ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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quinta-feira, 9 de abril de 2026

URGENTE: Mendonça toma decisão inesperada sobre a morte de "Sicário" de Vorcaro

jco

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu impedir o envio de informações relacionadas à morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário, para a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado. O pedido incluía ainda acesso a dados de apurações conduzidas pela Polícia Federal (PF) envolvendo supostas irregularidades no Banco Master, instituição vinculada ao banqueiro Daniel Vorcaro.

Em manifestação oficial direcionada ao senador Fabiano Contarato (PT-CE), que preside a CPI, Mendonça esclareceu que os elementos solicitados permanecem protegidos por sigilo. Segundo ele, tanto o caso da morte de Sicário quanto as investigações sobre o banco ainda estão em andamento, o que impede, neste momento, qualquer compartilhamento das informações.

O magistrado destacou, em sua decisão, que a liberação dos dados só poderá ser avaliada após a conclusão das diligências conduzidas pela PF. Assim, o acesso pretendido pela comissão ficará condicionado ao encerramento das etapas investigativas ainda em curso.

Sigilo mantido em meio à Operação Compliance Zero

Ao justificar sua posição, Mendonça ressaltou a importância da CPI, mas ponderou que há limitações legais quanto ao acesso a informações sensíveis.

“Nada obstante a superlativa relevância que possui a Comissão Parlamentar de Inquérito instaurada para apurar e investigar a estrutura, o funcionamento e a expansão de organizações criminosas em território nacional, considerando que os pedidos contidos nos Requerimentos nº 211 e nº 237, de 2026, aprovados no âmbito do colegiado legislativo investigativo, buscam o compartilhamento de dados e elementos informativos colhidos nos processos judiciais em trâmite neste Supremo Tribunal Federal, sob minha relatoria, atinentes à Operação Compliance Zero, e, de modo mais específico, quanto às investigações promovidas sobre o Banco Master S.A., e o óbito de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão”, afirmou Mendonça.

Na sequência, o ministro acrescentou que ainda existem etapas investigativas pendentes.

“Em relação a ambos os fatos remanescem diligências instrutórias pendentes, estando ainda em curso as respectivas investigações, resta inviabilizado, no presente momento, o compartilhamento dos elementos informativos que lhes são correlatos, sem prejuízo de que, em momento ulterior, com o exaurimento das medidas instrutórias ainda em andamento, seja possível promover a reanálise da solicitação de suas excelências”.

Morte de Sicário e suspeitas de ligação com grupo de Vorcaro

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido pelo apelido Sicário, foi detido pela Polícia Federal no início de março. Durante o período em que estava sob custódia na Superintendência da PF em Minas Gerais, ele tentou tirar a própria vida. Após ser hospitalizado, não resistiu e morreu dias depois.

De acordo com as investigações, Sicário estaria ligado a um grupo denominado “A Turma”, associado ao banqueiro Daniel Vorcaro. Conforme apuração policial, essa organização teria atuado na prática de intimidações e ameaças contra adversários do empresário, o que amplia a relevância do caso dentro das investigações em curso.

A estranha atitude do dono do Metrópoles assim que recebeu R$ 27,2 milhões do Master

JCO

Ao todo, o Master enviou R$ 27.283.800 à empresa Metrópoles Marketing e Propaganda LTDA.

Foram vários pagamentos e todos guardam uma peculiaridade. Assim que o dinheiro entrava na conta do Metrópoles, o veículo fazia o débito imediato em direção a outras empresas da família de Luiz Estevão, dono do site. De acordo com o relatório do COAF,  isso “pode configurar possível movimentação de recursos em benefício de terceiros”.

Além disso, o COAF classifica os aportes do Master como “inusitados” e aponta uma movimentação do Metrópoles “incompatível com o faturamento médio mensal”. Guardadas as devidas proporções, parece ser algo na mesma linha do que acontecia no escritório da advogada Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes.

quarta-feira, 8 de abril de 2026

Criminoso invade escola com facão, ataca professora e Polícia age rápido

JCO

Uma ocorrência registrada na tarde desta terça-feira (7) provocou momentos de tensão em uma unidade de ensino de Suzano, após um ex-aluno invadir o local e ferir uma professora utilizando um facão. O episódio aconteceu na Escola Municipal Professora Ignez de Castro Almeida Mayer, localizada na Rua Formosa, no bairro Cidade Boa Vista.

