ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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segunda-feira, 20 de abril de 2026

É falso que Flávio Bolsonaro disse que aumentará idade da aposentadoria e cortará direitos trabalhistas no Rio Grande do Sul

AFP

O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) esteve em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, entre os dias 10 e 11 de abril. Desde então, circula nas redes sociais um conteúdo com mais de 15 mil interações com a alegação de que o senador disse, no estado, que aumentará a idade para a aposentadoria e cortará direitos trabalhistas. Mas isso é falso: as gravações dos discursos públicos do pré-candidato não exibem declarações do tipo e, até o momento, não foi divulgado seu plano de governo. Em março, a imprensa noticiou que o senador deve propor medidas nessas áreas, mas não deu detalhes. 

“Em campanha no RS, Flávio Bolsonaro diz que fará uma reforma da Previdência, na qual homens se aposentaram aos 75 anos e mulheres aos 72, além do fim dos direitos trabalhistas”, dizem os conteúdos que circulam no Instagram, no Facebook, no X, no YouTube, no TikTok e no Kwai

Captura de tela feita em 17 de abril de 2026 de uma publicação no Facebook

Entre os dias 10 e 11 de abril, o senador esteve em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, pela primeira vez desde que o seu pai e ex-presidente, Jair Bolsonaro, o escolheu como sucessor para disputar a eleição presidencial de 2026.

Na cidade, o pré-candidato participou de um encontro com mulheres, do lançamento de candidaturas do Partido Liberal e falou em uma mesa no Fórum da Liberdade

Mas ele não apresentou propostas para aumentar o tempo da aposentadoria e cortar direitos trabalhistas nessas ocasiões. 

Senador não apresentou propostas concretas

No canal no YouTube do senador é possível consultar seus discursos feitos nos três eventos públicos do qual participou na cidade, como mostrou a pesquisa pelos termos “Flávio Bolsonaro” e “Porto Alegre” na plataforma (1, 23). 

Em 10 de abril, o pré-candidato participou de uma mesa no Fórum da Liberdade, ocasião na qual defendeu uma atualização da reforma tributária e uma reforma do Judiciário. Ele também criticou o governo atual do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o Supremo Tribunal Federal (STF). 

Ao ser questionado sobre seu plano de governo, o senador não citou nenhuma proposta e ressaltou que as pessoas ouvirão “propostas genéricas da minha parte por enquanto”, já que possíveis detalhes poderiam ser prejudiciais para a campanha. 

A mesa também foi transmitida por uma emissora local, que publicou uma entrevista concedida pelo pré-candidato após o evento. 

Não há nenhuma menção à propostas para a Previdência ou para os trabalhadores nessas gravações. 

O pré-candidato tampouco citou propostas para essas áreas em eventos do PL, realizados no dia 11 de abril (12).

Nessas gravações, o senador volta a proferir críticas ao governo atual e afirma que irá cortar impostos se eleito. Ele também defendeu a anistia para Jair Bolsonaro, que foi condenado a mais de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado. 

A passagem do pré-candidato pelo Rio Grande do Sul foi repercutida pela imprensa nacional, que tampouco mencionou propostas para a Previdência e para os trabalhadores (123). 

Estudos para propostas na área 

Em março de 2026, a Folha de S.Paulo entrevistou o coordenador de campanha de Flávio Bolsonaro, Roberto Marinho, que revelou que o plano de governo do pré-candidato abordará “a necessidade de se fazer uma nova reforma da Previdência e revisitar a reforma trabalhista (de 2017)

Marinho não forneceu detalhes sobre o que seria proposto, mas afirmou que o modelo atual da Previdência está “estourado” e que as propostas podem envolver parâmetros ou mudanças no modelo. 

A última reforma da Previdência foi apresentada e aprovada em 2019 pelo governo de Jair Bolsonaro. 

Sobre a área trabalhista, o coordenador disse apenas que o plano de governo de Flávio Bolsonaro deve ter propostas para “modernizar a legislação”

A previsão para a divulgação do plano de governo do pré-candidato era 30 de março, segundo Marinho. Mas, até a publicação desta checagem, não houve nenhuma divulgação nesse sentido. 

Ao Checamos, em 15 de abril de 2026, a assessoria do pré-candidato negou que ele tenha apresentado tais propostas no Rio Grande do Sul e repudiou a circulação de postagens com o que classificou como “propostas absurdas”.

“Essa postagem é uma fabricação total e não guarda qualquer compromisso com a verdade. O Senador reafirma que seu compromisso é com a liberdade econômica e com o combate à irresponsabilidade fiscal do atual governo, que é o que realmente destrói o poder de compra dos brasileiros”, diz o comunicado. 

