruturados;
• redes de inteligência ligadas ao chavismo são desmobilizadas.
A retirada americana ocorreria somente após a consolidação de um governo funcional e reconhecido internacionalmente.
A lógica militar indica que qualquer ação americana na Venezuela seguiria um roteiro altamente calculado, visando derrubar rapidamente a capacidade de reação do chavismo, impedir fuga de lideranças, controlar a infraestrutura estratégica e garantir a transição imediata de poder.
A ofensiva, se concretizada, teria impacto profundo sobre toda a região e reconfiguraria o cenário político sul-americano.