De acordo com informações divulgadas pela prefeitura, o jovem, de 18 anos, conseguiu acessar o interior da escola ao escalar um muro lateral com cerca de dois metros de altura. A invasão ocorreu por volta das 13h27 e foi percebida quase imediatamente por uma professora, que acionou o botão de pânico cerca de um minuto depois.

A rápida resposta das autoridades contribuiu para conter a situação. Por volta das 13h32, equipes da Polícia Militar chegaram ao local, com apoio da Guarda Civil Municipal. No entanto, antes mesmo da chegada das viaturas, o invasor já havia sido imobilizado por um agente de segurança da própria escola, o que evitou consequências mais graves.

Durante o ataque, a docente sofreu ferimentos nas mãos e precisou ser levada ao Hospital Santa Maria, onde recebeu atendimento médico. O agressor também apresentou lesões, resultantes do próprio ato, sendo socorrido pelo Samu e encaminhado a uma unidade de saúde. Segundo a polícia, ambos permanecem em estado estável.

Como medida preventiva, os alunos foram liberados e seus responsáveis devidamente comunicados. A administração municipal informou que todos os procedimentos de segurança foram adotados, incluindo o isolamento das salas de aula e o acionamento imediato das forças competentes.

As investigações ficarão a cargo da Polícia Civil, que contará com o apoio das imagens captadas pelo sistema de monitoramento da escola, as quais registraram toda a dinâmica da ocorrência e poderão contribuir para o esclarecimento dos fatos.

Luiza Mell detona Janja e o consumo de paca: "Indigesto" (veja o vídeo)

JCO

A ativista dos direitos dos animais, Luisa Mell, finalmente resolveu falar sobre Janja e o consumo da paca oferecida para Lula no domingo de Páscoa.

“Carne de caça. Ela falou carne de caça, eu escutei, que eu já vi esse vídeo mil vezes para ter certeza”, diz Mell no vídeo após exibir a gravação de Janja, cujo post no Instagram a ativista classificou como “indigesto”.

E prossegue:

“Depois que teve a polêmica, a Janja veio a público, ali nos comentários, falou: ‘Não, gente, não é carne de caça, veio de um criador legalizado pelo Ibama’. Pasme, isso realmente existe. Eu acho um absurdo, já vou explicar por quê. Porém, gente, qual o objetivo desta… Vamos lá que realmente não é crime, que realmente foi de um criador legalizado. Qual o objetivo desta porcaria, Janja? Qual o objetivo disso daqui? Você acha que o que vai acontecer com esse seu post? Está incentivando, sim, a caça, está incentivando, sim, as pessoas quererem consumir animal silvestre”.

Segundo a ativista, o vídeo de Janja “é de uma irresponsabilidade inacreditável”.

“E mais uma coisinha: a paca, gente, é o animal mais caçado no Brasil. A paca é fundamental, porque ela dispersa a semente. Isso é muito importante para as nossas florestas. Gente, a criação de animal silvestre em cativeiro é terrível. A gente vive brigando, né, Ibama? Contra isso, né? Porque o animal silvestre, ele não se adapta ao cativeiro. E a paca, gente, ela sofre demais. Sabe por quê? Porque ela não é um animal que vive em grupo. Mas no criadouro tem que viver em grupo. Então, já está totalmente contra a natureza dela. E pior: ela tem apenas um filhote por gestação. Ou seja, essa criação, ela é o quê? Elitista. É para pouquíssimos”

E conclui:

“Eu aqui, lutando pela causa animal, e a primeira dama, que diz que é da causa animal, cozinhando um animal silvestre, incentivando a caça, incentivando, sim, o crime ambiental. Olha, lamentável, Ibama, eu quero ver o certificado, tá? Estou de olho. Eu quero ver. Gente, aqui não passo pano para ninguém, viu? Eu só tenho um compromisso com os animais.”

