ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Com apenas uma pergunta, Flávio resume a estranha decisão de Moraes

JCO

Flávio Bolsonaro fez uma pergunta que resume muito bem a decisão do ministro Alexandre de Moraes sobre a transferência de Jair Bolsonaro para a Papudinha:

"Se fosse com o ex-presidente Michel Temer, Alexandre de Moraes estaria agindo da mesma forma?", escreveu no X.

O senador ainda disse mais:

"Os remédios que Bolsonaro toma para seu atual problema crônico de soluços têm efeitos colaterais como desequilíbrio e sonolência. Concretamente, já teve uma queda em que bateu com a cabeça. Graças a Deus não foi nada grave, mas poderia ter sido. Poderia, sim, ter sido encontrado morto - SOZINHO - na cela da Polícia Federal.
Espero que, em breve, a lei seja cumprida e Bolsonaro seja transferido para sua casa, o único local onde esse risco de queda pode ser amenizado - enquanto os médicos não solucionam o problema em definitivo."

Livro sobre Bolsonaro promete blindar a história contra distorções da esquerda

JCO

Costuma-se dizer que, no Brasil, até o passado pode ser reescrito conforme a conveniência do momento. Partindo dessa constatação, o escritor Emílio Kerber lançou o e-book “O Homem que Mudou o Destino de uma Nação”, uma obra dedicada a registrar de forma minuciosa os quatro anos do governo Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto. 

O livro rapidamente ganhou destaque e alcançou a vice-liderança na categoria de política da Amazon, tornando-se um fenômeno de vendas.

Segundo Kerber, a motivação central do trabalho é preservar um registro histórico fiel, evitando que apenas a narrativa construída pela esquerda se consolide como versão oficial no futuro. A publicação reúne e organiza mais de mil páginas de pesquisas acumuladas ao longo de anos, apresentando uma análise descrita pelo autor como técnica, direta e desprovida de paixões partidárias.

No livro, Kerber sustenta que a marca central da gestão Bolsonaro foi a escolha de ministros com perfil técnico, rompendo com a lógica tradicional de loteamento político de cargos. Para o autor, essa ruptura com práticas antigas explicaria a resistência enfrentada pelo governo, materializada em críticas constantes de setores da grande imprensa e em embates frequentes com instituições do Judiciário.

A obra também revisita episódios considerados decisivos e controversos, como a condução da pandemia, os conflitos com o Supremo Tribunal Federal e as restrições impostas ao então presidente durante o período eleitoral. Kerber argumenta que houve uma distorção sistemática dos fatos por parte dos adversários políticos e afirma que o distanciamento no tempo permite, agora, uma leitura mais clara das estratégias utilizadas para afastar Bolsonaro do cenário político atual.

Um dos aspectos mais enfatizados no livro é o impacto do governo sobre a consciência política da população. O autor destaca que, antes de Bolsonaro, grande parte dos brasileiros pouco se interessava por quem ocupava ministérios ou cadeiras em tribunais superiores. Esse quadro, segundo ele, mudou radicalmente, com a sociedade passando a acompanhar de perto decisões e bastidores de Brasília — um legado que, na visão de Kerber, merece ser registrado com rigor histórico.

A decisão de lançar inicialmente a obra apenas em formato digital, pela Amazon, foi descrita como um teste em um ambiente tradicionalmente hostil a visões conservadoras. O resultado positivo surpreendeu o próprio autor e evidenciou, segundo ele, a demanda reprimida por conteúdos que ofereçam contrapontos às narrativas predominantes em universidades e grandes veículos de comunicação. 

O livro é assinado em coautoria com Marcelo Ustra e pode ser lido em celulares, tablets e computadores. Você pode encontrá-lo no link abaixo:

https://www.amazon.com.br/dp/B0GFXPKHBP

da Redação

Carlos se manifesta sobre transferência repentina de Bolsonaro

JCO

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (15/1) transferir o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para a Sala de Estado Maior instalada no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecida como Papudinha. 

Até então, Bolsonaro cumpria pena na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

Para Carlos Bolsonaro, trata-se de uma "maldade praticada contra o último presidente do Brasil que jamais descumpriu uma linha da Constituição".

