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segunda-feira, 13 de abril de 2026

DESTRUIU: Deputado acaba com narrativa de golpe da esquerda (veja o vídeo)

JCO

O deputado estadual de São Paulo, Danilo Campetti (Republicanos-SP), acabou com a narrativa da esquerda de "tentativa de golpe".

Segundo ele, não existe prova nenhuma para comprovar o "nexo causal do presidente com o golpe imaginário".

"Presidente Bolsonaro é um injustiçado, que está sendo torturado. É refém de um processo totalmente parcial. Um processo que não cumpriu o devido processo legal", afirmou.

Ao jornalista, o parlamentar forneceu uma lista completa dos pontos relevantes para derrubar as afirmações de que o 8 de Janeiro foi uma tentativa de golpe.

Sobre a Débora do Batom, afirmou: não há potencial lesivo.

Confira:


Morre mais um integrante importante na trajetória do Grupo Molejo

JCO

Foi sepultado no sábado (11), no Cemitério do Pechincha, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, ex-integrante do Grupo Molejo, William Augusto Freire de Araújo.

Nas redes sociais, o grupo lamentou a perda do músico e destacou a importância de sua contribuição para a história da banda.

“Com profunda tristeza, nos despedimos de nosso querido amigo e irmão. Agradecemos por ter feito parte da 1ª formação do Molejo, onde sua voz e talento brilharam em nossos primeiros CDs, eternizando sucessos que marcaram a década de 90”.

Willian Araújo foi peça fundamental na sonoridade inicial do Molejo, participando da fase áurea do grupo que emplacou hits como “Caçamba” e “Brincadeira de Criança”.

Sua morte ocorre dois anos após a perda de outro pilar da banda: em 2024, o vocalista Anderson Leonardo morreu após complicações de um câncer inguinal.

AO VIVO: Zema pode ser vice de Flávio? O jogo está em aberto (veja o vídeo)

JCO

A possibilidade de Romeu Zema compor como vice de Flávio Bolsonaro em 2026 começa a ganhar força nos bastidores — mas está longe de qualquer definição.

A decisão só ocorrerá nas convenções partidárias. Até lá, Zema deve manter sua pré-candidatura à Presidência, não por acaso, mas por estratégia: isso amplia sua visibilidade, fortalece seu nome nacionalmente e aumenta seu poder de negociação.

O ponto central dessa equação é Minas Gerais. Segundo maior colégio eleitoral do país, o estado costuma acompanhar o vencedor das eleições presidenciais. Ter Zema em uma chapa significa ganhar capilaridade, reduzir rejeição e ampliar alcance além do eleitorado ideológico.

Na prática, o movimento é claro: Zema mantém todas as portas abertas até o limite do calendário. Pode liderar, compor ou negociar apoio — sempre partindo de uma posição de força.

Hoje, não há decisão. Mas há estratégia. E, em política, isso costuma dizer mais do que qualquer anúncio antecipado.

Veja o vídeo:

Emílio Kerber Filho

Escritor e Estrategista Político. Autor do livro: 20 Dias para a Vitória: Os bastidores de uma campanha surpreendente e as estratégias que levaram à vitória eleitoral

A virada histórica de Flávio no estado que sempre foi considerado a muralha intransponível do PT

JCO

O estado que que era considerado a muralha intransponível do PT, acaba de sofrer um verdadeiro ‘abalo sísmico’. A Bahia que garantiu a vitória de Lula em 2022, não apenas rachou, mas virou a favor da oposição. O cenário é tão crítico que o próprio Lula já sinaliza que não é 100% certeza sua candidatura a reeleição.

Lula venceu na Bahia em 2022 com esmagadores 72,12% dos votos válidos (mais de 6 milhões de votos). Em 2026, o petista, segundo o Instituto Veritá despencou para 48,8%, perdendo a liderança no estado. São quase 2 milhões de votos que evaporaram em solo baiano, destruindo a vantagem de 3,7 milhões que salvou sua eleição passada.

Para piorar, Lula amarga 49,4% de rejeição na Bahia, perdendo o título de “unanimidade” no Nordeste.

Diante desse quadro, Flávio Bolsonaro assume a ponta com 51,2%. Sem a Bahia, o caminho para o Planalto se torna um labirinto sem saída para o atual governo.

Ex-ministro demitido por assédio arruma nova “boquinha” em gestão petista

JCO

Sílvio de Almeida está de volta a um cargo público. O ex-ministro de Lula foi convidado pelo prefeito petista de Maricá (RJ) para assumir funções em projetos culturais e educacionais no município.

O encontro entre os dois ocorreu em São Paulo e foi divulgado pelo próprio prefeito nas redes sociais.