Veja o vídeo:

URGENTE: Moraes se desespera e autoriza julgamento que pode restringir delações em meio ao caso Master

JCO

O ministro Alexandre de Moraes, em escancarado desespero, decidiu encaminhar ao plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação proposta pelo Partido dos Trabalhadores (PT) que trata da possível limitação do uso de colaborações premiadas no país.

A movimentação ocorre justamente enquanto o empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, negocia com autoridades um possível acordo de delação. Em paralelo, documentos da Receita Federal, enviados à CPI do Crime Organizado, indicam que o escritório de advocacia vinculado à esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes, teria recebido R$ 80,2 milhões do banco entre 2024 e 2025. A defesa do escritório afirma que não confirma “essas informações incorretas e vazadas ilicitamente”.

O processo em questão estava sem andamento desde julho do ano passado. Contudo, na última segunda-feira (6), Moraes determinou sua liberação para inclusão na pauta do plenário físico do STF, embora ainda não haja data definida para o julgamento.

Nos bastidores, investigadores avaliam que a situação envolvendo Moraes é mais delicada do que a enfrentada anteriormente pelo ministro Dias Toffoli, que manteve relação comercial, por meio de empresa familiar, com um fundo de investimentos associado ao Banco Master.

Na ação apresentada ao Supremo, o PT sustenta que o objetivo é “evitar delações que ofendem as garantias fundamentais individuais”. O partido também afirma:

“Objetiva-se coibir interpretações inconstitucionais que conduzam a práticas arbitrárias quando da aplicação do instituto da colaboração premiada”.

Entre os pontos levantados, a legenda pede que o STF estabeleça que uma delação, isoladamente, não seja suficiente para embasar medidas cautelares, o recebimento de denúncias ou até mesmo uma condenação. Além disso, argumenta que o fato de uma delação confirmar outra não deve ser considerado, por si só, como prova corroborativa válida.

O partido ressalta ainda que não pretende revisar casos específicos, mas sim buscar o reconhecimento da “incompatibilidade entre entendimentos e interpretações reiteradas na esfera jurisdicional que atentam contra preceitos fundamentais”.

Outro aspecto destacado pelo PT é a ausência de critérios claros na legislação sobre os benefícios concedidos aos delatores. Segundo a sigla, essa lacuna normativa acabou permitindo práticas amplas nas negociações. Nesse sentido, o texto afirma:

“Esse eloquente silêncio da Lei das Organizações Criminosas apenas reforçou práticas que já ocorriam desde antes de 2013: na ausência de expressa limitação legal ao que pode ser negociado, toda espécie de benefícios passou a ser ajustada no momento da negociação, como se não estivéssemos a tratar de matéria penal, de caráter público”.

Dessa forma, o julgamento no STF poderá estabelecer parâmetros mais objetivos para o uso das delações premiadas, tema que segue no centro de debates jurídicos e políticos no país.

Uma pergunta a Moraes: 'Delação do MAURO CID será anulada também?'

JCO

O ministro Alexandre de Moraes, em escancarado desespero, decidiu encaminhar ao plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação proposta pelo Partido dos Trabalhadores (PT) que trata da possível limitação do uso de colaborações premiadas no país.

A movimentação ocorre justamente enquanto o empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, negocia com autoridades um possível acordo de delação. Em paralelo, documentos da Receita Federal, enviados à CPI do Crime Organizado, indicam que o escritório de advocacia vinculado à esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes, teria recebido R$ 80,2 milhões do banco entre 2024 e 2025. A defesa do escritório afirma que não confirma “essas informações incorretas e vazadas ilicitamente”.

O processo em questão estava sem andamento desde julho do ano passado. Contudo, na última segunda-feira (6), Moraes determinou sua liberação para inclusão na pauta do plenário físico do STF, embora ainda não haja data definida para o julgamento.

Nos bastidores, investigadores avaliam que a situação envolvendo Moraes é mais delicada do que a enfrentada anteriormente pelo ministro Dias Toffoli, que manteve relação comercial, por meio de empresa familiar, com um fundo de investimentos associado ao Banco Master.