Conteúdo semelhante foi checado pelo Estadão Verifica

O Checamos verificou outros conteúdos sobre as eleições de 2026

Referências 

Legado político se respeita. É hora de os jovens assumirem as rédeas do Brasil

JCO

Nos últimos dias, uma declaração chamou atenção não pelo conteúdo em si, mas pela origem e pelo contexto em que foi proferida. Um maquiador, próximo à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, decidiu opinar publicamente sobre a capacidade política do senador Flávio Bolsonaro, classificando sua imagem como “engessada” e distante das classes populares.

A questão que se impõe não é se ele tem direito à opinião — todos têm. A verdadeira questão é: qual o peso dessa opinião e a quem ela serve?

Vivemos um tempo em que a política deixou de ser analisada por trajetórias, propostas e coerência, passando a ser julgada por narrativas, recortes e conveniências momentâneas. A fala em questão parece menos uma análise política e mais um movimento estratégico dentro de um cenário maior: o da construção e desconstrução de imagens.

Chama atenção o contraste: ao mesmo tempo em que critica Flávio Bolsonaro por uma suposta falta de conexão popular, o mesmo interlocutor aponta Michelle Bolsonaro como alternativa mais viável. Não se trata aqui de avaliar nomes, mas de evidenciar a incoerência do argumento. Se o critério é conexão com o povo, ele deve se sustentar em fatos concretos — e não em preferências pessoais ou proximidades.

Outro ponto sensível é a crítica ao momento do anúncio da pré-candidatura, classificado como “deplorável” por ter ocorrido durante uma internação do ex-presidente Jair Bolsonaro. Esse tipo de julgamento moral, além de subjetivo, ignora completamente a dinâmica política, que não se submete a pausas emocionais ou familiares. A política não é regida por calendários afetivos, mas por estratégia, oportunidade e pelo momento certo.

Também vale lembrar que a indicação de Flávio como pré-candidato foi formalizada por Jair Bolsonaro em carta divulgada no fim de 2025, o que confere ao tema peso político e simbólico dentro do próprio grupo.

Agustin afirma, em sua entrevista, algo preocupante: o atual presidente teria a seu favor “o Judiciário, a máquina e a mídia”. Ainda que apresentada como constatação, essa declaração levanta uma questão séria: a de que o jogo político já estaria previamente definido por forças estruturais, e não pela vontade popular.

Se isso for verdade, temos um problema institucional grave.

Se não for, trata-se de um discurso que se enquadra no terreno da desinformação.

Em ambos os casos, o impacto é negativo para a verdadeira democracia.

O Brasil não precisa de mais opiniões superficiais travestidas de análise política. Precisa de responsabilidade. Precisa de coerência. E, sobretudo, precisa que o debate público seja conduzido por quem compreende a dimensão das palavras que pronuncia.

A política brasileira já enfrenta crises suficientes — de confiança, de representatividade e de legitimidade. Transformá-la em palco de falas impulsivas, baseadas em vínculos pessoais e não em argumentos sólidos, apenas agrava o cenário.

Sem deixar de observar que, mesmo sob as melhores intenções, existe uma disputa de egos e de poder. Um poder que, não raras vezes, pode ser tomado por quem vender a narrativa mais convincente.

No fim, resta uma pergunta simples, mas essencial: estamos discutindo o Brasil ou apenas disputando narrativas?

Flávio Bolsonaro é, na minha humilde opinião, a escolha de quem construiu um capital político relevante e hoje se encontra impedido de dar continuidade direta aos seus projetos para o país. Indicar um filho é, ao mesmo tempo, um gesto de confiança e de transferência de responsabilidade. É colocar nas mãos de um jovem parte do futuro da nação, abrindo espaço para uma nova geração assumir protagonismo na condução do Brasil.

Será que já não é hora de acreditar na juventude?

Bernadete Freire Campos

Cidadã brasileira, especialista em neurociência, estudiosa do comportamento humano no contexto político.

Onça pintada atropelada se arrasta por rodovia antes de morrer e acende alerta

JCO

Uma onça-pintada foi encontrada morta na BR-262 no sábado (18). O animal estava no trecho entre Miranda e Corumbá que atravessa o Pantanal sul-mato-grossense.

A Polícia Militar Ambiental e a Rede de Proteção e Conservação da Onça-Pintada foram acionadas. As equipes chegaram ao local e constataram a morte do animal. Materiais genéticos foram coletados.

O Instituto Socioambiental da Bacia do Alto Paraguai SOS Pantanal registra 23 onças-pintadas mortas atropeladas nesta rodovia desde 2013. O trecho ficou conhecido como "Estrada da morte" devido ao elevado número de animais silvestres mortos. O Instituto do Homem Pantaneiro contabilizou 20 mortes de onças entre 2016 e 2025 neste mesmo trajeto.