Na publicação, Quaquá elogiou Almeida e o chamou de “grande intelectual da negritude e da periferia brasileira”.

O ex-ministro vai coordenar um museu voltado à história da população negra e participar da estruturação de uma universidade prevista para a cidade.

Dupla de idosos é presa por assassinato brutal de jovem de 20 anos

JCO

Uma jovem de apenas 20 anos, Julia Vitória do Prado da Silva, foi assassinada com golpes de faca e teve a morte registrada como feminicídio em Tapurah (MT).

Natural de Santa Catarina, ela trabalhava como atendente e, segundo a família, se dedicava ao filho, que completa 4 anos nesta segunda-feira (13). Dois homens, de 66 e 75 anos, são suspeitos. Um deles confessou o crime e o outro teria ajudado a tentar esconder o corpo.

A motivação ainda é investigada. Julia foi sepultada neste domingo (12).

Em entrevista, o delegado responsável pelo caso, Franklin Pereira Alves, revelou um detalhe que trouxe ainda mais complexidade à investigação: a vítima e o suspeito mantinham um relacionamento há cerca de 12 meses.

Segundo o delegado, ainda não foi possível afirmar com precisão a natureza desse vínculo, se era um relacionamento amoroso ou apenas sexual.

A informação reforça a linha de investigação de feminicídio ligado a relação íntima, situação recorrente em crimes dessa natureza.

A polícia foi acionada após denúncias de um possível homicídio. Ao chegar no local, encontrou o suspeito em estado de nervosismo, ainda armado. O corpo da jovem foi localizado próximo a um veículo com o porta-malas aberto, indicando que o criminoso tentava esconder o cadáver.

O próprio suspeito confessou o crime e indicou onde havia escondido as armas utilizadas no assassinato.

Testemunhas relataram ainda que o segundo envolvido tentou ajudar a colocar o corpo no carro, mas a ação foi interrompida com a chegada de vizinhos.

Apesar da confissão, a motivação do crime ainda não foi esclarecida. A Polícia Civil segue investigando o caso para entender o que levou ao assassinato da jovem.

URGENTE: Inesperadamente, PF "inocenta" Bolsonaro

 JCO

A Polícia Federal voltou a concluir que não há elementos que comprovem interferência indevida do ex-presidente Jair Bolsonaro na corporação. Essa é a segunda vez que a instituição chega a esse entendimento, agora após revisão realizada na atual gestão, conforme divulgado pelo jornal Estadão.

A reanálise do caso ocorreu por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que autorizou a reabertura do inquérito diante de novos questionamentos apresentados ao processo.

Mesmo com a revisão dos dados já coletados anteriormente, a investigação não identificou indícios suficientes para sustentar eventual responsabilização criminal. Em manifestação oficial, o delegado Carlos Henrique Pinheiro de Melo destacou:

“Merece ser mencionado que o IPL 2021.0031208 –CCINT/CGCINT/DIP/PF apurou objeto específico, que, sob a ótica das diligências tomadas em contemporaneidade com os fatos, não revelou informações capazes de justificar imputações penais”.

A apuração teve origem em 2020, após a saída do então ministro da Justiça Sergio Moro, que à época alegou ter sofrido pressão para promover mudanças na direção da Polícia Federal — ponto que motivou a abertura do inquérito.

Posteriormente, em 2022, a própria PF já havia concluído pela inexistência de ingerência, encaminhando o caso para arquivamento. Naquele momento, o então procurador-geral da República, Augusto Aras, também se posicionou pelo encerramento da investigação.

Mesmo com a mudança de governo, o entendimento da corporação foi mantido. A reavaliação recente não alterou as conclusões iniciais, reforçando a ausência de provas contra o ex-presidente.

A reabertura do caso foi autorizada em 16 de outubro do ano passado, após solicitação do atual procurador-geral da República, Paulo Gonet. Entre os elementos apresentados, estavam mensagens enviadas por Bolsonaro a Sergio Moro relacionadas à exoneração do então diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, além da divulgação de informações sobre investigações envolvendo aliados do governo.

Segundo Gonet, seria necessário verificar se houve “efetivamente” interferência na atuação da Polícia Federal. Em depoimento, Moro também afirmou que uma das razões mencionadas pelo ex-presidente para a troca no comando da PF seria a “falta de acesso a relatórios de inteligência da PF”, embora tenha reconhecido que Bolsonaro já possuía acesso legal a determinadas informações por meio do Sistema Brasileiro de Inteligência e da Abin.

Moraes está prestes a sofrer nova derrota internacional

JCO 13/06/2026 às 15:41 A decisão da Corte Suprema de Cassação da Itália que rejeitou a extradição da ex-deputada Carla Zambelli (PL-SP) pod...