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domingo, 4 de janeiro de 2026
Garoto que sobreviveu à tragédia do castelo inflável em 2021 morre após acidente de e-bike
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Lucas Reid, de 15 anos, morreu na véspera de Ano Novo após sua e-bike colidir com um poste em Devonport, na Tasmânia.
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O acidente ocorreu por volta das 19h30 de 31 de dezembro, na Dons Heads Road, segundo o 7 News. A Polícia da Tasmânia confirmou a colisão em sua página no Facebook, mas não divulgou o nome do adolescente de imediato.
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Agentes e equipes de resgate foram acionados pouco depois das 20h e encontraram o jovem sem sinais vitais. As autoridades informaram que as investigações seguem em curso e expressaram solidariedade à família e aos amigos de Lucas.
Em 2021, o adolescente já havia escapado de outra tragédia em Devonport: ventos fortes ergueram um castelo inflável, causando a morte de seis crianças e deixando vários feridos.
Naquela ocasião, Lucas passou semanas internado e chegou a precisar de cadeira de rodas para retomar seus movimentos, conforme reportagem do jornal The Mercury.
Ele também teve a oportunidade de conhecer jogadores do Richmond Football Club e do Greater Western Sydney Giants, incluindo seu ídolo, Toby Greene. O atleta lamentou a perda, elogiou a coragem de Lucas e enviou condolências à família Reid.
Trump inaugura a guerra sem mortes e a democracia "delivery"
JCO

A história registrou um episódio inédito: uma guerra que começou e terminou em poucas horas, sem contagem de cadáveres, com um narcoditador deposto, preso e removido para outro continente. Não foi espetáculo, foi eficácia. E desmontou, de uma vez, o discurso romântico que insiste em tratar tiranias como se fossem regimes sensíveis a serenatas diplomáticas.
Não adiantou Nicolás Maduro cantar “Imagine” para Donald Trump. Ditaduras não caem com flores, hashtags ou coletivas de imprensa. Caem quando a correlação de forças muda e a decisão é executada com precisão. A chamada “diplomacia” invocada pela extrema-esquerda latino-americana, incluindo a lulofascista, mostrou-se, mais uma vez, incapaz de lidar com regimes criminosos que se sustentam no tráfico, na repressão e no terror.
O desespero é visível. Evocam convenções internacionais como se fossem amuletos, ignorando que tais instrumentos foram pensados para Estados de Direito, não para narcoditaduras. Enquanto isso, a imprensa militante insiste em defender o indefensável, relativizando crimes e tratando a queda de um tirano como afronta à civilidade.
O episódio expôs uma verdade incômoda: há momentos em que a história não avança por discursos, mas por decisões. A democracia, quando resgatada de mãos criminosas, às vezes chega por entrega expressa (delivery), sem aplausos, sem poesia, mas com resultados.
A extrema-esquerda esperneia por não poder acusar Trump de assassino ou genocida.
Os venezuelanos, em seu país e espalhados pelo mundo, agradecem.
Thank you, Trump!
Henrique Alves da Rocha
Coronel da Polícia Militar do Estado de Sergipe.
URGENTE: Lula se une a outros países e lança nota bizarra
JCO

