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sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

URGENTE: Caminhada de Nikolas chega a Luiziânia e multidão o aguardava em grande festa (veja o vídeo)

JCO

A caminhada de Nikolas Ferreira acaba de chegar em Luiziânia - GO.

O deputado Nikolas foi aclamado por uma multidão que o aguardava.

São imagens impressionantes.

Confira:

O último dia 8 de janeiro foi de muita reflexão. Tudo o que aconteceu após aquele fatídico dia - há três anos - mudou completamente a história do país. No ano passado, Alexandre de Moraes chegou a ameaçar de prisão quem ousar comemorar esse dia. Justamente por esse motivo, a Editora Conteúdo Conservador desafiou o "sistema" e lançou uma promoção relâmpago com valor quase simbólico e imperdível sobre o livro "08 DE JANEIRO - SEGREDOS E BASTIDORES". Apenas R$ 9,90.

A obra mostra detalhes e segredos que não foram revelados ao público. Expõe como tudo teve início culminando nos três dias mais importantes de todo o imbróglio: 07, 08 e 09 de janeiro. No documento estão dados e relatos sobre o polêmico ginásio para onde os presos foram levados, a prisão de Anderson Torres, a “minuta do golpe”, o "alvo" nas costas do ex-presidente Jair Bolsonaro, a Operação Lesa Pátria e ainda mostra as estranhas ações do General G.Dias antes, durante e depois dos atos.  Você não pode perder! A promoção vai durar pouco tempo! Clique no link abaixo:

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Vale a pena o investimento!

da Redação

AO VIVO: Vorcaro "abre o bico" e derruba o primeiro (veja o vídeo)

JCO

Pressionado, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou que não renunciará ao cargo em abril e que apoiará o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa pelo Palácio do Planalto nas eleições deste ano.

Em depoimento à Polícia Federal, Daniel Vorcaro afirmou que conversou com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, sobre a proposta de venda do Banco Master ao Banco Regional de Brasília (BRB). O governador nega,  mas pode até sofrer impeachment por conta do escândalo! 

E os petistas estão enlouquecidos com a caminhada promovida pelo deputado Nikolas Ferreira! Estão até apelando para a Polícia Rodoviária Federal, para tentar impedir o movimento que está sacudindo o Brasil. 

Para comentar os assuntos, o Jornal do JCO recebe a advogada Katia Magalhães, o jornalista Lucas Berlanza e o professor Marcos Pizzolatto. Assista, compartilhe, apoie o trabalho do Jornal da Cidade Online!

Veja o vídeo:

A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex-presidente Bolsonaro e seus aliados não tem fim! Tudo leva a crer que, em breve, o pior pode acontecer! Querem tirar a vida dele e esconder o que realmente aconteceu em 2022... Porém, para o "terror" do "sistema", a verdade não vai morrer. Tudo isso foi documentado no livro "O Fantasma do Alvorada - A Volta à Cena do Crime"um best seller no Brasil.

O livro, que na verdade é um "documento", já se transformou em um arquivo histórico, devido ao seu corajoso conteúdo. São descritas todas as manobras do "sistema" para trazer o ex-presidiário Lula de volta ao poder, os acontecimentos que desencadearam na perseguição contra Bolsonaro e todas as 'tramoias' da esquerda. Eleição, prisões, mídia, censura, perseguição, manipulação e muito mais... Está tudo documentado. Obviamente, esse livro está na "mira" da censura e não se sabe até quando estará a disposição do povo brasileiro... Não perca tempo. Caso tenha interesse, clique no link abaixo para adquirir essa obra:

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O próprio Bolsonaro já conhece o livro:

Banco Central rompe o silêncio

JCO

O Banco Central se pronunciou nesta sexta-feira (23) para rebater denúncias de que o diretor de Fiscalização da autarquia, Ailton de Aquino, teria indicado ao Banco de Brasília (BRB) a compra de carteiras de crédito supostamente fraudadas do Banco Master. A manifestação ocorre após reportagem do jornal O Globo apontar mensagens nas quais o diretor teria solicitado ao então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, a aquisição dos créditos como forma de aliviar problemas de liquidez do Master.

Em nota oficial, o Banco Central afirmou que as informações divulgadas não condizem com os fatos e destacou que foi justamente a área de Supervisão, chefiada por Ailton de Aquino, a responsável por identificar inconsistências nas operações de cessão de crédito entre as instituições. Segundo o BC, essa constatação levou à instauração imediata de investigações rigorosas, que demonstraram a insubsistência dos ativos que compunham as carteiras negociadas.