O pesquisador e presidente do conselho diretor da Reprocon, Gediendson Ribeiro, informou que este é o oitavo animal morto cujos materiais foram preservados pelo instituto desde 2023. O tecido coletado será encaminhado aos laboratórios de pesquisa da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. A coleta de material genético permite estudos científicos sobre a espécie.

Diversos outros animais silvestres são encontrados diariamente no trecho da BR-262. Entre as espécies registradas estão tamanduá-mirim, lobo-guará, tatu, tamanduá-bandeira, cachorro-do-mato e quati. A rodovia corta uma área de intensa circulação de fauna silvestre.

A MS-040 também apresenta elevado número de mortes de animais silvestres. A rodovia liga Campo Grande a Santa Rita do Rio Pardo. A Iniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira registra 100 antas mortas anualmente nas rodovias de Mato Grosso do Sul. Entre 2013 e 2026, 49 pessoas morreram em decorrência de colisões entre veículos e esses animais.

A Incab divulgou em março Ação Civil Pública ajuizada junto ao Ministério Público Estadual de Mato Grosso do Sul. A ação foi movida contra a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul, o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul e as construtoras responsáveis pela rodovia MS-040. O processo tramita desde 2018.

A ação propõe valor compensatório pelos danos ambientais resultantes das colisões veiculares com animais silvestres na rodovia. O processo solicita um plano de mitigação com o objetivo de diminuir os acidentes entre animais e humanos. A Incab afirma que o cercamento da rodovia diminuiria as colisões em cerca de 80%. O plano de mitigação nunca foi executado.

A Polícia Militar Ambiental solicita que os condutores tenham atenção redobrada ao passarem pelo trecho da BR-262 localizado na região do Pantanal. Ao se deparar com animais silvestres feridos ou às margens da pista, a corporação deve ser acionada. A PMA pode ser contatada pelo telefone (67) 3941-0141.

da Redação

Um tributo a Oscar Schmidt (veja o vídeo)

JCO

Um tributo a Oscar Schmidt não é apenas uma homenagem a um grande atleta. É o reconhecimento de um dos maiores símbolos de excelência, disciplina e identidade esportiva que o Brasil já produziu.

Em uma era em que o esporte brasileiro ainda buscava projeção global consistente, Oscar construiu uma trajetória que rompeu fronteiras. Não foi apenas um cestinha — foi uma máquina de pontuar, um competidor obsessivo e um atleta que elevou o basquete brasileiro a um nível de respeito internacional raramente visto.

Seus números são quase irreais. Mais de 49 mil pontos ao longo da carreira, um recorde mundial que ainda impressiona pela longevidade e consistência. Mas reduzir Oscar a estatísticas é simplificar demais o que ele representa.

O momento que eternizou seu nome na memória coletiva do país veio nos Jogos Pan-Americanos de 1987. Diante dos Estados Unidos, em pleno território adversário, Oscar protagonizou uma das maiores atuações da história do esporte. Foram 46 pontos em uma vitória que não foi apenas esportiva — foi simbólica. Ali, o Brasil não venceu só um jogo. Enfrentou um sistema, rompeu uma hegemonia e mostrou que talento, coragem e mentalidade competitiva podem desafiar qualquer lógica.

E há um ponto pouco discutido, mas essencial para entender sua grandeza: a decisão de não atuar na NBA. Em um contexto dominado por restrições olímpicas da época, Oscar optou por permanecer fiel à seleção brasileira. Foi uma escolha estratégica, mas também ideológica. Priorizou representar o país em detrimento de uma carreira potencialmente mais lucrativa e midiática.

Essa decisão, hoje, pode ser questionada sob a ótica financeira. Mas, no campo simbólico, foi determinante para consolidar seu legado como ícone nacional.

Oscar Schmidt não foi apenas um jogador. Foi um padrão. Um parâmetro de excelência que expõe, inclusive, a lacuna atual do esporte brasileiro em formar atletas com o mesmo nível de protagonismo internacional.

Num país que muitas vezes negligencia sua própria história esportiva, relembrar Oscar é mais do que nostalgia. É um exercício de comparação. É olhar para o passado e perceber o quanto o nível de exigência caiu em algumas modalidades.

O “Mão Santa” não dependia de marketing, rede social ou narrativa construída. Sua autoridade vinha da quadra. Do desempenho. Da entrega.

E talvez seja exatamente por isso que sua história permanece atual.

Porque, no fim, o tempo separa os bons dos extraordinários.

E Oscar Schmidt, definitivamente, pertence a um grupo que não se repete com facilidade.

Veja o vídeo:

Caminhão-tanque explode em plena via Dutra, atinge outros veículos e deixa mortos e feridos (veja o vídeo)

 JCO

Um caminhão-tanque carregado com produtos perigosos explodiu no km 273 da Via Dutra (BR-116), em Barra Mansa. O acidente aconteceu na tarde de domingo (19), por volta das 14h54, na pista sentido Rio de Janeiro. Duas pessoas morreram e quatro ficaram feridas. A explosão destruiu três carros de passeio e uma motocicleta.