"Aliados do PT já praticaram atos muito mais graves e nada lhes aconteceu. Ainda assim, condenar Jair Bolsonaro representa o maior dos absurdos. [...]
A transferência para um ambiente prisional severo, somada às aberrações jurídicas apontadas e ao estado clínico delicado, passa a representar mais do que o cumprimento de uma decisão judicial: transforma-se em um marco simbólico de confronto institucional, cujo impacto ultrapassa a figura de Jair Bolsonaro e alcança o próprio conceito de justiça, proporcionalidade e Estado de Direito no Brasil", disse Carlos.

Rapidamente, Bolsonaro é transferido por ordem de Moraes

JCO

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (15/1) transferir o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para a Sala de Estado Maior instalada no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecida como Papudinha. 

Até então, Bolsonaro cumpria pena na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

No mesmo local estão detidos o ex-ministro da Justiça Anderson Torres e o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques, embora Bolsonaro permaneça em cela separada.

Apesar de uma cela especial, Moraes afirmou que chegaram ao STF diversas reclamações da defesa de Bolsonaro sobre as condições da custódia. Ele listou queixas relacionadas ao tamanho da cela, ao banho de sol, ao funcionamento do ar-condicionado, ao horário e à forma das visitas, à procedência da alimentação e até à exigência de substituição da televisão por uma Smart TV com acesso ao YouTube.

Na avaliação do ministro, tais manifestações distorcem a realidade do cumprimento da pena.

“A prisão não é uma estadia hoteleira ou uma colônia de férias”, registrou Moraes, ao afirmar que não há fundamento nas reclamações apresentadas.

Moraes determina transferência de Bolsonaro da PF para ‘Papudinha’ em Brasília

InfoBrasil360

2 minute r


  O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta quinta-feira (15) a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal em Brasília para o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), unidade localizada dentro do Complexo Penitenciário da Papuda e popularmente conhecida como “Papudinha”.


  Bolsonaro vinha cumprindo pena de 27 anos e 3 meses de prisão, imposta em processo no STF por tentativa de golpe de Estado e organização criminosa, no ambiente da sede da PF no Distrito Federal desde sua detenção em novembro de 2025.


Sala de Estado-Maior e mudanças na custódia

 Pela decisão de Moraes, o ex-presidente será alocado em uma sala de Estado-Maior no batalhão da PM, um espaço isolado e mais amplo dentro do complexo penitenciário. A unidade escolhida abriga outros detentos de alta relevância, como o ex-ministro da Justiça Anderson Torres e o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques, também condenados em inquéritos relacionados à tentativa de golpe.


  A transferência foi autorizada em resposta a pedidos da defesa de Bolsonaro, que alegou vulnerabilidade clínica permanente e necessidade de melhor estrutura para atendimento de saúde, incluindo possibilidade de fisioterapia e acompanhamento médico particular sem prévia comunicação ao tribunal.


Estrutura e condições


  A chamada “Papudinha” tem instalações com cerca de 65 metros quadrados, incluindo área externa, banheiro, cozinha e espaço para exercícios, permitindo banho de sol em horários livres e outras comodidades não usuais para presos em regime fechado. A decisão de Moraes prevê que Bolsonaro possa receber alimentação especial, sessões de fisioterapia e acompanhamento de médicos particulares previamente cadastrados.


Embora a defesa tenha argumentado que as condições na Superintendência da PF eram inadequadas e colocavam em risco a saúde dele, Moraes ressaltou que as condições de custódia até então eram “excepcionais e privilegiadas” em comparação ao padrão do sistema penitenciário.

Contexto e próximos passos

A transferência marca um novo capítulo no cumprimento da pena de Bolsonaro, com a mudança de custódia da Polícia Federal para o sistema prisional dentro do complexo da Papuda. A determinação foi adotada apesar de repetidos recursos da defesa por prisão domiciliar ou outras medidas cautelares menos gravosas.

Ainda não há informação oficial sobre o horário exato da transferência ou a data em que ela será efetivada, mas a expectativa é que ocorra nas próximas horas sob escolta da PF e com a responsabilidade final da Polícia Militar do Distrito Federal. 

Transferência de Bolsonaro vai acontecer em poucos instantes

JCO

Alexander de Moraes determinou que ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) seja transferido para a Papudinha.

Segundo informações, a transferência vai acontecer ainda hoje, quinta-feira (15).