A autoridade monetária informou ainda que partiu da diretoria comandada por Ailton de Aquino a iniciativa de comunicar os indícios de ilícitos criminais ao Ministério Público Federal (MPF). O envio incluiu documentação comprobatória e análises técnicas detalhadas, atualmente utilizadas no curso das investigações em andamento.

De acordo com o Banco Central, com o objetivo de impedir novas operações que pudessem comprometer a liquidez do BRB, a área de Supervisão aplicou uma medida prudencial preventiva à instituição financeira do Distrito Federal. Posteriormente, o próprio diretor levou à Diretoria Colegiada do BC a proposta de liquidação extrajudicial das instituições que compõem o Conglomerado Master, em razão das irregularidades identificadas.

“Portanto, o Diretor Ailton de Aquino afirma que, obviamente, jamais recomendou a aquisição de carteiras fraudadas”, enfatiza o comunicado oficial.

Diante da repercussão do caso, Ailton de Aquino colocou à disposição do Ministério Público Federal e da Polícia Federal suas informações bancárias, fiscais e os registros das conversas mantidas com o ex-presidente do BRB. Para fins de apuração, o diretor renunciou ao sigilo desses dados, segundo informou o Banco Central.

Na íntegra da nota, a autarquia também reforça que tem a obrigação legal de acompanhar permanentemente as condições de liquidez das instituições financeiras, inclusive operações de aquisição de ativos, com o objetivo de assegurar a estabilidade do Sistema Financeiro Nacional e proteger os interesses de depositantes, investidores e credores. 

O BC ressalta ainda que cabe a cada instituição financeira a responsabilidade exclusiva pela análise da qualidade dos créditos adquiridos no mercado, bem como pela manutenção de controles internos adequados para a gestão de riscos.

Flávio Bolsonaro traz nome de peso para atuar na articulação da pré-campanha presidencial

JCO

O publicitário Daniel Braga, conhecido por ter atuado como marqueteiro do ex-governador paulista João Doria, passou a integrar a pré-campanha à Presidência da República do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo apuração, o profissional vem se dedicando à estratégia de comunicação do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, com foco especial em redes sociais e na estruturação da equipe que deverá atuar na disputa nacional.

Na última quinta-feira (22), Daniel Braga representou o Partido Liberal em uma reunião com campanhas realizada na Rede Bandeirantes, em São Paulo, sinalizando sua participação ativa nas articulações iniciais do projeto eleitoral.

Braga mantém relação próxima com o senador Rogério Marinho (PL-RN), confirmado na quarta-feira (21) como coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro. Marinho foi indicado pelo próprio Jair Bolsonaro, atualmente preso no complexo da Papuda, em Brasília, como o nome responsável por conduzir a estratégia para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais.

Rogério Marinho confirmou que Daniel Braga colabora na comunicação da pré-campanha, mas ponderou que ele não ocupa formalmente o posto de marqueteiro do senador. A aproximação entre ambos remonta ao governo Bolsonaro, período em que Marinho atuava como secretário especial da Previdência e Trabalho, vinculado ao Ministério da Economia, então comandado por Paulo Guedes.

Em 2019, Braga foi responsável pela coordenação da comunicação de pautas centrais do governo, como a reforma da Previdência, a Medida Provisória da Liberdade Econômica e o processo de privatização da Eletrobras. Desde o segundo semestre de 2025, ele também vem colaborando com a comunicação da Liderança da Oposição no Senado, novamente ao lado de Rogério Marinho, que acumula a função de secretário-geral do PL.

Nas eleições municipais de 2024, o publicitário participou de campanhas do partido em diferentes regiões do país. Trabalhou na disputa da deputada federal Rosana Valle (PL-SP) pela Prefeitura de Santos, do ex-deputado Eduardo Cury (PL-SP) em São José dos Campos e do deputado federal Capitão Alberto Neto (PL-AM), em Manaus.

Essa aproximação progressiva com a direita nos últimos anos contribuiu para que Daniel Braga fosse alçado à função estratégica na pré-campanha de Flávio Bolsonaro. Desde que teve seu nome confirmado pelo pai como pré-candidato, o senador tem registrado crescimento nas intenções de voto, segundo levantamentos recentes.