O comentarista político Henrique Oliveira questionou:

"Por que pautar uma ação de 2021 agora em 2026, com a delação de VORCARO a caminho?
E a delação do MAURO CID?
Será anulada também?"

Recentemente, uma nova bomba surgiu! O livro "Banco Master - O Caso Blindando Pelo STF" mergulha no coração do caso — não como uma reportagem comum, mas como uma autópsia do poder brasileiro. Ao seguir o caminho do dinheiro, das decisões judiciais e das relações políticas, a narrativa revela um mecanismo que vai muito além de fraude financeira: um sistema de proteção institucional capaz de travar investigações, silenciar órgãos de controle e transformar escândalos bilionários em processos eternamente inconclusos.

Mais do que contar um caso, a obra expõe um padrão. O Banco Master não seria um acidente dentro do sistema, mas um produto dele. O livro está com FRETE GRÁTIS para todo o país. Clique no link abaixo:

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Corra enquanto é tempo...

da Redação

URGENTE: PGR age contra ministro acusado de crime bárbaro

JCO

A Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou-se favoravelmente à instauração de investigação criminal contra o ministro afastado do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Marco Buzzi, no âmbito de acusações de importunação sexual.

Em parecer encaminhado no dia 31 de março ao ministro Nunes Marques, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), o procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco, afirmou que “há elementos suficientes para instauração do inquérito”. Segundo ele, os relatos da vítima, aliados às provas colhidas em procedimentos administrativos, formam base suficiente para o início da persecução penal.

O magistrado é alvo de apurações simultâneas no STJ, no STF e também no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). As investigações tiveram início após uma jovem, de 18 anos, acusá-lo de importunação sexual. Um segundo relato semelhante, feito por uma ex-servidora de seu gabinete, também passou a ser analisado pelas autoridades competentes.

Ambas as denunciantes foram ouvidas pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Campbell Marques, e tiveram suas declarações formalmente registradas. No âmbito administrativo, o STJ deverá retomar o tema em sessão secreta prevista para o dia 14 de abril, quando poderá deliberar sobre a abertura de um processo administrativo disciplinar (PAD) contra o ministro.

Esse tipo de procedimento prevê a notificação do investigado para apresentação de defesa prévia, bem como a possibilidade de indicação de testemunhas. Paralelamente, o caso segue em tramitação sob sigilo, conforme informado pelo CNJ, com o objetivo de resguardar a intimidade das vítimas e evitar exposição indevida.

A defesa da vítima declarou que aguarda o andamento regular das investigações “para que os graves fatos reportados sejam apurados para respaldar futura ação penal”.

Já os advogados de Marco Buzzi afirmaram que discordam da posição da PGR. Em nota, sustentaram que existem diversas provas que contradizem as acusações.

“Assim, se os depoimentos iniciais podem ser considerados indícios, não se pode desconsiderar a plêiade de provas que demonstram a inexistência dos fatos declarados. Acredita-se que o eminente relator no STF saberá sopesar o conjunto de elementos para, assim, indeferir a abertura do inquérito policial”, declararam.

Um dos episódios investigados teria ocorrido em 9 de janeiro, em uma praia de Balneário Camboriú (SC), onde o ministro é acusado de tentar agarrar a jovem. Ele nega a acusação. O caso é tratado como importunação sexual, crime cuja pena prevista no Código Penal varia de um a cinco anos de reclusão em caso de condenação.

A ocorrência foi registrada na Polícia Civil de São Paulo, já que a vítima e sua família estavam hospedadas em um imóvel do ministro na ocasião. Segundo o relato, a jovem estava no mar quando teria sido abordada e agarrada, conseguindo se desvencilhar após algumas tentativas e, em seguida, pedindo ajuda aos pais.

AJUDE!!! É DE UMA URGÊNTE MUITO GRANDE. POR FAVOR!!!

ATENÇÃO, AMIGOS!!! O tenente da briosa Polícia Militar do Piauí, Raimundo Nonato dos Santos Silva, está necessitando URGENTEMENTE de doação ...