A força da explosão atingiu os veículos que passavam pelo trecho no momento do acidente. O incidente mobilizou equipes da concessionária Rio-SP, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Samu e cinco viaturas do Corpo de Bombeiros. A CCR Rio-SP, concessionária que administra a Via Dutra, coordenou as operações de resgate.

Três pessoas foram resgatadas em estado grave. Duas vítimas foram encaminhadas à Santa Casa de Barra Mansa. Uma terceira vítima em estado grave foi levada ao Hospital São João Batista, em Volta Redonda. Uma quarta pessoa, com ferimentos moderados, recebeu atendimento na mesma unidade de saúde. Os dois óbitos foram registrados no local.

As pistas nos dois sentidos foram totalmente interditadas para o trabalho dos bombeiros e da perícia policial. No sentido Rio de Janeiro, o congestionamento atingiu 13 quilômetros. No sentido São Paulo, foram registrados sete quilômetros de lentidão. A liberação das pistas ocorreu às 18h.

Veja o vídeo:

Evento tradicional de ciclismo termina em tragédia com a morte de um atleta

JCO

Um evento tradicional do ciclismo terminou em tragédia neste fim de semana em Pomerode, no Vale do Itajaí (SC). O atleta Edwilson Louis de Oliveira morreu após sofrer uma queda durante uma das trilhas da prova.

De acordo com as informações, Edwilson participava do Desafio dos Rochas, competição conhecida por reunir ciclistas em percursos desafiadores em meio à natureza. Durante o trajeto, ele acabou caindo e bateu a cabeça.

O impacto provocou um traumatismo craniano (TCE). O atleta entrou em parada cardiorrespiratória ainda na trilha. Equipes de socorro foram acionadas rapidamente e realizaram manobras de reanimação. Até mesmo um helicóptero foi mobilizado para o atendimento.

Apesar de todos os esforços das equipes de resgate, Edwilson não resistiu e morreu ainda no local.

A morte gerou grande comoção entre amigos e integrantes do grupo de ciclismo ao qual ele pertencia. Em nota, o Pedal Batistense lamentou profundamente a perda, destacando que o atleta “partiu fazendo o que mais amava: pedalando”.

A organização do evento também manifestou pesar pela tragédia.

Participante do BBB é avisada da morte do pai e decide permanecer no programa

JCO

Morreu neste domingo (19) o advogado e ex-político mineiro Gerardo Henrique Machado Renault, aos 96 anos. Pai da participante do BBB 26, Ana Paula Renault, ele estava internado no Hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte.

Figura influente na política de Minas Gerais, Gerardo Renault construiu uma trajetória de décadas na vida pública. Foi deputado estadual e federal, além de ter ocupado o cargo de secretário de Agricultura do estado durante o governo de Francelino Pereira.

Ao longo da carreira, também presidiu o Instituto de Previdência do Legislativo de Minas Gerais (Iplemg), onde manteve atuação de destaque após deixar os mandatos eletivos.

Renault teve participação relevante em diferentes momentos da política mineira, com trânsito entre o Legislativo e o Executivo, e forte presença em pautas ligadas ao desenvolvimento do estado.

A filha, Ana Paula Renault, participante do BBB 26 da Rede Globo, foi informada, na noite deste domingo, pela produção do programa da morte do pai. Horas antes, a família havia dito nas redes sociais que ela não seria avisada, em cumprimento ao desejo de Gerardo, que não queria que ela soubesse de nada que acontecesse com ele antes do fim do programa, na próxima terça-feira.

Depois de sair do confessionário, onde foi comunicada da morte, ela entrou no quarto sonhos e contou a notícia para Juliano Floss.

"Não está fazendo sentido para mim mais. Parecia até que eu estava sabendo que estava por vir. E aí não deixaram eu falar com ninguém, falaram só que minha irmã ligou e deixaram eu assistir um vídeo das minhas irmãs falando para eu não sair, que meu pai estava assistindo eu até o fim. Você sabe que ele que mandou eu vir, né? Falando que eu tenho que vir atrás da minha aposentadoria, falaram que ele estava me assistindo e ele sempre falou que eu precisava de um rumo para minha vida. Eu não tenho nada", continuou. "Falaram que eu posso decidir o que fazer. Se eu sair nesse Paredão, eu saí. E que é uma possibilidade grande. Parece que está vindo uma irmã minha para cá."

AO VIVO: Alerta extremo, PF e mais uma crise de confiança que o governo precisa enfrentar (veja o vídeo)

JCO 20/06/2026 às 08:06 Na madrugada deste sábado (20), milhões de brasileiros foram despertados por um som que ninguém deseja ouvir. O aler...