Apesar da atuação atual ao lado do PL, Braga construiu parte de sua notoriedade em campanhas em São Paulo. Ele integrou a equipe responsável pelo slogan “João Trabalhador”, na eleição municipal de 2014, e também é associado à criação do termo “Bolsodoria”, utilizado na campanha de 2018 para ligar a imagem de João Doria a Jair Bolsonaro — estratégia que gerou desconforto entre setores do bolsonarismo mais ideológico, mas que conquistou um grande sucesso.

Além dessas experiências, o publicitário também atuou na comunicação do governo Michel Temer e foi estrategista digital da campanha presidencial do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles, em 2018, consolidando um histórico de atuação em disputas eleitorais de alto nível.

Gilmar se manifesta sobre situação de Toffoli e o Banco Master

JCO

O ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), manifestou apoio à decisão da Procuradoria-Geral da República (PGR) que arquivou o pedido de afastamento do ministro Dias Toffoli da relatoria do caso Master. A declaração, feita em publicação nas redes sociais, acabou recebendo contestação por meio das chamadas notas da comunidade da plataforma X, que acrescentaram contexto crítico ao posicionamento do magistrado.

Em postagem divulgada nesta quinta-feira (22), Gilmar afirmou que o arquivamento do pedido “evidencia o funcionamento regular das instituições da República”. Para ele, “em um Estado de Direito, a preservação do devido processo legal e a observância das garantias institucionais constituem condições essenciais para a estabilidade democrática e para a confiança da sociedade nas instituições”. O ministro acrescentou ainda que “decisões fundadas em critérios jurídicos objetivos, afastadas de pressões circunstanciais, fortalecem a segurança jurídica e reafirmam a maturidade institucional do sistema constitucional brasileiro”.

A representação arquivada tratava de um pedido de suspeição de Toffoli, apresentado por parlamentares, com base na participação do ministro em uma viagem de jatinho ao lado de um dos advogados ligados a executivos do Banco Master. Ao analisar o caso, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, concluiu que não havia providências a serem adotadas.

“O caso a que se refere a representação já é objeto de apuração perante o STF, com atuação regular da PGR”, afirmou.

Gigante empresa do RS fecha as portas e promove demissão em massa

JCO

A startup Razor Computadores, sediada em Passo Fundo, no norte do Rio Grande do Sul, encerrou oficialmente suas atividades após enfrentar uma combinação de dificuldades financeiras, processos judiciais e incapacidade de cumprir entregas. A decisão foi comunicada a investidores e confirmada por ex-funcionários, depois de uma reunião virtual realizada em 12 de janeiro com cerca de 30 colaboradores.

Com atuação em todo o Brasil e foco na produção de computadores de alta performance, a empresa informou que tentou alternativas para reverter a situação, como a busca por novos investidores, operações de buyout e até a possibilidade de recuperação judicial. Nenhuma das opções, contudo, se mostrou viável diante do cenário de endividamento crescente e da falta de capital externo.

Em comunicado enviado a uma plataforma que intermedia empresas e investidores, a Razor atribuiu o fechamento ao acúmulo de passivos, a execuções judiciais, às ameaças constantes de interrupção de serviços por credores operacionais e à impossibilidade de obter novos recursos. 

A empresa afirmou que priorizou o pagamento dos funcionários enquanto ainda havia condições mínimas para isso, como forma de garantir dignidade no encerramento das atividades.

Após nota de Fachin, o que aconteceu dentro do Supremo é lamentável

JCO

A manifestação pública do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, em defesa do ministro Dias Toffoli não foi suficiente para dissipar o mal-estar interno provocado pelo caso Master. Nos bastidores da Corte, a avaliação predominante é de que o posicionamento cumpriu uma função imediata de contenção institucional, mas deixou em aberto tensões que continuam a incomodar parte dos magistrados.

Segundo relatos feitos de forma reservada, o incômodo maior decorre da exposição constante do STF na imprensa, que segue acompanhando de perto os desdobramentos de um processo considerado longo e complexo. Para esse ministro, a continuidade da cobertura midiática tende a manter o tribunal sob pressão permanente, independentemente da nota divulgada pela Presidência.

Ainda conforme essa avaliação interna, haveria poucas alternativas capazes de reduzir os holofotes sobre a Corte. Entre as hipóteses levantadas estariam a saída de Dias Toffoli da relatoria do caso — cenário visto como pouco provável — ou o envio da ação para a primeira instância, medida que também encontra resistências.