Diz a CNN:

Moraes afirma que o sistema penitenciário brasileiro é marcado por precariedade, mas destaca que Bolsonaro recebeu tratamento muito diferente daquele dado aos demais condenados pelos atos de 8 de janeiro.
O ministro lista privilégios concedidos ao ex-presidente, como ar-condicionado, televisão, frigobar, banheiro privativo e protocolo especial para entrega de comida caseira.
Ele afirma que, mesmo nessas condições, houve uma “sistemática tentativa” de deslegitimar o cumprimento da pena, por meio de críticas públicas feitas por familiares e aliados de Bolsonaro.
Moraes anexou na decisão vídeos e declarações dos filhos de Bolsonaro que, segundo ele, difundem informações falsas sobre supostas condições degradantes na cela.
Para Moraes, trata-se de uma campanha coordenada de desinformação para atacar o Judiciário. Ele afirma que a pena vem sendo cumprida “com absoluto respeito à dignidade da pessoa humana” e de forma “claramente privilegiada” em relação ao restante do sistema prisional.
O ministro afirma, porém, que a inveracidade das reclamações não impedem que Bolsonaro seja tranferido a uma cela especial "com condições ainda mais favoráveis", em refer~encia à papudinha.

Resort ligado à família de Toffoli acaba nas mãos de advogado de escritório da JBS e levanta questionamentos no caso Banco Master

InfoBrasil360
Paulo Bahia
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  Um resort empresarial historicamente ligado aos familiares do ministro Dias Toffoli — relator no Supremo Tribunal Federal do inquérito que investiga supostas fraudes e irregularidades financeiras envolvendo o Banco Master — foi integralmente transferido para a propriedade de um advogado associado a um dos maiores grupos empresariais do país, J&F Investimentos, segundo apurou a coluna de Andreza Matais no Metrópoles.


  O Tayayá Resort, localizado em Ribeirão Claro (PR), que por anos esteve parcialmente nas mãos de empresas controladas por irmãos e um primo do ministro, foi adquirido pelo advogado Paulo Humberto Barbosa em abril de 2025, após este negociar a compra das cotas societárias diretamente com os parentes de Toffoli.

 

 Barbosa, agora único dono do empreendimento, atua profissionalmente junto a figuras influentes do universo empresarial: ele é sócio em negócios com o atual presidente da empresa Friboi, do grupo J&F, e com pessoas ligadas à família Batista, controladora da gigante do setor de proteína animal — embora a própria JBS e a J&F tenham divulgado nota negando qualquer relação direta com a transação.

 

 O resort foi vendido por meio de um fundo de investimentos administrado pela gestora Reag, cujo envolvimento com fundos ligados ao caso Banco Master tem sido destacado pela imprensa e por documentos oficiais. A Reag já foi citada em operações policiais por suspeita de abrigar teias financeiras supostamente utilizadas para movimentações suspeitas envolvendo o banco e outros ativos — investigação que, inclusive, levou à liquidação extrajudicial do Master pelo Banco Central do Brasil.

 

 Embora o ministro Toffoli não tenha participação societária direta no empreendimento, ele frequenta o resort e, segundo registros da imprensa, esteve no local em um voo de aeronave de um investigado pela Operação Carbono Oculto, que mira suspeitas de lavagem de dinheiro no Paraná e em outros estados.

  

  A transação coloca um novo foco de atenção sobre o caso Master e os vínculos indiretos entre o entorno familiar do relator e estruturas empresariais que, em algum momento, tiveram participação societária em ativos nos quais fundos ligados a supostas irregularidades financeiras aportaram recursos.

 

 Procurado pela coluna, Toffoli não comentou publicamente a transação envolvendo o resort, assim como nem o resort, nem o advogado Barbosa se manifestaram até o momento sobre as motivações e condições da compra. A J&F, em nota, afirmou que não possui qualquer relação de negócios com a aquisição ou com as empresas de Barbosa além dos vínculos societários mencionados em processos legais em que atuou profissionalmente no passado.

 

 O episódio agrava o debate público sobre a transparência na condução do inquérito do Banco Master, especialmente em um contexto em que Toffoli tomou decisões polêmicas, como a centralização da investigação no STF e a imposição de sigilo, medidas que já haviam gerado críticas de setores do Judiciário e da polícia. 

Não dê eco a velha e putrefata mídia

JCO 23/01/2026 às 11:37 Durante anos temos falado sobre batalha cultural, e de como a esquerda se apropriou dos veículos de comunicação e da...