O Governo Lula acaba de se unir a México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha em uma nota, no mínimo, "bizarra" sobre a captura de Nikolas Maduro.
Leia a nota na íntegra:
Os Governos do Brasil, México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha, diante da gravidade dos fatos ocorridos na Venezuela e reafirmando seu apego aos princípios consagrados na Carta das Nações Unidas, expressam de forma conjunta as seguintes posições:
1. Expressamos nossa profunda preocupação e rechaço diante das ações militares executadas unilateralmente no território da Venezuela, as quais contrariam princípios fundamentais do direito internacional, em particular a proibição do uso e da ameaça do uso da força, o respeito à soberania e à integridade territorial dos Estados, consagrados na Carta das Nações Unidas. Tais ações constituem um precedente extremamente perigoso para a paz e a segurança regionais e para a ordem internacional baseada em normas, além de colocarem em risco a população civil.
2. Reiteramos que a situação na Venezuela deve ser resolvida exclusivamente por meios pacíficos, por meio do diálogo, da negociação e do respeito à vontade do povo venezuelano em todas as suas expressões, sem ingerências externas e em conformidade com o direito internacional. Reafirmamos que apenas um processo político inclusivo, liderado pelas venezuelanas e pelos venezuelanos, pode conduzir a uma solução democrática, sustentável e respeitosa da dignidade humana.
3. Reafirmamos o caráter da América Latina e do Caribe como zona de paz, construída sobre o respeito mútuo, a solução pacífica das controvérsias e a não intervenção, e fazemos um apelo à unidade regional, para além das diferenças políticas, diante de qualquer ação que coloque em risco a estabilidade regional. Da mesma forma, exortamos as Nações Unidas e os mecanismos multilaterais pertinentes a fazer uso de seus bons ofícios para contribuir para a desescalada das tensões e para a preservação da paz regional.
4. Manifestamos nossa preocupação diante de qualquer tentativa de controle governamental, de administração ou apropriação externa de recursos naturais ou estratégicos, o que se mostra incompatível com o direito internacional e ameaça a estabilidade política, econômica e social da região.
Conselheiro de Trump, Jason Miller usa rede social para insultar Lula
247 - Um dos conselheiros do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Jason Miller decidiu usar as redes sociais para xingar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) neste domingo (4), depois que o petista criticou os ataques dos EUA à Venezuela.
"Vai se f****, Lula. Agora todos nós sabemos qual é a sua posição!", disse Miller no X ao compartilhar uma matéria sobre a fala do presidente brasileiro...
MINHA LINDA E QUERIDA LAÍS É A ANIVERSARIA HOJE!!!
Vaza o "desespero" dentro do Planalto com prisão de Maduro
JCO

O avanço da ofensiva militar determinada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em território venezuelano passou a ser acompanhado com forte preocupação pelo governo Lula. No Ministério das Relações Exteriores, a principal apreensão está relacionada à possibilidade de que os ataques se aproximem da fronteira com o Brasil, elevando o risco de instabilidade na região Norte.
Diante do cenário, o petista Lula convocou uma reunião de emergência com integrantes da área de política externa. O encontro teve como objetivo avaliar os impactos da ação norte-americana e discutir alternativas diplomáticas para reduzir os efeitos da crise.
Relatos de membros do alto escalão do Itamaraty indicam que a expansão das operações militares para áreas consideradas sensíveis foi um dos pontos centrais apresentados ao presidente. A avaliação interna é de que o conflito pode ganhar novas proporções, dependendo das próximas decisões de Washington.
“O receio é que as ofensivas avancem para áreas mais sensíveis entre a Venezuela e o Norte do país”, afirmou um embaixador, que falou sob condição de anonimato.
Segundo esse diplomata, há uma leitura de que novas ações militares podem ser desencadeadas caso Trump avalie a ofensiva atual como um sucesso político ou estratégico. Esse entendimento reforça a necessidade de vigilância constante por parte do governo brasileiro.
Dentro do Planalto, também não se descarta um cenário mais amplo de instabilidade regional. Um integrante do governo mencionou a hipótese de deslocamentos militares ou políticos envolvendo outros países da América do Sul.
“Não se pode descartar o risco de intervenções em territórios sul-americanos”, alertou.
Além dos reflexos geopolíticos, há preocupação com impactos internos. De acordo com o mesmo interlocutor, a escalada do conflito pode produzir “impactos no cenário eleitoral de 2026”, a depender da duração e da intensidade da crise na região.
No campo diplomático, fontes do governo relataram que o assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Celso Amorim, manteve contato com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, logo após o anúncio da ofensiva. A iniciativa buscou abrir um canal de diálogo e encontrar uma alternativa considerada “menos danosa”, com o objetivo de reduzir o nível de tensão.
Como já havia sido definido anteriormente, Lula determinara que a cúpula do Itamaraty responsável pelas relações entre Estados Unidos e América Latina permanecesse de sobreaviso durante o recesso de fim e início de ano. Com a confirmação da ação militar americana, todos os servidores da área foram reconvocados para elaborar cenários e estudar possíveis caminhos diplomáticos para lidar com a crise regional.
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