Outro integrante do STF destacou que, antes da divulgação do texto, houve “forte cobrança interna” para que Fachin apresentasse uma manifestação que transmitisse uma imagem de unidade do tribunal. A leitura de parte dos ministros é de que a carta buscou esse objetivo, ainda que não tenha conseguido encerrar o debate nos corredores da Corte.

A seguir, a íntegra da nota divulgada pelo presidente do STF:

“Nota da Presidência
Adversidades não suspendem o Direito. É precisamente nos momentos de tribulações que o império da legalidade, discernimento e serenidade demonstra sua razão de ser. É com os olhos voltados para esse dever que miro fatos presentes.
As situações com impactos diretos sobre o sistema financeiro nacional exigem mesmo resposta firme, coordenada e estritamente constitucional das instituições competentes. A Constituição da República atribui ao Banco Central do Brasil o dever jurídico de assegurar a estabilidade do sistema financeiro, a continuidade das operações bancárias essenciais, a proteção dos depositantes e a prevenção de riscos sistêmicos. Tais competências, de natureza técnica e indelegável, devem ser exercidas com plena autonomia e sem ingerências indevidas.
A atuação da Polícia Federal é igualmente indispensável, sobretudo na apuração de eventuais práticas criminosas de gestão temerária, fraude financeira, manipulação de informações, lavagem de dinheiro e outros ilícitos previstos na legislação penal e financeira. Cabe à Procuradoria-Geral da República, no âmbito de suas atribuições constitucionais, promover a persecução penal e controlar a legalidade das investigações. O Ministério Público, como instituição permanente, exerce papel fundamental na tutela da ordem econômica e do regime jurídico de defesa dos consumidores A seu turno, a Corte constitucional brasileira se pauta pela guarda da Constituição, pelo devido processo legal, pelo contraditório, e pela ampla defesa, cumprindo respeitar os campos de atribuições do Ministério Público e da Polícia Federal, porem, atuando na regular supervisão judicial, como vem sendo feito no âmbito dessa Suprema Corte pelo Ministro relator, DIAS TOFFOLI. No tocante ao Supremo Tribunal Federal, registro que o Tribunal Pleno se encontra atualmente em recesso. Nesse período, matérias urgentes são apreciadas pela Presidência ou pelo Relator, nos termos regimentais. Encontra-se regularmente no exercício da Presidência o Ministro Alexandre de Moraes, Vice-Presidente desta Corte. As matérias de competência do Tribunal Pleno ou das Turmas, quando decididas no recesso, serão, oportunamente, submetidas à deliberação colegiada, com observância do devido processo constitucional, da segurança jurídica e da uniformidade decisória. A colegialidade é método. É legítimo o exercício regular da jurisdição por parte dos membros do Tribunal no período do recesso, sem exceção. Eventuais vícios ou irregularidades alegados serão examinados nos termos regimentais e processuais. Questões tais têm rito próprio e serão apreciadas pelo colegiado com a seriedade que merecem. A Presidência não antecipa juízos, mas tampouco se furta a conduzi-los”.

O último dia 8 de janeiro foi de muita reflexão. Tudo o que aconteceu após aquele fatídico dia - há três anos - mudou completamente a história do país. No ano passado, Alexandre de Moraes chegou a ameaçar de prisão quem ousar comemorar esse dia. Justamente por esse motivo, a Editora Conteúdo Conservador desafiou o "sistema" e lançou uma promoção relâmpago com valor quase simbólico e imperdível sobre o livro "08 DE JANEIRO - SEGREDOS E BASTIDORES". Apenas R$ 9,90.

A obra mostra detalhes e segredos que não foram revelados ao público. Expõe como tudo teve início culminando nos três dias mais importantes de todo o imbróglio: 07, 08 e 09 de janeiro. No documento estão dados e relatos sobre o polêmico ginásio para onde os presos foram levados, a prisão de Anderson Torres, a “minuta do golpe”, o "alvo" nas costas do ex-presidente Jair Bolsonaro, a Operação Lesa Pátria e ainda mostra as estranhas ações do General G.Dias antes, durante e depois dos atos.  Você não pode perder! A promoção vai durar pouco tempo! Clique no link abaixo:

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da Redação

Renomada jornalista expõe o tamanho do absurdo da decisão de Moraes contra Nikolas

JCO 24/01/2026 às 08:00 A renomada jornalista Cristina Graeml se manifestou após Alexandre de Moraes proibir manifestações na Papuda e autor...